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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Nassif: Um Estado fragmentado, por Motta Araujo

Imagem do Nassif on line

O autor que nos perdoe, esquartejamos, mas o texto, poder e deve lido ao final do post, no termo Origem! 

Nota: Parece que o autor escreveu o texto abaixo fora do País, em um teclado não ABNT2, revisamos, portanto, a versão da origem é diferente, principalmente quanto à acentuação.

Nassif: Um Estado fragmentado, por Motta Araujo

Por Motta Araujo

UM ESTADO FRAGMENTADO - Quando o PT ascendeu ao poder, em 2003, o Partido passou a agir como pobre em festa de rico, com todo cuidado para se mostrar comportado e educado, carregando no subconsciente o pavor da Casa Grande , das elites poderosas, da carga histórica do caudilhismo, das capitanias e camarilhas traquejadas que de um golpe poderia tirá-lo do Poder. Nasceu dessa fragilidade, por ser um partido desvinculado do poder tradicional das elites, o "republicanismo" , uma postura de conferir ABSOLUTA independência a certos órgãos do Estado que, nas grandes democracias, nunca tiveram a capacidade soberana de exercer PODER POLÍTICO.

Os governos tradicionais que assumiram desde Sarney até FHC controlavam a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e em certo sentido a Justiça Federal através de cuidado nas nomeações de juízes nos tribunais superiores e da escolha política de Procuradores Gerais e Diretor Geral da Polícia.

Há uma diferença conceitual entre o PODER POLÍTICO ELEITO e o PODER ADMINISTRATIVO.

O PODER ELEITO é o único que tem legitimidade de operar Política de Estado. O poder administrativo EXECUTA a política de Estado mas jamais poderá ser a fonte dessa política, porque este não é o seu papel.

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O Brasil do PT admitiu uma inédita fragmentação do PODER POLÍTICO que deveria ser EXCLUSIVO DO ESTADO e não da Administração e da Justiça, corporações cujo papel não é fazer política.

A Polícia Federal executa operações de enorme efeito político sem avisar o Governo e muito menos pedir sua autorização, o Ministério Público Federal e os Estaduais não seguem linha alguma, cada um  faz o que bem entender, interferem no trânsito das cidades, na educação e saúde, determinam fornecimento de água e luz, como se esses serviços por mágica dependessem de um despacho, pior ainda, dentro dessas corporações não há um COMANDO ou uma LINHA CENTRAL, cada procurador ou delegado cria seu próprio Reinado e pratica ATOS DE ADMINISTRAÇÃO que saem só de suas cabeças.

O Poder Judiciário já entrou definitivamente na POLÍTICA, cria novas leis e extingue outras, inventa jurisprudência, aplica doutrinas exógenas. Só falta fazer política externa.

Um País com as dimensões do Brasil é INGOVERNÁVEL com um poder completamente fragmentado e um arquipélago de ilhas de poder paralelo e ilegítimo, sem a soberania do voto popular, cada qual com sua agenda própria.

O caso do Mensalão foi emblemático, fizeram com o PT o que não se faz com um morador de rua, o Partido foi fustigado e aceitou  com atitude masoquista ser açoitado, o Juiz Relator inventou doutrinas alemãs que nunca ninguém viu antes aplicadas aqui, só foi utilizada nesse caso e depois foi para o arquivo, os tradicionais princípios garantistas de nossa jurisprudência foram para a lata do lixo, na maior democracia do mundo, o Presidente sempre cuidou de controlar a Suprema Corte PARA PODER GOVERNAR, Roosevelt chegou ao desplante de tentar aumentar o numero de Juízes de 11 para 16 para poder ter a  maioria dele, ninguém o chamou de ditador por isso.

Governo precisa ter força, a eleição dá legitimidade, o Governo não pode temer essas corporações como se fossem Estados Soberanos, um concurso publico não é titulo de nobreza e nem dá poder de Príncipe.

O caso dessa Operação Lava Jato é emblemático. O Judiciário, a Procuradoria e a Policia são independentes MAS em operações e processos que tem GRANDES EFEITOS POLÍTICOS, o PODER ELEITO não pode ser acuado ou acossado ou pego de surpresa. Assim é na França, nos EUA, na Alemanha. Essa preponderância do PODER ELEITO não é para seu proveito e sim para a GOVERNABILIDADE DO ESTADO, o Estado é um valor mais amplo que o interesse de um processo, o Estado é o Pais no passado, no presente e no futuro, uma operação com a Lava Jato ACUA O CONGRESSO, A PRESIDÊNCIA, LIQUIDA EMPRESAS E EMPRESÁRIOS , causa muito mais danos que benefícios para regozijo de um salvacionismo que tem custos muito mais altos que seus eventuais benefícios.

