Mas que São Pedro tem culpa, não se tem a menor dúvida...
Reuters Brasil: Índice fecha em queda de 2% com bancos; elétricas despencam
Por Paula Arend Laier
SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da Bovespa fechou em queda nesta sexta-feira, pressionado pelas ações dos bancos, em sessão também negativa nas bolsas em Nova York, mesmo após dados mostrando criação de empregos acima do esperado nos Estados Unidos.
O setor elétrico também foi destaque negativo no pregão, em meio a incertezas sobre novo empréstimo para socorrer as distribuidoras de energia, bem como perspectiva de menos chuvas no mês.
Após avançar nos três dias anteriores, o Ibovespa recuou 2,21 por cento, a 48.840 pontos, o que fez com que a primeira semana efetiva de 2015 terminasse com alta acumulada de 0,68 por cento.
O volume financeiro na bolsa somou 5,1 bilhões de reais, abaixo da média dos primeiros pregões do ano.
Nos Estados Unidos, o Departamento do Trabalho reportou a criação de 252 mil vagas fora do setor agrícola no mês passado, depois da abertura de 353 mil em novembro de acordo com dados revisados, mas alguns analistas viram os dados de renda com menos otimismo.
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Bolsa sobe, mas ainda longe dos 60.000 pontos!
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quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Agência Brasil: Dólar encosta em R$ 2,60 e fecha no maior nível desde abril de 2005
A direita nervosa e ensandecida continua causando estragos! Bolsa nesta quinta, 13/11/2014: -2,14% a 51.846 pontos.

O dia foi marcado pela volatilidade no mercado financeiro. No início da manhã, a cotação estava praticamente estável, mas a alta acelerou a partir das 14h. Por volta das 15h, a moeda chegou a ultrapassar R$ 2,60, mas diminuiu a alta perto do fim da sessão. O dólar acumula alta de 4,68% em novembro e de 10,47% no ano.
De acordo com analistas, a incerteza em relação à troca de ministros para o segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff tem provocado turbulências no mercado financeiro. A instabilidade é agravada pelo cenário externo, principalmente depois que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano, encerrou o programa de injeções de dólares na economia mundial motivado pela recuperação do emprego nos Estados Unidos.
O dólar não tem caído apesar de o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) ter aumentado a taxa Selic (juros básicos da economia) para 11,25% ao ano. Em tese, os juros domésticos mais altos ajudam a derrubar o dólar porque ampliam a diferença das taxas brasileiras em relação às dos Estados Unidos, tornando o Brasil mais atrativo para os aplicadores internacionais.
Na Bolsa de Valores, a quinta-feira também teve perdas. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou a sessão com recuo de 2,14%. As ações da Petrobras, as mais negociadas, caíram 3,61% e puxaram a queda.
Agência Brasil: Dólar encosta em R$ 2,60 e fecha no maior nível desde abril de 2005
Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
Edição: Fábio Massalli
Em alta pelo segundo dia seguido, a moeda norte-americana
encostou em R$ 2,60 e voltou a fechar no maior valor em nove anos. O
dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 2,595, com alta de 1,2%. O
valor é o mais alto desde 18 de abril de 2005, quando a cotação tinha
fechado em R$ 2,609.O dia foi marcado pela volatilidade no mercado financeiro. No início da manhã, a cotação estava praticamente estável, mas a alta acelerou a partir das 14h. Por volta das 15h, a moeda chegou a ultrapassar R$ 2,60, mas diminuiu a alta perto do fim da sessão. O dólar acumula alta de 4,68% em novembro e de 10,47% no ano.
De acordo com analistas, a incerteza em relação à troca de ministros para o segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff tem provocado turbulências no mercado financeiro. A instabilidade é agravada pelo cenário externo, principalmente depois que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano, encerrou o programa de injeções de dólares na economia mundial motivado pela recuperação do emprego nos Estados Unidos.
O dólar não tem caído apesar de o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) ter aumentado a taxa Selic (juros básicos da economia) para 11,25% ao ano. Em tese, os juros domésticos mais altos ajudam a derrubar o dólar porque ampliam a diferença das taxas brasileiras em relação às dos Estados Unidos, tornando o Brasil mais atrativo para os aplicadores internacionais.
Na Bolsa de Valores, a quinta-feira também teve perdas. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou a sessão com recuo de 2,14%. As ações da Petrobras, as mais negociadas, caíram 3,61% e puxaram a queda.
Origem e imagem: Agência Brasil
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