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sábado, 7 de fevereiro de 2015

Carta Maior: Defender a Petrobrás é defender o Brasil

Carta Maior: Defender a Petrobrás é defender o Brasil

As denúncias de corrupção devem ser apuradas, mas não podemos ser ingênuos: há poderosos interesses contrariados pelo crescimento da Petrobrás.

Federação Única dos Petroleiros

Há quase um ano o País acompanha uma operação policial contra evasão de divisas que detectou evidências de outros crimes, pelos quais são investigadas pessoas que participaram da gestão da Petrobrás e de empresas fornecedoras. A ação institucional contra a corrupção tem firme apoio da sociedade, na expectativa de esclarecimento cabal dos fatos e rigorosa punição dos culpados.

É urgente denunciar, no entanto, que esta ação tem servido a uma campanha visando à desmoralização da Petrobrás, com reflexos diretos sobre o setor de Óleo e Gás, responsável por investimentos e geração de empregos em todo o País; campanha que já prejudicou a empresa e o setor em escala muito superior à dos desvios investigados.

A Petrobrás tem sido alvo de um bombardeio de notícias sem adequada verificação, muitas vezes falsas, com impacto sobre seus negócios, sua credibilidade e sua cotação em bolsa. É um ataque sistemático que, ao invés de esclarecer, lança indiscriminadamente a suspeita sobre a empresa, seus contratos e seus 86 mil trabalhadores dedicados e honestos.

Assistimos à repetição do pré-julgamento midiático que dispensa a prova, suprime o contraditório, tortura a jurisprudência e busca constranger os tribunais. Esse método essencialmente antidemocrático ameaça, hoje, a Petrobrás e suas fornecedoras, penalizadas na prática, enquanto empresas produtivas, por desvios atribuídos a pessoas físicas.

Ao mesmo tempo, o devido processo legal vem dando lugar ao tráfico seletivo de denúncias, ofensivo à consciência jurídica brasileira, num ambiente de obscuridade processual que propicia a coação e até o comércio de testemunhos com recompensa financeira. Na aparente busca por eficácia, empregam-se métodos que podem – isto, sim – levar à nulidade processual e ao triunfo da impunidade.


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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Carta Maior [Saul Leblon]: Somos todos Manchetômetro!

Uma ferramenta, que está de volta. Da UERJ. Medirá os desmandos da manipulação midiática das nove famílias brasileiras que detém o oligopólio da imprensa

Carta Maior [Saul Leblon]: Somos todos Manchetômetro!

Tremei déspotas da primeira página: sua parcialidade voltou a ser medida e monitorada cientificamente pelo manchetômetro, site de monitoramento de mídia

Saul Leblon

No momento em que o conservadorismo captura o tema da liberdade de expressão para, mais uma vez, colocá-lo ao abrigo das suas conveniências, servindo-se agora da justa comoção causada pelo massacre terrorista contra o Charlie Hebdo, uma fresta se abre na esférica blindagem do oligopólio midiático brasileiro.


Reprodução

De dentro dela uma teimosia se levanta para  dizer:  ‘O Manchetômetro está de volta’. Tremei déspotas da primeira página e maestros das escaladas de uma nota só: sua parcialidade voltou a ser medida e monitorada cientificamente.

O site de monitoramento de mídia, criado por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) para avaliar a cobertura das eleições de 2014 fez tanto sucesso –entenda-se, incomodou tanto—que voltou à frente de batalha.

Espera-se que desta vez para ficar.

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sábado, 20 de dezembro de 2014

Diário de Notícias: Pyongyang propõe a Washington inquérito conjunto ao ataque contra a Sony

Uai, não teria sido o Imperador da Coreia do Norte?!...
 

Relacionado.
 
Diário de Notícias: Pyongyang propõe a Washington inquérito conjunto ao ataque contra a Sony


Agência Lusa

Pyongyang propôs hoje a Washington a realização de um inquérito conjunto sobre o ataque informático em massa contra o grupo Sony Pictures no final de novembro e assegurou não ter qualquer responsabilidade no sucedido.