Um País por mais democrático que seja tem que ter um PODER CENTRAL com autoridade maior , o PODER EXECUTIVO corre riscos muito maiores que os outros Poderes e precisa estar mais protegido do que esses, o PODER EXECUTIVO ve o Pais como um todo, os efeitos e consequências de atos que geram repercussão em múltiplos setores.

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A Presidente Dilma deveria ter indultado todos os réus do Mensalão, o País sairia lucrando.

Os danos da Lava Jato vão impactar o crescimento nos próximos anos, vão levar parte das empreiteiras à quebra, perda de milhares de empregos, essas empreiteiras eram as locomotivas de muitas PPP, concessões e obras do PAC, empresários que não estão na Lava Jato vão deixar de fazer novos negócios porque agora tudo é perigoso e arriscado no Brasil, executivos e empresários podem ser presos as 6 da manhã sem que exista processo formado, é tudo secreto antes da prisão, como fazia a NKVD ao tempo de Stálin, criou-se um clima de terror policial entre os empresários do Pais, evidentemente que os operadores da Lava Jato não estão nem um pouco preocupados com isso, só lhes interessa o processo, o resto não é problema deles, é só do País.

Origem.

domingo, 16 de novembro de 2014

Agência Brasil: Dilma: investigação da Petrobras mudará para sempre o país

Mas que a tem a PF tucana tem!
 

Agência Brasil: Dilma: investigação da Petrobras mudará para sempre o país



  • 16/11/2014 12h43
  • Brasília
Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado
 Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista coletiva após a Cúpula G20 ( Roberto Stuckert Filho/PR)
Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista coletiva após a Cúpula G20 /Roberto Stuckert Filho/PR


A presidenta Dilma Rousseff disse que as investigações sobre o escândalo envolvendo a Petrobras mudará, de forma definitiva, as relações entre sociedade, Estado e empresas no Brasil. Segundo ela, este não é o primeiro escândalo do tipo no país, mas o primeiro a ser investigado, o que mudará “para sempre” o país no que se refere ao combate à impunidade, até porque, ressaltou, há possibilidades de que a origem do atual escândalo seja justamente os escândalos anteriores que não foram investigados.

As declarações foram feitas na madrugada de hoje (16), na Austrália, após a presidenta ter participado da Sessão Plenária da Cúpula do G20. “A grande diferença dessa questão é o fato dela estar colocada à luz do sol, porque esse não é, de fato, e eu tenho certeza disso, o primeiro escândalo. Agora, ele é o primeiro escândalo investigado, o que é diferente. Isso eu acho que mudará para sempre as relações entre a sociedade brasileira, o Estado brasileiro e as empresas privadas”, disse.

Dilma Rousseff destacou o fato de, pela primeira vez em sua história, o Brasil trata de forma “absolutamente aberta” um caso dessa dimensão. “Há aí uma diferença substantiva, e eu acho que isso pode de fato mudar o país para sempre, no sentido que vai se acabar com a impunidade. Esta é, para mim, a característica principal dessa investigação. É mostrar que ela não é algo engavetável”, ressaltou.

Perguntada sobre se o caso não pode prejudicar internacionalmente a Petrobras, uma vez que a empresa atua em diversas bolsas de valores, ela disse que, também no âmbito internacional, não é a primeira vez que uma empresa petrolífera se vê envolvida em denúncias de corrupção, e que, portanto, não acredita que ela venha a ser condenada pelo fato de, dentro do quadro, haver uma absoluta minoria de funcionários corruptos.

“Não é monopólio da Petrobras ter processos de corrupção. Quero lembrar que um dos grandes escândalos de corrupção investigados no mundo foi o da Enron, que é uma empresa privada. Então, não é monopólio da Petrobras ser investigada por processos internos de corrupção. A maioria absoluta, quase, dos membros da Petrobras, dos funcionários, não é corrupta. Agora, tem pessoas que praticaram atos de corrupção dentro da Petrobras. Então não se pode pegar a Petrobras e condenar a empresa. O que nós temos de condenar são pessoas. Pessoas dos dois lados: os corruptos e os corruptores”, disse.

