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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

JB [Brasil 247]: Aécio pode enfrentar enxurrada de CPIs em Minas Gerais

Aécio foi só um produto de marketing, mas seu governo deixou estragos e deve ser auditado!

JB [Brasil 247]: Aécio pode enfrentar enxurrada de CPIs em Minas Gerais

O ano de 2015 promete ser o início de uma forte dor de cabeça para o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Várias Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPIs) estão na mira da antiga oposição da Assembleia Legislativa para investigar tanto a gestão do parlamentar mineiro, que governou Minas de 2003 a 2010, como a do seu correligionário e sucessor, Antonio Anastasia, eleito senador neste ano.

"Durante esses 12 anos de governo (do PSDB) em Minas, a oposição foi impedida de instalar CPIs. Havia boicotes", dispara o deputado estadual Rogério Correia (PT), reeleito para o seu quarto mandato na Assembleia de Minas Gerais, com 72.413 votos.

A CPI de Repasses Educacionais é uma das que estão na lista dos antigos oposicionistas, que agora compõem a base aliada do governador eleito de Minas, o ex-ministro Fernando Pimentel (PT). Com base em cálculos do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o deputado afirma que há uma defasagem de R$ 8 bilhões em recursos que deveriam de sido aplicados na área nos 12 anos de governo tucano em Minas. "Jamais aplicaram o mínimo de 25% como determina a legislação", diz Correia. Segundo o parlamentar, se for instalada, a CPI da Saúde também investigará uma defasagem em torno de R$ 8 bilhões no setor.

Leia tudo.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Blog do Miro [Altamiro Borges, dica de O Cafezinho]: Blog do Miro: Aécio é diplomado... numa clínica!

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Mas essa imagem vem daqui!

O que dizer quando os miolos de uma pessoa não vão bem. Tratamento!

Blog do Miro: Aécio é diplomado... numa clínica!

Por Altamiro Borges


O cambaleante Aécio Neves está com algum problema sério. Nem o bafômetro consegue identificar o transtorno. O senador mineiro-carioca até agora não engoliu a derrota na eleição presidencial – nem a surra que levou em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Ele já pediu recontagem dos votos, deu apoio aos malucos que gritam pelo impeachment da presidenta e pelo retorno da ditadura e pressionou pela rejeição das contas de campanha do PT. Sua última investida, porém, foi a mais patética. Seu partido solicitou que ele fosse diplomado no lugar de Dilma Rousseff. Não é piada! Aécio Neves poderia até ser "diplomado", mas numa clínica... psiquiátrica!

Poucos horas antes do Tribunal Superior Eleitoral diplomar a presidenta, na tarde desta quinta-feira (18), o PSDB ingressou no órgão com o pedido de cassação do seu registro e de posse do derrotado tucano. Alegou "abuso do poder econômico" – como se a sua campanha não tivesse recebido milhões dos banqueiros e das empreiteiras – e uso indevido da tevê para pronunciamentos da presidenta – como se os tucanos não tivessem 24 horas diárias de "horário eleitoral gratuito" na mídia golpista.

Na sua parte mais risível, o documento do PSDB afirma: "Cabe assinalar, contudo, que a despeito de tudo, os requeridos [Dilma Rousseff e Michel Temer] obtiveram pífia vitória nas urnas. A diferença entre as duas chapas em disputa no segundo turno foi de apenas 2,28%, num universo de 105.542.273 votos válidos". Derrotada, a sigla solicita a cassação do registro da dupla vencedora e reivindica que sejam empossados os tucanos Aécio Neves e Aloysio Nunes Ferreira nos cargos de presidente e vice-presidente da República. É, realmente, caso de internação... com direito a "diploma" de desrespeito à soberania do voto e à democracia.

Origem.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Nassif: O jeito Neves de controlar a mídia em Minas Gerais

Esperemos que tenha acabado. Nas Montanhas acabou, não, ainda não! Mas o jornaleco acabará!

Nassif: O jeito Neves de controlar a mídia em Minas Gerais

qua, 17/12/2014 - 19:59

Por Andrea C. Branco

Editor de Cultura do jornal Estado de Minas censurado


Caro Nassif,

sou diretora do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e hoje a censura sem limites da Dinastia Neves fez mais uma vítima entre nós. O editor de Cultura do Estado de Minas, João Paulo Cunha, foi censurado e pediu demissão depois de ser informado que não poderia escrever mais sobre política. Sua coluna no último sábado foi brilhante e demolidora, mas ele ousou cobrar responsabilidade do senador Aécio Neves nas páginas do jornal, o que motivou a reprimenda da direção do jornal. Além de jornalista, João Paulo Cunha é um dos grandes intelectuais mineiros e tem feito uma crítica muito contundente do processo político.

Abaixo encaminho a nota do Sindicato dos Jornalistas e o brilhante texto que motivou sua saída dos Diários Associados.

NOTA DO SINDICATO DOS JORNALISTAS
 

O Sindicato dos Jornalistas lamenta a saída de João Paulo Cunha do comando da editoria de Cultura do Estado de Minas, mais uma vítima da censura que impera nos grandes meios de comunicação e grassa em Minas Gerais. Reconhecido como um dos mais brilhantes jornalistas e intelectuais mineiros, dono de uma vasta cultura e de um texto brilhante, João Paulo pediu demissão hoje a tarde.

A decisão foi tomada depois da comunicação por parte da direção do jornal de que não poderia mais escrever sobre política na coluna que assinava semanalmente no caderno Pensar. Seu último texto foi publicado no dia 6. Batizado de "Síndrome de Capitu", criticava a falta de uma oposição responsável no Brasil. "Há grandes projetos que impulsionam uma vida e moldam expectativas de futuro, algo que ganhou o belo nome de utopia", diz um trecho do texto. E foi em nome dessa utopia que ele não aceitou essa imposição. Uma salva ao João!








Síndrome de Capitu

O Brasil já tem presidente para os próximos quatro anos, o que está faltando é oposição responsável

 
João Paulo Cunha

Existem duas verdades aparentemente óbvias que, no entanto, não têm ficado suficientemente claras para muita gente: o país mudou e a eleição já acabou. A insistência em dar continuidade ao processo que elegeu Dilma Rousseff poderia ser apenas um luto mal vivido, mas tende a se tornar perversa no campo político. Por outro lado, a recusa em enxergar a nova configuração da sociedade, resultado de seguidas políticas de distribuição de renda e inclusão social, pode gerar um impulso no mínimo grotesco em suas alusões reativas e chamamentos à ditadura.

