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domingo, 1 de março de 2015

Rede Brasil Atual: 'Se avizinha um momento de confronto', diz Rosa Cardoso

Rede Brasil Atual: 'Se avizinha um momento de confronto', diz Rosa Cardoso

Para a advogada, componente destacada da Comissão Nacional da Verdade, existem semelhanças entre período da ditadura e dias atuais

por Eduardo Maretti, da RBA

São Paulo – Componente destacada da Comissão Nacional da Verdade, que encerrou os trabalhos em dezembro de 2014, a advogada Rosa Cardoso comentou ontem (27), na Assembleia Legislativa paulista, que existem semelhanças entre as conjunturas dos dias atuais e do período em que oficialmente vigorou a ditadura civil-militar no Brasil, entre 1964-1985. É possível identificar o período iniciado em 1964 com o que “está acontecendo hoje”, disse.

“Há uma tentativa de entregar a Petrobras, acabar com a economia segundo uma visão nacional, e fragmentar cada vez mais o movimento sindical. É parecido com 1964”, disse, em audiência na Comissão da Verdade do Estado de São Paulo Rubens Paiva sobre a colaboração de grandes empresas com os órgãos da repressão.

No entanto, para Rosa, existe uma diferença importante, pelo fato de que a globalização não estava tão desenvolvida há meio século. Na opinião da advogada, as forças populares estão começando a entender a gravidade da conjuntura.

“Estamos chegando a um momento de compreensão pela população de que ou estamos de um lado, ou de outro. Se avizinha um momento de confronto. O movimento sindical está sofrendo ataques, mas foi para a rua fazer a defesa de Dilma, independentemente das centrais sindicais.”

Para Rosa Cardoso, a saída é a mobilização dos movimentos social e sindical. “No Parlamento e na mídia, essa discussão está perdida.”

Origem.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual: Mobilização em defesa da Petrobras cresce em todo o país

Rede Brasil Atual: Mobilização em defesa da Petrobras cresce em todo o país

Após evento de ontem na Associação Brasileira de Imprensa com a presença do ex-presidente Lula, novos atos reúnem lideranças pela soberania nacional e contra criminalização da política

por Eduardo Maretti, da RBA

São Paulo – Estão crescendo no país as manifestações de apoio à Petrobras vinculadas à defesa da soberania nacional. Após o ato de ontem (25) na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, com a presença de lideranças expressivas da sociedade civil, o secretário de Relações Internacionais da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antonio de Moraes, destaca a expansão do movimento. “Começa a tomar corpo uma consciência maior de que é fundamental não permitirmos a paralisação da Petrobras, como garantia da soberania do país e a importância da empresa para o desenvolvimento brasileiro.”

O dirigente ressalta várias iniciativas e mobilizações que começam a ser programadas e realizadas em todo o país. Uma delas é a que o Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro, promoveu no fim da tarde e início da noite de hoje. Foi a primeira reunião formal da Aliança pelo Brasil em Defesa da Soberania Nacional. O ato promovido pela entidade mostra que as mobilizações já ultrapassam a esfera dos petroleiros e trabalhadores.

O evento, chamado “Aliança pelo Brasil em defesa da engenharia e da soberania nacionais”, contou com representantes da CUT, União Nacional dos Estudantes, Sindicato dos Petroleiros do RJ, além do ex-ministro de Ciência e Tecnologia Roberto Amaral e o ex-senador Saturnino Braga. O presidente da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro, Wadih Damous, representou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual-> Stédile: direita quer Alckmin 2018 e prefere sangrar Dilma a impeachment

Rede Brasil Atual-> Stédile: direita quer Alckmin 2018 e prefere sangrar Dilma a impeachment

Líder do MST afirma que o poder econômico, ao exercer sua hegemonia na política e na economia do país, está degenerando a república e a democracia

por Paulo Donizetti de Souza, da RBA

São Paulo – Os meios de comunicação formam um time organizado e vão empregar todas as suas armas para manter o governo da presidenta Dilma Rousseff no córner nos próximos anos. A observação é do economista João Pedro Stédile, uma das principais lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). “Eu não acredito em impeachment”, diz.

De acordo com o ativista, a direita brasileira pode até usar essa ferramenta como uma das armas para promover o desgaste do governo e do PT, mas prefere investir numa operação de “sangramento” de Dilma e do partido para eleger Geraldo Alckmin (PSDB) legitimamente em 2018. “Se conseguir elegê-lo com ampla maioria (como fizeram na eleição de São Paulo agora), e retomar o poder pelo voto, quem vai conseguir fazer oposição a ele depois? Nem ‘são Lula’”, argumentou Stédile, durante visita ao Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região nesta segunda-feira (9).

