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sábado, 3 de dezembro de 2022

Opinião: O jogo de ontem (02/12/2022)

O jogo de ontem (02/12/2022)

Brasil x Camarões

Casa de um Sem Teto

O jogo contra Camarões, na minha opinião, deixou claro que em Copa do Mundo não existe lugar para experiências! A Copa, para os brasileiros, principalmente em um quadro caótico que nos encontramos, é um lenitivo de extrema urgência! Ultrapassa as quatro linhas, e ademais, daqui para frente não se pode errar!

Lute no Hoje em Dia
03/12/2022 - REFAZENDA2010

sábado, 12 de novembro de 2022

Opinião (Hora do Almoço): Assim não dá para concorrer!

Assim não dá para concorrer!

Dizem que uma foto vale mais do que mil palavras. Digo eu, uma charge vale mais do que dez mil! Mas tem algumas que chegam a valer quase um livro. Portanto, o texto, quase sempre perde!

Nando Motta no Brasil247, também aqui

'Pobre de direita' - Duke no Dom Total, também aqui.

12/11/2022 - REFAZENDA2010

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

247 - Renato Aroeira: Niara contra a desigualdade

Renato Aroeira: Niara contra a desigualdade

247 - Nando Motta: O tal mercado

Nando Motta: O tal mercado

Opinião (Hora do Almoço): O Velho Liberalismo de sempre

O Velho Liberalismo de sempre

Imagem Brasil de Fato
Ontem (10/11), Lula fez um brilhante discurso de cunho social. Inflamado na forma, mas extremamente lúcido e responsável no conteúdo! Aí, o Mercado ficou nervosinho; e para eles, que os pobres se lasquem!

11/11/2022 - REFAZENDA2010

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Chegou pelo WhatsApp 661 mais R7

Chegou pelo WhatsApp 661 mais R7


 

R7: 'Todos sabem que não tem recurso', diz relator do Orçamento antes de reunião com Alckmin

..." "Todos sabem que não tem recurso para Farmácia Popular, foram cortados recursos da saúde indígena, dos imunobiológicos e das vacinas. O Orçamento já é deficitário por si próprio ..." "

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Editorial: São Sempre os Mesmos

São Sempre os Mesmos

Doria lançou sua candidatura e começou da pior maneira possível: quer privatizar a Petrobras, ou o que sobrou dela (Moro também). A teoria econômica do Neoliberalismo já é quase totalmente repelida no mundo inteiro, mas por aqui insistem nesse embuste!

Acreditar que os preços dos derivados do petróleo irão cair com uma privatização é no mínimo ingenuidade!

04/02/2022 - REFAZENDA2010

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

REFAZENDA2010 blog - Matérias Especiais e Artigos Selecionados 9

Matérias Especiais e Artigos Selecionados 9

["... Governo articula vasto ataque a direitos sociais históricos – e precisa disfarçá-lo com dinheiro. ..."]
26/08/2020 - Outras Palavras: Por que o pacote Bolsonaro-Guedes patina


["... Ao contrário do que indica uma caricatura, o funcionalismo público brasileiro não é formado, em sua maioria, por marajás ou por burocratas encastelados ..."]
26/08/2020 - Le Monde Diplomatique Brasil: Reforma Administrativa: da caricatura às reais necessidades da burocracia

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual: Mobilização em defesa da Petrobras cresce em todo o país

Rede Brasil Atual: Mobilização em defesa da Petrobras cresce em todo o país

Após evento de ontem na Associação Brasileira de Imprensa com a presença do ex-presidente Lula, novos atos reúnem lideranças pela soberania nacional e contra criminalização da política

por Eduardo Maretti, da RBA

São Paulo – Estão crescendo no país as manifestações de apoio à Petrobras vinculadas à defesa da soberania nacional. Após o ato de ontem (25) na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, com a presença de lideranças expressivas da sociedade civil, o secretário de Relações Internacionais da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antonio de Moraes, destaca a expansão do movimento. “Começa a tomar corpo uma consciência maior de que é fundamental não permitirmos a paralisação da Petrobras, como garantia da soberania do país e a importância da empresa para o desenvolvimento brasileiro.”

O dirigente ressalta várias iniciativas e mobilizações que começam a ser programadas e realizadas em todo o país. Uma delas é a que o Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro, promoveu no fim da tarde e início da noite de hoje. Foi a primeira reunião formal da Aliança pelo Brasil em Defesa da Soberania Nacional. O ato promovido pela entidade mostra que as mobilizações já ultrapassam a esfera dos petroleiros e trabalhadores.

