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sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Editorial (Hora do Almoço): Mobilização máxima!

Mobilização máxima!

Miguel Paiva no Brasil247

Faltando pouquíssimos dias para o segundo turno, o que se vê é uma explosão de ofensas, mentiras e boatos - as Fake News. Há que se ter estômago de avestruz, pois a vontade de vomitar é enorme.

O TSE parece titubear, ou alguns de seus membros, e as consequências já esbarram em Lula. Dizem os loucos: Censura!

Aliado a este quadro dantesco, continua a compra deslavada de votos, com benesses aos mais pobres, mas que custarão muito caro a partir do dia seguinte...

O nível de promessas é tão grande que teremos que construir mais uma ou duas Casas da Moeda...

Até ações meritórias como a liberação de transporte para o dia da eleição, pode ser utilizada de maneira sectária pelos prefeitos: aquele bairro não, este outro sim, e por aí vai!

O que nos resta é esclarecer, denunciar e convencer!

Não podemos esmorecer!

21/10/2022 - REFAZENDA2010

sábado, 12 de março de 2022

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Informativo: Covid-19 140-b

Covid-19 140-b

Óbitos (dados oficiais) desta quinta/19: 979 total: 572.641; pelo Consórcio de Imprensa: 1.030 e 572.733.

19/08/2021 - REFAZENDA2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Matérias Especiais e Artigos Selecionados 359

Matérias Especiais e Artigos Selecionados 359

 

["Não tem mais dúvida sobre qual será a tática de Bolsonaro: a mesma usada por Trump. 03 foi aos EUA aprender tudinho."]
16/08/2021 - The Intercept Brasil - Nova visita de Eduardo Bolsonaro a Bannon escancarou: vai ter tumulto nas eleições de 2022

 

["Fundamentalistas estão às portas de Cabul. Seu retorno assombra mulheres e dissidentes religiosos e políticos. Os EUA guerrearam 20 anos, gastaram US$ 2,3 tri e deixam metade da população na miséria. Haverá um sinal maior de seu declínio?"]
15/08/2021 - Outras Palavras: A volta do Talibã e o Ocidente sem rumo

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Notícias do Dia Sexta-feira 16/10/2020

Notícias do Dia Sexta-feira 16/10/2020

["Dezenas de pessoas se aglomeram em uma fila que dobra o quarteirão no centro de São Paulo. Em meio à pandemia do novo coronavírus, o distanciamento social é desrespeitado e muitos não usam máscara"]
06:16 - BBC Brasil: 'São mais e mais famílias pedindo': as filas por comida na cidade mais rica do país

06:21 - 247: Senadores criticam afastamento de parlamentar do dinheiro na cueca e avaliam salvá-lo da cassação, como fizeram com Aécio

["Cientista-chefe da entidade afirma que, embora um imunizante eficaz contra a covid-19 deva estar disponível já em 2021, grupos de risco terão prioridade na vacinação."]
06:31 - DW Brasil: Jovens saudáveis só deverão ser vacinados em 2022, prevê OMS 

07:07 - Reuters: Casos de coronavírus nos EUA passam de 8 milhões com aumento de infecções por todo país

10:41 - Tijolaço: A ilusão do “fim da pandemia”

11:03 - Estado de Minas - COVID-19: Estudo da OMS aponta 'evidências conclusivas' de ineficácia da hidroxicloroquina 

12:14 - Carta Maior: Clipping Internacional - 16/10/2020

13:23 - Vi o Mundo: Apesar do “agro é pop” na Globo, depois do golpe contra Dilma fome disparou e hoje atinge 10,2 milhões

domingo, 1 de março de 2015

Rede Brasil Atual: 'Se avizinha um momento de confronto', diz Rosa Cardoso

Rede Brasil Atual: 'Se avizinha um momento de confronto', diz Rosa Cardoso

Para a advogada, componente destacada da Comissão Nacional da Verdade, existem semelhanças entre período da ditadura e dias atuais

por Eduardo Maretti, da RBA

São Paulo – Componente destacada da Comissão Nacional da Verdade, que encerrou os trabalhos em dezembro de 2014, a advogada Rosa Cardoso comentou ontem (27), na Assembleia Legislativa paulista, que existem semelhanças entre as conjunturas dos dias atuais e do período em que oficialmente vigorou a ditadura civil-militar no Brasil, entre 1964-1985. É possível identificar o período iniciado em 1964 com o que “está acontecendo hoje”, disse.

