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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Ao vivo: OEA discute situação do Paraguai

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Início 11:12 - Reunião extraordinária da OEA

Término da Reunião às 14:27

Basicamente uma sessão burocrática. Discutiu-se sobre o relatório do secretário geral, que viu normalidade no Paraguai. Peru, Brasil, que citou a decisão de 11 países da Unasul, Argentina e Venezuela mostraram-se contrariados, por assim dizer. destaque para o representante da Venezuela, por exemplo, consumatum est, crucificaram o padre Lugo, golpe litght, tranquilização, alguma coisa como Democracia meio grávida... Nicarágua reafirmou golpe legislativo.

14:31 Removido o player

sexta-feira, 13 de julho de 2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Notícias do Dia: Quinta-feira, 05/07/2012 - REFAZENDA2010-blog

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"Bastou um golpe de Estado para catalisar a orfandade conservadora, que amargava indócil ostracismo no ambiente democrático e progressista que predomina no Brasil e na América do Sul. Veio do sofrido Paraguai - onde 2,5% da população detém 80% das terras - a senha para replicar cepas e esporões remanescentes de ditaduras e negócios contrariados ao longo desse processo."
02:14 Carta Maior[Saul Leblon]: A "Frente Paraguaia" mostra os dentes

Assassinaram Arafat com polônio.

Entreguismo, puro e simples.

Portal Minas Livre
"A comunidade elaborou uma carta à população e à Prefeitura com estas e outras dificuldades enfrentadas, citando ali todas às suas reivindicações. Tico, um dos manifestantes e morador da região, afirma que o problema está na política da prefeitura. “Oque está por trás disso tudo é um plano de higienização social, que visa à expulsão dos trabalhadores que aqui vivem. O interesse da Prefeitura e da elite da cidade é limpar a região central de BH. Só a especulação imobiliária e os lucros das grandes empreiteiras é o que vale para esse pessoal”, diz."

terça-feira, 3 de julho de 2012

Notícias do Dia: Terça-feira, 03/07/2012 - REFAZENDA2010-blog

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00:00 Carta Maior[Saul Leblon]: A letra miúda do caos

López Obrador, antes de la rueda de prensa. | Afp - El Mundo



00:00 Carta Capital[Luis Nassif]: O caos da telefonia celular

00:00 Carta Capital[Luiz Gonzaga Belluzzo]: O que pensam os republicanos?


 
Portal Minas Livre



 
Portal Minas Livre

domingo, 1 de julho de 2012

Carta Maior[Mauro Santayana]: A direita se assanha contra o Mercosul

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A direita se assanha contra o Mercosul
 
A FIESP decidiu contratar o ex-embaixador Rubens Barbosa como seu pensador político e porta-voz corporativo. O diplomata, conhecido por sua posição francamente neoliberal, vem combatendo com insistência, a política externa brasileira. Mas, pelo que parece, está prestando mau serviço à indústria de São Paulo, que tem, na Venezuela, um excelente mercado comprador.

Mauro Santayana

Em artigo famoso, Assis Chateaubriand qualificou, há 60 anos, os industriais de São Paulo de seu tempo, reunidos na FIESP e no Centro das Indústrias do Estado, como os fazedores de crochê. A FIESP decidiu contratar o ex-embaixador Rubens Barbosa como seu pensador político e porta-voz corporativo ao mesmo tempo. O diplomata, conhecido por sua posição francamente neoliberal, vem combatendo, com irritante insistência, a política externa brasileira, mesmo que o Itamaraty, sob o chanceler Antonio Patriota, tenha deixado de ser o que foi sob o governo Lula.

Barbosa acusou, ontem, sábado, a Argentina de estar destruindo o Mercosul, ao transformá-lo em instrumento político, em detrimento de sua natureza comercial, e criticou a inclusão da Venezuela no bloco. Talvez porque os grandes empresários de São Paulo, desde sempre, se nutrem do Estado, ele não atacou diretamente o governo brasileiro, nestas declarações mais recentes. O ex-embaixador em Londres e Washington – durante o governo Fernando Henrique - está sendo coerente com a sua posição ideológica e seu alinhamento conhecido aos interesses das grandes finanças. Mas, pelo que parece, está prestando mau serviço à indústria de São Paulo, que tem, na Venezuela, um excelente mercado comprador. Só no ano passado, exportamos US$ 4 bilhões e 591 milhões, e importamos US$ 1 bilhão e 270 milhões, e o superávit comercial com aquele país de US$ 3 bilhões e 321 milhões.

Como está sendo costumeiro, no Brasil – a exemplo dos Estados Unidos – os altos funcionários do Estado se tornam consultores de grandes negócios, tão logo se aposentam. Esse foi o caminho de Rubens Barbosa que, além de chefiar seu escritório de consultoria, tornou-se presidente do Conselho Superior do Comércio Exterior da Fiesp. Mas, como vemos, seu ódio ao governo venezuelano, chefiado por Chávez, levou-o a essas declarações, que contrariam os interesses dos exportadores paulistas. Continue lendo.

sábado, 30 de junho de 2012

Laerte Braga: “GOLPE SUAVE” - BRASILGUAIOS ASSUMEM O CONTROLE ACIONÁRIO DO BRASILGUAI S/A

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A SEMANA


“GOLPE SUAVE” -  BRASILGUAIOS ASSUMEM O CONTROLE ACIONÁRIO DO BRASILGUAI S/A


Laerte Braga


Dilma Roussef tomou duas trombadas dentro de “casa”. A primeira delas o chanceler Anthony Patriot (que alguns chamam de Antônio Patriota), um corpo estranho num governo que pretende a integração latino-americana, pelo menos no discurso e no papel, Na prática é outra coisa. A segunda com a declaração do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva legitimando o golpe no Paraguai S/A, empresa controlada por latifundiários brasileiros cognominados de brasiguaios, ao declarar que o novo governo, o governo golpista, deve ser punido até que realize eleições em abril do próximo ano.

Manoel Zelada foi deposto em junho/julho de 2009. O rito “constitucional” traçado na madrugada por forças golpistas, e as eleições em seguida legitimando o golpe. Pepe Lobo foi eleito. Está enchendo as cadeias de adversários, assassinando pessoas. Há cerca de quinze dias um helicóptero norte-americano cedido ao governo de Lobo para o combate ao tráfico de drogas disparou contra uma embarcação lotada de civis. Crianças, idosos, homens e mulheres. Matou mais de trinta pessoas. No dia seguinte um comunicado oficial falou em “equívoco”, “inquérito para apurar responsabilidades” e “pedido de desculpas”.

