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domingo, 24 de junho de 2012

O Golpe de Estado no Paraguai - Plantão do REFAZENDA2010-blog!

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Estamos fazendo a cobertura sobre este novo tipo de golpe desde 21/06/2012. Acompanhe conosco!







O Povo na praça resistindo ao justiçamento. 22/06/2012 - Foto: UH.COM

O Povo Paraguaio resiste!
Video: Tv Pública.Ultima Hora

sábado, 23 de junho de 2012

Cúpula dos Povos na Rio+20: Declaração Final

Declaração final
Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental
Em defesa dos bens comuns, contra a mercantilização da vida

Movimentos sociais e populares, sindicatos, povos, organizações da sociedade civil e ambientalistas de todo o mundo presentes na Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, vivenciaram nos acampamentos, nas mobilizações massivas, nos debates, a construção das convergências e alternativas, conscientes de que somos sujeitos de uma outra relação entre humanos e humanas e entre a humanidade e a natureza, assumindo o desafio urgente de frear a nova fase de recomposição do capitalismo e de construir, através de nossas lutas, novos paradigmas de sociedade.

A Cúpula dos Povos é o momento simbólico de um novo ciclo na trajetória de lutas globais que produz novas convergências entre movimentos de mulheres, indígenas, negros, juventudes, agricultores/as familiares e camponeses, trabalhadores/as, povos e comunidades tradicionais, quilombolas, lutadores pelo direito a cidade, e religiões de todo o mundo. As assembleias, mobilizações e a grande Marcha dos Povos foram os momentos de expressão máxima destas convergências.

As instituições financeiras multilaterais, as coalizações a serviço do sistema financeiro, como o G8/G20, a captura corporativa da ONU e a maioria dos governos demonstraram irresponsabilidade com o futuro da humanidade e do planeta e promoveram os interesses das corporações na conferencia oficial. Em contraste a isso, a vitalidade e a força das mobilizações e dos debates na Cúpula dos Povos fortaleceram a nossa convicção de que só o povo organizado e mobilizado pode libertar o mundo do controle das corporações e do capital financeiro. Continue lendo. Também aqui.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Folha[Luciana Coelho]: A derrota de Obama


A derrota de Obama

07/06/12 - 20:38
POR Luciana Coelho



WASHINGTON - A vitória do governador republicano Scott Walker na eleição de “recall” de seu mandato nesta semana foi provavelmente a pior derrota imposta pelos republicanos ao presidente Barack Obama.

Sim, pior do que perder o Congresso em 2010, algo que pode ser parcialmente atribuído à rejeição aos ocupantes das cadeiras pelo eleitorados no meio da crise econômica.

Desta vez, não. Os democratas — assim como os republicanos — injetaram um volume anormal de recursos, financeiros e humanos, na eleição no Estado do norte do país. Por mais que a campanha obamista tenha tentado minimizar a perda, o custo foi alto, inclusive para novembro.

A história que Wisconsin conta é que talvez seja hora de repensar o movimento trabalhista no país, o grande mote da campanha. Walker, que proibiu a barganha coletiva para os funcionários públicos, sai como heroi do movimento antissindical que ganhou força nos últimos anos e já converteu 23 Estados em Estados com “direito-ao-trabalho” — onde a sindicalização é, dependendo do caso em questão, limitada ou mesmo coibida.

Após seu auge nos anos 50 e 60, os sindicatos começaram a perder força (o que deu margem para uma flexibilização extrema do mercado de trabalho e, para historiadores como o harvardiano Alex Keyssar, alimentou a desigualdade e a pobreza crescentes no país). Para os críticos, porém, essas instituições ainda fazem alguns setores (como a educação) reféns de um sistema retrógrado e limitador. Continue lendo.

domingo, 27 de maio de 2012

Carta Capital[Mino Carta]: Que diria Tucídides?

