Renato Aroeira: Twitter e Copa do Mundo
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sábado, 3 de dezembro de 2022
Opinião: O jogo de ontem (02/12/2022)
O jogo de ontem (02/12/2022)
Brasil x Camarões
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| Casa de um Sem Teto |
O jogo contra Camarões, na minha opinião, deixou claro que em Copa do Mundo não existe lugar para experiências! A Copa, para os brasileiros, principalmente em um quadro caótico que nos encontramos, é um lenitivo de extrema urgência! Ultrapassa as quatro linhas, e ademais, daqui para frente não se pode errar!
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| Lute no Hoje em Dia |
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segunda-feira, 28 de novembro de 2022
247 - Miguel Paiva: Continua…
Opinião: Mais um sufoco!
Mais um sufoco!
Brasil x Suíça
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| AFP PHOTO |
Desta vez o perrengue foi maior. E ainda teve gol anulado. Mas o magro 1 X 0 foi suficiente para a próxima fase. Mas tem que melhorar muito!
Opinião Anterior.
28/11/2022 - REFAZENDA20210
sexta-feira, 25 de novembro de 2022
247 - Nando Motta: A pintura do Richarlison
247 - Miguel Paiva: De letra
Hoje em Dia: Lute
quinta-feira, 24 de novembro de 2022
Opinião: Brasil x Sérvia
Brasil x Sérvia
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| Imagem do Zap, recebida antes do jogo. Também aqui! |
24/11/2022 - REFAZENDA2010
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terça-feira, 8 de novembro de 2022
Hoje em Dia: Lute
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segunda-feira, 7 de novembro de 2022
sábado, 5 de novembro de 2022
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO
QUEM
NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO
Ou
de como a carruagem foi se transformando em abóbora
Max
Antônio Amaral
Ao
final do clássico e com o vice-campeonato matematicamente confirmado
confesso que comemorei como fosse um título.
Não,
não foi festa de quem está no jejum há muito tempo. A explicação
é muito simples.
O
vice-campeonato significava e significa a participação definitiva e
direta do Atlético no principal torneio do continente. E mais: com
tempo de se preparar e fazer uma pré-temporada condizente com as
exigências do torneio.
Ingenuamente
acreditava que o Atlético iria se reforçar pontual e
estrategicamente para disputar a próxima Libertadores.
Achava
que a experiência acumulada pelo diretor Eduardo Maluf no rival e a
ambição do presidente que, no meu entendimento, deveria estar
sonhando em ser o primeiro presidente do Atlético a colocar no peito
as faixas de campeão da Libertadores e do mundo, norteariam o
planejamento e as contratações do clube para a próxima temporada.
Mas
não, tudo não passou de um sonho. Mal 2013 se inicia e o sonho já
se converteu em uma grande frustração.
Hoje
vejo com clareza que eu estava redondamente enganado.
Inexplicavelmente o Atlético, além de não se reforçar como devia,
inicia a temporada 2013 praticamente com o mesmo elenco e com os
mesmos problemas de composição e, portanto, com as mesmas
deficiências e com os mesmos problemas que inviabilizaram a
conquista do título brasileiro de 2012.
Por
exemplo: o buraco tático aberto com a saída mal explicada e mal
administrada de Danilinho remanesce. Assim, os riscos de que
Guilherme uma vez mais seja submetido àquele imoral, cruel e absurdo
sacrifício tático que o treinador lhe impusera no ano passado, são
mais do que reais. Diria eu que até são óbvios.
O
que Guilherme poderá esperar da torcida alvinegra diante de
possíveis novos maus desempenhos em função de mais sacrifícios
táticos que certamente Cuca lhe imporá nesta temporada? A resposta
é simples: mais incompreensão, mais intolerância, mais desgaste,
mais críticas injustas, mais vaias.
E
o que dizer das caras novas anunciadas até agora?
Gilberto
Silva é um excepcional jogador. O fato complicador é a idade
avançada. Não tenho nenhuma duvida de que ele será utilizado de
forma estratégica e tática. Mas, por certo, não veio para ser
titular absoluto. De qualquer maneira, seja bem vindo.