O governador de São Paulo parece saber disso. E não quer correr riscos. Nos últimos dias, segundo informações ventiladas a partir das redações dos principais veículos da imprensa corporativa, o tucano já teria iniciado corpo a corpo junto às direções dos jornais para se queixar do fato de seu governo ter sido alvo de noticiário negativo, diante do agravamento da crise hídrica no estado mais rico da federação. Não será de estranhar se a cobertura de Globo, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo, voltem a adotar uma dosimetria mais parcimoniosa com o tucano, a exemplo do período pré-eleitoral do ano passado, quando a blindagem da imprensa sobre escândalos do governo paulista – dos contratos com empreiteiras à omissão na crise da água – contribuiu de maneira decisiva para uma reeleição tranquila do governador.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Brasil Debate-> O dilema do PSDB: social democracia ou direita?

Brasil Debate-> O dilema do PSDB: social democracia ou direita?

Distanciado da origem social democrata, o PSDB adotou o receituário inspirado no Consenso de Washington, abraçou explicitamente o moralismo da velha UDN em 2010 e em 2014 saiu das urnas fortalecido à direita

Ricardo L. C. Amorim e Keila C. G. Rosa
 

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) nasceu quando o PMDB deixava de representar a aliança contra a ditadura e transformava-se, aos poucos, em uma força política indefinida. Naquele fim dos anos 1980, quando surgiu, o PSDB personificou a esperança de organizar uma alternativa social democrata em meio ao conjunto das forças políticas que emergiam no País.

Suas alianças e estratégia permitiram que, já em 1994, o partido chegasse à Presidência da República com a promessa de dar continuidade ao Plano Real, fundamental esforço de combate a inflação.

O controle de inflações elevadas, todavia, implica custos e redistribuição de renda. O governo do PSDB escolheu, então, os perdedores, os que pagariam a conta: os trabalhadores (1).

Foram os anos de liberalização da economia com abertura comercial (sem contrapartidas), privatização de empresas (em processos questionados), redução do papel do Estado (desarticulando e minando órgãos) e ênfase sobre a regulação (enfraquecendo políticas estratégicas de Estado).

O capital, por sua vez, pouco sofreu, pois o Governo Federal propôs uma rota de fuga para a multiplicação do dinheiro. Foi o período das incrivelmente elevadas taxas de juros, em que a compra de um papel da dívida pública garantia alto rendimento com baixíssimo risco.

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domingo, 14 de dezembro de 2014

Saul Leblon[Carta Maior]: Matar, picar e salgar a Petrobras

Antônio Cruz / EBC
Antônio Cruz / EBC


Lucidez para se ver!

11/12/2014 00:00 - Copyleft

Saul Leblon: Matar, picar e salgar a Petrobras



Não se mira a lisura na gestão pública. Fosse isso o clamor da faxina viria associado à defesa da reforma política e do pré-sal. O alvo é outro.

por: Saul Leblon



A emoção da Presidenta Dilma na cerimônia de entrega do Relatório da Comissão da Verdade, nesta 4ª feira, condensa camadas de angústia de quem conheceu de perto o horror de ser mastigada por forças incontroláveis.

O chão tinto de sangue do banheiro onde foi jogada após as sessões de tortura ficou impregnado na memória da jovem ativista de 19 anos.

Presa em 1970, ela foi manuseada por quase três anos na máquina de sadismo que matou 434 pessoas no Brasil, perseguiu milhares de outras, submeteu a sociedade a um regime de arrocho, terror, censura e medo.

As lágrimas incontidas desta 4ª feira, miravam o passado dos que foram supliciados como ela; o eterno presente dos familiares dos desaparecidos, ‘que sofrem como se eles morressem de novo, e sempre, a cada dia’; mas também, é muito provável, carregavam a angústia da chefe da nação diante da encruzilhada brasileira atual.

O sonho dos vivos e dos mortos desafia a mulher madura que hoje se prepara para assumir o segundo mandato presidencial e sabe o quanto é imperativo manter uma nação a salvo de forças incontroláveis.

Sabe, sobretudo, que elas não se manifestam mais apenas na forma do totalitarismo policial. -
A supremacia do poder financeiro no século XXI pode sequestrar o destino de uma nação através de fluxos financeiros à paisana.

E impor a sua vontade, interditos históricos, e os mesmos custos sociais de um Estado ditatorial.