O evento, chamado “Aliança pelo Brasil em defesa da engenharia e da soberania nacionais”, contou com representantes da CUT, União Nacional dos Estudantes, Sindicato dos Petroleiros do RJ, além do ex-ministro de Ciência e Tecnologia Roberto Amaral e o ex-senador Saturnino Braga. O presidente da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro, Wadih Damous, representou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Carta Maior [Saul Leblon]: A mão da rua

Em sucessivos plebiscitos, a população islandesa decidiu deixar a banca quebrar, estatizou a sobra e colocou banqueiros na cadeia.

por: Saul Leblon

A Islândia é uma nação diminuta perto do Brasil, uma espécie de Santa Catarina de gelo, com população menor que a de Jundiaí. Apenas 320 mil habitantes.

Se é possível dizer que essas características lhe dão flexibilidade para soluções impensáveis aos ‘baleias’ -- viver de turismo e pesca, por exemplo -- também é verdade que o seu poder de barganha é infinitamente menor.

Guiar-se pelo imperativo dos mercados seria o previsível no seu caso, deixando-se levar de forma mais ou menos passiva pela maré dos interesses graúdos que dominam a cena global.

Não foi o que ocorreu na crise de 2008.

Driblar a fatalidade de uma receita de arrocho em condições de estresse econômico e político extremo, eis aí uma dimensão que conecta as singularidades dessa ilha polar às urgências dos trópicos nos dias que correm.

A crise mundial de 2008 pegou a economia e a sociedade islandesa no contrapé de uma vulnerabilidade extrema, confrontando-a, entre outros, com interesses bancários britânicos, alemães e holandeses.

A Islândia não tinha mais nada a perder – e isso não é retórico. A banca do país mergulhara de cabeça na farra financeira da década e havia acumulado o equivalente a uma dúzia de PIBs em operações e compromissos tornados impagáveis do dia para a noite.

Quando a ciranda parou de girar com a explosão da bolha imobiliária nos EUA, os credores externos – bancos europeus —  quiseram  empurrar a fatura para a população.

A ideia era transformar a Islândia num duto conectado à central de sucção da finança global, que assim resolveria  a sua parte no imbróglio escalpelando a sociedade -- como de fato tem sido feito com vários outros países.

O pagamento seria em moeda sonante e em espécie:  alguns milhares de dólares per capita em impostos, cortes de gastos,  privações, privatizações, demissões e o que mais fosse necessário para servir ao principal e aos juros por longos dez anos a quinze anos.

A nota dissonante suficientemente conhecida é que a população islandesa não concordou.

Em vez de se entregar à mastigação ela resolveu ajustar a engrenagem a seu favor, e não aos desígnios da banca ou de seus acionistas.

Ao recusar o matadouro inverteu a sentença: em sucessivos plebiscitos, a população decidiu deixar a banca quebrar, estatizou a sobra e colocou banqueiros na cadeia.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Carta Maior [Blog do Emir]: A Espanha de volta

Carta Maior [Blog do Emir]: A Espanha de volta

A cara da crise social está sempre nas ruas espanholas e o destino da Europa e da esquerda europeia depende hoje do Syriza e do Podemos.

por Emir Sader

De volta à Espanha, quando a Espanha de volta. Ficam para trás os tempos tristes de um país aplastado pelas politicas de austeridades impostas pelo Psoe e aprofundadas pelo PP. Para trás a situação de um povo indefeso diante do consenso bipartidista que induzia para as profundezas do país as políticas da Troika.

Da indignação à disputa de hegemonia em um pais com uma longa e linda trajetória de esquerda, mas que ao mesmo tempo também sofreu golpes muito duros. Entre eles a passagem da resistencia dos socialistas à Otan à adesão à Otan. A mesma resistência do governo de Zapatero a aderir à política de austeridade e a vergonhosa adesão, à que não faltou sequer Obama declarando que havia telefonado no dia anterior a Zapatero, como que confessando que foi a ultima palavra de pressão, a que cedeu o governo do Psoe.

Até não muito tempo, as notícias que chegavam da Espanha eram ruins ou péssimas. Entre o nível imoral de desemprego, incluindo o dado escandaloso do desemprego entre os jovens, até a exclusão dos direitos elementares, antes de tudo dos mais frágeis, incluindo a grande maioria imigrantes, que haviam construído com suas mãos o boom econômico – em grande parte da construção civil – do período imediatamente anterior à recessão atual.

A situação social não melhorou, mesmo se o governo divulgue que, estatisticamente, o pior do momento da recessão já haveria ficado pra trás. A cara da crise social está sempre nas ruas: jovens e idosos pedindo esmola, caixões de lixo como fonte de algo útil para um monte de gente em plenas grandes cidades, comércios fechados, muita gente sem ter o que fazer vagando pelas ruas e praças.