As prisões começam a ficar lotadas na empresa Paraguai S/A, sob controle de latifundiários brasileiros que lá residem e possuem terras. Os brasiguaios.

O golpe em Honduras, num primeiro momento, foi condenado pelo presidente dos EUA Barack Obama. Em dois ou três dias o líder republicano John McCain levou lideranças políticas do país ao Congresso norte-americano e legitimou o golpe à revelia do presidente. Daí para a frente faltou a Obama peito para reverter a situação. Peito e vontade.

Os brasiguaios diante da reação de Dilma Roussef, condenando publicamente o golpe e das sanções políticas inócuas adotadas pelos países do MERCOSUL, chamaram não John McCain, mas Álvaro Dias, senador tucano e irmão do governador do Paraná. É pelo porto de Paranaguá que o latifúndio paraguaio/brasileiro exporta grãos, principalmente soja.

Dilma ainda não entendeu que está sendo enrolada pelas beiradas e no centro do mingau está o seu chanceler, absolutamente sem compromisso com qualquer processo de integração latino-americana, mas subordinado aos interesses dos EUA e seus acionistas (bancos, grandes corporações sobretudo de armas, petróleo).

Ao olhar as pesquisas a presidente não vê por trás dos muros, pintados com elevados índices, as incoerências de seu governo e o precipício à frente. Vai tocar o barco de olho na reeleição em 2014.

A partir de abril de 2013 abre as portas ao consórcio BRASILGUAI S/A.

O que há naquele país é simples. As elites políticas e econômicas paraguaias são subordinadas aos interesses de grandes corporações do agronegócio e sustentadas politicamente pelo latifúndio brasileiro, base do governo de Dilma. Há dois dias Kátia Abreu, senadora e chamada de “miss moto serra”, defendeu abertamente a reeleição de Dilma e agradeceu a decisão do governo de criar linhas de crédito de 115 bilhões para “pequenos e médios” agricultores.

Me chama de pequeno e médio que eu gosto.

Farsa, pura farsa.

De concreto mesmo só a confirmação que a Venezuela faz parte do MERCOSUL. O veto até então era do Senado paraguaio. O Senado, naquele país, é um departamento de PARAGUAI S/A. a Razão social da empresa, aliás, deve mudar – BRASILGUAI S/A.

A nova data cívica a ser fixada vai ter um desfile de latifundiários, seus agregados, os carros alegóricos empurrados pelos camponeses escravos e na última alegoria Álvaro Dias e Kátia Abreu. Breve o novo Código Floresta brasileiro inserido dentro do contexto do Plano Grande Colômbia e Dilma Roussef com Patriot ao lado anunciando que somos uma grande potência.

Potência da ilusão. Do “capitalismo a brasileira”. O representante dos imigrantes brasileiros na corporação BRASILGUAI S/A vai ganhar lugar de destaque no desfile.

Brilhante Ustra já pode ser chamado de torturador. Uma corte de justiça reconheceu que o coronel torturou, assassinou e comandou um esquema brutal e violento durante a ditadura militar, em si, brutal e violenta.

A rateada de Cristina Kirchner deve ter sido inspiração de algum dos chefões da FOLHA DE SÃO PAULO. O jornal brasileiro – mídia de mercado – que chamou a ditadura de “ditabranda”. A FOLHA emprestava seus caminhões para a desova de corpos mortos nos porões da ditadura. A presidente argentina chamou o golpe de “golpe suave”.

Quem se lembrar dos velhos livros de história vai se lembrar da antiga Província Cisplatina, o hoje Uruguai. Pertencia ao Brasil. Lutou e conseguiu sua independência. O Paraguai fez o caminho inverso. As elites políticas e econômicas pegaram o país e entregaram a latifundiários. As contas em bancos estrangeiros devem estar recheadas.

Quem sabe não criam um império e coroam Álvaro Dias imperador e Kátia de Abreu imperatriz? Por que não? Aí não há necessidade de novas eleições e nem riscos de serem derrotados, o que vai criar a obrigação de outro golpe.

Se tiverem pretensões maiores podem aproveitar FHC, disponível para esse tipo de situação. É louco para ser imperador de alguma coisa. Numa entrevista no curso da semana declarou que o Plano Real, implantado no governo Itamar Franco, deveria ter o seu nome, Plano Fernando Henrique. O grande problema do “imperador tucano” é que não conseguiu desgarrar-se do espelho mágico do Palácio do Planalto. Mas, quem não tem Brasil quem sabe acaba sua majestade no BRASILGUAI S/A, empresa voltada para o agronegócio e controlada por latifundiários, DOW CHEMICAL e MONSANTO, entre outros menores?

Tenho certeza que Álvaro Dias e Kátia Abreu (a nova aliada de Dilma) vão se contentar com o título de duque e duquesa. O palácio imperial poderia ser construído no centro de Assunção e ganhar o nome de Palácio Imperial Alfredo Stroessner, em homenagem ao germânico que governou por décadas o extinto país.

Se José Serra perder as eleições em São Paulo pode vir a ser o ministro da Economia, o esquema FIESP/DASLU vai se sentir a vontade no novo consórcio. Sonegação e contrabando, aliadas do agronegócio.

Sem nos esquecermos, é lógico, da base norte-americana, em breve a principal atração turística do BRASILGUAI S/A.

Ah! Podem até criar um novo “vaticano”, concedendo a Edir Macedo o título de papa. Aí fecha o cerco golpista. Nomear Carlos Cachoeira para o Ministério das Obras Públicas, Demóstenes Torres para a pasta da Justiça e nessa faina de construir a nova empresa acham “mão de obra” aos montes no Brasil. William Waack – o preferido de Hilary Clinton – Secretário das Comunicações e VEJA sai do buraco virando diário oficial da empresa. Arnaldo Jabor vai para o Ministério da Cultura.

Uai! Primeiro Maluf e quem chega à frente do cortejo agrotóxico e desmatamento  é Kátia Abreu. O que de pior pode acontecer?

Notícias do Dia: Sábado, 28/06/2012 - REFAZENDA2010-blog

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

IstoÉ: Barbeiragem diplomática

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Página de Notícias do Golpe no Paraguai, aqui!
 