É preciso ir adiante. A oposição, certamente, saiu fortalecida do resultado eleitoral bastante parelho. Mas corre o risco de jogar fora esse crescimento quantitativo em nome de um comportamento pouco produtivo em termos políticos. Em vez de jogar com seu eleitor fiel, interpreta os votos de acordo com suas conveniências e joga para a plateia pelos meios de comunicação, sem perceber que essa falácia já mostrou ser um paradoxo invencível: tem mais brilho que consistência, mais efeito que substância, mais eco que voz.

A oposição de hoje parece viver, no campo da política, o que Bento Santiago, o Bentinho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, viveu em seus tormentos de alma: se perde na fantasia da traição (mesmo que ela tenha sido real). Para lembrar sumariamente o enredo do romance, Bentinho se apaixona por Capitu, desde logo apresentada como portadora de “olhos de ressaca”. São jovens de classes sociais distintas. Um arranjo permite o casamento. Logo Bentinho, já pai e bem posto na vida como advogado, desconfia que está sendo traído pela mulher com o melhor amigo, em quem vê semelhança com o filho. O casal se separa, o filho morre e Bento, sozinho, leva adiante sua sina de ser casmurro e sofrer com a desconfiança até o fim da vida.

Machado de Assis, como sempre, ao falar de seus personagens, está figurando a sociedade de seu tempo. Bentinho não sofre só pela traição, mas porque não entende que o mundo mudou. Não pode aceitar que a sociedade republicana deixou para trás as amarras elitistas do Segundo Reinado e da escravidão. Bento não reconhece a mulher, a sociedade, a história. Não pode aceitar que ela tenha uma vida independente e autônoma. Tudo que ele não compreende o ameaça. Capitu não é apenas a mulher, mas tudo que perdeu em seu mundo de referências que se esvaem. Mais que sexual, a traição é histórica. Homem de outro tempo, só resta a ele tentar convencer ao leitor e a si próprio de seu destino de vítima. E soprar um melancólico saudosismo acerca dos tempos idos, que busca reconstruir em sua casa feita à semelhança do lar da meninice.

O Brasil tem uma recorrente síndrome de Capitu: tudo que a elite não tolera se torna, por meio de um discurso marcado pela força jurídica e da tradição, algo que deve ser rejeitado. Eternos maridos traídos. A tendência de empurrar a política para os tribunais é uma consequência
desse descaminho. Assim, tudo que de alguma forma aponta para a mudança e ampliação de direitos é considerado ilegítimo e, em alguns momentos, quase uma afronta que precisa ser questionada e combatida. Foi assim com a visibilidade dada aos novos consumidores populares (que foram criminalizados em rolezinhos ou objeto de ironia em aeroportos), com as cotas raciais para a universidade, com a chegada de médicos estrangeiros para ocupar postos que os brasileiros, psicanaliticamente, denegaram.

O romance de Machado de Assis tem ainda outro personagem curioso para a sociologia e psicologia do brasileiro, o agregado José Dias. Trata-se de um homem que vive às expensas da família de Bento e que, por isso, não cessa de elogiar quem o acolhe. Típico representante de certa classe média, ele é o bastião dos valores da burguesia da época, da qual só participa de esguelha. Mais burguês que os burgueses, em sua subserviência, ele gasta os superlativos e a vida a invejar e defender os “de cima”, com pânico de ser confundido com os “de baixo”. Epígonos de José Dias, hoje, são os que amam Miami, levam os filhos para ver o Pateta e participam de passeatas pedindo a volta dos militares.

Leviandade

Mas o que a síndrome de Capitu tem a ver com a política brasileira de hoje? Em primeiro lugar, ela explica por que, em vez de armar uma oposição de verdade, os partidos derrotados tentam inviabilizar a sequência do processo democrático. Em segundo lugar, pela defesa da dupla moral, que desculpa os erros do passado por causa da dimensão dos desvios de hoje, numa reedição do estilo udenista e despolitizador de analisar a conjuntura. Tudo que pode de alguma forma macular a oposição é considerado “sórdido” e “leviano”, numa substituição da política pela moral de circunstância. A corrupção, com sua espantosa abrangência, precisa ser combatida em toda sua dimensão e arco histórico. Nenhum culpado pode ficar de fora, de empresários a políticos de todos os partidos.

Por fim, a personagem machadiana ajuda a explicar a fixação em torno de determinados temas – no romance, é a traição, na vida política atual, é a inflação –, que são muito mais derivações que propriamente o que de fato interessa. A escolha dos ministros da área econômica mostrou como mesmo um governo popular e eleito democraticamente confirma as intuições de Machado de Assis. A excessiva submissão aos interesses rentistas pode ser um recuo estratégico. Mas é um recuo. Uma capitulação.

Economia não é uma ciência exata e, muito menos, isenta de componente ideológico. Um governo de esquerda precisa de uma política econômica de esquerda. Além do equilíbrio macroeconômico, o mais importante é apontar as estratégias de distribuição de renda e de investimento na área social. O deus Mercado não pode falar mais alto que os filhos de Deus. No complexo tecido que sustenta a governança, a presença das forças populares não pode ser colocada em segundo plano, como vem sendo até agora. A excessiva sujeição ao cálculo do apoio político está na base da grande corrupção que hoje enoja a todos. Por isso a reforma política popular se tornou a agenda prioritária da sociedade.

A oposição, por sua vez – e o senador Aécio Neves, candidato derrotado como seu nome de maior destaque –, tem uma tarefa a cumprir: dar um passo à frente no jogo político, com a grandeza que o momento requer. O que ainda está devendo.
Bentinho perdeu sua vida ao ficar preso a um passado de desconfianças que, de resto, até hoje divide as opiniões. Há grandes projetos que impulsionam uma vida e moldam expectativas de futuro, algo que ganhou o belo nome de utopia. Há, entretanto, obsessões que paralisam pelo rancor e ressentimento. Bentinho, é bom lembrar, nunca mais foi feliz. Foi ele mesmo o criador e a vítima da síndrome que o consumiu.​

Origem.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Tijolaço[Miguel do Rosário]: Marcha convocada por Aécio é fiasco completo

Questão psiquiátrica de muita gente! relacionado1  relacionado2 relacionado3

Em 2009 a revista época publicou isso!

Marcha convocada por Aécio é fiasco completo

6 de dezembro de 2014 | 17:58 Autor: Miguel do Rosário
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Aécio Neves fez vídeo. Aloysio Nunes fez vídeo. Ronaldo Caiado fez vídeo. Lobão vez vídeo. Pedro Simon fez vídeo. Paulo Ricardo (ex-vocalista do RPM, para quem não se lembra) fez vídeo.

Mesmo assim, o protesto na Avenida Paulista, convocado para este sábado, deu menos gente que nas outras vezes.

Para variar, um monte de gente com cartazes pedindo intervenção militar, para constrangimento da ala que pretendia posar de democrática, apesar de pregar impeachment da presidente eleita há poucas semanas.
Quanto ao número de pessoas, varia segundo as fontes. 