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O Estado ideal não existe e talvez nunca tenha existido. A Grécia antiga e suas cidades estado eram sustentadas pela escravidão. O surgimento dos estados nacionais com fim do feudalismo na Europa só foi uma troca de poder. Um breve período do chamado bem estar social foi substituído pelo neoliberalismo. Hoje, acima os estados nacionais, os bancos.

Que diria Tucídides?

Pensadores de alentado calibre ao analisar a crise econômica mundial sustentam que o próprio capitalismo está em xeque. Trata-se, se bem entendo, de um monumental fenômeno de autofagia, algo assim como o neoliberalismo a deglutir o liberalismo nascido da Revolução Industrial inglesa e da Revolução Francesa, e codificado por Adam Smith. Pergunto aos meus perplexos botões se algo mais não estaria em xeque, de certa forma maior. A própria democracia, na sua concepção tradicional.

Sem precisar de lupa, o que vemos? Vemos o nosso mundinho dominado por oligarquias financeiras cujo peso específico se tem provado muito superior àquele dos governos de Estado. Amparados pelo terrorismo das agências de rating, os autores da valorização da produção de puro dinheiro em detrimento da produção de bens e serviços, assenhoream-se do destino da população global, crescente e cada vez mais desigual.

Onde fica a vetusta ideia de democracia, aquela sonhada pelos iluministas e pelos pais fundadores americanos? E até posta em prática em certos países e em certos momentos de forma quase satisfatória. Tomados de singular melancolia, os botões ousam evocar a Guerra do Peloponeso, travada entre a culta Atenas e a tosca Esparta. Vitória espartana, mas se Atenas chorou, Esparta não riu. Há quem saiba da história pela pena de Tucídides, um dos primeiros historiadores, se não o primeiro, a entender que inúmeros eventos podem ser previstos a partir da correta análise das circunstâncias que os precedem. Continue lendo.

domingo, 15 de abril de 2012

Outras Palavras[Outras Mídias]: Islândia: agora, o julgamento do neoliberalismo

Importante enfrentamento contra o Neoliberalismo, que praticamente destruiu a Islândia.


Islândia: agora, o julgamento do neoliberalismo

By Admin – 11 de abril de 2012

Outras Mídias

Processo não se limita a dirigentes que submeteram país à ditadura dos mercados. Procura alternativas para que fato nunca se repita. Cada passo é acompanhado pela população, via internet  

Na Esquerda
 
Durante o governo de coligação direitista e social democrata de Geir Haarde, os bancos faliram, a economia entrou em colapso. Mais do que julgar o homem que à frente do governo não conseguiu evitar a dramática situação no pequeno país, os juízes tentam apurar o que se passou e as circunstâncias que provocaram a crise. O tribunal considera que não é possível responsabilizar unicamente o ex-primeiro ministro pelo que se passou.

Da sua acusação constam o fato de não ter feito nada para evitar a debandada dos estabelecimentos financeiros, de não ter feito com que o banco online Icesave tivesse o estatuto de filial britânica, o que teria permitido transferir o problema da falência para Londres e evitado ao país a realização de dois referendos e a decisão dos islandeses de se recusarem a pagar por dívidas que não são suas. Este problema está atualmente no Tribunal Europeu de Justiça.

Juízes e cerca de 60 testemunhas têm refletido durante o julgamento – que não é transmitido ao vivo pela TV mas que está sendo seguido por milhares de islandeses através da internet – sobre as causas de uma situação que não surgiu em 2008 por geração espontânea mas sim pela deriva neoliberal a que o governo sujeitou o país. Continue lendo.

quinta-feira, 29 de março de 2012

El Mundo: La huelga general del 29-M en imágenes; Estadão: Cidades da Espanha registram distúrbios durante greve geral

Bem, as fotos do El Mundo não mostram exatamente só o que o Estadão diz. No mais é a população que protesta contra o trucidamento imposto pelos bancos que subjugam os governos neoliberais! (Posts relacionados: Espanha, Grécia, Portugal)