"Tendo em conta que os Estados Unidos espalham alegações sem fundamento e nos difamam, nós propomos um inquérito conjunto", indicou o ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano. "Sem ir até à tortura como fez a CIA norte-americana, nós temos meios para provar que não temos nada a ver com este incidente", adiantou o ministério, citado pela agência oficial norte-coreana KCNA.

A Coreia do Sul também acusou hoje a Coreia do Norte de ser a responsável pelos ataques contra o grupo Sony Pictures, semelhantes a ataques similares aos sofridos por bancos e agências de notícias sul-coreanas no ano passado, que foram atribuídos a Pyongyang.

Seul indicou estar pronta a partilhar com Washington as informações "ligadas ao ataque informático contra a Sony" e a reforçar a cooperação internacional para enfrentar novas ameaças informáticas.

O Japão enviou a mesma mensagem. Um porta-voz do primeiro-ministro Shinzo Abe declarou que "o governo japonês comunica estreitamente com os Estados Unidos e defende a abordagem destes sobre esta questão", sem aludir diretamente aos ataques informáticos da Coreia do Norte.

O grupo Sony Pictures foi alvo no final de novembro de um ataque informático reivindicado pelo grupo de piratas informáticos GOP ("Guardians of Peace"), durante o qual inumeráveis informações foram roubadas e algumas divulgadas.

Continue lendo [página2] do DN de Portugal.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Observatório da Imprensa[Luciano Martins Costa]: Reescrevendo a História

Sempre a Velha e Podre mídia - VPm!

Observatório da Imprensa[Luciano Martins Costa]: Reescrevendo a História
 

Por Luciano Martins Costa em 15/12/2014 na edição 828

Os jornais de segunda-feira (15/12) tentam desqualificar o relatório da Comissão Nacional da Verdade, confundindo o quadro histórico sobre os crimes cometidos por agentes públicos com casos isolados de vítimas dos grupos armados que resistiram à ditadura. O criminalista José Paulo Cavalcanti, único integrante do comitê que não concordou com o relatório, se transforma em uma espécie de porta-voz do “outro lado”, aquele que é objeto da investigação.

O acirramento das posições políticas provocado pela disputa eleitoral e as contestações que se seguiram à divulgação do resultado das urnas criam o cenário propício à desinformação e a ambiguidades. Assim, questões que poderiam ser debatidas com transparência, permitindo à sociedade colocar uma lápide sobre as tumbas do período de exceção são reacendidas, dificultando o esclarecimento da questão central: nominar os agentes do Estado que cometeram tais crimes e, no limite de todas as possibilidades, revelar o destino dos desaparecidos, para que suas famílias possam finalmente encerrar o luto de décadas.

Esse talvez seja o divisor de valores entre aqueles que insistem em apurar os casos de prisões arbitrárias com torturas e mortes e os que, como o advogado Cavalcanti, misturam atos de indivíduos com políticas de Estado, ainda que subterrâneas.

Uns morreram porque financiavam a atividade repressiva, ou porque atuavam diretamente no conflito, e devem ser considerados protagonistas, e há as vítimas colaterais, que foram apanhadas no fogo cruzado ou eliminadas por agentes da repressão por haverem testemunhado execuções ilegais.

O debate, para ser correto, precisa considerar as circunstâncias de cada caso. Os familiares das vítimas de um lado tiveram direito aos funerais e ao luto. Os do outro lado foram impedidos de honrar seus mortos, e muitos ainda esperam pela confirmação do óbito – direito que lhes foi negado pelo Estado nacional sequestrado pelo poder militar.