O passado, o presente e o futuro se entrecruzam nesse momento a evidenciar que o Brasil vive um divisor nessa história.

Um ciclo de expansão se esgotou, um outro pede para ser construído.

Pendências novas e antigas se misturam em meio a um cenário mundial adverso.

A variável determinante passa pela velocidade imprevista da transição chinesa.

A sensação de que tudo está despencando não é fora de propósito.

É como se o mastro que ancorava a lona da economia global de repente afundasse.

O motor asiático investia, em média, cerca de 45% do PIB e importava outros 10% em matérias-primas para saciar sua fornalha.

O velocímetro do seu crescimento recuou de 11% para perto de 7% ao ano.

O ritmo da freada sugere que poderá recuar ainda mais.

O tranco derruba as cotações das commodities nos cinco continentes.

As agrícolas estão em média 15% abaixo do piso declinante de 2013. O custo barril de petróleo ficou 40% mais barato desde junho.

Caiu mais um pouco nesta 4ª feira.

O freio de arrumação vai desativar poços ineficientes que flutuavam sobre uma demanda a US$ 120/barril.

O canal externo da economia nos países exportadores de óleo, metais e alimentos foi comprimido.

Em muitos deles, estreitou-se a margem de manobra de políticas associadas a um projeto de desenvolvimento com repartição de renda.

A descrição se encaixa nas características do modelo em curso na América Latina, pilotado por um colar de governos progressistas que mudou a geopolítica regional.

Em 2014, pela primeira vez em dez anos, segundo a OCDE, o PIB médio da região terá um crescimento inferior à expansão, já medíocre, prevista para as economias ricas: poderá situar-se abaixo de 1,5%.

O Brasil será atingido pela queda nas cotações e no volume dos embarques de minérios e grãos. Mas também de produtos manufaturados vendidos a parceiros latino-americanos em idêntico apuro.

O raciocínio não vale para o caso da Petrobrás.

Sobretudo, não vale para o pré-sal, que opera com tecnologia de ponta e risco zero em cada poço, sendo viável a partir de um barril em torno de  U$45/50.

A escala gigantesca das reservas é outro diferencial quando cálculos de amortização de custos tem que ser refeitos.

O número mais comedido estima em 45 bilhões de barris o total recuperável das reservas descobertas a seis mil metros da superfície, no fundo do oceano. Estimativas não descabidas falam em algo como o dobro disso.

O fato é que o pré-sal oferece o melhor horizonte de desenvolvimento para a indústria de petróleo no mundo.

A taxa que mede isso mostra que ele garante 88% de óleo recuperável sobre o total existente, contra 75% na Arábia Saudita, 65% na Rússia e 55% nos EUA.

O avanço do xisto norte-americano mexe com a demanda mundial, mas não altera o trunfo das vantagens comparativas, que inclui o domínio brasileiro da tecnologia de ponta em águas profundas.

O conjunto compõe o chão firme sobre o qual se desenvolve o maior projeto de investimento empresarial do planeta na atualidade.

Repita-se: o maior plano de investimento em curso no século XXI, feito por uma única corporação, é o da Petrobras.

Algo em torno de U$ 200 bilhões de dólares serão aplicados pela estatal em exploração e produção, entre 2014 e 2018.

Cerca de US$ 12 bilhões de dólares terão que ser financiados no mercado internacional.

Caso o mergulho das commodities ganhe a parceria de uma elevação nas taxas de juros nos EUA, o custo desse financiamento poderá impor algum freio no ritmo da exploração.

Mas não a ponto de inviabilizar as suas referências estratégicas de longo prazo.

Entre elas inclua-se a insubstituível necessidade de uma oferta estável de petróleo para que a humanidade possa realizar a transição rumo a energias renováveis, sem atropelos de abastecimento ou explosão de custos.

O pré-sal e o seu modelo de regulação soberana, acoplado à exigência de conteúdo nacional, continuam a figurar como o bilhete premiado do desenvolvimento brasileiro.

Mais que isso.

Talvez representem o derradeiro impulso industrializante capaz de rejuvenescer a sua base competitiva, garantindo o excedente necessário à finalidade social do crescimento.

O tesouro não contradiz, antes explica a angústia que talvez tenha contribuído para a demonstração incomum de emotividade da Presidenta da República na cerimônia da Comissão da Verdade.

A exploração conservadora dos casos de corrupção dentro da empresa pode inviabilizar esse trunfo contracíclico no momento em que a China desacelera, a Europa deflaciona e a recuperação norte-americana se faz com elevada desigualdade social.