Para a presidenta, o caso representa uma “questão simbólica” para o Brasil. “Acho que é a primeira investigação efetiva sobre corrupção no Brasil que envolve segmentos privados e públicos. A primeira que vai a fundo. Agora, nós podemos listar uma quantidade imensa de escândalos no Brasil que não foram levados a efeito. E, talvez, sejam esses escândalos que não foram investigados, que são responsáveis pelo que aconteceu na Petrobras”.

Origem.

sábado, 15 de novembro de 2014

Agência Brasil: "Investigações vão continuar doa a quem doer" diz Cardozo sobre a Lava Jato

O demissionário é quem está dizendo, e nós, não obstante a tudo que possa ter acontecido, insistimos, da parte PF, mera questão salarial!

Agência Brasil:  "Investigações vão continuar doa a quem doer" diz Cardozo sobre a Lava Jato
  • 15/11/2014 13h40
  • São Paulo
Elaine Patricia Cruz - Repórter da Agência Brasil Edição: Marcos Chagas
Um dia após a deflagração da sétima fase da Operação Lava Jato, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse, hoje (15), em entrevista na sede da Presidência da República em São Paulo, que a Petrobras “não pode e não vai parar”, apesar do escândalo de corrupção que envolve a empresa. “Se por um lado as investigações tem que prosseguir, de outro lado, a Petrobras não pode parar”, disse o ministro.

Petrobras
As investigações de corrupção não vão parar segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo Agência Brasil Arquivo

Ele ressaltou que conversará com a presidenta da empresa, Graça Foster, para que "se tenha clareza" sobre a forma como o governo atuará com relação aos contratos firmados entre a Petrobras e as demais empresas envolvidas na investigação de corrupção. “A Petrobras não parará, continuará atuando e a lei será respeitada. A melhor defesa que precisamos fazer da Petrobras, que é uma empresa vital para o país, é investigar os fatos, apurar as ocorrências e punir pessoas”.

Sobre os contratos investigados na Petrobras, Cardozo disse que eles “serão analisados caso a caso para ver que medidas serão tomadas”. Acrescentou, ainda, que “a Petrobras não pode parar mesmo que alguma irregularidade seja constatada em qualquer contrato”. Segundo o ministro “tudo será analisado cuidadosamente”, acrescentou o ministro.

Ministro da Justiça - José Eduardo Cardozo - Agência Brasil Arquivo
Eduardo Cardozo disse que informou a presidenta Dilma Rousseff, que está na Austrália, sobre a operação. “Passei os dados à presidenta Dilma. Ela está ciente das investigações. No momento em que pude ter acesso, por força do sigilo, aos dados, eu repassei a ela e ela transmitiu o que estou dizendo: peça à Polícia Federal que prossiga com firmeza na apuração das irregularidades e que proceda com lisura e imparcialidade nas investigações e zele para que tudo seja esclarecido'”, esclareceu.

Cardozo ressaltou que a Polícia Federal está cumprindo o seu papel e que o governo não aceitará, em qualquer momento, “insinuações de que se criaram obstáculos” para a investigação. Ele frisou que o governo federal quer que todos os atos ilícitos sejam apurados e o responsáveis punidos. Sem citar nomes, o ministro criticou parlamentares e partidos que fazem uso político da operação. “Há aqueles que ainda acham que estamos em uma disputa eleitoral, mas, talvez, não tenham percebido que o resultado das urnas já foi dado e que há vencedores”.

“Repilo veementemente a tentativa de se politizar essa operação”, reagiu o titular do Ministério da Justiça. Indagado se estava se referindo a algum político em particular, o ministro respondeu que se referia “a qualquer pessoa que esteja tentando transformar isso em palanque, tentando manter o clima eleitoral”. “Talvez Freud [criador da psicanálise] explique”, acrescentou.

Cardozo disse que a investigação atinge, também, políticos de partidos de oposição ao governo e que, independentemente do partido, todos serão investigados. “Essa acusação contra políticos sejam da base aliada ou da oposição tem que ser apurada. Se as pessoas estão envolvidas, precisam ser punidas”.

De acordo com ele, as investigações da Lava Jato “vão continuar doa a quem doer”, sendo o político do governo ou da oposição. “Tudo precisa ser investigado pouco importando cor político- partidária”, acrescentou.
Durante a entrevista, o ministro atualizou as informações sobre a Operação Lava Jato. Segundo ele, 49 mandados de busca e apreensão, determinados pela Justiça, foram executados sem nenhum incidente. Das nove conduções coercitivas determinadas pela Justiça, seis foram cumpridas e outras três estão pendentes de cumprimento.