Essa é a distinção que dá sentido à Comissão Nacional da Verdade e que coloca sob questionamento o efeito da anistia, imposta como condição para uma retirada honrosa das Forças Armadas do poder político.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

15º Dia – Julgamento do Mensalão Ao Vivo - TV Justiça - Ação Penal 470 STF - REFAZENDA2010-blog

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15º dia de julgamento, segunda-feira, 27/08/2012

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Início previsto: 14:00

Início às 14:28 

Intervalo de 30 minutos às 16:44

Retorno às 17:28

Término às 19:07. Nova sessão na quarta(29)

sábado, 25 de agosto de 2012

Carta Capital[Claudio Bernabucci]: A praga do “pensamento único”


A praga do “pensamento único”

Por Claudio Bernabucci

John K. Galbraith, um dos mais importantes economistas do século XX, pronunciou-se algumas vezes sobre a “imbecilidade dos capitalistas”. A observação factual da crise sistêmica que o mundo está vivendo, sem perspectiva de solução equilibrada dentro das regras existentes, levaria a pensar que a afirmação do economista canadense tivesse fundamento.

No entanto, do ponto de vista das ideias, devemos reconhecer que, nas últimas décadas, o capitalismo neoliberal teve a capacidade de exercer uma hegemonia ímpar sobre todas as atividades humanas. Sofisticados instrumentos teóricos e culturais permitiram a esta nova ideologia eliminar qualquer resistência e crítica significativas, a ponto de se configurar como um “pensamento único”. Só recentemente, diante dos graves escândalos no coração do sistema, este primado começou a ser posto em discussão de forma incisiva.

Já mencionamos a batalha de ideias em curso e a relação de forças existentes. Vale a pena reiterar que estamos assistindo a uma autêntica guerra global dentro do sistema capitalista, da qual o neoliberalismo sairá derrotado ou vencedor. No último caso, podemos estar certos: o que resta da democracia no planeta estaria seriamente comprometido. Neste quadro, a circulação das ideias em escala planetária é fundamental para a definição do resultado. Somente por meio da difusão de pensamentos plurais e antitéticos ao dominante, poderão ser conquistadas as mentes e os corações habilitados a criar uma nova civilização para superar as injustiças de um mundo onde minorias não eleitas decidem o destino de bilhões de seres humanos.

A ferramenta principal é a mídia. A livre difusão da internet – com a grave exceção da China –, apesar de limitada, permite uma informação de baixo para cima que tem aberto brechas importantes no monólito do pensamento único. Os jornais independentes sempre foram minoria e, na chamada grande imprensa, as vozes autônomas são escassas, relegadas aos espaços de debates: espécie de reserva indígena-intelectual, que visa demonstrar o pluralismo de um jornal, enquanto a informação transmitida em todas as outras páginas defende pura e simplesmente a ordem existente. Mundo afora, o cidadão é informado sobre a crise econômico-financeira de forma predominantemente mecanicista, tecnicista e distorcida. As causas principais das convulsões em curso são eludidas: in primis a desregulamentação insensata do sistema financeiro, origem de fraudes e falências.

As análises de economistas e jornalistas alinhados ao neoliberalismo, e que ainda são maioria, chegam de hábito a um beco sem saída, a um porto das névoas, quando tocam o tema “mercados”. Neste ponto, as dúvidas desaparecem, as perguntas se extinguem – Ipse dixit! – em obséquio aos inomináveis e onipotentes titereiros donos dos “mercados”.

Sendo assim, os cortes sociais realizados pelos governos europeus, alvos de ataques especulativos, são descritos mecanicamente como respostas obrigatórias, para satisfazer às exigências ou aos humores dos “mercados”. Obviamente, isso é feito sem informar quais grupos de interesses e forças concretas estão por trás dos tais “mercados”. As imponentes transferências de riquezas provocadas pela gangorra dos spreads ou negociatas das bolsas de valores, a existência de imensas fortunas escondidas nos “paraísos fiscais”, são fatos descritos de forma fria e tecnicista, incompreensível para o cidadão comum, oferecendo uma representação da realidade absolutamente surrealista, sem análise alguma sobre as causas e consequências.

A situação da mídia brasileira cabe perfeitamente neste quadro, com algum agravante. O “pensamento único” da chamada grande imprensa é bem mais extenso aqui do que em outros países de democracia madura. A esse aspecto acrescenta-se um partidarismo acentuado, unilateralmente antigovernamental, que contrasta com uma concepção da informação como serviço pluralista à cidadania. O governo brasileiro não pode ser isento de críticas, mas o mérito de ser um dos poucos no mundo que na última década conseguiram crescimento econômico e diminuição das desigualdades, deveria ser reconhecido em homenagem aos fatos.

