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domingo, 24 de abril de 2022

Miscelânea II

Miscelânea II

[Re/Ratificando e Atualizando texto Miscelânea I]

Guerra: A guerra continua destruindo um país independente, um peão na tentativa de prevalência das ideologias de duas grandes potências militares, onde a verdade real não importa. Mas que está gerando em torno de 3 milhões de refugiados.

Tem-se agora de 5 a 6 milhões de refugiados, muito mais destruição e mortos e as narrativas continuam totalmente conflitantes!

Economia Mundial: Em decorrência das sanções impostas pelos Estados Unidos à Rússia, o que se vê é a desarrumação da economia mundial integrada, ou seja, com efeitos bem maiores do que os esperados, de retaliação ao invasor. Inflação é um primeiro efeito, e imediato.

Em pouco mais de um mês, a Economia Mundial ficou ainda mais fragilizada. A Europa pena ao aceitar as sanções dos EUA, sobretudo no tocante ao recebimento de energia da Rússia, sem falar dos demais efeitos perversos mundo afora.

Eleições 2022 Brasil: Analistas veem a resiliência do bolsonarismo e têm alguns que imaginam risco para a candidatura de Lula. Resistências idiotas e purismos podem nos levar à derrota!

Nesse tópico o que vimos é o acirramento quase que diário das provocações fascistas do mandatário. A cereja do bolo é o indulto ao deputado Silveira. Mas pode piorar. Outro fator desagregador é a estapafúrdia participação das FFAA no processo de desconstrução do processo eleitoral. Caso não haja uma enorme resistência popular o quadro ficará incerto e perigoso.

Duke em Dom Total, aqui.

Pandemia: Imaginava-se um arrefecimento da Covid-19 após o pico de fevereiro/22. De fato os números nacionais mostram um bom decaimento no total de óbitos. Por outro lado, em diversas partes do globo, o que se vê é um novo acirramento, inclusive com o aparecimento de novas variantes. Cautela e as medidas de proteção!

No caso acima os números relativos de óbitos vem diminuindo. Contudo, ser equivalente a queda de três a quatro aviões por semana nas últimas três continua sendo uma quantidade absurda de mortes!

24/04/2022 - REFAZENDA2010

domingo, 20 de março de 2022

Miscelânea I

Miscelânea I

Apresentamos neste domingo uma nova seção, de conteúdo variado e com diversos temas.

Guerra: A guerra continua destruindo um país independente, um peão na tentativa de prevalência das ideologias de duas grandes potências militares, onde a verdade real não importa. Mas que está gerando em torno de 3 milhões de refugiados.

Economia Mundial: Em decorrência das sanções impostas pelos Estados Unidos à Rússia, o que se vê é a desarrumação da economia mundial integrada, ou seja, com efeitos bem maiores do que os esperados, de retaliação ao invasor. Inflação é um primeiro efeito, e imediato.

Eleições 2022 Brasil: Analistas veem a resiliência do bolsonarismo e têm alguns que imaginam risco para a candidatura de Lula. Resistências idiotas e purismos podem nos levar à derrota!

Pandemia: Imaginava-se um arrefecimento da Covid-19 após o pico de fevereiro/22. De fato os números nacionais mostram um bom decaimento no total de óbitos. Por outro lado, em diversas partes do globo, o que se vê é um novo acirramento, inclusive com o aparecimento de novas variantes. Cautela e as medidas de proteção!

20/03/2022 - REFAZENDA2010

quinta-feira, 17 de março de 2022

Opinião: Inflação

Inflação

Este 2022 não tem sido nada fácil. Tragédias naturais, principalmente devido às chuvas. Guerra idiota e sem sentido, com narrativas totalmente antagônicas e a Covid já no Ano III. Mas um imposto impõe um ônus praticamente mundial, a inflação. Em maior ou menor grau, afeta a todos!

17/03/2022 - REFAZENDA2010

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Editorial: A Economia, a Inflação e a Histeria Midiática

A Economia, a Inflação e a Histeria Midiática

Fiquei sabendo, através de um parente, que foi moda, em torno das décadas de 1950 a 1970, o suicídio de moças que foram perdidas.

Era comum em um prédio do centro de Belo Horizonte. Então a mídia da época fez um acordo para não divulgar suicídios. E parece que tem sido assim até hoje.

Da mesma maneira, evitamos falar da economia em tempos de pandemia. Evitamos discorrer sobre o óbvio. Vira redundância.

Os efeitos da pandemia sobre o sistema econômico são devastadores e o que virá depois não é o novo normal, mas sim um novo anormal!

O raciocínio preambular vale também para a escalada de preços, principalmente, nos produtos alimentícios. As causas são muitas e se deve, com certeza, pela inépcia ou ideologia ultraliberal do governo: deixa correr solto!

É papel da mídia noticiar e notícia boa não vende… Mas ficar em histeria repetitiva, só estimula ainda mais os agentes econômicos, a remarcarem seus preços e disparando a inflação, de terrível memória!