Piquetes informativos a la entrada del hospital Donostia de San Sebastián. Foto: Efe
La policía protege el Corte Inglés de Barcelona que ha tenido problemas para levantar el cierre. Foto: Q. García
Actuación de los piquetes en la zona franca de Barcelona. J. Soteras
Un piquete evita la salida de un autobús en Córdoba. M. Cubero
El tráfico de vehículos privados ha aumentado en la madrileña carretera de La Coruña ante la escasez de transporte público. Foto: Efe 

terça-feira, 13 de março de 2012

Carta Maior - Blog do Emir: Os fantasmas do passado visitam a Venezuela

Essa coisa que se recusa a morrer e ainda é apoiado por ingênuos, ignorantes políticos e econômicos, ou os mal intencionados, infelizmente ainda predomina e não só na sofrida América Latina. O que se vê na Europa é o mais sórdido e cruel exemplo de neoliberalismo apoiado no preconceito e rumando para o fascismo.

12/03/2012

Os fantasmas do passado visitam a Venezuela

A América Latina foi a região do mundo que teve mais governos neoliberais e nas suas modalidades mais radicais. Praticamente nenhum país foi poupado desses governos – com exceção de Cuba – que devastaram os direitos sociais, o potencial de desenvolvimento econômico, a soberania nacional, os Estados latino-americanos.

O neoliberalismo começou pela extrema direita – com Pinochet e sua ditadura -, mas depois se alastrou para correntes originariamente nacionalistas – como o PRI mexicano e o peronismo de Carlos Menem. Para posteriormente ser incorporado por partidos social democratas – como o Partido Socialista do Chile, a Ação Democrática da Venezuela, o PSDB do Brasil. Continue lendo.

sábado, 3 de março de 2012

Laerte Braga: A CABINE TELEFÔNICA DA SUPER DILMA – NEOLIBERALISMO SERVIL

Recebemos no final de fevereiro(25) e por e-mail de um amigo. Por esquecimento ou outras demandas, atrasamos. Lamentavelmente é a pura, cristalina e triste realidade! Como foi dito no post anterior, os partidos no Brasil já não fazem muita diferença. Uma militante de esquerda com um passado de luta, enfrentamento e submetida à tortura, agora se esquece de tudo aquilo que defendeu e por isso, sofreu. Parece que a idade torna muita gente boa em conservadora ou então pergunta-se: Inexoravelmente o poder definitivamente corrompe todo e qualquer princípio de se lutar pelos interesses do País e da maioria da população? Mais Laerte.

Ilustração do blog Assaz Atroz
A CABINE TELEFÔNICA DA SUPER DILMA – NEOLIBERALISMO SERVIL

 

Laerte Braga*

A política econômica em absoluta e estrita obediência às diretrizes de instituições como o Banco Mundial, o FMI. A privatização (que disfarçam com o eufemismo concessão) de quatro grandes aeroportos do País e o anúncio que mais rodovias serão entregues à administração de empresas privadas. A plena falta de tino da presidente para questões de importância decisiva para o futuro do Brasil (basta dizer que Moreira Franco é o ministro Secretário de Assuntos Estratégicos) e um retrocesso sem tamanho na política externa com o ministro Anthony Patriot, funcionário qualificado do Departamento de Estado. A soma de tudo isso mostra um governo neoliberal e servil a uma ordem mundial que se sustenta em arsenais nucleares, já que falida em seus pilares políticos e econômicos.

Um velho e experiente domador de leões costumava dizer que esse negócio de colocar a cabeça na boca do rei da selva é complicado. Numa determinada hora o leão vai fechar a boca e a cabeça vai ser arrancada.

Dilma decidiu colocar o Brasil na boca do leão e já estamos sendo abocanhados aos poucos.

O jornalista Beto Almeida, membro da junta diretiva da TELESUR, faz uma análise precisa e correta da política externa do governo Dilma Roussef e conclui que o País “involuiu” em relação ao governo Lula e seu ministro de Relações Exteriores Celso Amorim.

Às vésperas do carnaval, denuncia que o representante brasileiro nas Nações Unidas votou a favor de sanções contra a Síria, afastando-se do chamado BRICs, países que no governo anterior se constituíram em bloco para afastar-se das imposições norte-americanas em todos os campos políticos (Brasil, Rússia, Índia, África do Sul e China).