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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O Tempo: Minas Gerais está deficitária

O jornal é de um ex deputado federal pelo psdb!

O Tempo: Minas Gerais está deficitária

Após fechar contas de novembro, caixa do governo mineiro acumula saldo negativo de R$ 1,7 bilhão



Com o provisionamento dos cerca de R$ 2 bilhões referentes ao 13º salário dos servidores em 30 de novembro, o governo de Minas chega ao último mês do mandato com déficit acumulado de R$ 1,7 bilhão nas contas. Com isso, a possibilidade de o governador eleito Fernando Pimentel (PT) receber as contas no vermelho a partir de 1º de janeiro é cada vez mais real.



Embora o 13º tenha sido contabilizado em novembro, o dinheiro só cairá nas contas dos servidores em 20 de dezembro. Conforme o Portal da Transparência do Estado, a arrecadação em novembro foi de R$ 5,9 bilhões, e os gastos superaram os R$ 7,5 bilhões – o maior volume do ano. 


Conforme O TEMPO mostrou no sábado, pesam contra o governo dois fatores: o primeiro é que dezembro é um mês em que, historicamente, as contas fecham no vermelho. No ano passado, por exemplo, as despesas superaram as receitas em R$ 2,2 bilhões. Desde 2009, a exceção à regra só foi verificada em 2012 – ano de crescimento econômico de 2,3%, acima da média nacional –, com superávit de R$ 1,28 bilhão em dezembro.


O segundo fator que pode complicar as contas do governo diz respeito à arrecadação, que deve ser menor do que a prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). No papel, a promessa do Executivo é fechar o ano com receita de R$ 77,7 bilhões. Até hoje, entraram no caixa R$ 63,7 bilhões. Ou seja, para cumprir a meta, o governo tem que arrecadar nada menos que R$ 14 bilhões até o dia 31, um número nunca antes atingido em meses de dezembro. Para se ter uma ideia, no último mês de 2012, a arrecadação chegou próximo a R$ 11 bilhões.

Questionado pela reportagem, o governo não confirma nem desmente a possibilidade de não atingir a meta de receitas para o ano. Nas contas do governador, Alberto Pinto Coelho (PP), a receita deste mês “inclui repasses da União, no valor de R$ 330 milhões, e operações de crédito, no valor de cerca de R$ 1,1 bilhão”, conforme sua assessoria.

A reportagem também questionou o governo se há expectativa para cortes nos gastos de dezembro, mas não obteve resposta.


Balanço. Na comparação com outubro, o mês de novembro foi de cortes em 15 áreas e de aumento de gastos em outras dez. Os custos com a administração, por exemplo, subiram quase 60%, passando de R$ 162 milhões para R$ 258 milhões. Os investimentos em educação cresceram de R$ 652 milhões para R$ 1,1 bilhão, ou seja, aumentaram 73%.

Dentre os cortes, se destacam a Agricultura – de R$ 59 milhões em outubro para R$ 7 milhões em novembro – e Ciência e Tecnologia, com redução de 59%.


Último dia

Caixa
. Até sábado, dia 29, os gastos do governo em novembro eram de R$ 2,8 bilhões. No último dia do mês, quase R$ 5 bilhões deixaram os cofres, principalmente para o empenho do 13º.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Mas tem amigo e colega nosso que previu a derrocada do rio45 em janeiro de 2012, JT Palhares, após o foguete Marina, JT já não acreditava. Mas nós, sim!

Nassif: Como os santos protetores de Minas abandonaram Aécio




Luis Nassif

Aécio Neves não foi talhado para as grandes aventuras políticas. Essa vocação exige dedicação integral.

Nem sempre é necessário abdicar da vida pessoal. Em meio ao trabalho estafante de construir a nova etapa da indústria nacional e Brasilia, Juscelino Kubitscheck arrumava tempo para as serestas e para agradáveis encontros diários em final de expediente.

No gabinete parlamentarista, Tancredo Neves e San Tiago Dantas trabalhavam pesado até o final da tarde. Depois, trancavam-se na sala de um deles, abriam o uísque e relaxavam em boa companhia.
João Baptista Figueiredo dava escapulidas de madrugada. E Jânio Quadros fugia do turbilhão de Brasilia em um apartamento discreto do Rio, emprestado pelo amigo Julio Barbero. Na fase de maior pressão, que antecedeu a renúncia, ficou vários dias com uma das mais belas atrizes da história.
Mas, em todos esses casos, o exercício da política era a atividade central. O relaxamento era a hora do recreio.

Aécio inverteu. Herdou um nome e uma legenda e só recentemente pareceu abrir mão da vida pessoal. Antes, sua vida  havia sido um eterno recreio com alguns intervalos para a política.

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sábado, 22 de novembro de 2014

Miguel do Rosário em Tijolaço: Por que o governo de Minas transferiu aeroporto de Claudio para a prefeitura?


"Claudius International Airport", tem mais um: "Cunha-Montezuma International Airport"!

Por que o governo de Minas transferiu aeroporto de Claudio para a prefeitura?

22 de novembro de 2014 | 12:35 Autor: Miguel do Rosário
AecioClaudio03

Leio no noticiário de hoje que o governador de Minas Gerais, Alberto Coelho, decidiu, no apagar das luzes de sua gestão, transferir a administração do aeroporto de Claudio, no interior do estado, para a prefeitura.
Antes, estava sob controle do governo estadual.

Por que Coelho fez isso?

A imprensa brasileira, notoriamente tucana, não irá perguntar. Então as redes sociais terão obrigação de fazê-lo.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Nassif: A brincadeira do impeachment e os desvios de Aécio

Enquanto isso, ócio no Leblon!
Nassif: A brincadeira do impeachment e os desvios de Aécio

Luis Nassif
Há que se ter um mínimo de responsabilidade e parar com essa brincadeira de impeachment. O que está em jogo não é o governo A ou B, mas a normalidade democrática e a necessidade de interromper esse terceiro turno para superar o momento econômico atual.
É irresponsável a exploração do senador Aécio Neves em relação à proposta do governo federal de flexibilizar as metas fiscais.
A política fiscal, no governo Dilma Rousseff, de fato, foi de uma irresponsabilidade à toda prova. Tudo o que Dilma pedia era aceito acriticamente pelo Secretário do Tesouro Arno Agustin, ainda que forçando a mão nas contas, para o pedido poder caber na ficção criada.
Leia tudo aqui.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Enquanto, nas Montanhas, matéria do feriado, dia 15->Rogério Corrêa [PT-MG]: Herança maldita e transição de faz de conta Bagunçar a casa o máximo possível para o próximo inquilino

O deputado estadual Rogério Corrêa, agora alçado a federal, o deputado estadual pelo PMDB, Sávio Souza Cruz, o dono do Novo Jornal, Carone fizeram oposição real a esse nefasto desgoverno do psdb mineiro que ora termina!