“Há uma tentativa de entregar a Petrobras, acabar com a economia segundo uma visão nacional, e fragmentar cada vez mais o movimento sindical. É parecido com 1964”, disse, em audiência na Comissão da Verdade do Estado de São Paulo Rubens Paiva sobre a colaboração de grandes empresas com os órgãos da repressão.

No entanto, para Rosa, existe uma diferença importante, pelo fato de que a globalização não estava tão desenvolvida há meio século. Na opinião da advogada, as forças populares estão começando a entender a gravidade da conjuntura.

“Estamos chegando a um momento de compreensão pela população de que ou estamos de um lado, ou de outro. Se avizinha um momento de confronto. O movimento sindical está sofrendo ataques, mas foi para a rua fazer a defesa de Dilma, independentemente das centrais sindicais.”

Para Rosa Cardoso, a saída é a mobilização dos movimentos social e sindical. “No Parlamento e na mídia, essa discussão está perdida.”

Origem.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual: Mobilização em defesa da Petrobras cresce em todo o país

Rede Brasil Atual: Mobilização em defesa da Petrobras cresce em todo o país

Após evento de ontem na Associação Brasileira de Imprensa com a presença do ex-presidente Lula, novos atos reúnem lideranças pela soberania nacional e contra criminalização da política

por Eduardo Maretti, da RBA

São Paulo – Estão crescendo no país as manifestações de apoio à Petrobras vinculadas à defesa da soberania nacional. Após o ato de ontem (25) na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, com a presença de lideranças expressivas da sociedade civil, o secretário de Relações Internacionais da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antonio de Moraes, destaca a expansão do movimento. “Começa a tomar corpo uma consciência maior de que é fundamental não permitirmos a paralisação da Petrobras, como garantia da soberania do país e a importância da empresa para o desenvolvimento brasileiro.”

O dirigente ressalta várias iniciativas e mobilizações que começam a ser programadas e realizadas em todo o país. Uma delas é a que o Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro, promoveu no fim da tarde e início da noite de hoje. Foi a primeira reunião formal da Aliança pelo Brasil em Defesa da Soberania Nacional. O ato promovido pela entidade mostra que as mobilizações já ultrapassam a esfera dos petroleiros e trabalhadores.

O evento, chamado “Aliança pelo Brasil em defesa da engenharia e da soberania nacionais”, contou com representantes da CUT, União Nacional dos Estudantes, Sindicato dos Petroleiros do RJ, além do ex-ministro de Ciência e Tecnologia Roberto Amaral e o ex-senador Saturnino Braga. O presidente da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro, Wadih Damous, representou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual [Mauro Santayana]: A dança dos bilhões e o interesse nacional

Rede Brasil Atual [Mauro Santayana]: A dança dos bilhões e o interesse nacional

MPF quer cobrar das empresas dez vezes mais do que o dinheiro efetivamente desviado da Petrobras até agora

por Mauro Santayana

O Ministério Público Federal acaba de propor que se multe as empresas envolvidas com a Operação Lava Jato em mais de R$ 4 bilhões, quando o dinheiro efetivamente desviado comprovadamente ainda não chegou a R$ 400 milhões. Querem criar a figura de danos morais coletivos, além de multas, para chegar a mais ou menos R$ 10 pagos pelas empresas para cada real desviado. Caso essa tese prospere, vão quebrar todas as empresas, e transformar em sucata centenas de bilhões de dólares em refinarias, portos, navios, complexos petroquímicos, plataformas de petróleo que já estão sendo interrompidos e provavelmente serão abandonados com a demissão – que começou no Sul – de milhares de trabalhadores.