Em suma, a opinião pública mundial padece de uma informação parcial ou distorcida, que esconde a realidade de um planeta onde a desigualdade sem freios e a avidez do lucro estão comprometendo as possibilidades de construir um futuro comum. Esta “cegueira” é na maioria das vezes fruto de partidarismo ideológico, que esconde interesses oligárquicos supranacionais; outras vezes é consequência da incapacidade de sair do esquema prefixado de pensar e agir. Para reverter esse quadro perigoso, é preciso que se difunda o pensamento crítico, hoje minoritário. O papel da mídia independente é de informar sobre os fatos e ideias que os outros não querem ou não podem contar. Origem.

Carta Maior[Saul Leblon]: Mídia: fila de espera na seção "Erramos"


Mídia: fila de espera na seção "Erramos"

1) Mídia: 'o chavismo fez da Venezuela o pior lugar da América Latina para se viver'; Fatos: a Venezuela é o país menos desigual da América Latina (Habitat-ONU);

2) Mídia: 'a xeonofobia e o populismo de Cristina Kirchner isolaram o país e afundaram sua economia'; Fatos: o investimento estrangeiro direto na Argentina cresceu no primeiro semestre acumulando um saldo de US$ 2,2 bi, 40% acima do registrado no mesmo período de 2011 (Banco Central argentino);

3) Mídia: 'o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) desviou dinheiro público em benefício próprio e para a compra votos' do mensalão; Fatos: as operações imputadas a João Paulo foram legais; a subcontratação de terceiros pela agência SMP&B, de Marcos Valério, que prestava serviços licitados à Câmara, é praxe no mercado; dos R$ 10,9 milhões pagos à SMP&B, R$ 7 milhões foram transferidos aos grandes grupos de comunicação para veiculação de publicidade: TV Globo (a maior fatia, R$ 2,7 milhões), SBT, Record, Abril, Folha e Estadão. (ministro Ricardo Lewandowski). Ou seja, os mesmos grupos de comunicação que sabiam da lisura do processo, lucraram com ele, martelavam a condenação do deputado.

4) Mídia: 'a carga' é intolerável e não se reflete nos serviços oferecidos'; Fatos: a arrecadação fiscal do Estado brasileiro é de US$ 3.797 per capita; a média dos países de G -7 é de US$ 11.811. Para ter recursos que permitissem oferecer serviços públicos de padrão europeu a receita (em sintonia com o PIB) teria que triplicar, o que só seria possível gravando os mais ricos, ao contrário do que apregoa o conservadorismo (dados FMI/FGV).

5) Mídia: 'O problema da saúde pública é de gestão'; Fatos: o gasto público per capta com saúde no Brasil é de US$ 320/ano; a média mundial é de US$ US$ 549/ ano; a dos países ricos é dez vezes maior que a brasileira (OMS-2012). Em tempo: em 2006, a conservadorismo logrou extinguir a cobrança da CPMF. Foram subtraídos R$ 40 bi em recursos à saúde pública, mesmo depois de o governo propor emenda vinculando indissociavelmente a receita CPMF ao orçamento da saúde pública. Origem.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

14º Dia – Julgamento do Mensalão Ao Vivo - TV Justiça - Ação Penal 470 STF - REFAZENDA2010-blog

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14º dia de julgamento, quinta-feira, 23/08/2012

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Início previsto: 14:00

Início às 14:30

Intervalo de 30 minutos às 16:25 

Retorno da sessão às 17:06

Sessão encerrada às 18:22.