Fomentar uma crise de confiança no país para atingir o governo Dilma é a estratégia do terceiro turno em marcha.

Desqualificar a Petrobrás, e o projeto de desenvolvimento que ela pilota, é a pedra basilar do mutirão graúdo.

Não se mira a lisura na gestão do dinheiro público.

Fosse isso o clamor da faxina viria associado à defesa da reforma política, do pré-sal e do que ele significa para o crescimento, a educação e a saúde.

O alvo é outro.

Trata-se de usar o pé-de-cabra da corrupção para derrubar um governo, e escancarar portas que permitam ao capital estrangeiro servir-se do pré-sal como um banco de sangue na transfusão requerida pela riqueza papeleira.

A angústia estampada no rosto crispado da Presidenta da República nesta quarta-feira refletia o desfile dos vivos e dos mortos; mas também do sonho brasileiro que os mobilizou.

O risco de vê-lo escapar é real.

A curetagem conservadora pode anular a alma de uma nação se conseguir convencê-la a rastejar por debaixo de suas possibilidades históricas.

A Petrobras sozinha representa mais de 10% de todo o investimento brasileiro em 2014, estimado em insuficientes 18,5% do PIB.

As empreiteiras associadas ao esquema de corrupção da estatal, segundo cálculos rápidos do economista Luiz Gonzaga Belluzzo, estariam ligadas a um conjunto de obras em diferentes setores que somariam quase a metade da taxa de investimento prevista para o ano.

‘É importante o rigor com os envolvidos na corrupção; mas as empresas, a exemplo da Petrobras, e assim como se faz nos EUA, não podem ser inviabilizadas. Há um risco real de paralisar o país’, diz Belluzzo que discorda da orientação ministerial de sua amiga, ex-aluna e Presidenta da República.

Um aperto fiscal e monetário agora, pondera o economista, reforça a ameaçadora dinâmica do estrangulamento recessivo: ‘Tínhamos que reagir com um forte investimento público, mas cedemos ao senso comum’, diz com desacordo: ‘É como se coisas movessem os humanos e não o contrário. A hierarquia só será recomposta quando o desemprego bater nas ruas’.

O conservadorismo opera diuturnamente para reforçar essa coisificação da economia e assim sepultar qualquer disposição para enfrentar dogmas e interditos.

O matadouro é visível até a um bife a Camões.

Trata-se de espremer Dilma e tanger o  PT, obrigando-os a pensar pequeno.

Pensar um futuro menor que o país.

Uma segunda gestão de Dilma menor que as possibilidades e urgências da Nação.

Com um programa menor que a ponte necessária para saltar da prostração ao discernimento de um pacto feito de prazos, salvaguardas, reformas e metas críveis de crescimento.

Se pensar pequeno, o Brasil corre o risco de caber no projeto conservador.

E emergir do outro lado na lista dos desaparecidos da Comissão da Verdade, com um adendo:
‘O sonho da democracia social brasileira’.

Não é impossível que a Presidenta Dilma tenha vislumbrado esse risco na cerimônia de hoje.

A ver.

Origem.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

TV Gazeta: Bob Fernandes / Bolsonaro e “ativistas pela ditadura” são a linha de frente do fascismo!

Relacionado.

Rede Brasil Atual: CUT e Marcha Mundial das Mulheres pedem cassação de deputado

Fascismo e machismo têm limite. Apologia ao crime, mais ainda! A Câmara Federal tem que tomar uma providência e urgente!

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A ex-ministra Maria do Rosário, novamente insultada por Bolsonaro: basta! - Presidência da República - Arquivo
Rede Brasil Atual: CUT e Marcha Mundial das Mulheres pedem cassação de deputado

Entidades cobram medida do Congresso Nacional contra Jair Bolsonaro (PP-RJ), que disse que não estupraria a deputada Maria do Rosário 'por ela não merecer'

por Redação RBA publicado 10/12/2014 16:48, última modificação 10/12/2014 18:55

São Paulo – A CUT e a Marcha Mundial das Mulheres manifestaram hoje (10), por meio de nota, "repúdio e indignação" ao discurso proferido na véspera pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), no Congresso Nacional, durante sessão que tratava dos direitos humanos. Ao verificar que a deputada Maria do Rosário (PT-RS) estava saindo do plenário, após haver discursado em defesa da punição aos militares que cometeram crimes durante a ditadura no país, Bolsonaro irritou-se e disse: “Fica aí, Maria do Rosário. Há poucos dias tu me chamou de estuprador no salão verde e eu falei que não iria estuprar você porque você não merece. Fica aqui para ouvir”. Ele continuou sua fala fazendo críticas às ações da ministra e desqualificando as políticas de direitos humanos dizendo que estas só defendem bandidos, marginais, sequestradores e até corruptos.