A pergunta é a seguinte: os R$ 4 bilhões cobrados vão conseguir cobrir esses incalculáveis prejuízos do ponto de vista humano, econômico e estratégico ?

Fazer isso equivaleria a incendiar a embarcação, com a tripulação – da qual faz parte também o Judiciário – e os passageiros, a centenas de quilômetros da costa, para se livrar dos ratos que estão no navio.

É preciso, como já dissemos antes, sobre o mesmo tema, punir os culpados, sem fazer o mesmo com a nossa estrutura produtiva, em um das poucas áreas em que ainda conseguimos fazer alguma coisa além de soja e proteínas. Essas empresas precisam, pelo menos, para o bem do Brasil, concluir os projetos que estão em andamento, mas, uma a uma, já estão se inviabilizando, por falta de financiamento e da interrupção de pagamentos pela Petrobras, conforme o script de sabotagem geral contra o governo.

Isso, sem essas multas que nunca foram aplicadas, antes, nessa mesma proporção, em outros escândalos. Com elas vamos regredir 15 anos em petróleo e gás, e na construção naval, demitindo milhares de trabalhadores, e voltar aos anos 1990.

Origem.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Carta Maior [Blog do Emir]: A Espanha de volta

Carta Maior [Blog do Emir]: A Espanha de volta

A cara da crise social está sempre nas ruas espanholas e o destino da Europa e da esquerda europeia depende hoje do Syriza e do Podemos.

por Emir Sader

De volta à Espanha, quando a Espanha de volta. Ficam para trás os tempos tristes de um país aplastado pelas politicas de austeridades impostas pelo Psoe e aprofundadas pelo PP. Para trás a situação de um povo indefeso diante do consenso bipartidista que induzia para as profundezas do país as políticas da Troika.

Da indignação à disputa de hegemonia em um pais com uma longa e linda trajetória de esquerda, mas que ao mesmo tempo também sofreu golpes muito duros. Entre eles a passagem da resistencia dos socialistas à Otan à adesão à Otan. A mesma resistência do governo de Zapatero a aderir à política de austeridade e a vergonhosa adesão, à que não faltou sequer Obama declarando que havia telefonado no dia anterior a Zapatero, como que confessando que foi a ultima palavra de pressão, a que cedeu o governo do Psoe.

Até não muito tempo, as notícias que chegavam da Espanha eram ruins ou péssimas. Entre o nível imoral de desemprego, incluindo o dado escandaloso do desemprego entre os jovens, até a exclusão dos direitos elementares, antes de tudo dos mais frágeis, incluindo a grande maioria imigrantes, que haviam construído com suas mãos o boom econômico – em grande parte da construção civil – do período imediatamente anterior à recessão atual.

A situação social não melhorou, mesmo se o governo divulgue que, estatisticamente, o pior do momento da recessão já haveria ficado pra trás. A cara da crise social está sempre nas ruas: jovens e idosos pedindo esmola, caixões de lixo como fonte de algo útil para um monte de gente em plenas grandes cidades, comércios fechados, muita gente sem ter o que fazer vagando pelas ruas e praças.

Mas desta vez aflorou uma imensa crise de representação politica e os dos partidos tradicionais, reponsáveis pela crise, se enfraquecem aceleradamente. O que outras forças da esquerda não tinham conseguido, o Podemos está conseguindo: construir uma força própria da esquerda, alternativa ao PP e ao PSOE.