O ministro Ricardo  Lewandowski absolveu João Paulo em três imputações. Adendo ao post de ontem, também condenado o ex-diretor do BB, Henrique Pizzolato.
O ministro também absolveu Marcos Valério em determinadas imputações. Idem aos outros dois sócios da DNA(peculato e corrupção ativa no episódio dos 50 mil a João Paulo).
Joaquim Barbosa disse que as questões apontadas pelo revisor encontram-se respondidas em seu voto. Debaterão na segunda(27). Seguiu-se uma pequena polêmica. Corrigindo, não tão pequena assim... Violento protesto de Lewandowski!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

13º Dia – Julgamento do Mensalão Ao Vivo - TV Justiça - Ação Penal 470 STF - REFAZENDA2010-blog

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13º dia de julgamento, quarta-feira, 22/08/2012

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Início previsto: 14:00

Início às  14:40

Retomada a sessão às 17:13, após o intervalo. 

Término às 19:20.

Lewandowski  condenou Marcos Valério duas vezes por peculato. Os outros dois sócios também(da DNA). Absolveu Gushiken.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Brasil247: Joaquim adianta o placar: 5 a 5. E escala Peluso


Joaquim adianta o placar: 5 a 5. E escala Peluso

Numa declaração surpreendente, o ministro Joaquim Barbosa antecipa o resultado do mensalão e explica por que defende a participação de Cezar Peluso no julgamento: “Empates já geraram impasses”. Em tese, a igualdade deveria favorecer os réus, mas o STF discutirá se realiza sessões extras para que Peluso possa bater o pênalti decisivo, como quer Gurgel

21 de Agosto de 2012 às 14:39

247 – O ministro Marco Aurélio Mello, macaco velho do Supremo Tribunal Federal, tinha razão. O fatiamento do julgamento do mensalão era uma manobra para manipular o quórum das votações. Ao dividir o processo em capítulos, Joaquim Barbosa abriu uma janela para que Cezar Peluso, que se antecipa em 3 de setembro, possa votar no julgamento de alguns réus. Nesta terça-feira, essa informação foi confirmada por dois personagens relevantes. O procurador-geral, Roberto Gurgel, afirmou que o STF não pode prescindir da “experiência” de Peluso em matéria penal. Mais explícito ainda foi o relator Joaquim Barbosa. Ele disse que, sem Peluso, o julgamento poderia terminar empatado em cinco a cinco. “Minha preocupação é com possibilidade de dar empate porque já tivemos em um passado recente empates que geraram impasses”.

Na prática, o relator antecipou o provável resultado do julgamento. Contam-se como votos contrários aos réus os do próprio Joaquim Barbosa, de Gilmar Mendes, Celso de Mello, Ayres Britto e Marco Aurélio Mello. Favoráveis aos réus seriam Dias Toffoli, Ricardo Lewandovski, Carmem Lúcia, Rosa Weber e Luiz Fux. Cezar Peluso desempataria o jogo em favor da tese da acusação. Daí a importância de sua participação tanto para Roberto Gurgel e como para Joaquim Barbosa, um ex-procurador que se transformou em juiz, mas que encampou, em seu voto, a tese da acusação.

Em julgamentos anteriores do Supremo Tribunal Federal, a dúvida favoreceu os réus. “In dubio, pro reo”, ensina a regra jurídica em latim. Na entanto, na próxima sessão do STF, marcada para esta quarta-feira, os ministros discutirão se realizam sessões extras para acelerar o julgamento e permitir que Peluso vote. Dos seus pés, poderá sair o chute da penalidade decisiva, mas essa discussão promete incendiar o STF na sessão de amanhã. Origem.

Bob Fernandes[TV Gazeta]: Bob Fernandes / Só o "Mensalão" acabou na justiça

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 Bob Fernandes / Só o "Mensalão" acabou na justiça
Imagens TV Gazeta no Youtube

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

12º Dia – Julgamento do Mensalão Ao Vivo - TV Justiça - Ação Penal 470 STF - REFAZENDA2010-blog

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12º dia de julgamento, segunda-feira, 20/08/2012

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Início previsto: 14:00 - Observação: sexta(17) não houve sessão.

Início às 14:34.


Intervalo às 16:32, previsão de 30 minutos.


Retorno às 17:26.


Sessão encerrada às 19:19. Nova sessão quarta-feira(22) às 14:00.

