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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Editorial: RACISMO, sempre!

RACISMO, sempre!

Em 04/06/2020 publicamos o Editorial RACISMO, figura abaixo, quando do episódio Gerorge Floyd, assassinado por sufocamento pela polícia de Minneapolis. Novamente a barbárie acontece. Sete tiros nas costas de Jacob Blake em Kenosha. Seu advogado diz que dificilmente ele voltará a andar. 

Transcrevemos o texto da imagem:

"RACISMO

Pera lá. Os caras vão à África, sequestram milhões de negros. Os forçam a trabalhar na agricultura, nas residências, até como ama de leite, fora o abuso sexual. Países crescem e prosperam com a mão de obra de grátis!

Após duzentos, trezentos anos, seus descendentes os matam, os discriminam, lhes dão os piores salários e uma péssima educação, quando fornecem.

Depois se dizem cristãos. Eita mundo doentio! 04/06/2020"

26/08/2020



domingo, 28 de dezembro de 2014

Quem é, quem são, o(s) cracker(s)?!

Após críticas a Obama, Coreia do Norte registra nova interrupção da internet

Da Agência Lusa
 

A Coreia do Norte registrou hoje (27) uma nova interrupção das conexões de internet, anunciou a agência estatal Nova China. O incidente ocorreu horas depois de Pyongyang ter acusado Washington de estar na origem do apagão online registado no início desta semana.

De acordo com a agência estatal chinesa, a interrupção, a terceira em uma semana, durou pelo menos duas horas. “Às 19h30, hora local de Pyongyang, a internet e a rede móvel 3G da Coreia do Norte ficaram paralisadas. A situação só regressou à normalidade às 21h30”, informou a agência Nova China.

Os jornalistas da agência chinesa na Coreia do Norte relataram que a internet esteve “muito instável” durante todo o dia.

A empresa norte-americana Dyn Research, especializada em segurança informática, confirmou a informação na rede social Twitter, afirmando que a Coreia do Norte tinha sofrido hoje “uma interrupção da internet em todo o país”.

Na segunda-feira (22), as conexões de internet na Coreia do Norte ficaram totalmente interrompidas durante nove horas. Esse primeiro apagão online ocorreu dias depois de o regime de Pyongyang ter sido responsabilizado pelo FBI, Polícia Federal norte-americana, por um dos mais graves ataques informáticos nos Estados Unidos.

O incidente, que envolveu os estúdios de cinema Sony Pictures, esteve relacionado com o filme Uma Entrevista de Loucos (The Interview, no título original), uma comédia que conta a história de dois jornalistas recrutados pela CIA, serviço secreto norte-americano, para assassinarem o líder da Coreia do Norte.

No dia seguinte, terça-feira (23), a Coreia do Norte registou uma nova paralisação, mas mais breve. As quatro redes de comunicações norte-coreanas estão todas ligadas à companhia chinesa Unicom, uma das maiores operadoras de telecomunicações da China.

A interrupção de hoje ocorreu algumas horas depois de a Coreia do Norte ter qualificado o presidente norte-americano, Barack Obama, de “macaco” por ter encorajado os cinemas a exibirem o filme Uma Entrevista de Loucos, cuja estreia quase chegou a ser cancelada.

O regime de Pyongyang também ameaçou os Estados Unidos com retaliações. “Obama é sempre imprudente nas palavras e nos atos, como um macaco numa floresta tropical”, criticou a comissão nacional de defesa norte-coreana, acusando o presidente norte-americano de ter incitado a exibição do filme.

“Se os Estados Unidos continuarem a ser arrogantes, déspotas e a utilizar métodos de gangster, apesar dos repetidos avisos [da Coreia do Norte], deverão ter em mente que as suas ações políticas fracassadas vão levar a golpes mortais inevitáveis”, ameaçou o porta-voz da comissão nacional de defesa norte-coreana.

Origem.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Diário de Notícias: Pyongyang propõe a Washington inquérito conjunto ao ataque contra a Sony

Uai, não teria sido o Imperador da Coreia do Norte?!...
 

Relacionado.
 
Diário de Notícias: Pyongyang propõe a Washington inquérito conjunto ao ataque contra a Sony


Agência Lusa

Pyongyang propôs hoje a Washington a realização de um inquérito conjunto sobre o ataque informático em massa contra o grupo Sony Pictures no final de novembro e assegurou não ter qualquer responsabilidade no sucedido.