 
DESENCONTRO
Ação do chanceler Antonio Patriota durante a crise
paraguaia foi questionada por setores do governo - IstoÉ

Barbeiragem diplomática
 
Atuação desencontrada do Itamaraty no Paraguai coloca a cúpula da diplomacia brasileira em xeque. O chanceler Antonio Patriota e o assessor internacional da Presi dência, Marco Aurélio Garcia, se desgastam no governo

Claudio Dantas Sequeira e Michel Alecrim

A crise deflagrada pela queda do presidente Fernando Lugo extrapolou as fronteiras do Paraguai, ganhou contornos de conflito regional e ameaça se transformar numa grande dor de cabeça para o governo Dilma Rousseff. Não bastassem todos os questionamentos sobre um impeach-ment com ares de golpe branco, a ação atrapalhada do Itamaraty pôs o Brasil numa situação delicada com um vizinho estratégico e desgastou a cúpula da diplomacia. Setores do governo pressionam a presidenta Dilma Rousseff pela demissão do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. Os grupos contrários à permanência de Patriota espalharam nos últimos dias que Dilma até já teria cogitado nomear uma mulher para o lugar do chanceler: a embaixadora Maria Luiza Viotti, chefe da missão do Brasil na ONU, em Nova York. O primeiro a ser atingido pela crise diplomática foi o embaixador aposentado Samuel Pinheiro Guimarães, obrigado a renunciar ao cargo de alto representante do Mercosul – uma espécie de chanceler do bloco regional. Foi ele um dos responsáveis por influenciar de forma equivocada o Palácio do Planalto a apoiar medidas drásticas de retaliação ao novo governo paraguaio, como a suspensão do País do Mercosul até as eleições de 2013. Embora a sanção política tenha sido respaldada por Dilma, a presidenta impediu que as punições se estendessem às relações econômicas e comerciais. A ideia de Samuel Guimarães era isolar totalmente o parceiro comercial. Esse radicalismo fragilizou ainda mais a situação de Guimarães e tornou inviável sua permanência no cargo. Oficialmente, o diplomata deu diferentes versões para a saída, falou primeiro em “falta de apoio” e depois em “motivos pessoais”.

Conhecido por suas posições favoráveis aos governos chamados de bolivarianos, Guimarães havia sido indicado para o posto por sugestão do ex-chanceler Celso Amorim, hoje ministro da Defesa, de quem é amigo e cossogro – a filha de um é casada com o filho do outro. Ele também teve o apoio do assessor internacional da Presidência, Marco Aurélio Garcia, com quem Dilma não andaria muito satisfeita, segundo assessores do Planalto. Garcia foi outro que propagou a tese de interdição do Paraguai tanto no Mercosul como na Unasul. Ele e Guimarães alimentaram também a ideia de aproveitar a suspensão do Paraguai para aprovar a entrada da Venezuela no Mercosul, uma tese controversa, sem base jurídica nos acordos regionais e desconsiderando o fato de que Assunção é depositária de todos os acordos do bloco.

As articulações atabalhoadas da cúpula da diplomacia irritaram a presidenta, que foi pega de surpresa com o anúncio do impeachment de Fernando Lugo durante a Rio+20. O embaixador brasileiro no Paraguai, Eduardo dos Santos, enviou, nos últimos seis meses, inúmeros informes alertando o Itamaraty do risco de deterioração da governabilidade no Paraguai, mas essas informações não sensibilizaram a cúpula. Nem Patriota nem Marco Aurélio Garcia acharam que o problema era sério. Pressionado por Dilma, o assessor internacional argumentou que já havia recebido 23 alertas de intenção de impeachment contra Lugo, desde sua posse em 2008. Em sua opinião, não havia razão para suspeitar que o último prosperaria. Garcia e Patriota sugeriram a Dilma atuar por meio da Unasul, para compartilhar a responsabilidade na crise. Até aí, tudo bem. O problema é que a missão de chanceleres sul-americanos que desembarcou em Assunção na sexta-feira 22, dia em que o Congresso iniciou o julgamento político, teve efeito inverso ao esperado.

Com medo de que a interferência de outros países acabasse por inviabilizar o impeachment, deputados e senadores paraguaios aceleraram o processo. Na quinta-feira 21, dia em que souberam da ida de representantes da Unasul para o País, os parlamentares paraguaios decidiram não acatar o pedido de Lugo de abrir um prazo de três dias para apresentar sua defesa. Ficou estipulado o prazo de 24 horas. Ou seja, a ação precipitou o julgamento de Lugo, que teve resultado acachapante: foram 39 votos a favor e apenas quatro contra sua saída. Entre a abertura do impeachment e a homologação da decisão do Congresso pela Suprema Corte decorreram 30 horas. O vice-presidente Federico Franco, do Partido Liberal, assumiu rapidamente com a justificativa de “evitar uma guerra civil”. Nas ruas, com exceção de pequenos grupos, não houve reação popular. Muito menos as Forças Armadas reagiram. Mesmo assim, Lugo se disse vítima de um “golpe de Estado parlamentar”. Continue lendo.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Notícias do Dia: Quarta-feira, 27/06/2012 - REFAZENDA2010-blog

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Página de Notícias do Golpe no Paraguai, aqui!

Caso Perrella, aqui!


"Quienes están detrás de esta trama tan siniestra? Los propulsores de una ideología que promueven el máximo beneficio económico a cualquier precio y cuanto más, mejor, ahora y en el futuro."



Embromação


Carta Capital[Marcos Coimbra]:  O Bolsa Família e seus inimigos

terça-feira, 26 de junho de 2012

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Live, Ao Vivo, TV Pública Paraguaia - Plantão do REFAZENDA2010-blog!

Desde Assunção, ao vivo!

Post principal da cobertura, aqui!







Acompanhe ao vivo a resistência do Povo Paraguaio!

Post temporário, encerradas as tramissões às 19:02, iniciadas em torno das 18:00! Player removido.

domingo, 24 de junho de 2012

O Golpe de Estado no Paraguai - Plantão do REFAZENDA2010-blog!

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Estamos fazendo a cobertura sobre este novo tipo de golpe desde 21/06/2012. Acompanhe conosco!