Joaquim Barbosa:  “Condeno Henrique Pizzolato por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Condeno Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach pela prática em coautoria dos crimes pecultao e corrupção passiva. Absolvo o réu Luiz Gushiken”.

A demanda dos advogados de defesa contra o "fatiamento" não foi considerada. Houve mais uma petição, também indeferida.

Quarta deve votar o ministro revisor.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

12º Dia – Julgamento do Mensalão Ao Vivo - TV Justiça - Ação Penal 470 STF - REFAZENDA2010-blog

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12º dia de julgamento, sexta-feira, 17/08/2012

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Início previsto: 14:00 - Não haverá sessão nesta sexta(17) - Atualização às 14:47.

Segunda a Folha: "Na próxima segunda-feira o julgamento será retomado com o voto do revisor, Ricardo Lewandowski,"

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

11º Dia – Julgamento do Mensalão Ao Vivo - TV Justiça - Ação Penal 470 STF - REFAZENDA2010-blog

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11º dia de julgamento, quinta-feira, 16/08/2012

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Início previsto: 14:00.

Início às 14:48.

Intervalo de 30 minutos às 16:22.

Retorno às 17:15. 

Término às 19:23. Nova sessão amanhã(17) às 14:00.

Polêmicas quanto à metodologia, entre o relator e o revisor, foram a tônica do dia. O Ministro Joaquim Barbosa continua lendo o seu voto nesta sexta.
 




quarta-feira, 15 de agosto de 2012

10º Dia – Julgamento do Mensalão Ao Vivo - TV Justiça - Ação Penal 470 STF - REFAZENDA2010-blog

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10º dia de julgamento, quarta-feira, 15/08/2012

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Início previsto: 14:00.


Início 14:13.

Intervalo de 30 minutos às 16:51.

Retorno às 17:31.

Término às  20:35. Nova sessão amanhã(16) às 14:00.

Superadas as preliminares, amanhã, o início da leitura do voto do Ministro Joaquim Barbosa.


 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

9º Dia – Julgamento do Mensalão Ao Vivo - TV Justiça - Ação Penal 470 STF - REFAZENDA2010-blog

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9º dia de julgamento, terça-feira, 14/08/2012

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Início previsto: 14:00


Início às 14:28. 

Intervalo de 30 minutos às 17:05. 

Retorno às 17:53.

Encerrada às 19:16. Nova sessão amanhã(15) às 14:00. 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

8º Dia – Julgamento do Mensalão Ao Vivo - TV Justiça - Ação Penal 470 STF - REFAZENDA2010-blog

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8º dia de julgamento, segunda-feira, 13/08/2012

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Início previsto: 14:00

Início às 14:26.

Intervalo de 30 minutos às 16:37. 

Retorno às 17:28. 

Encerramento às 19:15. Nova sessão amanhã(14) às 14:00.

Correio do Brasil: Mensalão foi mentira de Roberto Jefferson para derrubar José Dirceu, admite advogado

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Mensalão foi mentira de Roberto Jefferson para derrubar José Dirceu, admite advogado

O julgamento da Ação Penal 470, apelidado de ‘mensalão’ pela mídia conservadora, sofrerá nesta segunda-feira a sua maior reviravolta. Advogado do deputado cassado Roberto Jefferson, autor da denúncia de compra de votos por parte de um esquema audacioso, montado para que o Partido dos Trabalhadores (PT) permanecesse indefinidamente no poder, segundo a tese do ‘mensalão’, Luiz Francisco Corrêa Barbosa dirá à Superma Corte que tudo não passou de uma mentira, de uma invencionice de seu cliente. Os recursos entregues pelo PT ao PTB, no total de R$ 4 milhões, eram, na verdade, o cumprimento de um acordo para financiamento de campanhas municipais em 2004.

