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segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Opinião (Hora do Almoço): E a guerrilha midiática continua!

E a guerrilha midiática continua!

Aroeira no Brasil247, também aqui.
Continua repercutindo, todo dia e diariamente, o ataque raivoso dos agentes do Mercado (especuladores), inflamado pelo PIG, contra as declarações de Lula (aqui), há dias atrás. Lula nem assumiu e já virou vidraça! Teremos muita luta pela frente ainda. Em relação ao piti sobre o assunto em tela, e, principalmente ao gado que se acha fora do matadouro!...

21/11/2022 - REFAZENDA2010

sexta-feira, 18 de novembro de 2022

Artigo - Mancini: E o velho PIG* ataca novamente!

E o velho PIG* ataca novamente!

*Partido da Imprensa Golpista by Paulo Henrique Amorim

Bastou Lula caminhar para um discurso social para o Mercado vir abaixo. O mercado financeiro trabalha com expectativas e está sempre apostando em um futuro que não está desenhado.

NY - Imagem Web
Mas o que incomoda e muito é a postura da hoje denominada mídia corporativa (PIG). Repetem sem limites o que os economistas liberais falaram. Não colaboram em nada. Tem igual efeito de matérias estridentes sobre inflação. Só ajudam a aumentar a mesma, efeito dominó!

Tais economistas tentam demonstrar, com algum embasamento, que, caso não se respeite a Responsabilidade Fiscal, ocorreria mais inflação, prejudicando em maior grau, aos pobres.

Pode ser. Mas há, de alguma forma, romper com esta lógica. Temos que lembrar que Lula, em seus dois governos, não cometeu nenhuma sandice financeira!

O País vem passando, e há décadas, por oscilações mínimas, na renda das classes menos favorecidas. Mas em última análise, permanece permanentemente a nossa brutal Desigualdade!

Imagem Web
Ainda cabe ressaltar que o governo Lula foi (será) possível devido a uma enorme composição, com diversos partidos e diferentes tendências ideológicas. E, para complicar mais, com um Congresso de oposição!

Mas Lula tem uma maestria peculiar em tratar com os políticos e conta com uma boa vontade inicial.

Educação, educação e educação; repetia insistentemente o então senador Cristovam Buarque. O Brasil está atrasado neste tópico em décadas. Portanto, há que se ter diversas políticas sociais, começando pelo combate à fome (Paradoxo: fome em um país grande produtor e exportador de alimentos!). Ou seja, Responsabilidade Social!

Imagem Mídia Ninja
Belo Horizonte, 18 de novembro de 2022

Otávio MANCINI Soares

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Agência Brasil: Dólar encosta em R$ 2,60 e fecha no maior nível desde abril de 2005

A direita nervosa e ensandecida continua causando estragos! Bolsa nesta quinta, 13/11/2014: -2,14% a 51.846 pontos.





Agência Brasil: Dólar encosta em R$ 2,60 e fecha no maior nível desde abril de 2005

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli
Em alta pelo segundo dia seguido, a moeda norte-americana encostou em R$ 2,60 e voltou a fechar no maior valor em nove anos. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 2,595, com alta de 1,2%. O valor é o mais alto desde 18 de abril de 2005, quando a cotação tinha fechado em R$ 2,609.

O dia foi marcado pela volatilidade no mercado financeiro. No início da manhã, a cotação estava praticamente estável, mas a alta acelerou a partir das 14h. Por volta das 15h, a moeda chegou a ultrapassar R$ 2,60, mas diminuiu a alta perto do fim da sessão. O dólar acumula alta de 4,68% em novembro e de 10,47% no ano.

De acordo com analistas, a incerteza em relação à troca de ministros para o segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff tem provocado turbulências no mercado financeiro. A instabilidade é agravada pelo cenário externo, principalmente depois que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano, encerrou o programa de injeções de dólares na economia mundial motivado pela recuperação do emprego nos Estados Unidos.

O dólar não tem caído apesar de o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) ter aumentado a taxa Selic (juros básicos da economia) para 11,25% ao ano. Em tese, os juros domésticos mais altos ajudam a derrubar o dólar porque ampliam a diferença das taxas brasileiras em relação às dos Estados Unidos, tornando o Brasil mais atrativo para os aplicadores internacionais.

Na Bolsa de Valores, a quinta-feira também teve perdas. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou a sessão com recuo de 2,14%. As ações da Petrobras, as mais negociadas, caíram 3,61% e puxaram a queda.

Origem e imagem: Agência Brasil