Parece que RC esqueceu de falar da dívida para com o IPSEMG, acertada pelo governador Itamar Franco, para pagamento em 30 anos, pelo Estado de Minas Gerais. Dívida essa rasgada pelo ciclo que se encerra!

O Editor.

Rogério Corrêa [PT-MG]:
Herança maldita e transição de faz de conta Bagunçar a casa o máximo possível para o próximo inquilino

quinta-feira, 13 de novembro de 2014, 17:15 HS

 

Herança maldita e transição de faz de conta Bagunçar a casa o máximo possível para o próximo inquilino. 

Parece ser essa a tática do PSDB na transição para o governo estadual petista em Minas Gerais. Passando por cima dos interesses do povo mineiro e apostando somente na disputa partidária vazia, os tucanos aproveitam seus últimos suspiros no Governo de Minas para aumentar a dívida, envenenar o orçamento do próximo ano e criar armadilhas para a próxima gestão.

Talvez o maior presente de grego deixado pelos governos de Aécio, Anastasia e Alberto, a dívida pública mineira consolidada já chega a 90 bilhões de Reais, comprometendo o orçamento de 2015 em 6 bilhões. Os últimos empréstimos realizados pelo governo tem sido utilizados para cobrir o déficit orçamentário anual, avaliado em 8,5 bilhões de Reais. Uma manobra irresponsável do ponto de vista econômico e que garante o efeito bola de neve para a dívida mineira por mais algum tempo.

Aliada a um crescimento pífio do PIB, dependente da extração de minério, a fórmula do Choque de Gestão não construiu alternativas econômicas para Minas Gerais, o que resultou em um estado falido, quebrado e com pequena arrecadação.

Também fazem parte da herança maldita do PSDB em Minas os 8 bilhões de Reais desviados da Saúde e os 8 bilhões de Reais desviados da Educação, que não tiveram seus mínimos constitucionais respeitados nos últimos 12 anos. Assim como a carreira congelada dos servidores públicos estaduais e o pagamento dos servidores da Educação abaixo do Piso Salarial Nacional. A extinção do Funpemg (Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais) como forma de apropriação dos recursos do fundo para cobrir os déficits do caixa mineiro selou a depredação social promovida pela trinca de Ás dos tucanos mineiros.

De forma irresponsável, a transição em Minas Gerais ocorre como um jogo de cena, no qual se arrolam documentos que já são públicos, listas infindáveis de nomes, mas nada que apresente um quadro real do estado.

Soma-se a isso uma sequência de manobras que transformaram a Assembleia Legislativa em uma verdadeira “casa de armadilhas e arapucas”, como é o caso da PEC 69, que ao invés de resolver o problema grave criado para os professores da Lei 100, apenas o empurra pra frente. Ou ainda o projeto de reajuste linear dos servidores estaduais retroativo a outubro, que coloca nas mãos do próximo governo uma responsabilidade que deixou de ser cumprida pelos próprios tucanos. O “orçamento impositivo”, que ainda segue em debate no Congresso Nacional, aqui em Minas Gerais tramita às pressas pelas mãos dos tucanos, que tentam a todo custo ditar as despesas de Pimentel para o ano que vem.

De toda essa história, uma coisa é certa: serão necessárias muitas auditorias e CPI’s para desenterrar os esqueletos que os tucanos agora insistem em esconder.

Transcrito na íntegra! Original aqui!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

REDAÇÃO DA REFAZENDA2010-BLOG: EDITORIAL! A SAGA

REDAÇÃO DA REFAZENDA2010-BLOG: EDITORIAL! A SAGA

Ao final do dia de domingo, no primeiro turno das Eleições, e no ápice, trancamos o blog, removemos todo conteúdo do buscador google. No ex-poderoso yahoo, hoje da ms, não deu! Achamos um canal no yahoo grupos e mandamos um link do preso político Carone, que perdeu por duas vezes o domínio do seu novojornal. Não conferimos o resultado!

Carone em 2008, um delegado e um promotor, cassaram o domínio .com.br . Na ABI achamos isso, mas 2008, gostou! Até 11, terça-feira estava alguma coisa em espanhol. Advogados para divórcio. Hoje, surpresos, encontramos isso: "This account has been suspended. Either the domain has been overused, or the reseller ran out of resources. " Carone teve até infarto nas masmorras aecianas mineiras! E pelo que pode deduzir, só ele tinha a senha... Teve outro preso político em Minas, NiltonMonteiro, da famosa lista de Furnas, ambos hoje e finalmente, em Liberdade!

Trancamos o blog, pois tinha uma corda!...

Numa manobra diversionista e lembrando de experiências passadas, fomos trabalhar com o Consumidor!

Não vi TV, não li a Velha e Podre mídia (Vpm), por nós mesmos, a imprensaa marrom. O outro, ou o editor dele, apesar de estar em primeiro lugar na nossa Tabela de Links! É hora de mudar algumas coisas alí [ao pé de http://rf10consumidorsabido.blogspot.com.br/ ]

Fomos surpreendidos pelo segundo turno em 26 de outubro de 2014!

Achávamos que seriam em novembro!

Um pequeno hiato, não obstante grátis, resolvemos a complicada questão do nosso patrimônio: a xpg.uol! Um redirecionamento de dois segundos resolveu a questão!

O Blog voltou correndo! Mandamos e-mail for all, no cabeçalho, colocamos endereço também dos Direitos Humanos, federal!

O nosso nome e endereço residencial, no topo do Oráculo, Tele Lista ou 102 Busca, na nossa Tabela, última coluna, quinta linha!

Já tínhamos fechado as janelas! Pela primeira vez, repito, pela primeira vez, ouvi trotar na rua. O porteiro confirmou! Três cavaleiros da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais!

Colocamos, duas placas de PC na janela. Aqui nas Montanhas podia acontecer tudo e de tudo! Endereço também na nossa Tabela.

Madrugada seguinte, a toda terceirizada cemig do rio-45, ou até mesmo eletricitários... Maldade nossa! Ouvi dizer dizer que pagam um real – R$1,00, a qualquer maluco subir em um poste a uma altura estimada de oito metros! Dois picos rápidos e intensos de energia! Pronto, lá se foi modem roteador, defeito intermitente! A rede a vizinha me emprestou. Ela tem bunker...

Brigamos com a net, que aprontou ontem (12/11/2014) novamente. São Paulo retornou, cliente de vinte anos, fez proposta melhor, prometeu algumas coisa por um mês, mas Recife não admitiu!

Parece que voltou após as eleições, por três vezes!...