O Povo na praça resistindo ao justiçamento. 22/06/2012 - Foto: UH.COM

O Povo Paraguaio resiste!
Video: Tv Pública.Ultima Hora

sábado, 23 de junho de 2012

Laerte Braga: O GOLPE PARAGUAIO[Nova Edição]

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Laerte Braga continua o seu artigo de mesmo nome, ampliando a sua corretíssima visão do cenário internacional, em tempos perigosos, que podem chegar a um neocolonialismo impingido pelas botas ianques! (Cobertura do golpe, aqui)


A SEMANA – I


O GOLPE NO PARAGUAI


Laerte Braga


No dia anterior ao golpe branco contra o presidente Fernando Lugo – Paraguai – um outro presidente, o do Irã, Mahamoud Ahmadinejad, em entrevista coletiva que incluiu a mídia alternativa e virtual e num hotel no Rio de Janeiro, diagnosticou com precisão o que ocorre hoje no mundo. A ordem política, econômica e militar imposta pelos EUA, ao sabor das conveniências de Israel e seus aliados e que se estende tanto aos países do Oriente Médio, como aos da África, da Ásia e América Latina, sempre contra a liberdade, os seres humanos e com claro caráter colonizador.

Em 2008 o governo de Álvaro Uribe, a partir de orientação e dados do governo de Washington, determinou o bombardeio de um acampamento no território do Equador, onde estava o chanceler das FARCs-EP (Forças Armadas Revolucionárias Colombianas – Exército Popular), Raul Reyes. Havia participado de um encontro de forças populares naquele país e se preparava para retornar aos quartéis da guerrilha. Foram assassinados, além de Reyes, dezenas de estudantes de vários países latino-americanos que lá estavam e participaram também do encontro.

A cumplicidade dos militares equatorianos ficou evidente. Se manifestou na passividade com que assistiram ao bombardeio feito pela força aérea colombiana. Evidenciou o caráter da maior parte das forças armadas dos países da América Latina. Não têm compromissos com seus países, mas são subordinadas aos norte-americanos. A esmagadora maioria dos militares brasileiros não é diferente.

Em 2009 o presidente de Honduras, Manuel Zelaya, foi deposto num golpe “constitucional”, dado pela madrugada e com cumplicidade do congresso e da corte suprema de seu país, organizado pelo senador John McCain, republicano. Foi o adversário de Obama nas eleições presidenciais de 2008.

Em todos esses momentos, o golpe contra Lugo, o bombardeio colombiano e o golpe contra Zelaya, o governo dos EUA, de imediato, reconheceu e deu “legitimidade” a essas ações.

Em 2002, semelhante tentativa foi feita na Venezuela contra o presidente Hugo Chávez. Preso numa quinta-feira retornou ao poder no domingo diante de milhões de venezuelanos que, nas ruas de Caracas e de todo o país, exigiam a sua volta. Um referendo popular, em agosto daquele ano, legitimou por maioria absoluta o governo de Chávez e Jimmy Carter, ex-presidente dos EUA e enviado da ONU como observador para o referendo foi obrigado a reconhecer a legitimidade do presidente.

No dia da prisão de Chávez a tevê norte-americana (e a GLOBO aqui, Bonner por pouco não teve um orgasmo no ar) anunciaram que “o povo exigiu a saída de Chávez.

A Colômbia hoje é presidida por Manoel Santos que foi ministro da Defesa de Uribe, é ligado ao narcotráfico (como Uribe). A denúncia foi feita pelo Departamento anti-drogas dos EUA. As forças armadas desse país são inteiramente subordinadas aos norte-americanos e seus “conselheiros”, na prática, a Colômbia é uma colônia, faz parte de um plano de controle da América do Sul denominado Grande Colômbia. Já integra o antigo projeto SIVAM – SISTEMA DE MONITORAMENTO DA AMAZÔNIA -, antes restrito ao Brasil e aos EUA, controlado por empresas privadas e forças militares brasileiras e norte-americanas. O nível de subordinação aos interesses norte-americanos é total. O alvo é a Amazônia em toda a sua extensão.

As vitórias eleitorais de presidentes considerados hostis pelos EUA deflagraram um processo de retomada da América Latina como quintal daquele país. Se já detinham o controle do México e do Canadá (chamam o Canadá de “México melhorado”) essa ordem neoliberal, globalizada por ações políticas, econômicas e militares, se faz presente em quase todo o mundo.

Os pretextos são sempre os mesmos desde tempos passados. Democracia, direitos humanos, etc, etc.

Com o desaparecimento da União Soviética os norte-americanos escancararam seus objetivos. A paz anunciada não veio, pelo contrário, a escalada militar ganhou dimensões de barbárie, a guerra foi privatizada por Bush, a violência é a palavra de ordem dos interesses nazi/sionistas comandados por Israel e com os EUA desintegrados e transformados numa grande corporação terrorista comandada por bancos e grandes empresas, principalmente a indústria armamentista e a do petróleo, vivemos o terror de Estado, o terror capitalista.

A democracia e os direitos humanos foram para o brejo em situações como as guerras do Iraque (destruído), do Afeganistão, da Líbia (mais de cinco mil ações de bombardeios aéreos e um país esfacelado), países como o Paquistão se transformando numa espécie de geléia de interesses de generais com instinto primitivo de barbárie e as chamadas potências emergentes, caso do Brasil, em políticas de equilibrismo e alianças complicadas no padrão dá e toma, ou uma vela a Deus e outra ao diabo. O precário equilíbrio, por exemplo, de democracias montadas sob a tutela e o temor de ações golpistas de militares comprometidos com os EUA, como aconteceu em 1964.

Essa boçalidade se materializa no uso de armas químicas no Iraque, no Afeganistão, na Líbia, em todos os cantos onde se faz necessário (muitos veteranos de guerra padecem de doenças provocadas pelo uso de tais armas), nas pressões econômicas, no campo de concentração de Guantánamo, no massacre constante de palestinos, na tentativa de destruir a revolução islâmica no Irã com denúncias falsas como sempre fazem e fizeram, principalmente, no controle das nações da União Européia, outro grande conglomerado de bancos e corporações.

Para países como Paraguai, o Brasil e outros, se associam a primatas conhecidos como latifundiários. Os donos da terra, hoje no chamado agronegócio.

O mundo privatizado.

Aqui, esse caráter ganhou dimensões plenas no governo do funcionário do Departamento de Estado e da Fundação Ford Fernando Henrique Cardoso. Uma espécie de “sargento Anselmo”, o célebre cabo da Marinha que infiltrado dedurou todos os companheiros. FHC chegou a sargento. Fulgêncio Batista também era sargento (felizmente muitos sargentos lutam a luta popular dentro e fora das forças armadas).

O golpe contra Fernando Lugo está dentro desse contexto. Uma das acusações contra o presidente foi a de “humilhar as forças armadas”. Lugo ficou ao lado de trabalhadores sem terra vítimas de militares e pistoleiros do latifúndio num conflito agrário, no qual latifundiários brasileiros estão envolvidos (são os donos do Paraguai), junto com empresas como a MONSANTO e a DOW CHEMICAL – o agrotóxico nosso de cada dia.