"Tendo em conta que os Estados Unidos espalham alegações sem fundamento e nos difamam, nós propomos um inquérito conjunto", indicou o ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano. "Sem ir até à tortura como fez a CIA norte-americana, nós temos meios para provar que não temos nada a ver com este incidente", adiantou o ministério, citado pela agência oficial norte-coreana KCNA.

A Coreia do Sul também acusou hoje a Coreia do Norte de ser a responsável pelos ataques contra o grupo Sony Pictures, semelhantes a ataques similares aos sofridos por bancos e agências de notícias sul-coreanas no ano passado, que foram atribuídos a Pyongyang.

Seul indicou estar pronta a partilhar com Washington as informações "ligadas ao ataque informático contra a Sony" e a reforçar a cooperação internacional para enfrentar novas ameaças informáticas.

O Japão enviou a mesma mensagem. Um porta-voz do primeiro-ministro Shinzo Abe declarou que "o governo japonês comunica estreitamente com os Estados Unidos e defende a abordagem destes sobre esta questão", sem aludir diretamente aos ataques informáticos da Coreia do Norte.

O grupo Sony Pictures foi alvo no final de novembro de um ataque informático reivindicado pelo grupo de piratas informáticos GOP ("Guardians of Peace"), durante o qual inumeráveis informações foram roubadas e algumas divulgadas.

Continue lendo [página2] do DN de Portugal.

Diário de Notícias: Obama garante retaliação contra a Coreia do Norte

Risível e pior, qualquer retaliação só prejudica a população. A arrogância é costumeira. Águia é águia! E a Sony, um desastre!

Diário de Notícias: Obama garante retaliação contra a Coreia do Norte

por Abel Coelho de Morais

Presidente americano criticou estúdio de cinema por ter retirado de exibição Entrevista de Loucos, paródia ao ditador de Pyongyang.

"Vamos responder da forma como escolhermos e quando escolhermos", garantiu o presidente Barack Obama em resposta a uma pergunta sobre a reação dos Estados Unidos à confirmação de que partiu da Coreia do Norte o ataque informático e as ameaças à Sony por causa de um filme cómico sobre o dirigente deste regime comunista, Kim Jong-un.

Obama, que falava na Casa Branca no último encontro do ano com a imprensa, salientou que "teria gostado" que os responsáveis da Sony tivessem falado com ele antes de decidirem não exibir o filme de título original The Interview, decisão que, diz, "foi um erro".

Origem,

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Outras Palavras: Para Chomsky, aqui se articula o terror mundial

Não se tem nenhuma dúvida sobre isso. Triste mundo uni-polar.


Outras Palavras: Para Chomsky, aqui se articula o terror mundial

Do sítio Outras Palavras
Intelectual dissidente analisa campanhas de sabotagem deflagradas pelos EUA contra Angola, Cuba e Nicarágua. E alerta: Washington continua a desestabilizar adversários
 
Por Noam Chomsky | Tradução: Mariana Bercht

“É oficial: os EUA são o maior Estado terrorista do mundo e se orgulham disso”.

Essa deveria ter sido a manchete da notícia principal do New York Times no dia 15 de outubro, que foi polidamente intitulada “Os Estudos da CIA sobre ajuda secreta alimentam ceticismo sobre a ajuda aos rebeldes sírios”. O artigo relata uma revisão da CIA sobre as operações secretas dos EUA para determinar sua efetividade. A Casa Branca concluiu que infelizmente os sucessos foram tão raros que é necessário repensar essa política.

O texto cita o Presidente Barack Obama, dizendo que ele solicitou à CIA que conduzisse a revisão para encontrar casos de “financiamentos e fornecimento de armas para grupos insurgentes em um país que realmente tenham funcionado. E eles não encontraram muitos”. Por isso, Obama reluta em manter tais esforços.

O primeiro parágrafo do artigo do Times cita três grandes exemplos de “ajuda secreta”: Angola, Nicarágua e Cuba. Na verdade, cada um desses casos foi uma grande operação terrorista conduzida pelos EUA. Angola foi invadida pela África do Sul, que, segundo Washington, defendia-se de um dos “maiores grupos terroristas” do mundo – o Congresso Nacional Africano, de Nelson Mandela.