Mas o que queríamos falar mesmo era de um artigo de Mauro Santayana do em sua excelente obra: Os pilares da estupidez,, postamos via Tijolaço aqui e rapidamente comentamos a um amigo e colega assim:

1 - Tibieza; 2 - Fascínio pela Mercadoria, quem? Marx, Lênin? 3 - Tem mais coisa, mas seria preconceito de minha parte...
Tenho visto coisas terríveis e absurdas, pela [faltou: cidade]! E não entre, nós, iguais, ou parecidos!

Corrijo agora: Fetichismo da mercadoria , de Marx.
A opção faz e fez o País crescer, mas falta de politização, e isso desde 1964, é uma desgraça! Mas tem uma Base e cara! Não vi o resultado nas duas Casas!

Passamos por sérios problemas de saúde em 2012, mas um outro, infinitamente menor, nos destemperou... A biologia é sábia, e ainda bem!

O blog volta agora, numa velocidade bem menor e tem mais um para cuidar!

No primeiro, comenta quem quiser, no segundo tem moderação, pois envolve responsabilidade! Quem quiser cadastrar e-mail, no Fale Conosco!

Mas o a VPm tem aprontado, que não a leio mais, não é possível, tanta alienação do Poder Central!

Em 13/11/2014,

O Editor.

Atualização, mas 2014, o presidente da ABI, em janeiro, na CMI se postou assim!


Em um prédio de BH

sábado, 8 de novembro de 2014

REDAÇÃO da REFAZENDA2010-blog - Artigo - Vamos conversar sobre a morte? [Uma terrível experiência!

Não é do feitio do blog tratar de assuntos pessoais. O ocorrido se deu de julho para agosto. Foi um sofrimento escrevê-lo no dia seguinte, após o retorno do Hospital. infinitamente mais simples que o AVC 2012, em A Quebra, mas totalmente apavorante! Sabia mais aqui também! Nesse artigo como é a gestão daquilo do qual sou o Contribuinte e... leia!

O Editor em 08/11/2014

Vamos conversar sobre a Morte?


Lá atrás um amigo e pseudo maconheiro bradava: Vênus é do Cacique! A palavra não era cacique.
 

Em menos de uma semana, uma bobagem na face – uma provável sequela do AVC de 2012 – me levou a ser entubado. Três dias de coma induzido. O Doutor Careca lá sorridente. Depois o provoquei: Deus da vida e da morte, e ainda, dormi com você, acordei com você. Disse ele: Deus me livre.


A verdade é que o retorno se deu na segunda, 4 de agosto, no final da manhã. Minha mulher e uma filha me tranquilizavam. Mas eu não tinha a mínima ideia de onde estava. Era o CTI. Naquele resto do dia fiquei com a percepção alterada. Projeções de imagens numa parede a 45 graus. Rádio imaginária zoando o tempo todo. Ao fechar os olhos, não se via preto, mas painéis ora roxo, ora marrom... E o pior era ver a turma batalhadora dos técnicos de enfermagem com máscara do tipo do carnaval de Veneza. Uma loucura...


O pós, em breves palavras, foi assim.


Mas teve o antes. Em qual momento? Não tenho a menor ideia. Mas pode ter sido instantes anterior da retirada do tubo. Fui informado que a redução da sedação deve ter sido de 6 a 8 horas antes.


Me vi discursando no coreto da Praça da Liberdade. Antes, um letreiro com a palavra Cérebro, percepção iminente de Morte. Antes ainda, tecnologia, muita tecnologia. Não lembro como. Ouvia também Pavarotti. Ainda, imagens psicodélicas e muita mais coisa que a minha memória já não retém. Depois foram os painéis. A China, não Azul, mas sim Vermelha. E parece que com uma terminação: Incorporation.


Depois, o que parecia o Umbral, alguma coisa verde com dourado. Não me vi em túneis e não vi ninguém. Falha, erro na memória!


Com toda aquela paranoia alucinativa do dia tenebroso, passei a racionalizar. É sabido os eleitos alucinógenos dos sedativos. Não foi um resumo e nem um flash. Parece ter sido algumas impressões registradas lá pela adolescência. Somos frutos desses registros. Concluindo, uma morte alegórica, operística, dramática e muito doida...


Só sei que entrei em julho no PA (Pronto Atendimento) e no maior frio. Voltei em agosto num dia muito quente, na UTI. Como manteúdo de plano de saúde da primeira filha, me salvei. O IPSEMG, pós Terror de Neves, me mataria novamente, como tentou fazê-lo em 2012.

A minha realidade foi essa, mas a realidade real foi bem pior!


Em 12/08/2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

A Repúlica de Minas ruiu; Vi o Mundo [ Conceição Lemos ]: Delator do mensalão tucano e jornalista foram soltos em BH...

Um pranteado amigo e colega, de Juiz de Fora e que morava no Rio, mas que trabalhava em JF; cunhou  essa expressão! Essa postagem é em sua homenagem!

Carone, perdeu até o domínio de seu sítio, teve infarto nas masmorras mineiras, com seu Novojornal, mais Rogério Corrêa, deputado estadual(PT-MG) e ainda, idem, pelo PMDB, Sávio Souza Cruz; foram as principais vozes, talvez as únicas, fizeram uma verdadeira oposiçao ao esquema de censura montado pela irmão aécio neves Cunha, andrea neves!

Em homenagem ao Carone deixamos o seu sítio, no nosso outro blog, ao final da página, REFAZENDA2010-Tabela de Links e na linha Selecionados, segunda coluna. Em 2008 já perdera o .br, recentemente perdeu também o .com . Iremos esperar!

Vi o Mundo [Na íntegra]

Delator do mensalão tucano e jornalista foram soltos em BH; Carone foi para isolamento quando começou o 2º turno, diz irmã


publicado em 4 de novembro de 2014 às 19:21
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O jornalista Marco Aurélio Carone e Nílton Monteiro
 
por Conceição Lemes

Por volta das 11h desta terça-feira 4, foram postos em liberdade, em Belo Horizonte (MG), Nilton Monteiro e o jornalista Marco Aurélio Carone.
Segundo a versão oficial, os dois foram acusados de formar quadrilha para disseminar documentos falsos, inclusive por meio de um endereço na internet, com o objetivo de extorquir acusados.
Mas há outra explicação, que remete a um fato político: Nílton Monteiro e Marco Aurélio Carone se tornaram uma pedra no sapato dos tucanos em geral e do senador Aécio Neves em particular, que, à época da prisão dos dois, pretendia ser candidato à Presidência da República.
Carone mantinha o site Novo Jornal, onde publicava denúncias contra os tucanos mineiros, especialmente Aécio Neves, que governou Minas de 2003 a 2010.