Rosinei
é uma incógnita. Se bem me lembro, ele é um volante que sai para o
jogo. Um Serginho melhorado. Ouvi dizer que ele teria sido contratado
para ocupar o espaço deixado por Danilinho. Para jogar em sua
posição e cumprindo funções de acordo com as suas características
Rosinei é muito bem vindo. Mas, para ser a solução definitiva do
time na armação pelo lado direito acho isso uma temeridade. Além
disso, o seu histórico recente de contusões deixa muito suspense
quanto ao que ele poderá mostrar no Atlético.
Luan
é jovem demais, inexperiente e, além de tudo isso, está contundido
e a sua recuperação irá certamente comprometer a sua
pré-temporada.
Alecsandro
tem, em princípio, tudo para ser titular. Apesar de ser apenas um
bom atacante, sem nenhum brilho especial, é melhor do que Jô, o
que, aliás, não é vantagem, é obrigação de qualquer atacante
que queira jogar no Atlético.
A
Libertadores exige um perfil de jogadores do qual o elenco atual do
Atlético é absolutamente carente.
Preocupa-me
bastante o lado emocional, psicológico e o equilíbrio do time. A
campanha bizarra do segundo turno do brasileirão 2012 me deixa com
muitas pulgas atrás das minhas orelhas.
Aliás,
não só a equipe se mostrou oscilante durante todo o segundo turno,
como Cuca também usou e abusou do direito de errar. O comando
central errou feio ao não identificar e corrigir os desvios de rota
que se verificaram um sem numero de vezes e que arrasaram a equipe
especialmente no segundo turno da competição.
É
bom lembrar que os problemas que pipocaram durante o segundo turno já
se pré-anunciavam há algum tempo e demandavam ações corretivas
que, infelizmente, jamais foram desenvolvidas por quem de direito.
Não
fosse a incrível gordura acumulada no primeiro turno, talvez não
tivéssemos conseguido nos classificar nem para a fase de
pré-libertadores.
O
empréstimo inexplicável, absurdo, temerário e absolutamente fora
de hora de André para o Santos, talvez em um inoportuno acerto de
caixa, a saída intempestiva de Danilinho, o sacrifício tático de
Guilherme, a não utilização de Juninho, de Leleu e de Paulo
Henrique, a ortodoxia tática, a insistência com os chutões para
que Jô funcionasse como pivô (jogada manjada e facilmente marcada
por todos os nossos adversários com o passar dos jogos) e o mau
planejamento na formação do elenco que provocou deficiências de
banco, ao contrario do que “vendia” uma propaganda maldosamente
dirigida por determinados segmentos da mídia para iludir a massa,
foram alguns, dentre outros, dos principais problemas do Atlético
que sopitaram fundamentalmente no segundo turno do brasileirão,
fazendo com que entregássemos o título de bandeja para o Fluminense
e por pouco cedêssemos a outros clubes a nossa vaga na Libertadores.
Ao
não reforçar o elenco e o time como era de se esperar, o comando
alvinegro revela falha imperdoável de diagnóstico, imaginando que o
simples fato de manter a base já seja suficiente para garantir
sucesso nas empreitadas que o Atlético tem pela frente.
É
bom lembrar que neste ano (2013) o Atlético deverá disputar além
da Libertadores o campeonato mineiro, o campeonato brasileiro e a
Copa do Brasil. Se vencermos a Libertadores o que é muito difícil,
mas não impossível, também entrará na nossa agenda o Mundial
Interclubes.
O
calendário é complicado e prevê acúmulo de jogos e, portanto,
exige um elenco reforçado e robusto, com um leque de opções
elástico e eclético. Ou seja, com um elenco que o Atlético de hoje
está longe de possuir.
De
tudo isso, e a bem da verdade e da justiça, é preciso reconhecer
que a realidade está a exigir do Atlético planejamento, estrutura,
projeto, ousadia e visão, muito acima da capacidade de resposta de
um clube que esteve submerso em um violento processo de definhamento
nas últimas cinco décadas no mínimo.
É
que não se passa de uma fase para outra em um simples estalar de
dedos.
É
preciso uma mudança ampla e geral de conceitos, de cultura, de
metodologia administrativa e de estrutura. Ou seja, é preciso um
projeto consistente que objetive a inserção definitiva do Atlético
no primeiro mundo do futebol.