O balanço apresentando informa, ainda, que dos seis mandados de prisão preventiva, quatro foram cumpridos e, dos 19 mandados de prisão temporária, 15 foram executados, ou seja, 19 pessoas ao foram presas durante a operação. “Os que ainda não foram localizados para a execução dos mandados de prisão são foragidos”, disse o ministro. Durante a operação foram bloqueados R$ 720 milhões, proporcional ao valor dos contratos firmados pelas empresas. “Salvo situação de excepcionalidade em três empresas em que, por suas características, tudo foi bloqueado”.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Agência Brasil: PF prende ex-diretor da Petrobras e mais 17 envolvidos na Operação Lava Jato

Pode até ter, digamos, outros problemas, ou mesmo muito problemas, na nossa petroleira, mas que para a PF, é uma questão salarial e de tucanagem arraigada, nós temos dúvida alguma!

O Editor.

PF prende ex-diretor da Petrobras e mais 17 envolvidos na Operação Lava Jato

A Polícia Federal em Curitiba confirmou há pouco a prisão do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e de mais 17 pessoas, de forma temporária e preventiva. Todas fazem parte da sétima fase da Operação Lava Jato. Também foram cumpridos seis mandados de condução coercitiva. Os investigados que não foram localizados até o momento tiveram os nomes inscritos no sistema de procurados e impedidos da PF e estão proibidos de deixar o país, entre eles, o lobista Fernando Baiano, citado nas investigações como agente do PMDB no esquema criminoso.

De acordo com a PF, alguns executivos das sete maiores empreiteiras do país, mantinham, nas últimas semanas, atitudes suspeitas, prevendo que poderiam ser alvo de uma operação policial. Segundo o delegado da PF, Igor Romário de Paula, responsável pela operação, essa pessoas pernoitavam fora de casa e viajam com frequência. Ele negou que tenha havido vazamento de informações. “Alguns vinham saindo do país com frequência ou dormiam em hotéis, apartamentos nitidamente com caráter de não permanecer [nas residências fixas]. Isso se comprovou hoje com alguns sendo encontrados em outras cidades.”




PF prende ex-diretor da Petrobras e mais 17 envolvidos na Operação Lava JatoArquivo/Agência Brasil

Ao todo, sete empreiteiras, com contrato de mais de R$ 59 bilhões com a Petrobras foram alvo da operação deflagrada nesta sexta-feira. “São aquelas em que o material apreendido e as quebras de sigilo dão material robusto para mostrar o envolvimento delas na formação de cartel, desvio de recursos para corrupção de agentes públicos”, disse o delegado.
Ainda de acordo com a PF, os executivos das empreiteiras presos hoje participaram diretamente da celebração de contratos com a Petrobras. Outros alvos da operação tiveram participação secundária ou atuaram no transporte de recursos obtidos de forma ilícita para doleiros, que posteriormente faziam a lavagem.

Na sétima fase da Operação Lava Jato foram expedidos 85 mandados judiciais e decretado o bloqueio de aproximadamente R$ 720 milhões em bens pertencentes a 36 investigados. Foi autorizado também o bloqueio integral de valores pertencentes a três empresas referentes a um dos operadores do esquema.
Os grupos investigados registraram, segundo dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), operações financeiras atípicas no montante que supera os R$ 10 bilhões. Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de organização criminosa, formação de cartel, corrupção, fraude à Lei de Licitações e lavagem de dinheiro.

Os mandatos foram cumpridos nos estados do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, Pernambuco e no Distrito Federal. Ao todo, mais de 300 policiais federais e 50 servidores da Receita Federal participaram da operação.

*Matéria alterada às 12h25 do dia 14/11/2014 para corrigir informação. O total de pessoas presas na sétima fase da Operação Lava Jato é 18 e não 21, como estava no texto

Origem


Ainda, também da Agência Brasil

PF cumpre 85 mandados judiciais na sétima fase da Operação Lava Jato

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Nassif, Colaboradores, Comentaristas: Como os delegados da PF colocaram o governo de joelhos

Basicamente Pressão Salarial!

O Editor.

Como os delegados da PF colocaram o governo de joelhos

Comentários no post "Delegados da Operação Lava Jato fizeram campanha para Aécio nas redes sociais".