Segundo a nota, esse posicionamento expressa a misoginia e o machismo desse indivíduo: “Evidencia que [o deputado] se sente tão impune sem nenhuma preocupação em expressar a possibilidade de cometer um crime hediondo. Fato como esse faz com que não seja necessário enumerar os argumentos para afirmar que o Congresso Nacional não deve ter em seus membros pessoas com esse tipo de visão e comportamento. O papel do Legislativo deve ser justamente de propor políticas que combatam a violência e por isso é inadmissível ser conivente e cúmplice dessa violência. Por isso a exigência democrática e republicana é a imediata cassação do seu mandato”.

Origem.


Atualização às 23:34 dessa quinta-feira, 11 de novembro de 2014 

Brasil 247: Ideli vai à PGR e pede cassação de Bolsonaro

Atualização às 20:17 dessa sexta-feira, 12 de novembro de 2014

Agência Brasil: CUT e movimento de mulheres querem responsabilizar Bolsonaro criminalmente  
 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Caros amigos->Breno Altman: Paralisia do governo Dilma facilita o golpismo

Não se tem a menor dúvida disso, o difícil é entender a razão...

Caros amigos->Breno Altman: Paralisia do governo Dilma facilita o golpismo

Paralisia do governo Dilma facilita o golpismo

Por Breno Altman
Do Opera Mundi

A aprovação de mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentárias, obtida no final da madrugada desta quinta-feira (4), não sustou ou debilitou a escalada conservadora.

Apesar da vitória parlamentar, evitando explosão de uma crise fiscal no colo da presidente, como era desejo da oposição de direita, o governo segue acuado.

Os partidos conservadores, associados à velha mídia, tomam carona na manipulação de denúncias provenientes da Operação Lava Jato e tentam manter o oficialismo sob fogo cerrado.

Os sinais do caráter golpista da estratégia opositora são evidentes.

Mesmo que suas principais lideranças ainda considerem insuficientes as condições políticas e jurídicas para abrir processo de impedimento, as operações de desgaste e sabotagem não escondem o propósito desestabilizador.

Não há surpresa no comportamento do PSDB e o resto da matilha, a bem da verdade. Durante a campanha já era evidente, pelo discurso de alguns próceres, que a aliança reacionária se jogaria de corpo e alma no enfrentamento.

Nunca esconderam a intenção de deslegitimar a presidente, empurrá-la contra as cordas e, se possível, abortar o mandato conferido pelas urnas.

Tampouco deixam dúvidas sobre o plano de desconstruir o PT e o ex-presidente Lula antes das eleições de 2018.

O que espanta é a inação governista desde o final de outubro.

Apesar de resoluções combativas, o petismo parece tomado pela apatia e o cansaço político. A reclamar do golpismo, por infração às regras democráticas, mas sem adotar comportamento resoluto e massivo, capaz de interromper as tramoias.

A tomada das galerias do parlamento por um punhado de delinquentes remunerados, durante a votação da LDO, foi simbólica desta política de guarda-baixa.

Por que o PT e o PC do B não convocaram sua militância para ocupar as arquibancadas do parlamento, em defesa da proposta do governo?

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Nassif [M. Paiva]: Relatório da PEC 215 pode ser votado sob suspeita de ter sido elaborado pela CNA

Sempre avançam sobre os direitos dos menores...

Relatório da PEC 215 pode ser votado sob suspeita de ter sido elaborado pela CNA
 

MPAIVA

qua, 03/12/2014 - 09:20

Sugestão de M.Paiva

do Instituto Socioambiental


Novo relatório da PEC 215 pode ser votado amanhã sob suspeita de ter sido elaborado pela CNA

do Instituto Socioambiental


Novo relatório da PEC 215 pode ser votado amanhã sob suspeita de ter sido elaborado pela CNA

Em escutas telefônicas do Ministério Público, líder de associação de produtores rurais diz que funcionário da CNA precisava ser pago para elaborar parecer sobre projeto que visa paralisar oficialização de Terras Indígenas e Unidades de Conservação

Na tarde desta quarta (3/12), pode ser votado numa Comissão Especial da Câmara o novo relatório da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215. Segundo diálogos gravados pelo Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF), o projeto teria sido elaborado por um suposto funcionário da maior organização de produtores rurais do País ao custo de R$ 30 mil.

