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Mostrando postagens com marcador guerra. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 27 de maio de 2022

Miscelânea III

Miscelânea III

Em um rápido apanhado desta semana, iremos destacar alguns pontos.

Guerra: Já são mais de 90 dias e a sandice continua. Já não é tão importante para a Mídia. Mas lá na Ucrânia o sofrimento e destruição continuam grandes. Perdem os nativos, perdem os invasores, perde o Mundo!

Violência Policial: Mais de duas dezenas de mortes na comunidade da cidade do Rio de Janeiro, com pelo menos uma vítima assassinada por bala achada. Não se pode continuar entrando nas favelas para este tipo de ataque. Não importa o motivo!

Latuff - 247 - Aqui

Com muito mais destaque na Mídia, tem-se o assassinato em Sergipe do já apelidado Caso Genivaldo. Tortura, Câmara de Gás e Morte! E os agentes do Estado foram somente afastados!...

Lula: A pesquisa do Data Folha, apontando Lula como vencedor em primeiro turno é uma notícia auspiciosa, mas há que ser ter muita calma nessa hora! As Eleições ainda demoram e muita casca de banana pode ser jogada ao chão... Ademais, há que se ter um trabalho maciço de esclarecimento para que os eleitores não votem nos candidatos do chamado Centrão!

Pandemia: A quantidade de óbitos tende a uma certa estabilidade em nível nacional. Nas últimas sete semanas, todas acima de 600 mortes! Uma tragédia!

27/05/2022 - REFAZENDA2010

domingo, 24 de abril de 2022

Miscelânea II

Miscelânea II

[Re/Ratificando e Atualizando texto Miscelânea I]

Guerra: A guerra continua destruindo um país independente, um peão na tentativa de prevalência das ideologias de duas grandes potências militares, onde a verdade real não importa. Mas que está gerando em torno de 3 milhões de refugiados.

Tem-se agora de 5 a 6 milhões de refugiados, muito mais destruição e mortos e as narrativas continuam totalmente conflitantes!

Economia Mundial: Em decorrência das sanções impostas pelos Estados Unidos à Rússia, o que se vê é a desarrumação da economia mundial integrada, ou seja, com efeitos bem maiores do que os esperados, de retaliação ao invasor. Inflação é um primeiro efeito, e imediato.

Em pouco mais de um mês, a Economia Mundial ficou ainda mais fragilizada. A Europa pena ao aceitar as sanções dos EUA, sobretudo no tocante ao recebimento de energia da Rússia, sem falar dos demais efeitos perversos mundo afora.

Eleições 2022 Brasil: Analistas veem a resiliência do bolsonarismo e têm alguns que imaginam risco para a candidatura de Lula. Resistências idiotas e purismos podem nos levar à derrota!

Nesse tópico o que vimos é o acirramento quase que diário das provocações fascistas do mandatário. A cereja do bolo é o indulto ao deputado Silveira. Mas pode piorar. Outro fator desagregador é a estapafúrdia participação das FFAA no processo de desconstrução do processo eleitoral. Caso não haja uma enorme resistência popular o quadro ficará incerto e perigoso.

Duke em Dom Total, aqui.

Pandemia: Imaginava-se um arrefecimento da Covid-19 após o pico de fevereiro/22. De fato os números nacionais mostram um bom decaimento no total de óbitos. Por outro lado, em diversas partes do globo, o que se vê é um novo acirramento, inclusive com o aparecimento de novas variantes. Cautela e as medidas de proteção!

No caso acima os números relativos de óbitos vem diminuindo. Contudo, ser equivalente a queda de três a quatro aviões por semana nas últimas três continua sendo uma quantidade absurda de mortes!

24/04/2022 - REFAZENDA2010

domingo, 20 de março de 2022

Miscelânea I

Miscelânea I

Apresentamos neste domingo uma nova seção, de conteúdo variado e com diversos temas.

Guerra: A guerra continua destruindo um país independente, um peão na tentativa de prevalência das ideologias de duas grandes potências militares, onde a verdade real não importa. Mas que está gerando em torno de 3 milhões de refugiados.

Economia Mundial: Em decorrência das sanções impostas pelos Estados Unidos à Rússia, o que se vê é a desarrumação da economia mundial integrada, ou seja, com efeitos bem maiores do que os esperados, de retaliação ao invasor. Inflação é um primeiro efeito, e imediato.