Na época, o governo Reagan estava praticamente sozinho no seu apoio ao regime do apartheid, inclusive violando sanções do congresso para aumentar o comércio com seu aliado sul africano. Washington juntou-se à África do Sul para prover apoio crucial ao exército terrorista da Unita, chefiada por Jonas Savimbi, em Angola. Continuou a fazê-lo mesmo depois de Savimbi ser completamente derrotado em eleições livres cuidadosamente monitoradas, e da África do Sul retirar seu apoio. Savimbi era um “monstro cuja sede de poder trouxe uma miséria apavorante ao seu povo”, nas palavras de Marrack Goulding, embaixador britânico em Angola.

As consequências foram horrendas. Um inquérito de 1989 da ONU estimou que os atos hostis praticados por sul-africanos provocaram 1,5 milhão de mortes nos países vizinhos, sem contar o que estava acontecendo internamente na África do Sul. Ao fim, forças cubanas contra-atacaram os agressores sul-africanos e os compeliram a se retirar da Namíbia, ilegalmente ocupada. Apenas os EUA continuaram a apoiar o monstro Savimbi.

Em Cuba, após a invasão frustrada da Baía dos Porcos em 1961, o Presidente John F. Kennedy lançou uma campanha assassina e destrutiva para levar “os terrores da terra” à ilha – nas palavras de um íntimo aliado de Kennedy, o historiador Arthur Schlesinger, em sua biografia semi-oficial de Robert Kennedy, a quem foi atribuída a responsabilidade pela guerra terrorista.

As atrocidades contra Cuba foram severas. Os planos eram de que o terrorismo culminasse em uma rebelião em outubro de 1962, que levaria a uma invasão estadunidense. Agora, estudos acadêmicos reconhecem que essa foi uma das razões pelas quais o primeiro-ministro russo Nikita Khruschev colocou mísseis em Cuba, iniciando uma crise que ficou perigosamente próxima de uma guerra nuclear. O secretário de Defesa dos EUA, Robert McNamara posteriormente admitiu que, se fosse uma liderança cubana na época, “teria esperado uma invasão dos EUA”.

Os ataques terroristas americanos a Cuba continuaram por mais de 30 anos. O custo disso aos cubanos foi, é claro, muito grave. A contagem de vítimas, dificilmente vista nos EUA, foi relatada em detalhes pela primeira vez em um estudo do canadense Keith Bolender, “Vozes do Outro Lado: Uma História Oral do Terrorismo Contra Cuba”, em 2010.

O preço em vidas de uma longa guerra terrorista foi ampliado por um embargo esmagador, que continua até hoje, a despeito do resto do mundo. Em 28 de outubro, a ONU, pela 23ª vez, endossou a “necessidade de dar um fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba”. A votação foi de 188 a 2 (EUA e Israel) com três abstenções, das dependências dos EUA nas Ilhas do Pacífico.

Existe hoje alguma oposição ao embargo em lugares importantes dos EUA, relata o ABC News, por que ele “não é mais útil” (citando o novo livro de Hillary Clinton, Hard Choices). O estudioso francês Salim Lamrani revisa os amargos custos aos cubanos em seu livro de 2013, A Guerra Econômica Contra Cuba.

Quase não é necessário mencionar Nicarágua. A guerra terrorista do presidente Ronald Reagan foi condenada pela Corte Internacional, que ordenou que os EUA encerrassem seu “uso de força ilícito” e pagassem reparações substantivas.

Washington respondeu aprofundando a guerra e vetando resolução do Conselho de Segurança da ONU de 1986, que chamava todos os Estados – significando os EUA – a observarem a lei internacional.

Outro exemplo de terrorismo foi lembrado em 16 de novembro, data do 25º aniversário do assassinato de seis padres jesuítas em São Salvador por uma unidade terrorista do exército salvadorenho, armada e treinada pelos EUA. Sob as ordens do alto comando militar, os soldados invadiram a Universidade Católica para assassinar os padres e qualquer testemunha – incluindo uma governanta e sua filha.