É impossível humilhar o que não existe. Forças armadas paraguaias? Onde? Bando de generais controlados à distância pelos senhores do mundo, abertos a qualquer grande negócio no mundo do contrabando, do tráfico de drogas, de toda a sorte de estupidez e crime possíveis em função de interesses, aí, pessoais.

Uma elite medieval. Não difere muito do latifúndio brasileiro. Uns grunhem outros nem isso.

O Plano Grande Colômbia, especificamente voltado para a América do Sul tem objetivos imediatos. Derrubar os governos da Venezuela, do Equador e da Bolívia, o controle das reservas de petróleo e gás desses países, isolar o Brasil e impedir que o País consiga avanços efetivos e consolide o processo democrático (mantê-lo sempre na corda esticada, no fio da navalha). Volta do curso tucano das “coisas”, mesmo com o caráter de “capitalismo a brasileira” inventado por Lula e o domínio de tecnologias essenciais longe do alcance dos brasileiros.

Em toda a América Latina, por fim à revolução cubana, derrubar Daniel Ortega na Nicarágua e impedir que governos considerados hostis aos interesses da corporação terrorista, ISRAEL/EUA TERRORISMO “HUMANITÁRIO” S/A sejam eleitos.

A fórmula encontrada para derrubar Zelaya se manifestou agora no Paraguai.

E ainda, no Brasil, temos um chanceler de sobrenome Patriota, que vem a ser um dos mais terríveis mísseis norte-americanos. Não é o caso do chanceler, é apenas um funcionário obediente da corporação terrorista num governo de puro equilibrismo. E nem deve saber direito o que acontece, ou o que é, tamanha sua dimensão anã como diplomata.

Em relação ao golpe paraguaio, só foi possível com a debilidade de nossa política externa e a falta de informações precisas e corretas do governo. Se a proposta da presidente Dilma de expulsar o país do MERCOSUL e adotar sanções severas for real, ótimo. Caso contrário, breve circulando pelas ruas da cidade de Eduardo Paes os novos modelos de diligências da Wells Fargo, com espetáculos de clones/drones de Búfalo Bil em todas as paradas.

Como afirma com correção a professora Nezah Cerveira, é a “Operação Condor IV” em curso.

Há uma guerra total em curso afirma o presidente do Equador Rafael Corrêa. A resistência não será nos gabinetes fechados, via de regra cúmplices diretos ou por omissão dessa selvageria. Será nas ruas, na organização popular.

Ou, todos aprendendo inglês e treinando para carregar malas dos colonizadores. O velho “bwana” dos tempos de Tarzã.  

O Golpe de Estado no Paraguai, Editorial do REFAZENDA2010-blog!

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Editorial

O Golpe de Estado no Paraguai

Nunca se viu algo assim. De um dia para o outro, um mandatário foi apeado do poder. E ele, candidamente se submeteu a Lei. Imoral, mas legal, dizem, mas, não lhe foi oferecido o amplo direito de defesa!
Segundo os analistas, Lugo nunca teve maioria. Sua trajetória na presidência foi uma pedreira. E a votação no Senado, que transmitimos ao vivo, foi rápida e fulminante: 39 a 4, pela destituição.
Os motivos alegados, pífios. Julgamento político.
Oito meses para o final do mandato.
A direita reacionária derrubou o socialista. Mais neoliberalismo. E pior, a possibilidade da construção de uma base norte-americana em Iguaçu, terras paraguaias.
Por tabela, já se fala que, se o Equador(Correa) der asilo ao Assange, o governo correria riscos.
Os EUA não engolem Cuba há mais de cinquenta anos. Venezuela(Chávez), Bolívia(Morales); também. Ou seja, na América Latina a esquerda não tem vez. Por isso mesmo, os ianques, imediatamente apoiaram o golpe.
A Espanha pede respeito à democracia paraguaia, negócios...
A esta hora não está claro alguma reação pragmática da UNASUL. O pronto envio a Assunção dos chanceleres não salvou Lugo.
Triste América Latina!

O Editor, em 23/06/2012 às 12:09

(Acompanhe a nosso plantão aqui e o artigo do Laerte Braga, O Golpe Paraguaio, aqui)

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Laerte Braga: O GOLPE PARAGUAIO

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O GOLPE PARAGUAIO


Laerte Braga


O golpe sumário dado pelo Parlamento do Paraguai contra o presidente Fernando Lugo tem a marca registrada da classe dominante naquele país. Latifundiários associados a multinacionais, uma força armada corrompida e cooptada por interesses de grandes corporações, bancos e os donos da terra.

O Paraguai jamais se recuperou da guerra contra o Brasil, a Argentina e o Uruguai (1864/1870). O conflito foi estimulado pela Inglaterra, então maior potência do mundo, em defesa de seus interesses econômicos. O Paraguai não dependia de países da Europa, tinha uma indústria têxtil competitiva e era um dos grandes exportadores de mate, concorrendo com o império britânico.

O capital para a guerra foi dos ingleses e em meio ao conflito é que, praticamente, se construiu as forças armadas brasileiras, inteiramente despreparadas para um confronto de tal envergadura. Nos primeiros anos da guerra os soldados brasileiros passavam fome e os armamentos eram mínimos, insuficientes para o genocídio que viria mais à frente. Foi a conseqüência inicial da avidez do governo imperial de aceitar as libras inglesas.

Os países que formaram a chamada Tríplice Aliança, numa selvageria sem tamanho, mataram 70% da população paraguaia e até hoje a maioria acentuada entre os que nascem naquele país é de homens.

De lá para cá o Paraguai tem sido governado por ditadores, numa sucessão de golpes de estados e o breve período “democrático” que se seguiu à deposição do último general, Alfredo Stroessner (morreu exilado no Brasil, era capacho da ditadura militar brasileira), encerra-se agora com a deposição branca de Fernando Lugo. Um ex-bispo católico, conhecido como o “bispo dos pobres”. O mandato de Lugo terminaria no próximo ano. O vice-presidente é do Partido Liberal, aquele jogo político de amigos e inimigos cordiais, onde os donos se revezam no poder.

O pretexto para a deposição de Lugo foi um massacre de trabalhadores rurais sem terra, numa região próxima à fronteira com o Brasil. Morreram manifestantes e integrantes das forças de repressão. De lá para cá Lugo enfrenta um inferno.

