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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Editorial: São Sempre os Mesmos

São Sempre os Mesmos

Doria lançou sua candidatura e começou da pior maneira possível: quer privatizar a Petrobras, ou o que sobrou dela (Moro também). A teoria econômica do Neoliberalismo já é quase totalmente repelida no mundo inteiro, mas por aqui insistem nesse embuste!

Acreditar que os preços dos derivados do petróleo irão cair com uma privatização é no mínimo ingenuidade!

04/02/2022 - REFAZENDA2010

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Rede Brasil Atual: A direita vai para o impeachment

Rede Brasil Atual: A direita vai para o impeachment

Conservadores preferem uma crise monumental a se preparar melhor, fazer programas mais inteligíveis e dizer a verdade sobre seus propósitos

por Flávio Aguiar
 

Derrotada nas urnas, não há mais dúvida nem outro caminho: a direita vai para o impeachment. Prefere uma crise monumental a se preparar melhor, fazer programas mais inteligíveis, dizer a verdade sobre seus propósitos (deter a melhor repartição da renda nacional e voltar à subordinação internacional ao capitalismo central), acreditar mais em expor programas do que em golpes de ocasião (que foi o que sempre fizeram), enfim, a direita continua acreditando em paralisar o Brasil e vender seus recursos e dedos em troca dos anéis de seus privilégios.

O parecer de Ives Gandra Martins, apoiado ridiculamente (citado no artigo) por Modesto Carvalhosa, ex-presidente da Adusp e dirigente da greve de 1979, que assim torra em praça pública seu passado de democrata, é límpido nesse sentido. Não há o que sofismar: a direita vai para o impeachment. Vai se basear de novo no “domínio do fato” que importou, solerte e malandramente, de jurista alemão, que denunciou a impertinência da importação. Mas não importa.

Ainda mais quando a direita está animada pela votação que elegeu o deputado Cunha na Câmara de Deputados. E quer ir logo para o impeachment: quanto mais demore no seu propósito, pior será para ela, porque os poderes se recomporão, se aglutinarão, se reacomodarão etc.

Ou seja, o clima está mais para 54 do que para 64. A direita quer implodir o governo, “legalmente”, e depois contar com as Forças (Forcas?) Armadas para garantir a “transição”.

Faz tempo que no Brasil a direita desistiu da democracia. Ela quer mesmo o ferrolho sobre o povo, sobretudo sobre o povão, e que este fique entregue à sua condição subalterna sem rota nem voto. Política é para os sabichões das elites, os ‘pundits’ (essa turma gosta de ser chamada em anglo-saxão), o resto é mesmo “demagogia”, “populismo”, “clientelismo”. Só o assalto ao Estado que a direita promove é “virtude”.

A questão, no entanto, não é esta. A questão é o que farão as esquerdas. Ficarão abestalhadas, como em 54, apoiando o massacre do governo de Vargas até seu suicídio (a hipótese seria a queda e o novo exílio), ou vão lutar pelo que se conquistou nesta última década? Ficarão no ramerrame de atacar o governo supostamente pela esquerda, fazendo coro com a UDN,  enfraquecendo-o, enquanto assistem algo passivamente a ofensiva da direita?

Leia tudo.

domingo, 12 de agosto de 2012

Carta Maior[Mauro Santayana]: Os minérios e o interesse nacional


Os minérios e o interesse nacional

As empresas mineradoras, quase todas estrangeiras ou com forte participação de capital externo, ameaçam ir à Justiça contra o governo brasileiro. Alegam “direitos minerários”. Razão alegada: o governo não têm emitido novas licenças para pesquisas de lavras, nem outorgas de concessão do direito de minerar.

Mauro Santayana

As empresas mineradoras, quase todas estrangeiras ou com forte participação de capital externo, ameaçam ir à Justiça contra o governo brasileiro. Alegam “direitos minerários”. Razão alegada: o Ministério de Minas e Energia e o Departamento Nacional de Produção Mineral, a ele subordinado, não têm emitido novas licenças para pesquisas de lavras, nem outorgas de concessão do direito de minerar. Segundo informações oficiosas, e não oficiais, a ordem é do Planalto.