O evento marcou o fim das guerras terroristas dos EUA na América Central nos anos 80. Mas seus efeitos ainda estão nas primeiras páginas de hoje, nos relatos sobre a fuga de “imigrantes ilegais” — uma medida das consequências dessa carnificina. No entanto, eles são deportados dos EUA para sobreviverem, se puderem, nas ruínas dos seus países de origem.

Washington também emerge como o campeão mundial em gerar terror. O ex-analista da CIA Paul Pillar alerta que “o impacto gerador de ressentimentos dos EUA atinge” a Síria, onde talvez induza, no futuro,  as organizações do Jihad Jabhat al-Nusra e o Estado Islâmico a “reparar suas falhas no ano passado e fazer campanha em conjunto contra a intervenção dos EUA, pintando-a como uma guerra contra o Islã”.

Essa é uma consequência já familiar das operações dos EUA, que ajudaram a espalhar o jihadismo — antes restrito a um reduto do Afeganistão, — para grande parte do mundo.

A manifestação do jihadismo mais alarmante hoje é o Estado Islâmico, ou ISIS, que estabeleceu seu califado assassino em grandes áreas do Iraque e da Síria.

“Penso que os Estados Unidos são um dos criadores chave dessa organização”, relata o ex-analista da CIA, Graham Fuller, comentarista destacado sobre assuntos na região. “Os Estados Unidos não planejaram a formação do ISIS”, acrescenta “mas suas intervenções destrutivas no Oriente Médio e a guerra do Iraque foram as causas básicas do nascimento do ISIS”.

A isso nós podemos incluir a maior campanha terrorista do mundo: o projeto global de assassinato de “terroristas” de Obama. O “impacto gerador de ressentimento” desses drones e ataques de forças especiais deveriam ser conhecidos demais para requerer mais comentários. Esse é um registro a ser contemplado com certo pavor.

Origem.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Opera Mundi: EUA já têm acusação pronta contra Assange, revela vazamento do Wikileaks; mais Correio do Brasil

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Posts sobre Assange

EUA já têm acusação pronta contra Assange, revela vazamento do Wikileaks

Executivos da empresa de segurança Stratfor referiram-se ao jornalista australiano como "babaca"

O Wikileaks teve acesso em janeiro do ano passado à caixa de e-mails do vice-presidente da companhia de métodos de espionagem Stratfor e encontrou mensagens que comprovam que os Estados Unidos possuem "uma acusação selada contra Julian Assange".

De acordo com o jornal espanhol Público, o executivo Fred Burton refere-se a Assange em diversos momentos como “babaca” e garante que armazenou todas as publicações do Wikileaks em seus servidores para usá-las em favor da empresa.

Em uma troca de e-mails datada de 26 de janeiro deste ano, Burton reconhece que a justiça norte-americana havia emitido há um mês uma ordem secreta de prisão contra Assange por práticas de espionagem.

Em outras mensagens obtidas pelo Wikileaks e divulgadas pelo Público, é o analista tático Sean Noonan quem atesta os esforços de seu país pela prisão de Assange.

Em uma delas ele se questiona quanto à rapidez com que a Interpol (Polícia Internacional) ordenou a detenção do jornalista. Para Noonan, “as questões de crimes sexuais raramente geram alertas especiais da Interpol”, o que “não deixa dúvidas de que se tenta impedir a publicação dos documentos do governo pelo Wikileaks". Continue lendo.

Atualização às 23:47

Correio do Brasil: Moore e Stone: “Por que defendemos o Wikileaks e Assange”

domingo, 5 de agosto de 2012

Carta Capital[Rosane Pavam]: O arauto do declínio

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“Não existe uma pessoa amável dentro de mim. Por trás do meu frio exterior, há apenas água gelada” CC
O arauto do declínio

Ao escritor norte-americano Gore Vidal, morto de pneumonia aos 86 anos de idade, dia 31, coube a tarefa de anunciar o declínio de um ideal democrático a simbolizar seu país. Autor de 25 romances, dois livros de memórias e uma poderosa ensaística, Vidal tornou-se o arauto de uma situação política frequentemente negada. “Deveríamos parar com essa tagarelice sobre sermos a maior democracia do planeta, quando nem mesmo exercemos uma. O que somos é uma espécie de república militarizada”, ele disse certa vez, inconformado com as consequências da Guerra do Iraque e da liderança de George W. Bush.