Para
se atingir este patamar é preciso que o Atlético rompa de vez as
barreiras de Minas e as limitações do mercado publicitário
mineiro, maximizando com efetividade as suas receitas.
E
isto demanda tempo. Tempo que a torcida não concede e jamais
concederá.
Durante
muito tempo o Atlético vem confundindo pensar com os pés no chão
com pensar pequeno. Durante este mesmo tempo o Atlético vem
confundindo também despesa com investimento. Ambos exigem gastos,
apenas o segundo gera retorno, se bem planejado.
Inegavelmente
o desafio do presidente e de quem quer que esteja à frente do clube
é imenso.
O
Atlético tem um fator propulsor tremendamente importante e
amplamente favorável à construção e a alavancagem deste projeto:
a fortuita contratação de Ronaldinho Gaúcho e a feliz renovação
de seu contrato. Este é o fermento do bolo que, se bem preparado,
bem que poderia comportar não apenas uma cereja, mas varias outras.
R49
é fabrica de dinheiro e arma de marketing extraordinária. O recente
lançamento de seu filme na Índia mostra isso à exaustão.
Se
bem utilizado e com planejamento adequado pode render frutos
impressionantes para o clube. Com a sua contratação o Atlético
caminhou dez anos em um e não pode se permitir qualquer tipo de
retrocesso.
Ainda
há tempo de se trazer a tal cereja para o nosso bolo. Mas, para
isso, é preciso ousadia, sacrifício e atitude.
Tardelli
não esconde que quer voltar. Existem outros clubes brasileiros
interessados e que já estão se movimentando para contratá-lo.
É
preciso ter em mente que Tardelli, antes de qualquer coisa, é
profissional e não é obrigado a jogar no Atlético de graça.
Além
disso, qualquer outro clube, sem exceção tem o direito de tentar
contratá-lo e de lhe fazer propostas. Não se pode exigir que o
atleta e o seu empresário não ouçam outras propostas.
O
presidente, se ainda quiser contratá-lo, tem que ir até a fonte, ou
seja, conversar diretamente com o dirigente máximo do clube árabe
detentor dos direitos do craque. QUEM QUER VAI, QUEM NÃO QUER MANDA.
Quem
chega à fonte primeiro bebe água limpa e se livra dos incômodos
leiloes.
Que
é uma contratação difícil ninguém duvida, mas não é
impossível. E vale qualquer sacrifício.
O
mesmo se aplica a Robinho.
Particularmente,
tenho a forte sensação de que, desta vez, o Atlético não se
movimentou para efetuar qualquer contratação de vulto, não quer e,
muito provavelmente, não irá fazê-lo.
Via
de regra, o atual presidente, apaixonado e destemido à sua maneira,
quando quer vai. Desta vez, não. Se até agora nenhuma contratação
de peso foi feita é porque não se andou de fato nesta direção.
Uma pena.
Talvez
os compromissos assumidos para honrar o contrato com Ronaldinho
tenham intimidado o presidente.
É
bom lembrar que a contratação de Alexandre Pato pelo Corinthians
tem o dedo dos parceiros da equipe paulista e que uma transação
deste porte já vem sendo imaginada e planejada há algum tempo. Não
é coisa definida de um dia para o outro.
A
Libertadores, entretanto, já está aí e o tempo é mais do que
curto. Independentemente da chegada da tal cereja, resta ao Atlético
agora fazer dos seus limões uma limonada tragável e suculenta.
Assim,
entendo que dentre os jogadores que estavam emprestados Nikão, Eron
e Geovani Augusto, amadurecidos e respaldados pelas excelentes
campanhas que realizaram nas equipes onde estavam jogando e Mancini,
em função da experiência, devem ser naturalmente reintegrados.
Com
todo respeito a esta rapaziada, quem não tem cão, caça com gato.
E
como disse acima, se der para trazer um dragão, Tardelli ou Robinho,
todo sacrifício vale a pena.
Saudações
atleticanas.