Por Dani Carvalho

Os delegados de Polícia Federal obtiveram nas últimas semanas a votação mais rápida da história do legislativo, da MP 657, que reestrutura apenas oCARGO DE DELEGADO DE POLÍCIA FEDERAL, sem considerar o órgão como tendo mais quatro cargos, por dar todo o poder da Polícia Federal aos delegados, estabelecendo que somente eles podem ser escolhidos para Diretor Geral pelo Presidente do País, deixando todas as outras classes do órgão absolutamente sem direitos e garantias.

Saiba tudo aqui!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Estado de Minas: PF desarticula quadrilha que aplicava golpe contra instituições financeiras em Minas

PF desarticula quadrilha que aplicava golpe contra instituições financeiras em Minas Grupo financiava veículos em nome de "laranjas" e conseguia efetuar transferências bancárias usando documentos falsos

Fernanda Borges

Publicação: 10/07/2012 08:35 Atualização: 10/07/2012 08:55


A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira a Operação Troco Certo para desbaratar uma organização criminosa especializada em aplicar golpes contra instituições financeiras. Ao todo estão sendo cumpridos 18 mandados expedidos pela Justiça Federal de Belo Horizonte. São 9 mandados de prisão temporária e 9 mandados de busca e apreensão. Todos os mandados estão sendo cumpridos na região de Sete Lagoas e Prudente de Morais, na Região Central de Minas.  Até o momento já foram apreendidos veículos, documentos, computadores, mídias, arma de fogo, drogas e até um colete balístico.

As investigações, que começaram há cerca de 10 meses, apuraram que a quadrilha mantinha dois núcleos distintos. O primeiro era especializado em fraudar financeiras, aplicando o golpe vulgarmente denominado “Tumulto” ou “Finan”. Segundo a PF, a fraude consiste no financiamento de veículos em nome de “laranjas” e posterior revenda dos automóveis a pessoas que não pretendem continuar quitando os financiamentos. Para o sucesso das fraudes a quadrilha utilizava documentos falsificados.

O segundo núcleo da quadrilha também se valia de documentos falsificados para fraudar instituições bancárias. De posse de uma lista contendo dados bancários e pessoais de correntistas, a quadrilha falsificava documentos pessoais e conseguia efetuar transferências bancárias se dirigindo diretamente a boca do caixa. Origem.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Estado de Minas: Frigoríficos da Grande BH são acusados de adulteração Carnes bovinas eram destinadas às licitações de órgãos públicos; mais O Tempo

Frigoríficos da Grande BH são acusados de adulteração Carnes bovinas eram destinadas às licitações de órgãos públicos

Fernanda Borges

Publicação: 15/06/2012 10:50 Atualização: 15/06/2012 11:33

Seis frigoríficos localizados na Região Metropolitana de Belo Horizonte estão na mira da Polícia Federal. Na manhã desta sexta-feira, os policiais cumpriram dez mandados de busca e apreensão na capital mineira, em Contagem e Ibirité. Segundo a PF, o objetivo da operação, batizada de Vaca Atolada, é coibir a prática de adulteração de carnes bovinas destinadas às licitações de órgãos públicos.

Conforme as investigações, tais empresas, utilizando máquinas injetoras de grande porte, introduziam compostos à base de água em peças de carnes para alterar seu peso e valor nutricional, obtendo consequentemente, lucros expressivos. Continue lendo.

Atualização às 11:47

Água na carne de frango já foi ou ainda é muito comum, mas água na carne bovina parece fraude nova! 


O Tempo: PF faz operação contra prática de adulteração de carnes bovinas em BH e Grande BH

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Estadão: PF caça quadrilha que comete crimes financeiros contra a administração pública em MG Agentes cumprem 80 mandados em Belo Horizonte e Lagoa Santa

Questão interna corporis...

PF caça quadrilha que comete crimes financeiros contra a administração pública em MG

Agentes cumprem 80 mandados em Belo Horizonte e Lagoa Santa

31 de janeiro de 2012 | 8h 15

Solange Spigliatti, do estadão.com.br


São Paulo, 31 - Agentes da Polícia Federal cumprem na manhã desta terça-feira, 31, oito mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão contra uma quadrilha que cometia crimes financeiros contra a administração pública, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro em Minas Gerais. Mais 20 mandados de arresto de bens imóveis e 40 mandados de arresto de veículos, além de bloqueio de contas bancárias, também serão cumpridos.

A Operação Gizé caça integrantes de uma organização criminosa composta por administradores, empregados e colaboradores da empresa Filadelphia Empréstimos Consignados e demais empresas coligadas. Segundo a PF, a maior parte dos clientes da empresa é de militares da Aeronáutica. Continue lendo.