Para Vidal, que concorrera sem sucesso ao Congresso e ao Senado apenas depois de se estabilizar financeiramente como autor de roteiros para a televisão e o cinema, nos anos 1950 e 1960, o presidente Bush soubera dos ataques às Torres Gêmeas antecipadamente e os utilizara em proveito político. Mesmo os que defendiam como superior a capacidade de Gore Vidal de julgar a história, revelada em volumes como United States: Essays 1952-1992, negavam a validade de uma avaliação como essa e outras recentes.

Um consenso silencioso ditava ainda em Vidal um autor incapacitado para a ficção, já que apenas saberia expor a exuberante opinião própria. Mas como seria possível negar-lhe o dom de observar seu tempo com prosa refinada e humor ácido? E, ao fim, ele escreveu grandes romances, como Juliano, sobre o imperador que tentou converter
os cristãos ao paganismo, e livros de senso balzaquiano como Kalki, no qual, por exemplo, durante uma reunião social, uma mulher com câncer exercia o status nascido da própria doença.

Apoiado por uma convivência de 53 anos com Howard Auster, Vidal não parecia se incomodar com o que diziam dele. O escritor Italo Calvino acreditava que, morador da Itália por muitos anos e apresentado com glamour em Roma, de Fellini, Vidal não tinha um inconsciente. “Sou exatamente o que aparento ser”, justificou o americano. “Não há uma pessoa amável, cálida, dentro de mim. Por trás de meu frio exterior, depois que você quebra o gelo, encontra água gelada.”

Ele não deixava que se esquecessem de sua amizade com Eleanor Roosevelt ou de seu parentesco com Jackie Kennedy. Parecia apoiar-se em boa linhagem para dizer as coisas difíceis a um país que, aos poucos, perdia o senso de humor e a liberdade. Origem.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Folha[Luciana Coelho]: A derrota de Obama


A derrota de Obama

07/06/12 - 20:38
POR Luciana Coelho



WASHINGTON - A vitória do governador republicano Scott Walker na eleição de “recall” de seu mandato nesta semana foi provavelmente a pior derrota imposta pelos republicanos ao presidente Barack Obama.

Sim, pior do que perder o Congresso em 2010, algo que pode ser parcialmente atribuído à rejeição aos ocupantes das cadeiras pelo eleitorados no meio da crise econômica.

Desta vez, não. Os democratas — assim como os republicanos — injetaram um volume anormal de recursos, financeiros e humanos, na eleição no Estado do norte do país. Por mais que a campanha obamista tenha tentado minimizar a perda, o custo foi alto, inclusive para novembro.

A história que Wisconsin conta é que talvez seja hora de repensar o movimento trabalhista no país, o grande mote da campanha. Walker, que proibiu a barganha coletiva para os funcionários públicos, sai como heroi do movimento antissindical que ganhou força nos últimos anos e já converteu 23 Estados em Estados com “direito-ao-trabalho” — onde a sindicalização é, dependendo do caso em questão, limitada ou mesmo coibida.

Após seu auge nos anos 50 e 60, os sindicatos começaram a perder força (o que deu margem para uma flexibilização extrema do mercado de trabalho e, para historiadores como o harvardiano Alex Keyssar, alimentou a desigualdade e a pobreza crescentes no país). Para os críticos, porém, essas instituições ainda fazem alguns setores (como a educação) reféns de um sistema retrógrado e limitador. Continue lendo.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

El Mundo: Operación Bin Laden: 'Entrar, capturar'

Publican un documento de la CIA

Operación Bin Laden: 'Entrar, capturar'

Bin Laden antes de ser capturado en su refugio de Abbotabad. | Reuters - EM
Efe | Nueva York

Actualizado jueves 26/04/2012 21:22 horas


La revista estadounidense 'Time' ha publicado el memorando escrito por el entonces director de la CIA, Leon Panetta, después de recibir luz verde del presidente, Barack Obama, para lanzar una operación militar secreta para "capturar" a Osama Bin Laden que terminó con la muerte del líder de Al Qaeda en 2011.

"Recibida una llamada de teléfono de Tom Donilon (el asesor de Seguridad Nacional de la Casa Blanca), quien dijo que el presidente (Obama) ha tomado una decisión en relación a AC1 (Complejo de Abbottabad 1). La decisión es proceder con el asalto", escribió Panetta en un memorando de su puño y letra fechado el 29 de abril del pasado año.