Já havia votado contra o Irã e apoiado a criminosa invasão e destruição da Líbia.

A Líbia hoje é um país destruído depois de mais de duzentos dias de bombardeios, em guerra civil e na sexta-feira o governo sírio prendeu 160 soldados franceses que incitavam grupos rebeldes a lutar contra o presidente Bashar Al Assad. A velha hipocrisia da “intervenção humanitária”, o pretexto para assegurar os ganhos nos negócios.  

Dilma é um embuste até em relação ao próprio Lula, muitas vezes adepto de uma no cravo e outra ferradura, ou quase sempre.

O PSDB e as forças que o movimentam agradecem ao poste eleito pelo ex-presidente.
 

Acendeu a luz ao contrário. A sensação que deixa é que ao entrar na cabine telefônica para transformar-se na Super Dilma, sai de lá com a camisa amarela de Super FHC. Delúbio Soares, um dos porta-vozes do petismo oficial chama a classe média de “base da pirâmide social brasileira”. É uma síntese da visão neoliberal do governo.

Há um processo de privatizações e terceirizações, estão sendo desqualificados os serviços públicos, há submissão a interesses das grandes potências (que na verdade são apenas duas Israel e Estados Unidos, a Europa Ocidental é só uma grande base militar), enfim, o roteiro traçado e executado nos oito anos de FHC com um discurso um pouco diferente, lógico, para atenuar o impacto do retrocesso. A América Latina já está sob controle. A Central com a base militar em Honduras e a do Sul com a base britânica nas Malvinas (território argentino ocupado) e pior, com armas nucleares.

Voltamos aos tempos de entreposto do capital estrangeiro. Ou posto de troca dos cavalos na rota das diligências da Wells Fargo, hoje um poderoso conglomerado financeiro nos EUA e com tentáculos espalhados pelo mundo inteiro.

Quando o milionário Eike Batista diz que em poucos anos será o homem mais rico do mundo está afirmando que o BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – vai financiar essa paranóia e o dinheiro do BNDES é do trabalhador brasileiro.

A privatização dos quatro aeroportos, que petistas insistem em chamar de “concessão”, na prática vem a ser, a grosso modo, abrir as pernas, da mesma forma vai ser financiada pelo BNDES.

É mais ou menos assim. Se um grupo econômico faz parte dos grupos amigos do poder, o dinheiro surge e os transforma em grupos cada vez mais ricos. Um “socialismo” às avessas do governo do PT e da presidente/poste que acendeu a luz e ilumina apenas a direita.

Ela própria, em sua descoordenação, que é o afã de obter o aval das forças mais retrógradas do País, não percebe que está sendo engolida pelo leão. Ou percebe e acredita que o leão vai ser bonzinho.

É bem mais que um embuste, é um fracasso redondo e rotundo.

Aquela história de esquerda se presta apenas a vender a imagem do que não existe mais, uma lutadora do povo. Luta agora pelos esquemas FIESP associados a interesses estrangeiros.

Os retrocessos na política externa brasileira dão a dimensão que outra vez estamos a reboque, no papel de coadjuvantes de segunda categoria. No governo Lula, malgrado as críticas ao seu todo, éramos protagonistas. E o chanceler era brasileiro.

Entreposto? Se prestarmos atenção não somos donos de nada. Sequer temos um carro brasileiro. O arsenal da Marinha tem plenas condições de produzir os submarinos nucleares necessários à guarda do litoral do País. Os setores estratégicos da economia estão privatizados e nem Lula mexeu nisso, enquanto Dilma aprofunda essas políticas de entrega.

As grandes mineradoras ou são estrangeiras (caso do nióbio), ou grupos nacionais associados a grupos estrangeiros. Vale dizer que no caso da VALE – supostamente ainda brasileira – a imensa extensão de terras da empresa aqui e em outros países, significa a cessão do subsolo. Nem a Constituição de 1946, liberal no sentido clássico do termo, abria ou permitia esse tipo de concessão.