A sua prisão ocorreu em 20 de janeiro deste ano. Na época, o bloco parlamentar Minas Sem Censura (MSC) denunciou: a prisão preventiva do jornalista era uma armação e tinha a ver com o chamado “mensalão tucano” e a Lista de Furnas no contexto das eleições de 2014.
Os advogados de Carone tinham impetrado vários habeas corpus em favor do seu cliente no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Só que nenhum foi julgado ainda.

A decisão de libertá-lo partiu do juiz  Dr. Haroldo Andre Toscano de Oliveira, titular da 2ª Vara Criminal de Belo Horizonte.

Devido a problemas de saúde, Carone estava preso na enfermaria do complexo penitenciário de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de BH.

Porém, de acordo com a sua irmã, quando iniciou o segundo turno da eleição presidencial, Carone foi transferido da enfermaria para isolamento, para que não tivesse contato com ninguém.

Passado o segundo turno, voltou para a enfermaria.
Nílton Monteiro é principal testemunha contra a cúpula do PSDB em Minas Gerais. Em 2005, revelou a trama urdida pelos tucanos para desviar dinheiro público para o financiamento das campanhas de Eduardo Azeredo à reeleição ao governo do Estado e de parlamentares de vários partidos, em 1998. O caso ficou conhecido como o mensalão tucano, ou mineiro.

Nílton também foi testemunha do caso da Lista de Furnas, que envolvia esquema de financiamento de campanha de tucanos mineiros e aliados na eleição de 2002.

Ele estava preso, desde maio de 2013, também no complexo penitenciário Nelson Hungria, em Contagem.

Em dezembro de 2013, concedeu  entrevista exclusiva à jornalista Rodrigues, em reportagem especial para o Viomundo.

Nilton se declarou inocente e jurou ser vítima de uma armação de políticos denunciados no esquema do mensalão tucano, que queriam mantê-lo na cadeia afastado dos holofotes.

“Por detrás da minha prisão está o Aécio Neves… Eu fui operador do esquema junto com o Marcos Valério”, frisou na entrevista ao Viomundo.
Coincidência ou não, Nilton Monteiro e Marco Aurélio Carone só foram libertados após o término das eleições de 2014.

Será que se Aécio Neves tivesse vencido, eles já estariam em casa hoje?

Origem aqui!

Em edição especial em 25 de janeiro de 2014, publicamos:

EM MINAS LUGAR DA OPOSIÇÃO É NA CADEIA

terça-feira, 4 de novembro de 2014

TILOLAÇO(FB): Ao derrotado, o trono da mídia

O rio45 desaparecerá em pouco tempo! Vai para um cidade da Holanda! Vamp45 ri e muito, mas por dentro! bhc, chique, morrerá em Paris! Do GA, picolé de Chuchu, não sei, tem tanto masoquista em sua terra!

O Editor!

TIJOLAÇO: Ao derrotado, o trono da mídia


4 de novembro de 2014 | 10:41 Autor: Fernando Brito
rei


Hoje, você vai assistir uma espetáculo “surreal”, como diz a garotada.
É a reentrada do senador Aécio Neves no Senado.
Será tratada pela mídia como a chegada do vencedor ao qual faltou apenas um pequeno detalhe: a vitória.
Aliás, o que carrega, mesmo, é a marca da derrota, porque não apenas perdeu a eleição atirando fora o favoritismo que o clima imposto pela mídia construiu, ao leva-lo de forma arrebatadora ao segundo turno, mas porque perdeu no Estado em que suas qualidades e capacidades eram mais conhecidas: Minas Gerais.

Saiba tudo aqui!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

TIJOLAÇO[FB]: Janot dá um “passa-fora” e recusa ação do PSDB por recontagem

Agora sim, que os reacionários que se explodam!
O Editor.

Janot dá um “passa-fora” e recusa ação do PSDB por recontagem

3 de novembro de 2014 | 20:33 Autor: Fernando Brito 
papagaio

Da Agência Brasil, agora há pouco:

O procurador-geral Eleitoral, Rodrigo Janot, enviou hoje ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) parecer contrário ao pedido do PSDB para auditar o resultado das eleições presidenciais. Segundo o procurador, o  partido “visa promover gravíssimo procedimento de auditoria sem que exista qualquer elemento concreto que o justifique”.

Leia tudo aqui

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

MInas não votou em aéco!

Novamente pela dial up

Minas não votou naquilo que só é marketing. E ainda tem um dono de jornal preso, encarcerado e apodrecendo na cadeia. Um estimado e pranteado amigo, colega falecido costumava chamar de República de Minas. O jornalista teve até infarto na cadeia. Virou o enfant terrible da história. Mas tem ainda a justiça tucana e tucagem em mitos lugares. Terão que ser todos devidamente depenados! 

O prefeito do município de São Paulo sabe muito bem o que é isso: Elite é elite, neo é neo!

Estamos também em : Consumidor Pateta, Não!

O Editor!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Redação da REFAZENDA2010-blog-Artigo-A Verdadeira Saúde em Minas Gerais, uma faceta!

A Verdadeira Saúde em Minas Gerais, uma faceta!

Cultura Organizacional – Centralização –Desplanejamento - Neoliberalismo -
Contratação ao invés de Concurso - plano$ de $aúde - Coparticipação
Omissão de Socorro
INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SEVIDORES PÚBLICOS DE MINAS GERAIS
IPSEMG: Autoristarismo e Prepotência

Sempre fui um ardoroso de defensor da saúde pública. Dependente e usuário também. E isso bem antes da criação do SUS, aliás excelente, mas sabe-se lá porque, poucos médicos querem trabalhar para algum órgão ligado ao sistema.

De graça não existe nada. Ou recebe-se via Tributos ou diretamente, que é o caso, via Contribuição.

A contribuição foi compulsória até a década de 1990. Algum promotor de Minas Gerais entendeu desse modo. A prefeitura de Belo Horizonte também entendeu assim. Ou seja, só pelo SUS!. E o Hospital do Servidor – HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS – foi transformado em hospital geral para toda a população e recebe recursos também do SUS.

Funcionários de maior salário foram saindo. Isso se deu também, após alguém decidir separar a contribuição de previdência e da saúde. Um amigo e colega de carreira, à época na Direção dessa Casa foi taxativo: “Vocês fizeram a maior burrice...” . Isso mesmo, literal.

Eu sou um funcionário concursado e de salário maior. Embora tenha sido atropelado por doença incapacitante e grave, mas, não listada na legislação pertinente. Em 2009, em Minas, isso mudou. Fui contemplado? Não!

Voltando ao Instituto. Em 28 de agosto de 2012, numa maca do SAMU, fui recusado pelo Serviço Médico de Emergência do IPSEMG – SMU. Fui levado para a UPA Centro Sul de Belo Horizonte. Fiquei lá por quase 24 horas e sem diagnóstico. Já noite no dia posterior, de maca e um corredor lateral, algum neurologista desceu de qualquer andar e constatou: AVC!