Latifundiários brasileiros, a classe dominante paraguaia – subordinada a interesses do Brasil e de corporações internacionais – se uniram contra Lugo e o apoio de empresas como a MONSANTO, a DOW CHEMICAL. o silêncio formal e proposital dos EUA, todos esses ingredientes foram misturados e transformados em golpe de estado.

Tal e qual aconteceu em Honduras contra Manoel Zelaya. A nova “fórmula” para golpes de estado na América Latina. A farsa democrática, o rito constitucional transformado em instrumento golpista na falta de pudor da classe dominante. No caso do Paraguai, como no de Honduras, miquinhos amestrados do capitalismo internacional.

A elite paraguaia jamais permitiu ao longo desses anos todos, desde 1870, que o país se colocasse de pé novamente. Tem sido um apêndice de interesses políticos e econômicos de corporações estrangeiras e do sub-imperialismo brasileiro. Carregam as malas dos donos enquanto submetem os trabalhadores a um regime desumano e cruel que não mudou e nem vai mudar enquanto não houver resistência efetiva e nas ruas contra esse tipo de procedimento, contra essa subserviência corrupta e golpista.
 E cumplicidade de governos vizinhos. Mesmo que por omissão, ou fingir que faz alguma coisa.

E necessária a consciência dos governos de países como o Brasil que situações de golpe são inaceitáveis. Que a integração latino americana é fundamental e se faz com democracia e participação popular. Não com alianças com Paulo Maluf.

Fernando Lugo cometeu erros. O maior deles o de acreditar que era possível governar o país com grupos da direita. As políticas de conciliação onde a elite é implacável e medieval, as forças armadas são agentes – em sua maioria esmagadora – de interesses estranhos aos nacionais e as forças populares sistematicamente encurraladas pela violência e barbárie.

Ou se percebe que o golpe contra Lugo é um golpe contra toda a América Latina, ou breve situações semelhantes em outros países. Por trás de tudo isso, em maior ou menor escala, mas de forma direta os EUA e o que significam no mundo de hoje.

No que o presidente do Irã, Mahamoud Ahmadinejad chama de colonizadores. No ano 2000 o economista César Benjamin, numa palestra na cidade mineira de Juiz de Fora espantou os ouvintes ao dizer que “o século XIX foi o dos grandes impérios colonizadores, o século XX o do fim do colonialismo, o século XXI vai assistir a um novo ciclo de colonização de países periféricos às grandes potências”.

A previsão está se confirmando.

O secretário geral da UNASUL, Ali Rodriguez disse em entrevista a vários jornalistas que “o Paraguai pode estar em meio a golpe de Estado devido à rapidez do julgamento político do presidente do país, Fernando Lugo” e mostrou-se preocupado com um possível “processo de violência. Tudo indica que uma decisão já foi tomada e que pela rapidez com a qual os eventos estão acontecendo, poderíamos estar perante um golpe de Estado”.

Basta que países como o Brasil e a Argentina, por exemplo, asfixiem econômica e politicamente o novo governo para que ele não se sustente. Depende da vontade política de um e outro de manter a democracia no Paraguai, mesmo frágil, de pé.

A classe dominante paraguaia nunca deu muita importância a isso, pois sempre consegue espaço para se acomodar e continuar a transformação do país em uma espécie de vagão a reboque principalmente do Brasil. Desde o fim da guerra, em 1870 tem sido assim.      

Fernando Lugo foi acusado, entre as farsas várias, de humilhar as forças armadas (existem, ou são esbirros do capitalismo?) e colocar-se ao lado dos trabalhadores sem terra.

É velho e boçal latifúndio que no Paraguai é a força econômica mais poderosa.

Os protestos populares acontecem próximo ao Parlamento, mas já com forças policiais prontas para massacrar e impedir qualquer reação.

É preciso ir às ruas em toda a América Latina e é fundamental asfixiar essa elite que cheira a esgoto.

Se o governo brasileiro quiser não tem golpe que sobreviva. O problema é querer. A preocupação hoje, no entanto, é de “consenso possível” (um fracasso na RIO+20) e as eleições de outubro.

A mídia de mercado – fétida também – no Brasil já desestimula qualquer atitude mais forte do governo. Afirma que Lugo declarou que aceitará o “julgamento político”. É mais uma das muitas e constantes mentiras padrão GLOBAL.    

O golpe no Paraguai fere o arremedo de democracia que sub existe no Brasil e outros países com o consentimento dos “poderes moderadores”. As elites políticas e econômicas são as mesmas, arcaicas, podres e totalitárias. Quando querem colocam as garras de fora.

Foi o que fizeram com Lugo. O que querem fazer com Chávez. Com Evo Morales e outros tantos.

E no fim de tudo atribuir a culpa ao Irã.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Plantão: O Golpe no Paraguai! REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 19:43 quinta 21/06/2012

Agência Brasil: Lugo diz que vai enfrentar processo de impeachment

Atualização às 21:49

Agência Brasil: Chefe de gabinete de Lugo chama processo de impeachment de “golpe de Estado”

Atualização às 22:10

Agência Brasil: População paraguaia dividida quanto a apoio a Lugo

Atualização às 10:56, 22/06/2012

Folha: Lugo vai entrar com ação contra julgamento político

Atualização às 11:20, 22/06/2012

ABC Color: Lugo accionó contra juicio político

Atualização às 13:49, 22/06/2012

Agência Brasil: Lugo será representado por advogados em sessão do Senado que votará impeachment 

Atualização às 14:12, 22/06/2012

Manifestantes aguardan frente al Congreso el resultado de la sesión extra donde se expone la defensa de Lugo. / Fernando Romero, ABC Color - 14:50 ABC

Atualização às 15:21, 22/06/2012



Foto: UH.COM
Atualização às 17:57 Conteúdo Temporário 









18:29 Lugo condenado por 39 a 4.

Atualização às 22:35

Removemos o player acima pois entrou na programação normal!