En el documento publicado por la revista, el entonces director de la Agencia Central de Inteligencia asegura que la instrucción de la Casa Blanca es "entrar" en el complejo residencial de Abbottabad (Pakistán) y "capturar" a Bin Laden, y ordenaba "salir" del lugar en el supuesto caso de que el líder de Al Qaeda no estuviera en su interior.

Bin Laden murió el 1 de mayo de 2011 por los disparos que recibió en la cabeza y el pecho en una operación con helicópteros de un grupo de élite cuyos agentes irrumpieron en la residencia donde se ocultaba el líder de la organización terrorista en Abbottabad, una localidad de montaña en las cercanías de Islamabad (Pakistán). Continue lendo.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Redação do REFAZENDA-blog, Blog do Pedro Porfírio: O descaminho para um Estado nanico num país onde soberania já é palavrão

O amigo da REFAZENDA2010, o jornalista cearense e radicado no Rio desde a adolescência, Pedro Porfírio, continua insuperável em sua pena. Desmascara as tramóias e maracutaias que dominam os governos mundiais em quase sua totalidade. A prevalência dos bancos sobre os governos covardes e comprometidos só aumenta.

Ontem(01/03) publicamos notícia da Agência Brasil em que diz que o parlamento grego aprovou a redução dos gastos com a saúde. Naturalmente, exigência perversa dos credores.

Portanto o neoliberalismo não arrefeceu, como quer parecer alguns autores. Pelo contrário, o que vemos atualmente, é o acirramento do predomínio do sistema financeiro internacional. Grécia, Portugal, Espanha, EUA(tem gente comendo rato lá!...) e sabe-se lá quantos países mais.

No Brasil não é diferente. Fórmulas maquiavélicas são inventadas e implementadas todos os dias.

As populações anestesiadas pela explosão do consumo - justa, boa e necessária - não percebem os ataques ao serviço público. Podem achar até interessante, esses marajás cheios de benefícios, pensam elas. Naturalmente, esse raciocínio fora incutido nelas pela velha mídia, assecla do sistema financeiro.

O prejuízo em médio e longo prazos está por vir. Foi assim com a saúde, foi assim com escola pública e poderá ser assim com a previdência privada, ou você aposta suas fichas em um investimento de horizonte de 30-45 anos?!

Infelizmente, no Brasil, os partidos estão fazendo pouca diferença...(posts relacionados)

quinta-feira, 1 de março de 2012

O descaminho para um Estado nanico num país onde soberania já é palavrão

A impressão que passam é a de que a salvação da lavoura  está na imolação dos servidores públicos

“Ninguém quer o bem público que não está de acordo com o seu”.
Jean-Jacques Rousseau, escritor e filósofo (1712-1778)


No Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, médicos e funcionários mobilizam a comunidade para exigir contratação de concursados e condições de bom atendimento a um bairro com mais de 200 mil habitantes. Esses servidores dedicados  a mídia não mostra. Do blog do Pedro Porfírio.
    O pretexto para aprovar a limitação das aposentadorias dos servidores públicos e descarregá-los num fundo de direito privado é falso e reflete uma adesão imprudente a um modelo envergonhado de privatização do Estado, segundo uma escalada urdida no bojo do projeto de globalização e desmanche das fronteiras nacionais sob a égide do Banco Mundial.

    Pode não parecer à primeira vista, mas essas mudanças no âmbito previdenciário, entrelaçadas com a Emenda Constitucional que suprimiu o regime jurídico único e a estabilidade, estão criando um novo tipo de servidor público, o empregado temporário, vulnerável aos leilões eventuais do “mercado”.

    Em miúdos, desfiguram a personalidade natural do servidor público e transformam o Estado numa espécie de patrão desnaturado, forjando uma pálida relação sem mística e sem compromissos mútuos, com a desvantagem da alternância política de comandos.


Dizer que toda essa metamorfose administrativa só alcança os novos concursados é temerário. Neste momento, mudanças anteriores estão atingindo desfavoravelmente servidores antigos, cuja contagem do tempo de serviço e os limites de idade estão sendo afetados por outras variáveis, que prevêem “pedágios” com mais tempo na ativa do que os decorrentes das normas previstas. Continue lendo.