No começo do milênio, um tal filho do Cunha, mas criado por banqueiro e que mora no Rio; tomou um choque e com uma 45 rasgou um dívida de um bilhão de reais, do Estado de Minas Gerais para o citado Instituto. Dívida essa que seria paga em trinta anos!

Por que escrevo só agora tudo isso? Simples, por que alguém nessa semana, quando ao pegar uma cadeira de rodas, disse: Tem que deixar a identidade aquiNão ouvi. Subiu alguém da MGS (servidor, contratado, não sei o que é!) e fez as suas observações. Fiz o maior escarcéu. Na saída ouvi alguma coisa como ordem da presidência! Está acabando, assim espero! ( Tem documento para tudo que foi dito acima)

Hoje, pago mais um plano de saúde, repito, pago mais um plano de saúde. Outro dia tive uma cirurgia médica de urgência, complicada, CTI. Quanto o especialista recebeu? Setenta reais, setenta reais! E a ANSs?!

Otávio Mancini Soares 315 --- --6-49

Contatos do MS nas datas que seguem: 05/11/2013; 24/09/2013; 31/12/69; 31/12/69 e 31/12/69. Esses dois últimos foram do além, para quem quiser, tem imagem também!



Os médicos concursados e até o contratados são ótimos, os funcionários se desdobram em dez, o Contribuinte sou eu,  ladrão a priori !

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Artigo: JT Palhares: Sete Narizes

Sete narizes

 nariz

   Algo cheirava mal no Reino de Araque. Após disputa entre o Príncipe e os cidadãos por questões de planejamento urbano, diante da falta de transparência visando acobertar o tráfico de informações privilegiadas na compra e venda de lotes na Colina da Gola Verde, extensa área de terra desapropriada para construção do novo Palácio da Administração, o escultor, poeta e filósofo R.B. Furtado espalhou moldes de seu próprio nariz pelos muros e paredes da cidade. Aquele que encontrasse os sete narizes, reza a lenda, seria agraciado com riqueza financeira. Eu os encontrei, mas isso seria a minha ruína. 


Naquele tempo de abutres atropelados por aeronave fantasma, ovelhas azuis lambiam as últimas gotas barrentas da Cantareira, enquanto Pinto, o pequeno, atolado em dívidas, ciscava no terreiro da fazenda em busca de grana.

Ainda era de madrugada, quando Al Arak, furioso por ter sido acordado uma hora antes do meio-dia, emitiu correio telegráfico: “Demita os faxineiros, crie mais cinco mil cargos e dobre o salário dos comissionados”.

E assim foi feito. Talvez por desejo de imitar Calígula, dizem, nessa mesma época o Príncipe dos Nababos nomeou um jegue para a Superintendência de Pesos e Tarefas. Ninguém entendia nada do que ele falava, mas o quadrúpede recebia 35 mil pratas por mês para abrir e fechar palestras.

A título de esclarecimento, cinco anos antes do tempo em que escrevo, o Príncipe de Araque, preocupado com a situação falimentar do Reino, mandara erguer um novo Palácio de dois bilhões de dracmas sem consultar o povo ignorante, que decerto preferiria desperdiçar o dinheiro dos tributos em saúde e educação — problemas habilmente contornados pelo governante quintuplicando-se os gastos com publicidade, obtendo assim o mágico resultado de fazer com que os súditos habitassem o mundo feliz da propaganda.

Pagar em dia os juros da dívida, zerar o déficit que não parava de crescer — isso é obrigação de todo governante, basta torturar os números que o superávit logo aparece.

Preciso fazer com que os jornais publiquem somente o que me favoreça — decidiu-se Arak.



Ninguém melhor para executar engenhosa tarefa, senão Kassandra, a Mandachuva da Imprensa. A feiosa não perdeu tempo: paparicou com generosas verbas os jornais amigos, e mandou prender, empastelar, amordaçar e arrebentar a mídia oposicionista, bloqueando acesso aos sítios pagãos onde os desafetos se reuniam para entoar cânticos contra o governo do irmão.

Aproximava-se o dia da eleição do homem mais bonito do Reino. Oportunidade única para desmascarar o tirano, sempre ocupado com a aparência. Durante uma festa pantagruélica, auxiliado por um garçom amigo, infiltrei-me no Castelo de Taras. Durante a madrugada, escondi-me no quarto do soberano.

Por volta de treze horas o príncipe deixou o banho e entrou no quarto. Havia ali um grande espelho. Agradava-lhe a imagem refletida: olhos negros, cabelos castanhos e revoltos, a pele rejuvenescida por aplicações de botox, no rosto nenhuma ruga de preocupação.

— Espelho cristalino, diga-me, o que devo fazer para derrotar aquelas duas feiosas? — perguntou para si mesmo, referindo-se às adversárias, Bulgra Karloff e Lagartixa Verde, cada uma com seus poderes e feitiçarias: a primeira, dona de varinha mágica, capaz de mover montanhas de grana; a outra, lagartixa da floresta, quando confrontada exalava uma cortina de fumaça verde, inebriando ateus e crentes.

Espremido entre roupas e caixas de sapato, eu não possuía visão completa do aposento. Estando de cócoras, levantei-me com cautela, afastando um pouco a cortina, e só então pude reparar melhor: o príncipe estava sem o nariz!

Abaixo dos olhos, no ponto da face onde se dividia o septo nasal, dois buracos esbranquiçados, e nada de nariz! Incrédulo, continuei atento. Nem se eu quisesse conseguiria fechar meus olhos para o fato: o príncipe Al Arak era um ser biônico.

Se vocês estão lendo este relato é porque estou morto ou apodrecendo nas masmorras do Castelo. Como jornalista, de que me valeria descobrir que o Rei está nu se eu não pudesse contar para ninguém? O que vou lhes revelar é segredo de Estado: todas as noites, ao retornar da balada, o Príncipe tirava o nariz antes de ir para a cama.

Ao contrário de Kovaliov, cidadão russo que perdera o nariz nas ruas de São Petersburgo, Arak não entrou em desespero. O extraordinário, no entanto, ainda estava por acontecer.

Foi então que eu vi, com os olhos quase saltando das órbitas, o momento em que o Príncipe acionou um mecanismo por detrás do espelho. Ouviu-se um estalido. A superfície do espelho deslizou para a direita, revelando uma coleção de narizes, um para cada dia da semana!