Eleições 2022 Brasil: Analistas veem a resiliência do bolsonarismo e têm alguns que imaginam risco para a candidatura de Lula. Resistências idiotas e purismos podem nos levar à derrota!

Pandemia: Imaginava-se um arrefecimento da Covid-19 após o pico de fevereiro/22. De fato os números nacionais mostram um bom decaimento no total de óbitos. Por outro lado, em diversas partes do globo, o que se vê é um novo acirramento, inclusive com o aparecimento de novas variantes. Cautela e as medidas de proteção!

20/03/2022 - REFAZENDA2010

quinta-feira, 17 de março de 2022

Opinião: Inflação

Inflação

Este 2022 não tem sido nada fácil. Tragédias naturais, principalmente devido às chuvas. Guerra idiota e sem sentido, com narrativas totalmente antagônicas e a Covid já no Ano III. Mas um imposto impõe um ônus praticamente mundial, a inflação. Em maior ou menor grau, afeta a todos!

17/03/2022 - REFAZENDA2010

sexta-feira, 4 de março de 2022

Opinião: Os Refugiados da Ucrânia

Os Refugiados da Ucrânia

Nada mais real que a frase: Na guerra, a primeira vítima é a verdade. Nesse conflito Rússia Ucrânia são várias as versões de um mesmo fato, via de regra, diametralmente opostos! E na maior parte, ideologizados. Mas o 1,2 milhão de refugiados existem!

04/03/2022 - REFAZENDA2010

quarta-feira, 2 de março de 2022

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Editorial - Ucrânia: A guerra na Mídia

Ucrânia: A guerra na Mídia

É muito difícil manter a racionalidade - OTAN, mundo multipolar, etc. - frente aos milhares de refugiados relatando todas as suas dificuldades para se chegar a outro país. Bombardeios em construções não militares, como hospitais e todo tipo de destruição. Mortos e feridos civis e não poucos.

Nessa guerra - midiática - Putin já perdeu!

27/02/2022 - REFAZENDA2010

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

Opinião: E a Ucrânia no meio!

E a Ucrânia no meio!

"Na briga entre o mar e o rochedo, é o marisco que apanha"!

24/02/2022 - REFAZENDA2010

sábado, 21 de julho de 2012

Notícias do Dia: Sábado, 21/07/2012 - REFAZENDA2010-blog

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)


11:59 Correio do Brasil: Forças sírias reagem após rebeldes entrarem na capital Damasco

11:31 Vi o mundo: Adriano Benayon: Brasil paga para se tornar pobre


Alvimar Perrella prestou depoimento no Ministério Público - HD

Muita calma nessa hora... O jogo é sujo e pesado!

O Pará está entre os estados brasileiros que mais possuem trabalho escravo - CC
11:15 Carta Capital[Marcelo Pellegrini]: Crise no Incra expõe a precariedade da reforma agrária

sábado, 14 de julho de 2012

Le Monde Diplomatique Brasil: Soldados africanos para guerras norte-americanas


Alves - LMDB

POBRES MERCENÁRIOS

Soldados africanos para guerras norte-americanas

Assim que se engajaram na “guerra ao terror” e passaram a enviar um número crescente de soldados ao exterior, os EUA depararam com um problema: encontrar combatentes. Como seus cidadãos não se entusiasmaram com a ideia de morrer pela pátria, apelou-se para companhias privadas, que recrutam mão de obra “descartável”

por Alain Vicky

Logo me dei conta de que estava cometendo o maior erro da minha vida. Mas já era tarde: havia assinado contrato por um ano e devia agir como um homem”, suspira Bernard,1 contratado por uma empresa de segurança privada norte-americana no Iraque. Esse jovem ugandense pertence ao “exército invisível”2 recrutado pelos Estados Unidos como reforço ao aparato de guerra. De volta a seu país no fim de 2011, doente, ele se encontra sem nenhum acesso à segurança social e à saúde, direitos previstos em seu contrato.

Enquanto seus colegas brancos expatriados – norte-americanos, israelenses, sul-africanos, britânicos, franceses ou sérvios, contratados por empresas em convênio com o Pentágono – se beneficiaram de remunerações confortáveis que ultrapassam os US$ 10 mil mensais, os residentes estrangeiros (third country nationals, ou TCNs) como Bernard depararam com arbitrariedades, desprezo ao direito ao trabalho e maus-tratos. Muitos feridos foram reenviados para casa sem qualquer cuidado e hoje não recebem nenhum tipo de apoio ou auxílio de seus antigos empregadores.

