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quinta-feira, 13 de agosto de 2020

O Tempo: Despejo de famílias sem terras no Sul de Minas é retomado nesta quinta-feira




ATUALIZAÇÃO (15/08/2020 -16:20) Marcelo Auler: Zema pretendia exterminar quilombo. Perdeu
https://marceloauler.com.br/zema-pretendia-exterminar-quilombo-perdeu/ 

ATUALIZAÇÃO (14/08/2020 -17:00) Brasil de Fato: Após 60 horas de resistência, 450 famílias do MST são despejadas com violência em MG
https://www.brasildefato.com.br/2020/08/14/apos-60-horas-de-resistencia-acampamento-do-mst-em-mg-e-despejado-com-violencia 

ATUALIZAÇÃO (14/08/2020 -15:37) Brasil de Fato: https://www.brasildefato.com.br/2020/08/14/pm-atira-bombas-contra-acampados-do-mst-que-lutam-ha-50-horas-contra-despejo-em-mg

ATUALIZAÇÃO (17:03) VI O MUNDO: Polícia Militar do governo Romeu Zema ateia fogo em acampamento para retirar famílias na marra, denuncia MST; vídeo

Despejo de famílias sem terras no Sul de Minas é retomado nesta quinta-feira

 



Pelo segundo dia consecutivo as 453 famílias de sem terras vivem a iminência de um despejo na ocupação Quilombo Campo Grande, em Campo do Meio, no sul de Minas Gerais, em meio a pandemia pelo novo coronavírus (Covid-19). Desde esta quarta-feira (12) e ainda nesta quinta-feira (13) a Polícia Militar tenta fazer a reintegração de posse no local com cerca de 200 militares.

A ação ocorre no entorno da antiga Usina Ariadnópolis.  A terra que tem 3.900 hectares é alvo de uma disputa de posse há mais de 20 anos. Em 1996, a empresa dona do terreno, faliu e deixou de operar na região. Em 1998 as famílias do Movimento Sem Terra (MST) ocuparam o local.

"Estamos firmes em vigília, aguentando um aparato policial de mais de 200 homens de  cinco Batalhões de Polícia Militar.  Queremos denunciar a covardia do governador Romeu Zema que mais uma vez legitima esse processo de reintegração de posse nas nossas áreas. Esse processo é ilegal. Nós entramos com um processo no STJ (Superior Tribunal Regional)", disse Tuira Tuli, uma das moradoras do local. 

Leia tudo:  https://www.otempo.com.br/cidades/despejo-de-familias-sem-terras-no-sul-de-minas-e-retomado-nesta-quinta-feira-1.2371715

Conteúdo relacionado: http://refazenda2010.blogspot.com/2020/08/vi-o-mundo-covardia-com-conivencia-do.html

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Vi o Mundo: Covardia: Com a conivência do governo Zema, polícia despeja agora acampamento do MST; escola foi a primeira a ser tomada; vídeos e fotos

Covardia: Com a conivência do governo Zema, polícia despeja agora acampamento do MST; escola foi a primeira a ser tomada; vídeos e fotos

 

por Geanini Hackbardt, da página do MST


Desde a madrugada desta quarta-feira, 12/08, as famílias que ocupam as terras da usina falida Ariadnópolis enfrentam o despejo truculento, realizado com a conivência do governo do Estado de Minas Gerais.

Leia tudo: https://www.viomundo.com.br/denuncias/covardia-em-plena-pandemia-com-a-conivencia-do-governo-zema-policia-despeja-acampamento-do-mst-escola-foi-a-primeira-a-ser-tomada-videos-e-fotos.html

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual-> Stédile: direita quer Alckmin 2018 e prefere sangrar Dilma a impeachment

Rede Brasil Atual-> Stédile: direita quer Alckmin 2018 e prefere sangrar Dilma a impeachment

Líder do MST afirma que o poder econômico, ao exercer sua hegemonia na política e na economia do país, está degenerando a república e a democracia

por Paulo Donizetti de Souza, da RBA

São Paulo – Os meios de comunicação formam um time organizado e vão empregar todas as suas armas para manter o governo da presidenta Dilma Rousseff no córner nos próximos anos. A observação é do economista João Pedro Stédile, uma das principais lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). “Eu não acredito em impeachment”, diz.

De acordo com o ativista, a direita brasileira pode até usar essa ferramenta como uma das armas para promover o desgaste do governo e do PT, mas prefere investir numa operação de “sangramento” de Dilma e do partido para eleger Geraldo Alckmin (PSDB) legitimamente em 2018. “Se conseguir elegê-lo com ampla maioria (como fizeram na eleição de São Paulo agora), e retomar o poder pelo voto, quem vai conseguir fazer oposição a ele depois? Nem ‘são Lula’”, argumentou Stédile, durante visita ao Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região nesta segunda-feira (9).

O governador de São Paulo parece saber disso. E não quer correr riscos. Nos últimos dias, segundo informações ventiladas a partir das redações dos principais veículos da imprensa corporativa, o tucano já teria iniciado corpo a corpo junto às direções dos jornais para se queixar do fato de seu governo ter sido alvo de noticiário negativo, diante do agravamento da crise hídrica no estado mais rico da federação. Não será de estranhar se a cobertura de Globo, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo, voltem a adotar uma dosimetria mais parcimoniosa com o tucano, a exemplo do período pré-eleitoral do ano passado, quando a blindagem da imprensa sobre escândalos do governo paulista – dos contratos com empreiteiras à omissão na crise da água – contribuiu de maneira decisiva para uma reeleição tranquila do governador.

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