Em ligação interceptada legalmente, em agosto, Sebastião Ferreira Prado, líder da Associação de Produtores Rurais de Suiá-Missu (Aprossum), menciona a intenção de pagar a quantia a um assessor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para produzir o novo parecer da PEC 215.

A proposta transfere do Executivo para o Congresso a tarefa de aprovar a oficialização de Terras Indígenas (TIs), Unidades de Conservação e territórios quilombolas. Por causa da força ruralista no parlamento, na prática vai significar a paralisação definitiva da formalização dessas áreas.

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Mas tem amigo e colega nosso que previu a derrocada do rio45 em janeiro de 2012, JT Palhares, após o foguete Marina, JT já não acreditava. Mas nós, sim!

Nassif: Como os santos protetores de Minas abandonaram Aécio




Luis Nassif

Aécio Neves não foi talhado para as grandes aventuras políticas. Essa vocação exige dedicação integral.

Nem sempre é necessário abdicar da vida pessoal. Em meio ao trabalho estafante de construir a nova etapa da indústria nacional e Brasilia, Juscelino Kubitscheck arrumava tempo para as serestas e para agradáveis encontros diários em final de expediente.

No gabinete parlamentarista, Tancredo Neves e San Tiago Dantas trabalhavam pesado até o final da tarde. Depois, trancavam-se na sala de um deles, abriam o uísque e relaxavam em boa companhia.
João Baptista Figueiredo dava escapulidas de madrugada. E Jânio Quadros fugia do turbilhão de Brasilia em um apartamento discreto do Rio, emprestado pelo amigo Julio Barbero. Na fase de maior pressão, que antecedeu a renúncia, ficou vários dias com uma das mais belas atrizes da história.
Mas, em todos esses casos, o exercício da política era a atividade central. O relaxamento era a hora do recreio.

Aécio inverteu. Herdou um nome e uma legenda e só recentemente pareceu abrir mão da vida pessoal. Antes, sua vida  havia sido um eterno recreio com alguns intervalos para a política.

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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Vi o Mundo: Intelectuais assinam manifesto contra Joaquim Levy e Kátia Abreu no segundo mandato de Dilma

Também se insurge o jornalista Pedro Porfírio, amigo da REFAZENDA2010, desde à censura imposta pela SEF/MG! Aqui!



Vi o Mundo: Intelectuais assinam manifesto contra Joaquim Levy e Kátia Abreu no segundo mandato de Dilma


publicado em 24 de novembro de 2014 às 20:17

 
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Manifesto em Defesa do Programa Vitorioso nas Urnas, contra Joaquim Levy e Kátia Abreu
sugerido por Igor Felippe

A campanha presidencial confrontou dois projetos para o país no segundo turno. À direita, alinhou-se o conjunto de forças favorável à inserção subordinada do país na rede global das grandes corporações, à expansão dos latifúndios sobre a pequena propriedade, florestas e áreas indígenas e à resolução de nosso problema fiscal não com crescimento econômico e impostos sobre os ricos, mas com o mergulho na recessão para facilitar o corte de salários, gastos sociais e direitos adquiridos.

A proposta vitoriosa unificou partidos e movimentos sociais favoráveis à participação popular nas decisões políticas, à soberania nacional e ao desenvolvimento econômico com redistribuição de renda e inclusão social.

A presidenta Dilma Rousseff ganhou mais uma chance nas urnas não porque cortejou as forças do rentismo e do atraso e sim porque movimentos sociais, sindicatos e milhares de militantes voluntários foram capazes de mostrar, corretamente, a ameaça de regressão com a vitória da oposição de direita.

A oposição não deu tréguas depois das eleições, buscando realizar um terceiro turno em que seu programa saísse vitorioso. Nosso papel histórico continua sendo o de derrotar esse programa, mas não queremos apenas eleger nossos representantes políticos por medo da alternativa.

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domingo, 23 de novembro de 2014

Ricardo Kotscho [dica do Nassif]: 60 anos depois, cerco a Dilma lembra Getúlio

O golpismo prospera, mas não irão conseguir!

Publicado em 22/11/14 às 11h13

60 anos depois, cerco a Dilma lembra Getúlio

ioopkosad 60 anos depois, cerco a Dilma lembra Getúlio

Se a presidente Dilma Rousseff já terminou de ler o último volume da trilogia de Lira Neto sobre Getúlio Vargas, editado pela Companhia das Letras, deve ter bons motivos para ficar preocupada nesta entressafra entre o seu primeiro e o segundo governo.