Mas desta vez aflorou uma imensa crise de representação politica e os dos partidos tradicionais, reponsáveis pela crise, se enfraquecem aceleradamente. O que outras forças da esquerda não tinham conseguido, o Podemos está conseguindo: construir uma força própria da esquerda, alternativa ao PP e ao PSOE.

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual: Para empregados da CEF, abertura de capital satisfaz apenas interesses privados

Rede Brasil Atual: Para empregados da CEF, abertura de capital satisfaz apenas interesses privados

Representantes dos trabalhadores do banco apontam que manter-se integralmente público é o caminho para evitar as mesmas especulações que mantêm setor financeiro em crise desde 2008

por Redação da RBA

São Paulo – Para os empregados da Caixa Econômica Federal (CEF), o balanço da empresa em 2014, divulgado na última quinta-feira (12), é mais um claro indicativo a contrariar a tese de abertura de capital da instituição, como vem sendo ventilado pela mídia tradicional desde o fim do ano passado. Entre as informações destacadas do balanço anual, o saldo das operações de crédito atingiram R$ 605 bilhões, sendo quase R$ 340 bilhões na área habitacional. O lucro líquido foi de R$ 7,1 bilhões.

"Números como estes mostram que o banco continua ganhando espaço no mercado", conclui o presidente da Federação Nacional dos Empregados da CEF (Fenae), Jair Pedro Ferreira.

No ano passado, o banco ampliou sua carteira em cerca de 6 milhões de novos clientes, o que fez o número de correntistas e poupadores chegar a 78,3 milhões. A Caixa é a responsável ainda por administrar atualmente mais de 132 milhões de contas ativas do FGTS.

Para a Fenae, os dados deixam claro a quem interessa que a empresa deixe de ser integralmente pública. "Enquanto o mercado financeiro acumula perdas desde a crise de 2008, a Caixa tem 'atropelado' o setor privado, incomodando e despertando a cobiça. De janeiro a dezembro, o banco injetou quase R$ 700 bilhões na economia do país, o que corresponde a aproximadamente 13,4% do PIB. Tudo isso significa que a Caixa 100% pública é o melhor modelo para os brasileiros", argumenta Ferreira.

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual: Hereda afirma que é contra a abertura de capital da Caixa

Rede Brasil Atual: Hereda afirma que é contra a abertura de capital da Caixa

Presidente do banco diz que se trata de opinião pessoal, mas diz ter discutido intensamente o assunto com a presidenta Dilma, que reconhece o papel social e estratégico da Caixa para o Brasil

por Paulo Donizetti de Souza, da RBA

São Paulo – O presidente da Caixa, Jorge Hereda, afirmou que é contra a abertura de capital da Caixa, como foi cogitado no final do ano pelo governo. Há 154 anos, a União é o único controlador da instituição financeira. Durante entrevista coletiva concedida hoje (12) em São Paulo para divulgar dados do balanço de 2014, Hereda ressalvou tratar-se de sua posição pessoal, mas admitiu ter discutido intensamente o assunto com a presidenta Dilma Rousseff. Segundo ele, a presidenta tem plena noção do papel social do banco e de sua importância estratégica para o país, sobretudo por seu potencial de promoção de políticas anticíclicas em meio à instabilidade econômica global.

“A questão é: no Brasil, cabe ou não cabe uma instituição financeira 100% público? Em minha opinião, cabe”, disse. Segundo o executivo, diante da situação instável da economia mundial, é muito importante dispor de um instrumento capaz de liderar políticas anticíclicas de enfrentamento da crise. “Algum analista econômico já calculou qual teria sido o PIB do país se os bancos públicos tivessem se comportado como os bancos privados nos últimos anos?”, questionou. Para ele, no sistema bancário brasileiro, muito concentrado, os bancos públicos impõem uma “concorrência” que não seja movida “à base da busca pelo lucro exacerbado levada às últimas consequências”.

Jorge Hereda enfatizou ainda que sua posição não é movida por preconceito contra o capital privado ou por opção ideológica. “É questão de lógica, é 100% racionalidade”, defendeu. “A presidenta tem total noção papel social do banco como agente de políticas públicas e está levando isso em consideração.” A decisão mais provável a ser tomada, pelo que se pode apurar da faça de Hereda, é que seja aberta à capitalização a área de seguros da Caixa, a qual já tem a participação de agentes privados – o banco público controla 52% de sua empresa de seguros e vê na abertura de capital a possibilidade de ampliar sua participação no mercado brasileiro e, em contrapartida, ampliar a participação dos resultados do segmento de seguros no balanço global da instituição.

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