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Mostrando postagens com marcador blog do Pedro do Porfírio. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Vi o Mundo: Intelectuais assinam manifesto contra Joaquim Levy e Kátia Abreu no segundo mandato de Dilma

Também se insurge o jornalista Pedro Porfírio, amigo da REFAZENDA2010, desde à censura imposta pela SEF/MG! Aqui!



Vi o Mundo: Intelectuais assinam manifesto contra Joaquim Levy e Kátia Abreu no segundo mandato de Dilma


publicado em 24 de novembro de 2014 às 20:17

 
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Manifesto em Defesa do Programa Vitorioso nas Urnas, contra Joaquim Levy e Kátia Abreu
sugerido por Igor Felippe

A campanha presidencial confrontou dois projetos para o país no segundo turno. À direita, alinhou-se o conjunto de forças favorável à inserção subordinada do país na rede global das grandes corporações, à expansão dos latifúndios sobre a pequena propriedade, florestas e áreas indígenas e à resolução de nosso problema fiscal não com crescimento econômico e impostos sobre os ricos, mas com o mergulho na recessão para facilitar o corte de salários, gastos sociais e direitos adquiridos.

A proposta vitoriosa unificou partidos e movimentos sociais favoráveis à participação popular nas decisões políticas, à soberania nacional e ao desenvolvimento econômico com redistribuição de renda e inclusão social.

A presidenta Dilma Rousseff ganhou mais uma chance nas urnas não porque cortejou as forças do rentismo e do atraso e sim porque movimentos sociais, sindicatos e milhares de militantes voluntários foram capazes de mostrar, corretamente, a ameaça de regressão com a vitória da oposição de direita.

A oposição não deu tréguas depois das eleições, buscando realizar um terceiro turno em que seu programa saísse vitorioso. Nosso papel histórico continua sendo o de derrotar esse programa, mas não queremos apenas eleger nossos representantes políticos por medo da alternativa.

Leia tudo aqui!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Chávez foi reeleito. A vontade do povo é que tem de prevalecer. O resto é secundário

Chávez foi reeleito. A vontade do povo é que tem de prevalecer. O resto é secundário

No entanto, agindo como abutres, as oligarquias articulam um golpe atípico e falam em guerra civil
Pedro Porfírio

Tudo pode acontecer nos próximos dias na Venezuela, mas desde já registro como mesquinha, antidemocrática e suicida a manobra da oposição, tentando aproveitar o estado de saúde precário do presidente Hugo Chávez para dar um golpe e tornar sem efeito o resultado das eleições presidenciais de outubro.

Até mesmo este reotorno rápido a Caracas, no dia 14 de dezembro,
levou um blogueiro de oposição a dizer que era uma"armação".
Quando digo tudo pode acontecer não descarto nem uma cena dramática: Chávez poderia aparecer dia 10 em Caracas, prestar o juramento para o novo mandato e licenciar-se em seguida.

Levanto essa hipótese pelo que conheço de sua personalidade heróica, pelo câncer, pela medicina cubana e pelo ambiente de ansiedade e consternação que envolve 90% dos venezuelanos, inclusive muitos que não votaram nele.
Em nenhum momento, ninguém, absolutamente ninguém, pôs em dúvida a lisura do pleito que consagrou a continuidade de Chávez.

Mais do que isso, quando ele já estava na fase mais grave do seu tratamento, seus partidários confirmaram o engajamento do povo venezuelano no projeto socialista de Chávez ao vencerem as eleições do último dia 16 para governadores em 20 dos 23 estados, inclusive em Zúlia,  o mais populoso e mais rico do país, até então governado por oposicionistas. Continue lendo.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Porfírio: Quando tudo se presta a tudo, principalmente a tudo que não presta

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)
 
 

Quando tudo se presta a tudo, principalmente a tudo que não presta

“É preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma”
Giuseppe Tomasi di Lampedusa,escritor italiano (1896-1957)
 
 
Imagem Porfírio

Tudo isso que está acontecendo na corte é muito deprimente e muito desanimador. Espelha a agonia de instituições em pandarecos, entregues a coveiros ébrios, ávidos de todo e qualquer ganho, indiferentes a todo e qualquer valor ético e moral.

