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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Vi o Mundo: A “batalha do impeachment” em andamento: Congresso sob suspeição não ajuda a direita

Tá bom, jus esperniandi...

Vi o Mundo: A “batalha do impeachment” em andamento: Congresso sob suspeição não ajuda a direita

publicado em 17 de novembro de 2014 às 9:38
caras

por Luiz Carlos Azenha

A batalha do impeachment está em andamento antes mesmo de termos acesso aos desdobramentos da Operação Lava Jato, que desmontou o megaesquema de corrupção na Petrobras. Antes mesmo que se saiba o destino dos R$ 9 bilhões que teriam sido desviados, sempre segundo a mídia. Se as empreiteiras envolvidas tinham contratos de R$ 95 bilhões com a empresa, isso significa que como um todo a propina andava na casa dos 10%. Quem embolsou? Se a pretensão é mesmo ir fundo no caso, basta agora seguir o dinheiro.

Saiba tudo aqui!

terça-feira, 4 de novembro de 2014

TILOLAÇO(FB): Ao derrotado, o trono da mídia

O rio45 desaparecerá em pouco tempo! Vai para um cidade da Holanda! Vamp45 ri e muito, mas por dentro! bhc, chique, morrerá em Paris! Do GA, picolé de Chuchu, não sei, tem tanto masoquista em sua terra!

O Editor!

TIJOLAÇO: Ao derrotado, o trono da mídia


4 de novembro de 2014 | 10:41 Autor: Fernando Brito
rei


Hoje, você vai assistir uma espetáculo “surreal”, como diz a garotada.
É a reentrada do senador Aécio Neves no Senado.
Será tratada pela mídia como a chegada do vencedor ao qual faltou apenas um pequeno detalhe: a vitória.
Aliás, o que carrega, mesmo, é a marca da derrota, porque não apenas perdeu a eleição atirando fora o favoritismo que o clima imposto pela mídia construiu, ao leva-lo de forma arrebatadora ao segundo turno, mas porque perdeu no Estado em que suas qualidades e capacidades eram mais conhecidas: Minas Gerais.

Saiba tudo aqui!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Vi o mundo[Azenha]: Rogério Correia: PSDB de Minas Gerais usou a polícia e a mídia para tentar cassar meu mandato

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Último post correlato.

Rogério Correia: PSDB de Minas Gerais usou a polícia e a mídia para tentar cassar meu mandato

por Luiz Carlos Azenha

O líder do PT na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Rogério Correia, enfrentou um ano conturbado.

Em dezembro de 2011 a revista Veja publicou uma denúncia, A Trama dos Falsários, de Gustavo Ribeiro e Rodrigo Rangel, sugerindo que o deputado petista era um dos mentores da falsificação, pelo lobista Nilton Monteiro, da chamada Lista de Furnas, um documento que traz o nome de supostos beneficiários de esquema de caixa dois tucano nas eleições de 2002.

A reportagem de Veja foi rebatida na blogosfera, à época, com o argumento de que o texto mais parecia uma novela, recheado de adjetivos e ilações. Obviamente, a resposta não teve a mesma repercussão, mas apontou ao menos uma importante omissão da revista:
A “Veja” omitiu que existe sentença judicial, proferida pela juíza Maria Luiza Marilac Alvarenga de Araújo, inocentando Nilton Monteiro (processo 024.06.029.163-0, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, 11/2009), em processo no qual é acusado por José Carlos Aleluia (ex-deputado do PFL) de falsificação da tal lista. Dentre outros motivos, a absolvição se deu pela existência de um “Laudo de Exame Documentoscópico (Mecanográfico e Grafotécnico)” do Instituto Nacional de Criminalística, do Departamento de Polícia Federal, do Ministério da Justiça, de nº 1097/2006, assinado pelos peritos Marcus de Jesus de Morais e Narumi Pereira Lima, apontando: que a versão original da “lista” não apresentava indícios de montagem; que a assinatura convergia para a de Dimas Toledo; que a empunhadura da caneta indicava forte convergência entre a assinatura e as rubricas postas nas diversas páginas; que a impressão das suas cinco páginas apontavam que foram confeccionadas pela mesma impressora; que a tinta da caneta, usada para a assinatura e para as rubricas indicavam fortes semelhanças etc.
Na semana seguinte, Veja voltou ao assunto, dizendo que a Lista teria sido forjada para aliviar a situação do ex-presidente Lula durante a crise do mensalão.