Talvez isso explique a indecisão dela para anunciar os integrantes da nova equipe econômica, como demonstrou a dança de nomes cogitados para o Ministério da Fazenda nesta semana que chega ao fim, mantendo o suspense no ar.

Era este o livro que a presidente carregava na mão ao descer do helicóptero no Alvorada, quando retornou a Brasília, depois de alguns dias de folga numa praia da Bahia, logo após sua vitória apertada na eleição de 26 outubro.

É neste terceiro volume que o brilhante jornalista cearense Lira Neto mostra o cerco formado por forças civis, militares e midiáticas contra Getúlio Vargas, que começou antes da sua posse, e botou fogo no país, na segunda metade do seu governo constitucional (1951-1954), levando-o a se matar com um tiro no peito.

Dilma não é Getúlio, eu sei, o Brasil e o mundo não são os mesmos de 60 anos atrás, mas há muitas circunstâncias e personagens bem semelhantes nestes distintos períodos da vida nacional.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Vi o Mundo: Senadores Alencar, Serra, Anastasia, Caiado e Katia Abreu na lista dos que receberam doações de empresas da Lava Jato

Senadores Alencar, Serra, Anastasia, Caiado e Katia Abreu na lista dos que receberam doações de empresas da Lava Jato,  aqui.


Nassif: Gilmar dá mais um passo em direção ao terceiro turno

 Esperneio da direita fascista e egoísta! Não vê nada, não enxerga nada. E o Poder Central calado!


Gilmar dá mais um passo em direção ao terceiro turno



Jornal GGN - Ontem, o Ministro Gilmar Mendes convocou técnicos do Tribunal de Contas da União, da Receita Federal e do Banco Central para se debruçarem na análise das contas de Dilma Rousseff.
As investigações serão tanto das contas do comitê de campanha, como da própria candidata Dilma Rousseff, segundo informações do blogueiro Fernando Rodrigues. Há uma montanha de documentos para serem analisados.

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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Editorial da REFAZENDA2010-blog: LEDO ENGANO



LEDO ENGANO

Ouvindo rádio em trânsito infernal e sem prestar muita atenção, vem uma jornalista qualquer a entrevistar um dos filhos do humorista Chico Anysio. O mais brilhante, e mais elétrico também! Ouvi falarem que o País vive uma onda de Macartismo.

Pensei, tomaram jeito? E fui ouvindo o rumo da conversa. Falavam sim, de patrulhamento nas redes sociais...

Mas o tom da rádio é de oposição ferrenha, o tempo todo; e não é a cbn, mas sim, a band-news!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Agência Brasil: Banco Central: atividade econômica cresce 0,4% em setembro

Uai, não está tudo tão ruim?!

Agência Brasil: Banco Central: atividade econômica cresce 0,4% em setembro

  • 17/11/2014 09h31
  • Brasília
Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil Edição: José Romildo


A atividade econômica apresentou crescimento de 0,4% em setembro, percentual já dessazonalizado (ajustado para o período). É o terceiro mês consecutivo em que o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado hoje (17), registra aumento. Em julho, o crescimento dessazonalizado foi 1,5%. Em agosto, houve alta de 0,27%

Na comparação com agosto de 2013, o índice apresenta queda dessazonalizada de 0,24%.No acumulado do ano, em valores já ajustados, houve aumento de 0,01% na atividade econômica. Considerando os últimos 12 meses, o aumento do IBC ficou em 0,6%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.

Origem.

Vi o Mundo: A “batalha do impeachment” em andamento: Congresso sob suspeição não ajuda a direita

Tá bom, jus esperniandi...

Vi o Mundo: A “batalha do impeachment” em andamento: Congresso sob suspeição não ajuda a direita

publicado em 17 de novembro de 2014 às 9:38
caras

por Luiz Carlos Azenha

A batalha do impeachment está em andamento antes mesmo de termos acesso aos desdobramentos da Operação Lava Jato, que desmontou o megaesquema de corrupção na Petrobras. Antes mesmo que se saiba o destino dos R$ 9 bilhões que teriam sido desviados, sempre segundo a mídia. Se as empreiteiras envolvidas tinham contratos de R$ 95 bilhões com a empresa, isso significa que como um todo a propina andava na casa dos 10%. Quem embolsou? Se a pretensão é mesmo ir fundo no caso, basta agora seguir o dinheiro.