Agência Brasil: Governo do Equador não reconhece novo presidente do Paraguai

Atualização às 22:56

ABC Color
 ABC Color:  Atacaron web de presidencia

Atualização às 23:39

Carta Maior: O Paraguai e a legalização de um golpe

Atualização às 01:49

CMI Brasil:  PATRIA LIBRE CONDENA GOLPE DE ESTADO NO PARAGUAY E CONVOCA PARA MOBILIZAÇÕES


Atualização às 02:11



Atualização às 02:34


Bola & Arte

Bola & Arte:  MANIFESTAÇÕES CONTRA O GOLPE NO PARAGUAI DE LUGO

Atualização às 02:40

Correio do Brasil: EUA, rapidamente, oficializam golpe de Estado ao reconhecer queda de Lugo

Atualização às 02:46
 
Brasil247: Unasul fecha posição: foi golpe no Paraguai

Atualização às 06:18

Folha: Paraguai repete Honduras com "golpe constitucional" na América do Sul

Atualização às 06:29

Carta Maior[Saul Leblon]: Lugo: exceção ou o golpismo ainda lateja na América Latina?

Atualização às 06:38

ABC Color:  México: Gobierno dice Lugo no tuvo espacio para defenderse 

Atualização às 09:20

Agência Brasil:  Ameaçado de isolamento na América Latina, novo presidente do Paraguai faz discurso conciliador


Agência Brasil: De família de políticos, Franco construiu história de vida sólida e rígida


Atualização às 12:47

Não foi  golpe e nem a quebra da ordem institucional, conta outra Franco(sic)!

Abc Color: “Acá no hay golpe ni quiebre”

Atualização às 14:03


Agência Brasil: Novo presidente do Paraguai destaca importância da relação com Brasil e pede compreensão de Dilma

Agência Brasil: Franco garante que honrará compromissos e pagará dívidas relativas à Itaipu.


Atualização às 16:16


Folha: Comissão da OEA considera "inaceitável" julgamento de Lugo

Atualização às 23:29

Ultima Hora: Brasil condena destitución de Lugo y llama a su embajador por "ruptura democrática"

Estadão: Brasil chama destituição de Lugo de 'rito sumário' e convoca embaixador

Folha: Brasil condena deposição de Lugo e convoca embaixador

Agência Brasil: Aliados de Lugo criarão frente de resistência ao novo governo do Paraguai



Manifestates frente a la Radio Nacional. Foto: Daniel Duarte. UH
Ultima Hora: Manifestación frente a Radio Nacional por supuesta censura

Atualização às 00:25, 24/06/2012 

ABC Color:  Nicaragua no reconoce a Federico Franco

Atualização às 01:52, 24/06/2012
Fernando Lugo. / Gustavo Báez, ABC Color.
ABC Color: Lugo reaparece ante sus seguidores

Atualização às 17:31, 24/06/2012 

Agência Brasil: Simpatizantes de Lugo fazem protesto contra impeachment 


Ultima Hora: Lugo dice que no apoyará el Gobierno de Franco


Reuters: Lugo pede volta da democracia no Paraguai e irá ao Mercosul


Efectivos de la Policía conversan con algunos dirigentes en el lindero de la finca invadida. / Sergio Escobar, ABC Color
 ABC Color: Primera ocupación de tierra


Não senhor Franco, cinquenta mil abastados, no máximo. Canalhas!
Folha: Presidente paraguaio pede que países poupem '6,2 mi' de pessoas


Estadão: Lugo diz que foi vítima de golpe parlamentar


JB: Em Brasília, grupo protesta contra impeachment de Lugo

Atualização às 17:50, 24/06/2012 


Atualização às 19:31, 24/06/2012
Ultima Hora: Mercosur decide suspender asistencia de Paraguay a la próxima Cumbre

Atualização às 19:38, 24/06/2012

Chancelaria Argentina - ABC Color
ABC Color:  Paraguay, fuera de cumbre del Mercosur

Atualização às 19:47, 24/06/2012
Programado pelo poder...

ABC Color: Problemas de energía afectaron señal de TV Pública

Atualização às 19:58, 24/06/2012
Pode ser diplomacia, se não, peita Dilma!!!
ABC Color: Brasil no intervendrá en asuntos internos
Atualização às 20:33, 24/06/2012
Ultima Hora: Aumenta la presión sobre Paraguay con salida de embajadores y suspensión en el Mercosur

Folha: Paraguai será suspenso do Mercosul e da Unasul

Atualização às 20:50, 24/06/2012
Brasil247
Documento da embaixada dos EUA em Assunção, vazado pelo Wikileaks, tratava de um possível golpe parlamentar contra Fernando Lugo; até agora, o governo de Obama não se pronunciou sobre a mudança de governo no país vizinho"

Atualização às 21:10, 24/06/2012
AFP móvel: Franco contra a parede
"O novo governo paraguaio do presidente Federico Franco se encontrava isolado neste domingo de seus vizinhos latino-americanos, que de forma unânime questionaram a legitimidade da destituição na sexta-feira de seu predecessor, Fernando Lugo.

Seus sócios do Mercado Comum do Sul (Mercosul), Argentina, Brasil e Uruguai, decidiram no sábado retirar ou chamar para consultas seus embaixadores, depois que os países da Alba (Venezuela, Bolívia, Equador e Nicarágua) anunciaram que não reconhecerão o novo governo.

O Brasil, principal sócio comercial do Paraguai (60% do total) com grandes interesses no país, classificou a destituição de Lugo de "ruptura da ordem democrática".

"O governo brasileiro condena o rito sumário de destituição do presidente do Paraguai decidido no dia 22 de junho passado, no qual não foi adequadamente garantido o amplo direito de defesa" e "considera que o procedimento adotado compromete o pilar fundamental da democracia, condição essencial para a integração regional", segundo um comunicado do ministério das Relações Exteriores.

"As medidas a serem aplicadas devido à ruptura da ordem democrática no Paraguai estão sendo avaliadas com os sócios do Mercosul e da Unasul, à luz dos compromissos com a democracia no âmbito regional", disse o ministério brasileiro.

O presidente do centro de análises americano Diálogo Interamericano, Michael Shifter, disse à AFP que "os sinais que Brasília emitir serão cruciais para ter uma referência sobre o desafio que o novo governo paraguaio terá que enfrentar nos próximos meses">

Três diplomatas visitaram Franco no sábado no palácio presidencial: o embaixador dos Estados Unidos, James H. Thessin, o embaixador alemão Claude Robert Ellner, acompanhado do ministro de Cooperação Econômica e de Desenvolvimento da Alemanha, Dirk Niebel, que considerou "um processo normal" a destituição de Lugo, e o núncio apostólico Eliseo Ariotti.

O novo presidente liberal, por sua vez, encontra-se na defensiva diante da condenação unânime suscitada entre seus vizinhos pela destituição de seu antigo companheiro de chapa.