Em seguida, o jornal O Estado de Minas publicou reportagens, dentre as quais O esquema do fraudador, sugerindo que Nilton Monteiro teria cobrado dívida “por supostos serviços prestados” a Rogério Correia. Em editorial, o jornal pediu a cassação do petista.

Foi a deixa para que o PSDB formalizasse o pedido à Assembleia Legislativa, onde o grupo governista ligado ao senador Aécio Neves tem ampla maioria.

Na mesma época, a direção do PSDB pagou R$ 200 mil reais a um perito estadunidense, que concluiu que a lista era uma fraude grosseira – segundo Rogério Correia, a perícia no Exterior foi feita em uma cópia xerox.

“Isso [a cassação] só não se efetivou porque a tramoia foi desmascarada. O documento periciado pela Polícia Federal mostrava veracidade [da lista]. O Tribunal de Justiça [de Minas Gerais] já tinha julgado aqui também uma ação contra o Nilton Monteiro por falsificação da lista e tinha dado razão à veracidade da lista. E também pela reação aqui do PT, do PCdoB, do PMDB e do movimento social”, afirma hoje o petista.

Em retrospectiva, ele identifica como teria se dado a armação política:

1. Um delegado do Departamento de Operações Especiais (DEOESP) — que Correia identifica como “braço político” da polícia de Minas Gerais — teria obtido degravações de interceptações telefônicas do lobista Nilton Monteiro. As gravações, feitas com autorização da Justiça, constavam do inquérito que apurou o esquema de financiamento de campanhas cujo resumo consta da Lista de Furnas.

2. Estas degravações teriam sido tiradas de contexto nas reportagens da revista Veja, para se encaixarem na suposta trama petista, que teria Rogério Correia como um dos mentores da falsificação.

3. A repercussão na mídia mineira, especialmente em O Estado de Minas, criou o clima na opinião pública local para justificar o pedido de cassação.

O timing da movimentação dos tucanos leva o deputado a especular, hoje, que o objetivo deles era pressionar a procuradora da República Andrea Bayão Ferreira, que se preparava para fazer a denúncia relativa à Lista de Furnas no Rio de Janeiro — denúncia enfim apresentada no início deste ano, como revelou o repórter Amaury Ribeiro Jr., no jornal mineiro Hoje em Dia.

Desde as denúncias da Veja em dezembro de 2011, no entanto, a situação do deputado Rogério Correia experimentou uma reviravolta.

A demolição da quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira, em Goiás e no Distrito Federal, revelou os “métodos investigativos” da revista Veja.

A denúncia do Ministério Público Federal sobre a Lista de Furnas trouxe duas informações especialmente relevantes:
1) A perícia oficial — segundo Rogério Correia, a única feita no original da Lista de Furnas — diz que não há montagens no documento e confirma a assinatura de Dimas Fabiano Toledo, o ex-diretor de Engenharia de Furnas acusado de ser o organizador do sistema de arrecadação de recursos junto a fornecedores da empresa;

2) Contrariando o que foi divulgado pela revista Veja, o conjunto de interceptações telefônicas, na apreciação do MPF, reforça a tese de que o lobista Nilton Monteiro acreditava na autenticidade da lista. Segundo o deputado, não há nada ali que corrobore as acusações feitas contra ele pela revista. Segundo Amaury Ribeiro Jr., a procuradora escreveu que “durante a intercepção das linhas telefônicas usadas por Nilton Monteiro, nada foi captado que indicasse a falsidade da lista, ao revés, em suas conversas telefônicas, inclusive com sua esposa, sustenta que a lista é autêntica”. Continue lendo, áudios e documentos incluídos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Notícias do Dia: Quinta-feira, 09/08/2012 - REFAZENDA2010-blog

