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sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Vi o Mundo: Senadores Alencar, Serra, Anastasia, Caiado e Katia Abreu na lista dos que receberam doações de empresas da Lava Jato
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Enquanto, nas Montanhas, matéria do feriado, dia 15->Rogério Corrêa [PT-MG]: Herança maldita e transição de faz de conta Bagunçar a casa o máximo possível para o próximo inquilino
O deputado estadual Rogério Corrêa, agora alçado a federal, o deputado estadual pelo PMDB, Sávio Souza Cruz, o dono do Novo Jornal, Carone fizeram oposição real a esse nefasto desgoverno do psdb mineiro que ora termina!
Parece que RC esqueceu de falar da dívida para com o IPSEMG, acertada pelo governador Itamar Franco, para pagamento em 30 anos, pelo Estado de Minas Gerais. Dívida essa rasgada pelo ciclo que se encerra!
O Editor.
Rogério Corrêa [PT-MG]:
Herança maldita e transição de faz de conta Bagunçar a casa o máximo possível para o próximo inquilino
quinta-feira, 13 de novembro de 2014, 17:15 HS
Herança maldita e transição de faz de conta Bagunçar a casa o máximo possível para o próximo inquilino.
Parece ser essa a tática do PSDB na transição para o governo estadual petista em Minas Gerais. Passando por cima dos interesses do povo mineiro e apostando somente na disputa partidária vazia, os tucanos aproveitam seus últimos suspiros no Governo de Minas para aumentar a dívida, envenenar o orçamento do próximo ano e criar armadilhas para a próxima gestão.
Talvez o maior presente de grego deixado pelos governos de Aécio, Anastasia e Alberto, a dívida pública mineira consolidada já chega a 90 bilhões de Reais, comprometendo o orçamento de 2015 em 6 bilhões. Os últimos empréstimos realizados pelo governo tem sido utilizados para cobrir o déficit orçamentário anual, avaliado em 8,5 bilhões de Reais. Uma manobra irresponsável do ponto de vista econômico e que garante o efeito bola de neve para a dívida mineira por mais algum tempo.
Aliada a um crescimento pífio do PIB, dependente da extração de minério, a fórmula do Choque de Gestão não construiu alternativas econômicas para Minas Gerais, o que resultou em um estado falido, quebrado e com pequena arrecadação.
Também fazem parte da herança maldita do PSDB em Minas os 8 bilhões de Reais desviados da Saúde e os 8 bilhões de Reais desviados da Educação, que não tiveram seus mínimos constitucionais respeitados nos últimos 12 anos. Assim como a carreira congelada dos servidores públicos estaduais e o pagamento dos servidores da Educação abaixo do Piso Salarial Nacional. A extinção do Funpemg (Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais) como forma de apropriação dos recursos do fundo para cobrir os déficits do caixa mineiro selou a depredação social promovida pela trinca de Ás dos tucanos mineiros.
De forma irresponsável, a transição em Minas Gerais ocorre como um jogo de cena, no qual se arrolam documentos que já são públicos, listas infindáveis de nomes, mas nada que apresente um quadro real do estado.
Soma-se a isso uma sequência de manobras que transformaram a Assembleia Legislativa em uma verdadeira “casa de armadilhas e arapucas”, como é o caso da PEC 69, que ao invés de resolver o problema grave criado para os professores da Lei 100, apenas o empurra pra frente. Ou ainda o projeto de reajuste linear dos servidores estaduais retroativo a outubro, que coloca nas mãos do próximo governo uma responsabilidade que deixou de ser cumprida pelos próprios tucanos. O “orçamento impositivo”, que ainda segue em debate no Congresso Nacional, aqui em Minas Gerais tramita às pressas pelas mãos dos tucanos, que tentam a todo custo ditar as despesas de Pimentel para o ano que vem.
De toda essa história, uma coisa é certa: serão necessárias muitas auditorias e CPI’s para desenterrar os esqueletos que os tucanos agora insistem em esconder.
Transcrito na íntegra! Original aqui!
Parece que RC esqueceu de falar da dívida para com o IPSEMG, acertada pelo governador Itamar Franco, para pagamento em 30 anos, pelo Estado de Minas Gerais. Dívida essa rasgada pelo ciclo que se encerra!
O Editor.
Rogério Corrêa [PT-MG]:
Herança maldita e transição de faz de conta Bagunçar a casa o máximo possível para o próximo inquilino
quinta-feira, 13 de novembro de 2014, 17:15 HS
Herança maldita e transição de faz de conta Bagunçar a casa o máximo possível para o próximo inquilino.
Parece ser essa a tática do PSDB na transição para o governo estadual petista em Minas Gerais. Passando por cima dos interesses do povo mineiro e apostando somente na disputa partidária vazia, os tucanos aproveitam seus últimos suspiros no Governo de Minas para aumentar a dívida, envenenar o orçamento do próximo ano e criar armadilhas para a próxima gestão.
Talvez o maior presente de grego deixado pelos governos de Aécio, Anastasia e Alberto, a dívida pública mineira consolidada já chega a 90 bilhões de Reais, comprometendo o orçamento de 2015 em 6 bilhões. Os últimos empréstimos realizados pelo governo tem sido utilizados para cobrir o déficit orçamentário anual, avaliado em 8,5 bilhões de Reais. Uma manobra irresponsável do ponto de vista econômico e que garante o efeito bola de neve para a dívida mineira por mais algum tempo.