A água está escoando pelas mãos de grupos como a Nestlé. A privatização da EMBRAER privou o Brasil de tecnologias que já estavam ameaçando as empresas internacionais. Como a própria indústria bélica, IMBEL e ENGESA.

No estado de Minas Gerais, ao sabor da doença Aécio Neves e agora Antônio Anastasia, as grandes companhias mineradoras destroem o ambiente com reflexos que se fazem sentir em outros estados como o Rio de Janeiro, por conta do curso dos rios. As licenças são concedidas pela FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente – onde a corrupção é generalizada.

Somos donos de que? Em determinadas regiões da Amazônia brasileira a presença de estrangeiros disfarçados em religiosos, bondosos voluntários a ajudar índios, populações ribeirinhas, etc, vão aos poucos transformando em realidade a frase de Al Gore (foi vice-presidente de Clinton) – “a Amazônia é importante demais para ser só brasileira, o Brasil tem que entender que deve reparti-la com o resto do mundo”.

O viés tacanho de militares brasileiros, em sua maioria aceita passivamente essa dominação num acordo militar que nos torna subalterno com os EUA. Entendem que demarcação de reservas indígenas e proteção ambiental têm cheiro de comunismo, sem ter a menor idéia, além de aprender que 1964 foi uma “revolução”, sendo um golpe conduzido por potência estrangeira, que a ocupação do País se dá de forma organizada e consistente desde o governo FHC, que na prática apenas sistematizou uma realidade que vem desde tempos imemoriais.

A classe trabalhadora brasileira anestesiada por um dos tentáculos mais poderosos desse sistema – o capitalismo – a mídia de mercado, não percebe, por exemplo, todo esse processo e acredita que é capaz de mudar os rumos do País pela via eleitoral.

Temos um modelo institucional falido. É uma bolha onde um clube de amigos e inimigos cordiais repartem entre si o País e suas riquezas. O governo Dilma não foge desse esquema, pelo contrário, caiu de braços abertos no clube.

A emenda constitucional que pôs fim ao monopólio estatal do petróleo – governo FHC – permanece intocada e o pré sal vai se esvaindo aos poucos para mãos de grandes empresas petrolíferas do conglomerado que controla o mundo.

A política externa é sintoma disso. O governo Dilma deu as costas aos seus compromissos, o seu partido tenta justificar o injustificável e isso coloca para os partidos populares, as forças do movimento social, o desafio de buscar sacudir os trabalhadores e mostrar-lhes a realidade que vai muito além do assistencialismo de programas como o bolsa família.

O que é o Congresso? O que são governadores? Em sua esmagadora maioria eleitos por grupos religiosos ultra conservadores e a serviço de potência estrangeiras, os financiados por empresas e pelo sistema financeiro e poucos a lutar pelos interesses do País e dos trabalhadores. De quebra os latifundiários agregados a empresas como a MONSANTO, despejando em nossas mesas as doenças de cada dia do transgênico e do agrotóxico.

É o desafio que se tem pela frente. A tarefa que deve ser cumprida, antes que o leão feche a boca de vez e triture a cabeça/país.

Com Dilma não vamos a lugar algum seguro. Pelo contrário, o poste eleito por Lula é um embuste político, um atraso em relação a algumas conquistas dos últimos anos.

Não é só uma luta político/partidária, é pela sobrevivência do Brasil como nação soberana e dos brasileiros como seres livres e capazes de definir o nosso destino.

*Laerte Braga é jornalista, natural de Juiz de Fora-MG. Trabalhou no Diário Mercantil e no Diário da Tarde de Juiz de Fora, para os Diários Associados e pela agência Meridional (primeira grande agência de notícias do Brasil) e também dos Diários e Emissoras Associadas, tendo sido correspondente do Estado de Minas de Juiz de Fora e Zona da Mata, e também trabalhou como freelancer para revistas e jornais do Brasil e de outros países. Citação daqui.