Em entrevista à AFP, Franco afirmou que pediria ajuda a Lugo para romper o isolamento regional no qual seu governo se encontra.

Pouco depois, o presidente destituído apareceu em uma rede de televisão e apoiou as medidas que estão sendo tomadas pelos vizinhos do Paraguai, reiterando que foi derrubado por um "golpe parlamentar".

"A comunidade internacional vê com objetividade e serenidade o processo paraguaio, vocês já sabem que os presidentes de Argentina, Brasil e Uruguai estão retirando seus embaixadores", disse Lugo.

"Aqui não destituíram Lugo, destituíram a democracia. Não respeitaram a vontade popular", disse o ex-presidente, antes de convocar um protesto pacífico.

O novo chanceler paraguaio, José Féliz Fernández Estigarribia, anunciou neste domingo que irá à cúpula que o Mercosul realizará em Mendoza (norte da Argentina) na próxima semana, e na qual o bloco deve abordar a destituição de Fernando Lugo da presidência.

"Participaremos da cúpula do Mercosul", disse Fernández Estigarribia em uma coletiva de imprensa para meios de comunicação internacionais na sede da chancelaria em Assunção, informando que ele e seu vice-chanceler integrariam a delegação, mas sem esclarecer se o novo presidente, Federico Franco, também viajará.

Embora no Paraguai o sábado tenha sido um dia de calma, as tensões sociais que provocaram a crise política que custou o cargo de Lugo estão latentes.

José Rodríguez, líder da Liga Nacional de Acampados, o movimento de sem-terra que protagonizou o violento confronto de oito dias atrás em Curuguaty com um saldo de 11 camponeses e 6 policiais mortos, que desencadeou a crise política, convocou seus seguidores a "permanecer mobilizados".

No entanto, Franco disse à AFP que "não tem sentido criar uma Comissão" que investigue a morte de camponeses e policiais na cidade de Curuguaty. A Comissão, com apoio da OEA, havia sido anunciada por Lugo um dia antes do início dos trâmites para seu julgamento político.

Lugo foi destituído na sexta-feira depois que o Senado o considerou culpado da acusação de "mau desempenho de suas funções" por uma maioria de 39 votos a favor e 4 contra." Origem.


Atualização às 22:30, 24/06/2012
Múcio(Jô Joares)
ABC Color:  Monseñor Medina: “Pobre Franco en qué está metido”

Atualização às 22:36, 24/06/2012
Ultima  Hora:  Parlamentarios chilenos exigen congelamiento de las relaciones con Paraguay

Atualização às 23:18, 24/06/2012
Para que?! Devem ter apoiado.

ABC Color: No habrá cambios en la cúpula Militar 

Ultima Hora: Perú llama a consulta a su embajador en Paraguay

Atualização às 00:44, 25/06/2012
"Pompeyo Lugo, hermano del expresidente Fernando Lugo, sufrió un infarto y no una embolia cerebral como se manejó en un principio, aclaró este domingo su hermano Rolando Lugo. Pompeyo se encuentra internado en el sanatorio La Costa."
Ultima Hora: Pompeyo Lugo sufrió un infarto y no una embolia aclaró su hermano

Atualização às 01:06, 25/06/2012
Temerário foi o golpe!
ABC Color: López Perito llama a resistir al nuevo gobierno

Atualização às 01:22, 25/06/2012


Video: Tv Pública.Ultima Hora
Ultima Hora: López Perito llama a la resistencia ciudadana hasta volver al poder 

Atualização às 03:43, 25/06/2012

UH
Ultima Hora: Mercosur suspende a Paraguay y analiza más medidas en la Cumbre


Atualização às 11:00, 25/06/2012

Ultima Hora: Lugo plantea retorno al poder: "En política todo es posible"

Atualização às 11:26, 25/06/2012

Agência Brasil:  Brasiguaios encaminham pedido a Dilma para reconhecer novo governo paraguaio

Agência Brasil:  No Paraguai, Fernando Lugo instaura governo paralelo

Agência Brasil:  Requião quer suspensão do Paraguai do Parlasul

Atualização às 11:59, 25/06/2012 

ABC Color: OEA analiza crisis política en Paraguay

Atualização às 13:16, 25/06/2012

Carta Capital: Encorajado por vizinhos, Lugo cria gabinete paralelo

Atualização às 14:16, 25/06/2012
Folha: Suprema Corte rejeita recurso de Lugo para anular julgamento

Atualização às 16:31, 25/06/2012
Ultima Hora: Campesinos se suman a las protestas frente a la TV Pública

ABC Color: OEA adelanta al martes reunión para estudiar crisis en Paraguay

Atualização às 18:05, 25/06/2012
Folha: Tribunal Eleitoral descarta antecipar eleição no Paraguai

Atualização às 08:56, 26/06/2012

Ultima Hora:  Wikileaks: plan de destitución de Lugo se planeaba hace años

ABC Color: “Brasiguayos” se reúnen hoy con Dilma Rousseff en Brasilia

Agência Brasil: Crise no Paraguai gera sessão extraordinária da OEA e debates na Unasul e Mercosul

Agência Brasil: Quatro dias depois do impeachment, Paraguai se divide entre simpatizantes de Lugo e de Franco

Agência Brasil: A dez meses das eleições presidenciais, quadro é de incertezas no Paraguai 

Atualização às 11:05, 26/06/2012

Ultima Hora: Fernando Lugo recorrerá el país "para explicar a la gente qué es lo que paso"

ABC Color: Lugo habla de dos gobiernos en Paraguay

Atualização às 11:05, 26/06/2012
Agência Brasil: Secretário diz que OEA quer resolver conflito no Paraguai por meio do diálogo

ABC Color: “Brasiguayos” brindan apoyo a Franco

Atualização às 15:18, 26/06/2012 
Por que então entabulou o golpe?!...
Ultima Hora: Franco dice buscar evitar "una guerra civil" tras crisis desatada por destitución de Lugo 

ABC Color: Cuba retira a su embajador en Paraguay

Atualização às 16:24, 26/06/2012 
ABC Color: OEA inicia debate sobre crisis en Paraguay

Atualização às 20:30, 26/06/2012

Ultima Hora:  Comisión de la OEA vendrá a estudiar situación de Paraguay

Atualização às 20:33, 26/06/2012
ABC Color: OEA envía delegación a Paraguay

Atualização às 22:45, 26/06/2012 
Corte de ruta en San Juan Nepomuceno. Foto, gentileza. UH
Ultima Hora: Campesinos cortan rutas en el sur del país