Aliada a um crescimento pífio do PIB, dependente da extração de minério, a fórmula do Choque de Gestão não construiu alternativas econômicas para Minas Gerais, o que resultou em um estado falido, quebrado e com pequena arrecadação.
Também fazem parte da herança maldita do PSDB em Minas os 8 bilhões de Reais desviados da Saúde e os 8 bilhões de Reais desviados da Educação, que não tiveram seus mínimos constitucionais respeitados nos últimos 12 anos. Assim como a carreira congelada dos servidores públicos estaduais e o pagamento dos servidores da Educação abaixo do Piso Salarial Nacional. A extinção do Funpemg (Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais) como forma de apropriação dos recursos do fundo para cobrir os déficits do caixa mineiro selou a depredação social promovida pela trinca de Ás dos tucanos mineiros.
De forma irresponsável, a transição em Minas Gerais ocorre como um jogo de cena, no qual se arrolam documentos que já são públicos, listas infindáveis de nomes, mas nada que apresente um quadro real do estado.
Soma-se a isso uma sequência de manobras que transformaram a Assembleia Legislativa em uma verdadeira “casa de armadilhas e arapucas”, como é o caso da PEC 69, que ao invés de resolver o problema grave criado para os professores da Lei 100, apenas o empurra pra frente. Ou ainda o projeto de reajuste linear dos servidores estaduais retroativo a outubro, que coloca nas mãos do próximo governo uma responsabilidade que deixou de ser cumprida pelos próprios tucanos. O “orçamento impositivo”, que ainda segue em debate no Congresso Nacional, aqui em Minas Gerais tramita às pressas pelas mãos dos tucanos, que tentam a todo custo ditar as despesas de Pimentel para o ano que vem.
De toda essa história, uma coisa é certa: serão necessárias muitas auditorias e CPI’s para desenterrar os esqueletos que os tucanos agora insistem em esconder.
Transcrito na íntegra! Original aqui!
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terça-feira, 3 de julho de 2012
Notícias do Dia: Terça-feira, 03/07/2012 - REFAZENDA2010-blog
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09:54 Estado de Minas: CeasaMinas se transforma em paraíso da sonegação
00:00 Carta Maior[Saul Leblon]: A letra miúda do caos
| López Obrador, antes de la rueda de prensa. | Afp - El Mundo |
00:00 El Mundo: López Obrador impugnará las elecciones
00:00 Nassif[Maíra Vasconcelos]: Paraguai: sem apoio, Partido Colorado pode usar repressão
00:00 Carta Capital[Luis Nassif]: O caos da telefonia celular
00:00 Carta Capital[Luiz Gonzaga Belluzzo]: O que pensam os republicanos?
| Portal Minas Livre |
00:00 Portal Minas Livre: Demissões continuam na Cemig e Sindieletro e movimentos sociais fazem ato
| Portal Minas Livre |
00:00 Portal Minas Livre: 'Atingidos pela Vale' decidem reforçar ações para 'desmascarar' mineradora
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O Tempo: De boas intenções, o Estado de Minas Gerais está cheio
Quase 10 anos de puro marketing! Censura também.
No papel
De boas intenções, o Estado de Minas Gerais está cheio
Burocracia, licença ambiental, crise e captação de recursos atrasam os planos
HELENICE LAGUARDIA
Publicado no Jornal OTEMPO em 05/02/2012
O governo de Minas Gerais assinou, no ano passado, 162 protocolos de intenções com empresas com planos de investimentos somados da ordem de R$ 28,38 bilhões, com a geração de 44,1 mil empregos diretos e 96 mil indiretos. Mas, do papel para a prática, nenhum deles saiu efetivamente e as cifras aplicadas ainda são mínimas. As construções ou estão na fase de terraplanagem, ou seus projetos aguardam a liberação de licença ambiental pelo Estado, ou o terreno para abrigar uma nova fábrica ainda nem existe. Há também projetos que só estão no documento assinado com o governo.
O Estado dá sua versão sobre o cronograma não cumprido. "Dentre as principais causas estão fatores conjunturais, como a decisão de postergar ou não o investimento por parte do empreendedor, licenças ambientais, disponibilidade de capital, crises econômicas sistêmicas", admitiu por nota o Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Continue lendo.
No papel
De boas intenções, o Estado de Minas Gerais está cheio
Burocracia, licença ambiental, crise e captação de recursos atrasam os planos
HELENICE LAGUARDIA
Publicado no Jornal OTEMPO em 05/02/2012
O governo de Minas Gerais assinou, no ano passado, 162 protocolos de intenções com empresas com planos de investimentos somados da ordem de R$ 28,38 bilhões, com a geração de 44,1 mil empregos diretos e 96 mil indiretos. Mas, do papel para a prática, nenhum deles saiu efetivamente e as cifras aplicadas ainda são mínimas. As construções ou estão na fase de terraplanagem, ou seus projetos aguardam a liberação de licença ambiental pelo Estado, ou o terreno para abrigar uma nova fábrica ainda nem existe. Há também projetos que só estão no documento assinado com o governo.
O Estado dá sua versão sobre o cronograma não cumprido. "Dentre as principais causas estão fatores conjunturais, como a decisão de postergar ou não o investimento por parte do empreendedor, licenças ambientais, disponibilidade de capital, crises econômicas sistêmicas", admitiu por nota o Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Continue lendo.
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