Corrêa Barbosa adiantou a sua linha de defesa do cliente em uma entrevista publicada neste domingo em um portal da internet. O advogado confessa que a tal mesada, supostamente paga a parlamentares, foi “objeto de coação”. Jefferson, que se dizia pressionado pelo partido, criou a palavra como figura retórica para se vingar de seus algozes. O segundo conceito é o caixa 2, como já admitido por réus, como Delúbio Soares. Com essa confissão pública, Jefferson derruba a tese central da peça de acusação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, estruturada em mais de cinco horas de leitura, no início do julgamento, sobre as mentiras do ex-parlamentar petebista.

Barbosa criticou, ainda, as falhas na denúncia de Gurgel. Segundo ele, a defesa do operador do ‘mensalão’, Marcos Valério, feita pelo advogado Marcelo Leonardo conseguiu desconstruir a tese do procurador-geral.

– A casa caiu! – exclamou, em entrevista ao portal iG.

Segundo o advogado, “ele (Leonardo) indicou provas em juízo, ao crivo do contraditório, que não são aquelas que indicou o procurador-geral (da fase pré-processual e em tese sem validade, conforme a defesa dos réus no processo). Essa ação penal vai terminar com um festival de absolvições porque não tem provas contra quase ninguém”. Barbosa também ratificou que Roberto Jefferson de fato recebeu R$ 4 milhões do PT. Na época, o PTB negociou com o PT a concessão de R$ 20 milhões. Segundo a defesa do petebista, esse dinheiro serviu para o custeio das campanhas municipais de 2004. A defesa de Jefferson nega que o depósito de R$ 4 milhões foi utilizado para a compra de apoio político do partido visando a aprovação da reforma da previdência.

– Não há um elemento de prova no processo a não ser a palavra dele (Roberto Jefferson) de que ele recebeu esses R$ 4 milhões – revela. Continue lendo.

sábado, 11 de agosto de 2012

Carta Maior[Saul Leblon]: Os sucateiros do Estado apoiam o funcionalismo?

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Os sucateiros do Estado apoiam o funcionalismo?

A greve de setores do funcionalismo público tem sido canibalizada com voragem por esferas do dispositivo midiático demotucano. Veículos e gargantas que se notabilizaram pelo aplauso esférico ao ciclo de privatizações promovido nos governos do PSDB, oferecendo à opinião pública um lubrificante ideológico ao desmonte do Estado, agora se esponjam no conflito entre as reivindicações dos grevistas e as respostas, inábeis, em certos casos, do governo.

Nesta sexta-feira, (10-08), o jornal Folha de São Paulo conseguiu desengavetar a palavra 'caos' para trazê-la de volta às manchetes e sapecar em letras garrafais na primeira página: ' Greve trava estradas e gera caos em Cumbica'. Isso para descrever uma operação padrão que atrasou vôos e gerou filas de caminhões em alfândegas. A soma de todos os engarrafamentos por certo equivale a um farelo do colapso permanente do trânsito em São Paulo, onde a competência tucana conseguiu o colosso de construir 1,5 km/ano de metrô em 17 anos no poder do Estado.

No sábado (11-08), o mesmo jornal que se notabilizou como sirene da retroescavadeira neoliberal tucana, carregou no tom desaforado e provocativo da chamada: 'Dilma diz a grevistas que tem outras prioridades'.

Disse mesmo?

Nas páginas internas, o ardiloso editor já se desmente e calça o exagero com outro título: 'Em meio a protesto, presidente diz querer serviço público de qualidade'. Na letra miúda do texto, lê-se o seguinte relato dos fatos: 'sem citar diretamente as greves a Presidenta disse que tem de olhar o que é mais importante no país (...) assegurar empregos para aquela parte da população que é a mais frágil, que não tem direito à estabilidade, que sofre porque pode e esteve, muitas vezes, desempregada'.

A Presidenta discursou por 12 minutos em Minas;foi vaiada por docentes, alunos e servidores de instituições federais de ensino, diz a Folha.Em seguida informa: eram 35.

A recomposição das carreiras, salários e efetivos no serviço público é uma prioridade da agenda progressista brasileira. Atacada por uma campanha implacável durante os dois primeiros governos do PT, ganhou margem de manobra ideológica com a crise da ordem neoliberal, que escancarou o risco suicida de se entregar a sociedade aos desígnios dos mercados, sem o contrapeso de um poder estatal eficiente e transparente.