— Que dia é hoje? Oh, mas que cabeça, ontem eu fui ao baile de Máscaras na Casa da Turca…

Sanada a dúvida mundana, o Príncipe extraiu o objeto adiposo do cabide onde se lia “quarta-feira”. Examinou o nariz, removendo uma película protetora. Olhos fixos no espelho, com dois movimentos precisos, direita, esquerda, Al Arak encaixou a cartilagem artificial no centro da face. Depois, com a boca fechada, aspirou profundamente o ar pelas narinas, soltando do mesmo modo, e com toda força, o ar nos pulmões acumulado. O nariz funcionava perfeitamente.

— Espelho cristalino, responda-me uma pergunta somente: se sou o mais belo e inteligente, por que lhe parece impossível que eu seja eleito presidente?

Ato contínuo, como se estivesse a ensaiar discurso para a campanha do homem mais bonito do reino, Al Arak treinou sua retórica, enchendo o recinto com dúzias de clichês políticos…

Nota: esta é uma obra de ficção, a semelhança com o nariz de qualquer pessoa de carne e osso é mera coincidência.

JT Palhares em 12/09/2014, enviado nesta data.

Do mesmo autor: A MALDIÇÃO DE AÉCIO 

Premonição em 12 de janeiro de 2012!

Acertará???!!!! 

JT Palhares é um antigo articulista da REFAZENDA2010. Está voltando agora com o seu brilhantismo habitual!


A MALDIÇÃO DE AÉCIO

A presidência caiu no colo de Tancredo por obra e graça dos militares, como efeito retardado da segunda bomba que não explodiu no Rio Centro. Devido ao seu perfil conciliador, Tancredo era o político ideal para que os milicos garantissem o controle da situação, durante a transição de uma Ditadura Envergonhada para uma Ditadura Consentida. Conciliação era a palavra chave. A mesma conciliação que garantiria a impunidade dos militares brasileiros, os únicos da América Latina a serem anistiados pelo Supremo Tribunal Federal por crimes imprescritíveis contra a Humanidade. Consenso é o pavor do que não se expressa, já dizia Derrida.

Essa conversa de conciliação, aliada ao papo de ser a presidência um destino e não uma escolha, marcou o espírito de Aécio como uma martelada na cabeça. 
Naquele momento crucial, "DIRETAS JÁ!", passeatas, comícios com a presença de grandes cantores da MPB, Tancredo representou de forma excepcional o papel de Lavador de Almas, “o escolhido", o homem disposto a subir no cadafalso do Colégio Eleitoral em prol do povo brasileiro.

A emoção estava no ar, vinte e quatro horas. Os especialistas em manipular massas sabem que a emoção é uma droga, que se bem administrada alastra-se como vício, gerando no usuário o desejo de reviver os momentos trágicos ou mágicos, a depender do desfecho da picada. De uma forma ou de outra, a âncora da emoção sempre deixa sua marca irrevogável na mente do cliente.

O desfecho da transição democrática vocês já conhecem: trinta e oito dias de agonia, tudo filmado e refilmado à exaustão, Tancredo sendo exibido como um boneco sem fala pelos médicos do Hospital de Base de Brasília em foto tirada no dia 25 de março de 1985, até a comoção causada pelo anúncio da morte e o sepultamento do corpo do Presidente em São João Del Rey.
A morte do avô carimbou profundamente o destino político de Aécio, que passou a se enxergar sempre pela ótica de Tancredo: "o melhor presidente que o Brasil nunca teve”. Desde então, Aécio está condenado a repetir o destino manifesto de Tancredo: continuar sendo o que sempre foi sem nunca chegar a ser o que poderia ter sido. Confuso, não?

Nem tanto, foi mais ou menos essa a resposta que Aécio deu ao jornalista Josias de Souza: “tenho dificuldade de entender as surpresas ou frustrações que alguém possa ter com o fato de eu continuar sendo o que sempre fui e fazer o que sempre fiz na minha vida pública”.

Ou seja, Aécio quer continuar fazendo o que sempre fez: (insira aqui a palavra que exprime a relevância de Aécio para a renovação política brasileira).

Basta que Aécio mantenha o seu nome nas bocas, frequente as passarelas, fuja do debate, não entre em polêmicas, e no momento propício, ao contrário da onda que se quebra na areia, Aécio continuará sendo de novo do jeito que sempre foi um dia. Ficou mais confuso? Paciência, a História dá voltas em espiral, o mesmo aconteceu com Tancredo, político dotado de uma habilidade incrível para se colocar sempre no lugar certo nas horas mais incertas.

Repetindo, pra frisar bem, Aécio não se livrou da maldição do avô, maldição que consiste em ser o que se é sem nunca chegar a ser o que poderá ter sido. Daí a importância da morte. Aliada secreta, a morte com sua foice é o ponto de irrigação política do nome de Aécio, figura responsável por manter acesa a chama de uma candidatura à presidência cada vez mais distante.

Dia desses o Jornal Estado de Minas soltou uma nota falando que Aécio poderá se candidatar ao Governo de Minas em 2014.

Já dizia Lulu Santos, “não adianta fugir, nem mentir pra si mesmo”. Pois então, Aécio, para se encontrar com seu destino, viabilizando-se como candidato a Presidente, depende da morte de terceiros. Não apenas da morte biológica, mas também da morte de modelos, do esgotamento de alianças. Por isso Aécio está sempre se movendo nos bastidores, buscando cooptar aliados entre os apoiadores do Governo atual, preservando de críticas os ministros mais incompetentes, de olho nas rebarbas políticas. Quando as portas da História se abrirem para ele, Aécio não terá pudores em se aliar às mesmas forças fisiológicas que sustentaram o Governo do PT desde a ascensão de Lula. Desde que seja para o bem do povo, Aécio não se importaria de ser eleito Presidente sem romper com as forças políticas mais retrógradas.

Mas, para que o plano secreto de Aécio dê certo, é preciso que algo de extraordinário aconteça. Em se tratando de possíveis candidatos a uma morte extraordinária, esse defunto não precisa necessariamente ser o do José Serra, pode ser a morte simbólica de um modelo de governo, de um projeto político, ou até mesmo o passamento de um líder popular, fazendo por linhas tortas com que a bola da Presidência caia no peito de Aécio.

Quando esse fato extraordinário acontecer, e Aécio tiver a chance de tornar-se Presidente do Brasil por força do acaso, como deu-se com Tancredo, a maldição legada ao neto pelo avô terá chegado ao Fim.

Pena que quando esse dia chegar, Aécio estará com 76 anos. E no dia anterior à sua posse como Presidente da República, Aécio inventará de comemorar a vitória surfando em uma praia escondida da Austrália, e ele, relembrando os tempos em que surfava no Rio, arriscará uma manobra arrojada, perderá o controle da prancha e baterá com a cabeça numa pedra, vindo a morrer na praia como sempre sonhou.


JT Palhares

Atualizado em 05/10/2014

Da Tribuna de Minas de Juiz de Fora em http://www.tribunademinas.com.br