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Max A A Pereira
segunda-feira, 5 de março de 2012
REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 03:30 sexta 05/03/2012
Notícias novas, e outras, também importantes, agora linkadas. (Posts relacionados, Cidade Administrativa)
Com o preço do álcool elevado quem sofre é o meio ambiente.
Problema toda semana, obra mal feita e com sobrepreço é assim, mas a campanha continua, afinal, patos aparecem aparecem todos os dias...
| Erguida a um custo de R$ 1,2 bilhão, Cidade Administrativa não reduz gastos - Foto: Marcelo Prates |
Bem, depois de tanta fraude, depois de Gilmar Dantas e com a providencial ajuda dos votos do Tiririca, Protógenes virou deputado. Vamos aguardar a instalação da CPI da Privataria, aliás já está demorando!
Como explicar que a UFMG, proprietária da área não foi informada de nada?!
Novojornal: UFMG confirma irregularidade na PPP do Mineirão
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Estadão: Presidentes de federações apostam em saída de Ricardo Teixeira
Hoje tem festa no submundo de Hades! (posts relacionados)
Dirigentes das entidades estaduais deixam aberto a renúncia ou licença do cartola
29 de fevereiro de 2012 | 8h 35
Sílvio Barsetti, Leonardo Maia e Tiago Rogero - Agência Estado
RIO - Presidentes de federações apostam que Ricardo Teixeira vai anunciar nesta quarta-feira o seu afastamento da CBF, durante assembleia geral extraordinária marcada para o início da tarde, na sede da entidade, no Rio de Janeiro. A dúvida é se o mandatário maior do futebol brasileiro, no poder desde 1989, vai se licenciar do cargo ou optar pela renúncia.
"Sou a favor da legalidade, o que não vou aceitar é golpe. O problema está na intromissão do Marco Polo Del Nero (presidente da Federação Paulista de Futebol) no processo", disse o presidente da federação catarinense, Delfim Peixoto Filho, com quem Ricardo Teixeira costuma manter contato permanente.
Na eventualidade de renúncia de Teixeira, assumiria, de acordo com o estatuto, o vice-presidente mais velho: José Maria Marin, de 79 anos, ex-governador de São Paulo e apadrinhado por Del Nero. Se o presidente da CBF pedir licença, no entanto, pode escolher qualquer um dos cinco vices. "Eu acredito, sim, que vamos ouvir dele um pedido de licença", disse Delfim. Para ele, Teixeira deve pedir licença de 180 dias, renovável por mais 180. Continue lendo.
Atualização às 19:30.
É, não foi desta vez. Fica uma pergunta: sangrará mais?
odiario.com: Ricardo Teixeira decide continuar na presidência da CBF
| Fábio Motta/AE - 4/4/2011 Ricardo Teixeira está no poder da CBF desde 1989 |
29 de fevereiro de 2012 | 8h 35
Sílvio Barsetti, Leonardo Maia e Tiago Rogero - Agência Estado
RIO - Presidentes de federações apostam que Ricardo Teixeira vai anunciar nesta quarta-feira o seu afastamento da CBF, durante assembleia geral extraordinária marcada para o início da tarde, na sede da entidade, no Rio de Janeiro. A dúvida é se o mandatário maior do futebol brasileiro, no poder desde 1989, vai se licenciar do cargo ou optar pela renúncia.
"Sou a favor da legalidade, o que não vou aceitar é golpe. O problema está na intromissão do Marco Polo Del Nero (presidente da Federação Paulista de Futebol) no processo", disse o presidente da federação catarinense, Delfim Peixoto Filho, com quem Ricardo Teixeira costuma manter contato permanente.
Na eventualidade de renúncia de Teixeira, assumiria, de acordo com o estatuto, o vice-presidente mais velho: José Maria Marin, de 79 anos, ex-governador de São Paulo e apadrinhado por Del Nero. Se o presidente da CBF pedir licença, no entanto, pode escolher qualquer um dos cinco vices. "Eu acredito, sim, que vamos ouvir dele um pedido de licença", disse Delfim. Para ele, Teixeira deve pedir licença de 180 dias, renovável por mais 180. Continue lendo.
Atualização às 19:30.
É, não foi desta vez. Fica uma pergunta: sangrará mais?
| Fotoarena |
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Teixeira perto do fim
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