Reduzir a despesa rentista com os juros, como tem feito o governo, é um passo importante para gerar folga orçamentária, capaz de beneficiar a educação, a saúde e a infraestrutura pública. Nada disso se fará sem uma atenção gêmea com carreiras, salários e efetivos qualificados, capazes de colocar planos e projetos de pé.

Não se trata de 'ideologismo estatizante'. O país vive uma situação kafkiana:'sobram' recursos públicos em algumas áreas sem que planos de investimentos consigam migrar das intenções para os canteiros de obras. Será difícil reordenar a macroeconomia brasileira sem novas empresas públicas que, a exemplo do que fazem os bancos estatais em seus segmentos, induzam o mercado a trabalhar pela sociedade.

A porta entreaberta pela desordem neoliberal exige ousadia. O mito da eficiência dos livres mercados trincou, mas terá que ser sepultado com instituições, recursos e desassombro. Ou o passado continuará a asfixiar o futuro, como se comprova na presente agonia da Europa sob o tacão ortodoxo.

Faltam recursos? A elite nativa que brada contra o 'impostômetro' ocupa o 4º degrau no pódium dos maiores sonegadores do planeta, com US$ 520 bilhões acantonados em paraísos fiscais.

O jornalismo que se engaja no apoio à greve dos servidores tem sido porta-voz militante da guerra contra 'a gastança estatal' desde 2003. Demonização e desqualificação do servidor constituem uma de suas armas preferidas. O objetivo é jogar a classe média contra tudo o que remete ao interesse público, atemorizando-a com o fantasma da 'derrama' arrecadatória, como se fosse possível pavimentar a convivência compartilhada sem solidariedade fiscal.

Foi assim, por exemplo, que se deformou o discernimento da sociedade para legitimar o corte de R$ 40 bilhões no orçamento da saúde pública brasileira com a extinção do CPMF, em 2007. Em seguida, a mídia isenta discorre sobre o 'caos' no atendimento público.

O mesmo se fez --e se faz-- contra os programas sociais nucleados em torno do Bolsa Família. Eles equivalem a apenas 0,47% do PIB e fornecem um piso de renda a 25% da população, expandindo o mercado interno em plena crise mundial. Mas a atenção prioritária do jornalismo é com os 'desvios' do programa pinçados com lupa.

O Instituto Teotônio Vilela, insuspeito think tank do PSDB, repõe em um texto recente a verdade dos fatos ao elencar os dados e a posição do conservadorismo sobre a questão do serviço público, hipocritamente dissimulada na cobertura da greve do funcionalismo: "Em 2010, o gasto da União com pessoal atingiu R$ 183,3 bilhões. Isso equivale a mais de R$ 500 milhões por dia. Em 2002, havia sido de R$ 75 bilhões, em valores correntes. O salto registrado ao longo do governo petista foi astronômico: em termos nominais, isto é, sem considerar a inflação, as despesas cresceram 144%. Em valores reais, o ganho do funcionalismo foi de 56%, ou seja, muito acima da elevação do custo de vida no período. Não há quem seja contra um Estado que preste melhores serviços à população.

Para tanto, é importante remunerar bem o servidor, motivá-lo e preservá-lo nas carreiras públicas. Mas a questão é saber se a sociedade está disposta a arcar com os custos desta política, uma vez que ao crescimento da folha sempre corresponde a cobrança de mais tributos".
(ITV- nCARTAS DE CONJUNTURA ITV – Nº 74 – ABRIL/2011). Origem.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

7º Dia – Julgamento do Mensalão Ao Vivo - TV Justiça - Ação Penal 470 STF - REFAZENDA2010-blog

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7º dia de julgamento, sexta-feira, 10/08/2012

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Início previsto: 14:00

Início às 14:32.

Intervalo de 30 minutos às 17:15. 

Retorno às 17:5.

Término às 18:58. Nova sessão na segunda(13) a partir das 14:00.