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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Caros Amigos: Classe trabalhadora reage a um ataque histórico, mais Viomundo

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Classe trabalhadora reage a um ataque histórico

Por Osvaldo Coggiola

Na greve do funcionalismo público federal (Andes, Fasubra, Sinasefe, principalmente) se concentram todas as contradições da política brasileira. Em inícios de agosto, até os servidores (funcionários) da Polícia Federal votaram sua entrada em greve. A oferta de “reajustes” salariais do governo Dilma não cobre sequer as perdas dos anos em que os salários permaneceram congelados, sem falar na destruição da carreira funcional. Uma vez descontada a inflação, mesmo usando índices modestos e otimistas, os reajustes médios propostos pelo governo até 2015 variam entre 0,36% e 5,52% negativos. A “economia de caixa” que o governo pretende com o arrocho salarial federal está a serviço de uma política de subsídios ao grande capital. Não se trata apenas do pagamento da dívida pública, que compromete cerca de 50% do orçamento da União, mas também, entre outras coisas, da utilização do endividamento público para repasse direto de recursos a empresas privadas, subsidiadas pelo BNDES (que acaba de comemorar o destino do montante de R$ 342 milhões a um dos maiores conglomerados industriais do mundo - a Volkswagen).

Benefícios Sem Resultados

Desde 2008, o governo (então Lula) abriu mão de R$ 26 bilhões em impostos para a indústria automotiva: cada carteira assinada pelos monopólios do automóvel custou um milhão de reais ao país. O resultado? A remessa, por essas empresas, de quase R$ 15 bilhões ao exterior, na forma de lucros e dividendos, para cobrir os buracos de caixa das matrizes “em casa” (EUA, Europa, Japão) e a onda de demissões que ora se desenvolve no setor automobilístico.  A crise mundial não perdoou o Brasil, como irresponsavelmente Lula insistiu em dizer ao longo de anos. A produção industrial recuou por três meses consecutivos, e o investimento por três trimestres consecutivos, em que pese os generosos créditos ao capital do BNDES com taxas subsidiadas, configurando um panorama de recessão. Isto em que pese o pacote de estímulos industriais, que perfaz a soma de R$ 60 bilhões (desoneração fiscal, ampliação e barateamento do crédito, redução de 30% do IPI, subsídios para as tarifas elétricas, etc.). Em energia, houve 10% de redução para as grandes empresas; os grandes empresários já pagam por uma energia subsidiada, mas continuam pressionando o governo para uma redução da carga tributária. Não bastasse todos os incentivos já oferecidos, como as reduções tributárias para estimular a venda de veículos e reduzir o estoque das montadoras nos pátios, agora o BNDES também oferece recursos para elas brincarem de “inovação tecnológica”. 

A crise mundial bate diretamente à porta do país: o saldo comercial favorável de US$ 31,3 bilhões de novembro de 2011 (quando as exportações brasileiras bateram recordes históricos) recuou para US$ 23,9 bilhões em junho deste ano. A desaceleração do PIB já bate as previsões mais pessimistas. A taxa de juros de longo prazo foi reduzida de 6% para 5,5%, e o governo anunciou compras (máquinas, caminhões, ônibus) por valor de R$ 6,6 bilhões. O resultado? Menos de 1% de investimento no PIB, que não alcança para compensar nem metade da queda do investimento durante o primeiro trimestre de 2012. E novas demissões no setor automotivo, começando pela GM de São José dos Campos, que anunciou 1.500 demissões e um plano de delocalizações (o processo de demissões também vem afetando outras montadoras: Volkswagen, Mercedes, Volvo). Continue lendo.
Osvaldo Coggiola é historiador e professor da Universidade de São Paulo

Atualização às 20:13

Vi o mundo: César Augusto Brod: “O PT patrão não aprendeu com sua própria história”

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Vi o mundo[Azenha]: Marinalva Oliveira: Não há perspectiva de fim da greve nas universidades


Marinalva Oliveira: Não há perspectiva de fim da greve nas universidades

publicado em 26 de julho de 2012 às 11:05

por Luiz Carlos Azenha


A mais recente proposta do governo Dilma para acabar com a greve nas universidades federais deverá ser novamente rejeitada pela categoria, na avaliação de Marinalva Oliveira, a presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES).

