Levy na Fazenda e tim furta, quebra
contrato - Editorial da REFAZENDA2010-blog!
Dia cheio, longe das notícias, muitas
contrariedades, as operadoras fazem o que querem, a anatel concorda, de quem é
a anatel? Para que a anatel?! Aqui! E especificamente aqui!
E a Dilma chama Levy para a Fazenda, e
ainda o mercado não gosta. A bolsa fechou hoje a -0,68% com 54.721 pp.
Agência Brasil: Dilma: investigação da Petrobras mudará para sempre o país
16/11/2014 12h43
Brasília
Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil
Edição: Aécio Amado
Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista coletiva após a Cúpula G20 /Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff disse que as investigações sobre o escândalo
envolvendo a Petrobras mudará, de forma definitiva, as relações entre
sociedade, Estado e empresas no Brasil. Segundo ela, este não é o
primeiro escândalo do tipo no país, mas o primeiro a ser investigado, o
que mudará “para sempre” o país no que se refere ao combate à
impunidade, até porque, ressaltou, há possibilidades de que a origem do
atual escândalo seja justamente os escândalos anteriores que não foram
investigados.
As declarações foram feitas na madrugada de hoje (16), na
Austrália, após a presidenta ter participado da Sessão Plenária da
Cúpula do G20. “A grande diferença dessa questão é o fato dela estar
colocada à luz do sol, porque esse não é, de fato, e eu tenho certeza
disso, o primeiro escândalo. Agora, ele é o primeiro escândalo
investigado, o que é diferente. Isso eu acho que mudará para sempre as
relações entre a sociedade brasileira, o Estado brasileiro e as empresas
privadas”, disse. Dilma Rousseff destacou o fato de, pela primeira vez em sua história,
o Brasil trata de forma “absolutamente aberta” um caso dessa dimensão.
“Há aí uma diferença substantiva, e eu acho que isso pode de fato mudar o
país para sempre, no sentido que vai se acabar com a impunidade. Esta
é, para mim, a característica principal dessa investigação. É mostrar
que ela não é algo engavetável”, ressaltou.
Perguntada sobre se o
caso não pode prejudicar internacionalmente a Petrobras, uma vez que a
empresa atua em diversas bolsas de valores, ela disse que, também no
âmbito internacional, não é a primeira vez que uma empresa petrolífera
se vê envolvida em denúncias de corrupção, e que, portanto, não acredita
que ela venha a ser condenada pelo fato de, dentro do quadro, haver uma
absoluta minoria de funcionários corruptos.
“Não é monopólio da
Petrobras ter processos de corrupção. Quero lembrar que um dos grandes
escândalos de corrupção investigados no mundo foi o da Enron, que é uma
empresa privada. Então, não é monopólio da Petrobras ser investigada por
processos internos de corrupção. A maioria absoluta, quase, dos membros
da Petrobras, dos funcionários, não é corrupta. Agora, tem pessoas que
praticaram atos de corrupção dentro da Petrobras. Então não se pode
pegar a Petrobras e condenar a empresa. O que nós temos de condenar são
pessoas. Pessoas dos dois lados: os corruptos e os corruptores”, disse.
Para
a presidenta, o caso representa uma “questão simbólica” para o Brasil.
“Acho que é a primeira investigação efetiva sobre corrupção no Brasil
que envolve segmentos privados e públicos. A primeira que vai a fundo.
Agora, nós podemos listar uma quantidade imensa de escândalos no Brasil
que não foram levados a efeito. E, talvez, sejam esses escândalos que
não foram investigados, que são responsáveis pelo que aconteceu na
Petrobras”.