Tudo o que se relatou é suspeito. Esses personagens já caíram no descrédito até dos mais crédulos. Agem como se fossemos uma fieira de panacas. E galgam os píncaros de uma mídia trapalhona, flagrada com a mão na massa. Nisso tudo fala quem quer e como ninguém quer, ninguém fala na escala e ninguém se abala.

Tudo é muito feito, muito patético, muito sem nexo. Encomenda torpe de quem  não sabe onde meter a cabeça, onde esconder a alma, nem escapa à farpa.

Tudo se presta a tudo. E principalmente a tudo que não presta. Briga de cachorros grandes sem o pudor diante dos olhares curiosos de perplexidades. Cachorros que adoram uma cachorrada. Continue lendo.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Redação do REFAZENDA-blog, Blog do Pedro Porfírio: O descaminho para um Estado nanico num país onde soberania já é palavrão

O amigo da REFAZENDA2010, o jornalista cearense e radicado no Rio desde a adolescência, Pedro Porfírio, continua insuperável em sua pena. Desmascara as tramóias e maracutaias que dominam os governos mundiais em quase sua totalidade. A prevalência dos bancos sobre os governos covardes e comprometidos só aumenta.

Ontem(01/03) publicamos notícia da Agência Brasil em que diz que o parlamento grego aprovou a redução dos gastos com a saúde. Naturalmente, exigência perversa dos credores.

Portanto o neoliberalismo não arrefeceu, como quer parecer alguns autores. Pelo contrário, o que vemos atualmente, é o acirramento do predomínio do sistema financeiro internacional. Grécia, Portugal, Espanha, EUA(tem gente comendo rato lá!...) e sabe-se lá quantos países mais.

No Brasil não é diferente. Fórmulas maquiavélicas são inventadas e implementadas todos os dias.

As populações anestesiadas pela explosão do consumo - justa, boa e necessária - não percebem os ataques ao serviço público. Podem achar até interessante, esses marajás cheios de benefícios, pensam elas. Naturalmente, esse raciocínio fora incutido nelas pela velha mídia, assecla do sistema financeiro.

O prejuízo em médio e longo prazos está por vir. Foi assim com a saúde, foi assim com escola pública e poderá ser assim com a previdência privada, ou você aposta suas fichas em um investimento de horizonte de 30-45 anos?!

Infelizmente, no Brasil, os partidos estão fazendo pouca diferença...(posts relacionados)

quinta-feira, 1 de março de 2012

O descaminho para um Estado nanico num país onde soberania já é palavrão

A impressão que passam é a de que a salvação da lavoura  está na imolação dos servidores públicos

“Ninguém quer o bem público que não está de acordo com o seu”.
Jean-Jacques Rousseau, escritor e filósofo (1712-1778)


No Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, médicos e funcionários mobilizam a comunidade para exigir contratação de concursados e condições de bom atendimento a um bairro com mais de 200 mil habitantes. Esses servidores dedicados  a mídia não mostra. Do blog do Pedro Porfírio.
    O pretexto para aprovar a limitação das aposentadorias dos servidores públicos e descarregá-los num fundo de direito privado é falso e reflete uma adesão imprudente a um modelo envergonhado de privatização do Estado, segundo uma escalada urdida no bojo do projeto de globalização e desmanche das fronteiras nacionais sob a égide do Banco Mundial.

    Pode não parecer à primeira vista, mas essas mudanças no âmbito previdenciário, entrelaçadas com a Emenda Constitucional que suprimiu o regime jurídico único e a estabilidade, estão criando um novo tipo de servidor público, o empregado temporário, vulnerável aos leilões eventuais do “mercado”.

    Em miúdos, desfiguram a personalidade natural do servidor público e transformam o Estado numa espécie de patrão desnaturado, forjando uma pálida relação sem mística e sem compromissos mútuos, com a desvantagem da alternância política de comandos.


Dizer que toda essa metamorfose administrativa só alcança os novos concursados é temerário. Neste momento, mudanças anteriores estão atingindo desfavoravelmente servidores antigos, cuja contagem do tempo de serviço e os limites de idade estão sendo afetados por outras variáveis, que prevêem “pedágios” com mais tempo na ativa do que os decorrentes das normas previstas. Continue lendo.