Segundo ela, desde que as negociações foram iniciadas não houve mudança na essência do proposto pelo governo para contemplar as duas reivindicações consideradas chave pelos grevistas: mudanças na carreira dos professores e melhoria nas condições de trabalho. A greve, iniciada em 17 de maio, segue sem perspectiva de solução. Ela atinge a grande maioria das universidades e instituições de ensino federais e envolve os estudantes em pelo menos 40 delas.

A proposta mais recente, apresentada na última terça-feira, de acordo com Marinalva ainda implica em perdas salariais para parte significativa dos professores.

O governo também propôs remeter para um Grupo de Trabalho algumas questões referentes à carreira, mas o ANDES acha a ideia “problemática” porque compromissos assumidos anteriormente pelo mesmo caminho não teriam sido cumpridos, o que está na origem do movimento grevista. Continue lendo.

domingo, 22 de julho de 2012

Vi o mundo[Azenha]: Cláudio Puty: Celpa, um caso clássico de Privataria Tucana

Cláudio Puty: Celpa, um caso clássico de Privataria Tucana

publicado em 21 de julho de 2012 às 17:29

por Luiz Carlos Azenha


A Celpa, Centrais Elétricas do Pará, está em recuperação judicial.

No popular, faliu.

De acordo com o deputado federal Cláudio Puty (PT-PA), é um caso clássico de Privataria Tucana.

A Celpa foi privatizada em 1997. O presidente da República era Fernando Henrique Cardoso. O ministro encarregado da desestatização era José Serra. E o governador do Pará era Almir Gabriel.

O Grupo Rede comprou a Celpa em 1997 com dinheiro da União. O estado do Pará foi avalista do negócio.

Como a Celpa não pagou o que devia, o Fundo de Participação (FPE) do Pará tem sido descontado mensalmente.

Hoje um dos estados que mais produzem energia elétrica no Brasil, exportador de energia (segundo Lúcio Flávio Pinto) sofre com apagões.

Sim, o Pará da hidrelétrica de Tucuruí sofre com apagões.

O programa Luz Para Todos está paralisado no Pará.

Na privataria, o Grupo Rede é acusado de ter transferido R$ 700 milhões de reais da Celpa a outras empresas do grupo.

Segundo o deputado Puty, “isso fragilizou, de maneira mortal, as Centrais Elétricas do Pará”.

O deputado também denuncia a ação tíbia da ANEEL, a Agência Nacional de Energia Elétrica.

Terceiro escândalo, segundo Cláudio Puty: o interventor judicial da Celpa, indicado pela Justiça do Pará, é o advogado eleitoral do atual governador do Estado, Simão Jatene, que teve papel importante, lá atrás, em 1997, na privatização da empresa.

Trocando em miúdos: o governo tucano do Pará atua nas duas pontas do negócio, como credor e devedor da Celpa.

Cláudio Puty acredita que, agora, o objetivo é obter a re-privatização da Celpa, com o uso de dinheiro público e o aumento das tarifas cobradas dos consumidores de energia paraenses.

Por isso, ele defende que a Celpa seja federalizada. Continue lendo.

sábado, 21 de julho de 2012

Notícias do Dia: Sábado, 21/07/2012 - REFAZENDA2010-blog

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11:59 Correio do Brasil: Forças sírias reagem após rebeldes entrarem na capital Damasco

11:31 Vi o mundo: Adriano Benayon: Brasil paga para se tornar pobre


Alvimar Perrella prestou depoimento no Ministério Público - HD

Muita calma nessa hora... O jogo é sujo e pesado!