A matéria sobre o assunto, publicada sexta-feira pelo jornal Valor, não esclarece de que “direitos minerários” se trata. Pelo que sabemos, e conforme a legislação a respeito, o subsolo continua pertencendo à União, como guardiã dos bens comuns nacionais. A União pode, ou não, conceder, a empresas brasileiras, o direito de pesquisa no território brasileiro e o de explorar esses recursos naturais, dentro da lei. Nada obriga o Estado a atender aos pedidos dos interessados.

A Constituição de 1988, e sob proposta da Comissão Arinos, apresentada pelo inexcedível patriota que foi Barbosa Lima Sobrinho, havia determinado que tais concessões só se fizessem a empresas realmente nacionais: aquelas que, com o controle acionário de brasileiros, fossem constituídas no Brasil, nele tivessem sua sede e seus centros de decisão.

O então presidente Fernando Henrique Cardoso, com seus métodos peculiares de convencimento, conseguiu uma reforma constitucional que tornou nacionais quaisquer empresas que assim se identificassem, ao revogar o artigo 171 da Constituição, em 15 de agosto de 1995, com a Emenda nº 6. Ao mesmo tempo, impôs a privatização de uma das maiores e mais bem sucedidas mineradoras do mundo, a nossa Vale do Rio Doce. Continue lendo.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Agência Brasil: Fernando Henrique recebe terça-feira prêmio da Biblioteca do Congresso americano

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Por relevantes serviços prestados... Ao Império, naturalmente!

Fernando Henrique recebe terça-feira prêmio da Biblioteca do Congresso americano

08/07/2012 - 18h12
   
Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil


Brasília – O ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) recebe terça-feira (10), em Washington, o Prêmio John W. Kluge, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. O prêmio, cuja escolha é feita após consulta a 3 mil intelectuais e personalidades públicas em todo o mundo, foi anunciado em maio e tem o valor de US$ 1 milhão.

Fernando Henrique é o oitavo ganhador do prêmio, concedido desde 2003 a pensadores da área de humanidades. Sociólogo, ele é o primeiro intelectual latino-americano a ser homenageado.

Segundo o site da Biblioteca do Congresso americano, em sua carreira, Fernando Henrique envolveu-se com questões variadas desde as relações raciais (como no livro de 1962, Capitalismo e Escravidão no Brasil Meridional: o Negro na Sociedade Escravocrata do Rio Grande do Sul) até a dependência econômica e integração da economia global (como em seu livro mais conhecido, Dependência e Desenvolvimento na América Latina, escrito em 1969 com Enzo Faletto).

No comunicado sobre o prêmio, a Biblioteca do Congresso traça uma linha entre a trajetória acadêmica e a carreira política de Fernando Henrique: “Talvez a maior prova de sua realização intelectual é que seus sucessores continuaram muitas das suas políticas e asseguraram seu legado como um dos maiores líderes do Brasil”.

Autor de mais de 20 livros e uma centena de artigos, Fernando Henrique Cardoso tem hoje 81 anos e escreve periodicamente em jornais de circulação nacional no Brasil. Ele é integrante do Conselho Curador da Fundação Instituto Fernando Henrique Cardoso e presidente de honra do Diretório Nacional do PSDB, partido que ajudou a fundar na década de 1980, na época da Constituinte. Origem.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Notícias do Dia: Quinta-feira, 05/07/2012 - REFAZENDA2010-blog

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"Bastou um golpe de Estado para catalisar a orfandade conservadora, que amargava indócil ostracismo no ambiente democrático e progressista que predomina no Brasil e na América do Sul. Veio do sofrido Paraguai - onde 2,5% da população detém 80% das terras - a senha para replicar cepas e esporões remanescentes de ditaduras e negócios contrariados ao longo desse processo."
02:14 Carta Maior[Saul Leblon]: A "Frente Paraguaia" mostra os dentes

Assassinaram Arafat com polônio.

Entreguismo, puro e simples.

Portal Minas Livre
"A comunidade elaborou uma carta à população e à Prefeitura com estas e outras dificuldades enfrentadas, citando ali todas às suas reivindicações. Tico, um dos manifestantes e morador da região, afirma que o problema está na política da prefeitura. “Oque está por trás disso tudo é um plano de higienização social, que visa à expulsão dos trabalhadores que aqui vivem. O interesse da Prefeitura e da elite da cidade é limpar a região central de BH. Só a especulação imobiliária e os lucros das grandes empreiteiras é o que vale para esse pessoal”, diz."