Em junho de 2008, quando Washington iniciou a desocupação do Iraque, os TCNs somavam 70.167, e os soldados regulares, 153.300. No fim de 2010, a proporção era 40.776 TCNs e 47.305 norte-americanos. Os homens e mulheres recrutados de forma adicional vêm, sobretudo, de países do Sul. Aos milhares, foram encarregados de missões de diversos tipos nas 25 bases do Exército norte-americano no Iraque, entre as quais está a famosa Camp Liberty, uma “pequena cidade dos Estados Unidos” construída perto de Bagdá e que em seu apogeu contou com 100 mil residentes. Os TCNs – que constituem 59% dos efetivos do setor chamado “necessidades básicas” – se ocupam da cozinha, limpeza, manutenção dos edifícios, restauração rápida, eletricidade e até da aparência das soldadas.

De todo modo, muitos podem ser igualmente afetados pela falta de segurança do ambiente de guerra, às vezes em binômio com os soldados regulares. É o caso, particularmente, dos recrutas africanos, que em particular controlam o acesso e os muros das bases. Esses subsaarianos fornecem 15% dos guardas estáticos recrutados pelas empresas militares privadas na conta do Pentágono.

Entre esses guardas de baixo custo, os ugandenses são maioria: somam quase 20 mil. Como um cruel paradoxo, muitas vezes são designados para reprimir semelhantes, como em maio de 2010, quando foram chamados a Camp Liberty para conter a rebelião de cerca de mil TCNs originários do subcontinente indiano.

A sobrerrepresentação de ugandenses no Iraque se explica pelo contexto político do início dos anos 2000 na África Central. Na época, no leste de Uganda, a Guerra dos Grandes Lagos tinha sido oficialmente encerrada. No norte do país, a guerra civil chegara ao fim e abrira caminho à independência da porção sul de Uganda.3 Mais de 60 mil homens de tropas ugandenses se viram desmobilizados. O Iraque surgiu, então, como uma alternativa de trabalho. Ademais, Kampala, principal aliado dos Estados Unidos na região, é uma das raras capitais africanas que apoiava a administração Bush quando a Guerra do Iraque foi deflagrada, em 2003. Desde meados da década de 1980, os militares dos dois países colaboram entre si. “Em 2005, a demanda norte-americana por pessoal no setor paramilitar e de segurança explodiu. O Pentágono buscava mão de obra anglófona, eficaz e com experiência em guerra. É natural que recorresse a Uganda”,4 conta o jornalista e blogueiro ugandense Angelo Izama.

Para Norbert Mao, candidato derrotado do Partido Democrático para a presidência em 2011, o envio de ugandenses ao Iraque responde também a outra razão: “Antigos combatentes desempregados podem gerar problemas, e o governo considerou o Iraque uma boa forma de se livrar dos desmobilizados”.5 Para alimentar esse novo filão do mercado, explica, “as empresas fundadas por ex-militares norte-americanos estabeleceram relações com outras criadas por antigos altos funcionários do Exército ugandense”.

Cunhada de um dos mais célebres donos de empresas do setor de segurança de Uganda – o general Salim Saleh, que por sua vez é irmão do presidente Yoweri Museveni –, Kelen Kayonga fundou a empresa Askar, que desde o fim de 2005 recruta pessoal para a companhia Special Operation Consulting (SOC), criada no estado de Nevada por dois ex-oficiais norte-americanos. Sua principal concorrente no mercado local, a paquistanesa Dreshak International, abriu no mesmo ano uma filial em Kampala e começou a trabalhar para a empresa militar privada norte-americana EODT, que funciona no Iraque. A partir de 2006, uma dezena de “empresas de conflitos” se instalou no país. Nos bairros populares de Kampala, o Iraque se tornou a nova fronteira dos kyeyos(trabalhadores candidatos à imigração). Um antigo combatente que se reengaja pode ganhar até US$ 1.300 por mês, ou seja, muito mais do que os salários oferecidos em Kampala no setor florescente de segurança e proteção civil local. Continue lendo.