O Pará está entre os estados brasileiros que mais possuem trabalho escravo - CC
11:15 Carta Capital[Marcelo Pellegrini]: Crise no Incra expõe a precariedade da reforma agrária

Vi o mundo[Azenha]: Malco Camargos: Aécio não é imbatível em BH


Malco Camargos: Aécio não é imbatível em BH

publicado em 21 de julho de 2012 às 0:37

por Luiz Carlos Azenha


A política mineira voltou à normalidade. Depois da “anormalidade” de 2008, quando Fernando Pimentel do PT e Aécio Neves do PSDB apoiaram o mesmo candidato — Márcio Lacerda, do PSB –, desta vez o eleitor terá escolha na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte.

Tudo indica que não haverá segundo turno, já que a candidata do PSTU, Vanessa Portugal, luta para marcar 2% dos votos.

O senador Aécio Neves, embora importante cabo eleitoral, “não é imbatível” na capital mineira.

As considerações são do doutor em Ciências Políticas e professor da PUC de Minas Gerais, Malco Camargos.

Ele registra que as três pesquisas divulgadas até agora dão vantagem a Márcio Lacerda (PSB) sobre Patrus Ananias (PT), variando de 5% a quase 20%.

Afirma que o tempo de televisão será decisivo, aumentando a importância da batalha judicial pelo apoio do PSD, o partido fundado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Por influência dele, o partido anunciou apoio a Patrus Ananias, mas lideranças locais ligadas a Aécio Neves se rebelaram.

Se o PSD ficar com o candidato petista, Patrus terá apenas 2 minutos a menos de tempo de TV que Lacerda. Caso contrário, a diferença será de 6 minutos (14 a 8 para o candidato do PSB, uma enormidade).

Malco Camargos afirma que o candidato petista terá pela frente a tarefa de relembrar os eleitores não só de sua gestão como prefeito da capital mineira, mas também dos mais de cinco anos que comandou o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Para o cientista social, o ex-presidente Lula e o senador Aécio Neves serão os cabos eleitorais mais importantes na disputa, mais até que a presidente Dilma e o governador Antonio Anastasia.

Malco afirma que Aécio Neves “não é imbatível” em Belo Horizonte. Em 1993, foi derrotado pelo próprio Patrus na disputa pela prefeitura. E, nas eleições presidenciais mais recentes, em 2010, Marina Silva foi a mais votada em Belo Horizonte, deixando para trás o candidato apoiado formalmente por Aécio, José Serra. Continue lendo e ouça os audios aqui.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Redação do REFAZENDA2010-blog : Agrotóxico ou Defensivo, mais denúcias na Empraba! Com o Vi o mundo

Seria temerário discutir num simples post : agricultura, agronegócio, código florestal, saúde, meio-ambiente, reforma agrária, MST e ainda a discordância dos cientistas da EMPRAPA. E tudo isso passando pelos agrotóxicos ou defensivos agrícolas, como preferirem. E também pela situação salarial dos diversos segmentos de servidores públicos do setor.
Portanto, a colcha de retalhos abaixo serve como uma pequena introdução ao assunto em tempos de Rio+20, infelizmente, por enquanto, só oba-oba!
Cremos que, se os vídeos forem vistos na íntegra, colaboram de alguma maneira, para uma pequena percepção do problema.



Fachada do INCRA em BH. Fotos exclusivas REFAZENDA2010-blog, tiradas em 13/05/2012


Líder do MST participa do Brasil em Discussão

 Imagens Record News

O Veneno Está na Mesa - (Assista na íntegra)

Participação do jornalista-escritor uruguaio, Eduardo Galeano




quarta-feira, 6 de junho de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 01:32 quarta 06/06/2012

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A eterna prepotência militar e a corriqueira violência policial!

Os moradores do Quilombo do Rio dos Macacos não têm direito à energia elétrica e sofrem sérias restrições no direito de ir e vir - CC
Carta Capital[Beatriz Mendes]:  Base de Aratu: um oásis sitiado





Viomundo[Blog Quebrada do Guevara]: Polícia invade moradia de estudantes da UNILA