21/09/2020 REFAZENDA2010

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Notícias do Dia Segunda-feira 14/09/2020

Notícias do Dia Segunda-feira 14/09/2020

["Em apenas 24 horas, foram mais de 307 mil casos. Nova cifra foi impulsionada por Estados Unidos, Índia e Brasil, mas OMS alerta Europa para possível aumento de mortes em outubro e novembro."]
09:14 - DW Brasil: Mundo registra recorde de casos diários de covid-19


 ["Apesar de o mundo inteiro aguardar ansiosamente a vacina contra o coronavírus, a todas as candidatas atualmente patenteadas e em testes falta uma informação fundamental que assegura a eficiência do tratamento. Em nenhum dos casos é ainda possível saber a duração da imunidade no corpo humano, isso porque, como a doença é muito recente, não se pode analisar os efeitos de proteção ao longo do tempo."]
09:20 - BBC Brasil: A informação essencial que falta em todas as vacinas para covid-19, segundo especialista italiana


["Os principais impactos foram nos itens da alimentação no domicílio – arroz, carne, leite e óleo –, mas isso não tem relação com o distanciamento social e sim com os altos preços no mercado internacional, a desvalorização do real e o fim dos estoques reguladores"]
10:01 - Nassif: O ‘fique em casa’ levou mesmo ao aumento dos preços?, por 

Emilio Chernavsky 

11:16 - Vi o Mundo - Felipe Coutinho, sobre falácia do Money Times: Petrobrás dos sonhos dos banqueiros suíços é a do pesadelo dos brasileiros 

12:05 - Carta Capital: Número de assassinatos cometidos por policiais cresce 7% na pandemia 

12:28 - Carta Maior: Clipping Internacional - 14/09/2020

14:48 - BBC Brasil: O enigma da inóspita nuvem de Vênus que pode ter vida extraterrestre 

14:55 - Nassif: Quem questiona o projeto de poder da Lava Jato vira alvo de seus métodos, diz Zanin ao GGN 

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Editorial: Arroz, a bola da vez!

Editorial: Arroz, a bola da vez!

Os preços dos alimentos subiram. Um dos poucos setores que ficaram abertos na fase mais aguda do isolamento foi o de alimentos. O que não se consumiu em restaurantes, comida a quilo, consumiu-se em casa. Talvez um pouco mais, devido à ansiedade. Dizem que a exportação de arroz cresceu empurrada pelo aumento substancial da cotação do dólar. Sim, sabemos que a agricultura nunca foi atividade fácil. Mas dizer que foi o auxílio emergencial que causou a inflação é de um cinismo ímpar. As pessoas não trabalhavam e consumiam antes?… refazenda2010 11/09/2020

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual: Crise hídrica e seca pioram perspectivas para o desempenho do PIB neste ano

Rede Brasil Atual: Crise hídrica e seca pioram perspectivas para o desempenho do PIB neste ano

Projeções de crescimento do Banco Central caem para 0,03% e já há quem fale em PIB 0,5% negativo; comentarista da RBA lembra que Operação Lava Jato também contribui para piora das expectativas

por Helder Lima

São Paulo – A crise hídrica que afeta a produção de energia e o abastecimento de água na região Sudeste terá impacto negativo no desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. A mais recente projeção do Banco Central, por meio do relatório Focus, divulgada hoje (2), indica um comportamento de 0,03% para o PIB neste ano, ou seja, algo bem próximo de zero. Na semana passada, essa projeção estava em 0,13% e há quatro semanas, em 0,5%.

A nova previsão não encerra as perspectivas desalentadoras para a economia neste ano, que também são dadas pelas medidas de ajuste fiscal, como a mudança nas regras do seguro-desemprego, alongando o prazo para obtenção do benefício, e o cenário recessivo com os desdobramentos da crise internacional na balança comercial do país, a elevação dos juros e o agravamento da inflação; esta, segundo o mesmo relatório, de acordo com o IPCA, agora deverá fechar o ano em 7,01%, depois de registrar 6,56% há quatro semanas.

Leia tudo.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Hoje em Dia: Inflação de janeiro em BH é a mais alta dos últimos 10 anos

Que paulada! O janeiro/2012 fica marcado, em BH, por chuvas e inflação. Todo janeiro é assim, os preços explodem, o famoso efeito gregoriano como dizia um velho economista. A culpa do salário é recorrente.

Inflação de janeiro em BH é a mais alta dos últimos 10 anos

IPCA atingiu 2,6% no mês; custo com empregado doméstico teve a maior pressão

Tatiana Moraes - Do Hoje em Dia - 2/02/2012 - 19:51

A inflação em Belo Horizonte registrou, em janeiro, a maior alta desde novembro de 2002. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a evolução dos gastos das famílias com renda entre um e 40 salários mínimos, fechou o mês em 2,6%, 0,43 pontos percentuais acima do registrado em dezembro. O custo dos empregados domésticos foi o principal vilão do mês, com elevação de 14,1%. As informações foram divulgadas ontem pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Fundação Ipead).


HD: Editoria de Arte

Na avaliação do coordenador da pesquisa, Wanderley Ramalho, o aumento do salário mínimo, que passou de R$ 545 para R$ 622, foi responsável pela elevação dos custos com os empregados domésticos e, consequentemente, por puxar o índice geral para cima. Continue lendo.