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual: Para empregados da CEF, abertura de capital satisfaz apenas interesses privados

Rede Brasil Atual: Para empregados da CEF, abertura de capital satisfaz apenas interesses privados

Representantes dos trabalhadores do banco apontam que manter-se integralmente público é o caminho para evitar as mesmas especulações que mantêm setor financeiro em crise desde 2008

por Redação da RBA

São Paulo – Para os empregados da Caixa Econômica Federal (CEF), o balanço da empresa em 2014, divulgado na última quinta-feira (12), é mais um claro indicativo a contrariar a tese de abertura de capital da instituição, como vem sendo ventilado pela mídia tradicional desde o fim do ano passado. Entre as informações destacadas do balanço anual, o saldo das operações de crédito atingiram R$ 605 bilhões, sendo quase R$ 340 bilhões na área habitacional. O lucro líquido foi de R$ 7,1 bilhões.

"Números como estes mostram que o banco continua ganhando espaço no mercado", conclui o presidente da Federação Nacional dos Empregados da CEF (Fenae), Jair Pedro Ferreira.

No ano passado, o banco ampliou sua carteira em cerca de 6 milhões de novos clientes, o que fez o número de correntistas e poupadores chegar a 78,3 milhões. A Caixa é a responsável ainda por administrar atualmente mais de 132 milhões de contas ativas do FGTS.

Para a Fenae, os dados deixam claro a quem interessa que a empresa deixe de ser integralmente pública. "Enquanto o mercado financeiro acumula perdas desde a crise de 2008, a Caixa tem 'atropelado' o setor privado, incomodando e despertando a cobiça. De janeiro a dezembro, o banco injetou quase R$ 700 bilhões na economia do país, o que corresponde a aproximadamente 13,4% do PIB. Tudo isso significa que a Caixa 100% pública é o melhor modelo para os brasileiros", argumenta Ferreira.

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domingo, 15 de fevereiro de 2015

Outras Palavras: Depois do consumismo, o quê?

Outras Palavras: Depois do consumismo, o quê?

A grande ferramenta de controle social da pós-modernidade está em crise. Mas para superá-la, não bastam discursos. O decisivo é reinventar experiências e laços sociais

Por George Monbiot | Tradução: Inês Castilho

Uma mulher entra numa grande loja de varejo. Sufocada pelas prateleiras abarrotadas, música melosa, cartazes de ofertas, consumidores indiferentes que perambulam pelos corredores, ela e é levada a gritar – repentinamente e para seu próprio espanto. “Isso é tudo o que existe?” Um funcionário sai de seu posto e vem até ela: “Não, minha senhora. Tem mais coisas em nosso catálogo.”

Essa é a resposta que recebemos para tudo – a única resposta. Podemos ter perdido nossos vínculos, nossas comunidades e nossa noção de sentido e valor, mas sempre haverá mais dinheiro e objetos com que substituí-los. Agora que a promessa evaporou, o tamanho do vazio torna-se compreensível.

Não que a velha ordem moderna fosse necessariamente melhor: era ruim de modo diferente. Hierarquias de classe e gênero esmagam o espírito humano tão completamente quanto a fragmentação. A questão é que o vazio preenchido com lixo poderia ter sido ocupado por uma sociedade melhor, construída sobre apoio mútuo e conectividade, sem a estratificação asfixiante da velha ordem. Mas os movimentos que ajudaram a quebrar o velho mundo foram favorecidos e cooptados pelo consumismo.

A individualização, resposta necessária à conformidade opressiva, é capturável. Novas hierarquias sociais, construídas em torno de bens que dão status, e consumo compulsivo tomaram o lugar da velha. O conflito entre individualismo e igualitarismo, ignorado por aqueles que ajudaram a quebrar as velhas normas e restrições opressivas, não se resolve por si mesmo.

De modo que nos encontramos perdidos no século 21, vivendo num estado de desagregação social que dificilmente alguém desejou, mas emerge de um mundo que depende do aumento do consumo para evitar o colapso econômico, saturado de publicidade e enquadrado pelo fundamentalismo de mercado. Habitamos um planeta que nossos ancestrais achariam impossível imaginar: 7 bilhões de pessoas padecendo de solidão epidêmica. É um mundo feito por nós, mas que não escolhemos.

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