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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Agência Brasil: Dólar encosta em R$ 2,60 e fecha no maior nível desde abril de 2005

A direita nervosa e ensandecida continua causando estragos! Bolsa nesta quinta, 13/11/2014: -2,14% a 51.846 pontos.





Agência Brasil: Dólar encosta em R$ 2,60 e fecha no maior nível desde abril de 2005

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli
Em alta pelo segundo dia seguido, a moeda norte-americana encostou em R$ 2,60 e voltou a fechar no maior valor em nove anos. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 2,595, com alta de 1,2%. O valor é o mais alto desde 18 de abril de 2005, quando a cotação tinha fechado em R$ 2,609.

O dia foi marcado pela volatilidade no mercado financeiro. No início da manhã, a cotação estava praticamente estável, mas a alta acelerou a partir das 14h. Por volta das 15h, a moeda chegou a ultrapassar R$ 2,60, mas diminuiu a alta perto do fim da sessão. O dólar acumula alta de 4,68% em novembro e de 10,47% no ano.

De acordo com analistas, a incerteza em relação à troca de ministros para o segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff tem provocado turbulências no mercado financeiro. A instabilidade é agravada pelo cenário externo, principalmente depois que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano, encerrou o programa de injeções de dólares na economia mundial motivado pela recuperação do emprego nos Estados Unidos.

O dólar não tem caído apesar de o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) ter aumentado a taxa Selic (juros básicos da economia) para 11,25% ao ano. Em tese, os juros domésticos mais altos ajudam a derrubar o dólar porque ampliam a diferença das taxas brasileiras em relação às dos Estados Unidos, tornando o Brasil mais atrativo para os aplicadores internacionais.

Na Bolsa de Valores, a quinta-feira também teve perdas. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou a sessão com recuo de 2,14%. As ações da Petrobras, as mais negociadas, caíram 3,61% e puxaram a queda.

Origem e imagem: Agência Brasil

domingo, 1 de julho de 2012

Carta Maior[Mauro Santayana]: A direita se assanha contra o Mercosul

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A direita se assanha contra o Mercosul
 
A FIESP decidiu contratar o ex-embaixador Rubens Barbosa como seu pensador político e porta-voz corporativo. O diplomata, conhecido por sua posição francamente neoliberal, vem combatendo com insistência, a política externa brasileira. Mas, pelo que parece, está prestando mau serviço à indústria de São Paulo, que tem, na Venezuela, um excelente mercado comprador.

Mauro Santayana

Em artigo famoso, Assis Chateaubriand qualificou, há 60 anos, os industriais de São Paulo de seu tempo, reunidos na FIESP e no Centro das Indústrias do Estado, como os fazedores de crochê. A FIESP decidiu contratar o ex-embaixador Rubens Barbosa como seu pensador político e porta-voz corporativo ao mesmo tempo. O diplomata, conhecido por sua posição francamente neoliberal, vem combatendo, com irritante insistência, a política externa brasileira, mesmo que o Itamaraty, sob o chanceler Antonio Patriota, tenha deixado de ser o que foi sob o governo Lula.

Barbosa acusou, ontem, sábado, a Argentina de estar destruindo o Mercosul, ao transformá-lo em instrumento político, em detrimento de sua natureza comercial, e criticou a inclusão da Venezuela no bloco. Talvez porque os grandes empresários de São Paulo, desde sempre, se nutrem do Estado, ele não atacou diretamente o governo brasileiro, nestas declarações mais recentes. O ex-embaixador em Londres e Washington – durante o governo Fernando Henrique - está sendo coerente com a sua posição ideológica e seu alinhamento conhecido aos interesses das grandes finanças. Mas, pelo que parece, está prestando mau serviço à indústria de São Paulo, que tem, na Venezuela, um excelente mercado comprador. Só no ano passado, exportamos US$ 4 bilhões e 591 milhões, e importamos US$ 1 bilhão e 270 milhões, e o superávit comercial com aquele país de US$ 3 bilhões e 321 milhões.

Como está sendo costumeiro, no Brasil – a exemplo dos Estados Unidos – os altos funcionários do Estado se tornam consultores de grandes negócios, tão logo se aposentam. Esse foi o caminho de Rubens Barbosa que, além de chefiar seu escritório de consultoria, tornou-se presidente do Conselho Superior do Comércio Exterior da Fiesp. Mas, como vemos, seu ódio ao governo venezuelano, chefiado por Chávez, levou-o a essas declarações, que contrariam os interesses dos exportadores paulistas. Continue lendo.