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sexta-feira, 5 de março de 2021

Artigo - MANCINI: O Castelo de Cartas que rui bem Devagarinho, mas sem Câmera Lenta!

O Castelo de Cartas que rui bem Devagarinho, mas sem Câmera Lenta!


Com o brutal recrudescimento da Pandemia em seu ano II é natural que os olhos da mídia a enxerguem 24 horas por dia.

Mas, paralelamente, corre uma história quase a conta-gotas. Dia após dia são divulgados fatos tenebrosos da operação farsa a jato, que de jato não teve nada. Os métodos não foram pouco ortodoxos; foram criminosos mesmo!

Tudo isso graças a uma pessoa que se atreveu a bisbilhotar o Poder. Pegou cadeia por isso. Mas merece 100 anos de perdão!

Mas esse consórcio do mal só foi possível pelo conluio asqueroso com a mídia corporativa (PIG—Partido da Imprensa Golpista), especialmente com o Jornal Nacional da TV Globo, via William Bonner. Outros órgãos da podre mídia também participaram.

Foram anos diariamente batendo no PT, Lula e outros, até desembocar no impedimento de Dilma. Mas continuaram até a prisão de Lula. Dona Marisa sucumbiu como morreram também pais e filho, donos da OAS.

Mas a farsa a jato não ficou só no plano interno. Dividiu dados com os EUA e a Suíça. Em outros países tal atitude pode dar forca ou prisão perpétua, lesa-pátria.

Outro ator foi um estrato da população, a classe média preservadora da moral e dos bons costumes, a mesma que ajudou no golpe de 1964. Foram às ruas com verde e amarelo exigir o impeachment de Dilma. Conseguiram!

Temos sérias dúvidas quanto ao apregoado moralismo de quem se enfureceu contra o estabelecido. Uma visão com lupa em seus impostos…

Bom, o resultado não foi o esperado. Pariram um monstro, que só faz
desagregar e sabotar qualquer iniciativa consistente no combate à Pandemia. Em outros setores da administração pública a ordem é só uma: Desmonte e destruição!

Enquanto o mandatário pôde atender aos interesses e expectativas da elite financeira, o toleraram. Após o evento da Petrobras, já querem o descartar. Aqui cabe um hiato, alguém do poder, ou próximo a ele, lucrou 18 milhões de reais com o insider – informação privilegiada – na demissão do presidente da Petrobras na Bolsa de Valores!

Mas voltemos ao eixo principal. Com a divulgação dos diálogos cibernéticos dos membros da farsa a jato, ficou e fica claro o embuste de toda operação que fariam corar qualquer estudante de primeiro ano do curso de direito.

A justiça fará de tudo para não cancelar a maior parte da fraude. Lula não pode… Todo o sistema foi engabelado por Moro, Dallagnol e quadrilha, digo, equipe.

Desnecessário explicar lawfare. Mas sempre é bom lembrar que o alvo sempre foi e só o PT, mais a base dos seus governos. PSDB e suas malas de dinheiro, jamais…

Para coroar esse bolo envenenado, vemos, a quase total omissão da mídia corporativa na divulgação deste rol de ilegalidades!

E a cara de tacho de quem votou no Coiso, por ter sido envenenado ou não, pela mídia, contra o PT. Não admitirão jamais o erro.

Bem, saímos da sexta economia do planeta, para a décima segunda.
Pandemia? Sim, mas em parte, poderíamos estar vacinando desde o final do ano passado e a economia se recuperando!

Nota: Segue link do Brasil247 de 477 páginas sobre a operação. Não é só uma fonte. O 247 compila matérias de várias publicações. Confira: https://www.brasil247.com/search?q=lava+jato

 

Belo Horizonte, 05 de março de 2021.

 

Otávio MANCINI Soares

refazenda2010@yahoo.com.br

domingo, 16 de novembro de 2014

Agência Brasil: Dilma: investigação da Petrobras mudará para sempre o país

Mas que a tem a PF tucana tem!
 

Agência Brasil: Dilma: investigação da Petrobras mudará para sempre o país



  • 16/11/2014 12h43
  • Brasília
Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado
 Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista coletiva após a Cúpula G20 ( Roberto Stuckert Filho/PR)
Presidenta Dilma Rousseff durante entrevista coletiva após a Cúpula G20 /Roberto Stuckert Filho/PR


A presidenta Dilma Rousseff disse que as investigações sobre o escândalo envolvendo a Petrobras mudará, de forma definitiva, as relações entre sociedade, Estado e empresas no Brasil. Segundo ela, este não é o primeiro escândalo do tipo no país, mas o primeiro a ser investigado, o que mudará “para sempre” o país no que se refere ao combate à impunidade, até porque, ressaltou, há possibilidades de que a origem do atual escândalo seja justamente os escândalos anteriores que não foram investigados.

As declarações foram feitas na madrugada de hoje (16), na Austrália, após a presidenta ter participado da Sessão Plenária da Cúpula do G20. “A grande diferença dessa questão é o fato dela estar colocada à luz do sol, porque esse não é, de fato, e eu tenho certeza disso, o primeiro escândalo. Agora, ele é o primeiro escândalo investigado, o que é diferente. Isso eu acho que mudará para sempre as relações entre a sociedade brasileira, o Estado brasileiro e as empresas privadas”, disse.

Dilma Rousseff destacou o fato de, pela primeira vez em sua história, o Brasil trata de forma “absolutamente aberta” um caso dessa dimensão. “Há aí uma diferença substantiva, e eu acho que isso pode de fato mudar o país para sempre, no sentido que vai se acabar com a impunidade. Esta é, para mim, a característica principal dessa investigação. É mostrar que ela não é algo engavetável”, ressaltou.

Perguntada sobre se o caso não pode prejudicar internacionalmente a Petrobras, uma vez que a empresa atua em diversas bolsas de valores, ela disse que, também no âmbito internacional, não é a primeira vez que uma empresa petrolífera se vê envolvida em denúncias de corrupção, e que, portanto, não acredita que ela venha a ser condenada pelo fato de, dentro do quadro, haver uma absoluta minoria de funcionários corruptos.

“Não é monopólio da Petrobras ter processos de corrupção. Quero lembrar que um dos grandes escândalos de corrupção investigados no mundo foi o da Enron, que é uma empresa privada. Então, não é monopólio da Petrobras ser investigada por processos internos de corrupção. A maioria absoluta, quase, dos membros da Petrobras, dos funcionários, não é corrupta. Agora, tem pessoas que praticaram atos de corrupção dentro da Petrobras. Então não se pode pegar a Petrobras e condenar a empresa. O que nós temos de condenar são pessoas. Pessoas dos dois lados: os corruptos e os corruptores”, disse.

Para a presidenta, o caso representa uma “questão simbólica” para o Brasil. “Acho que é a primeira investigação efetiva sobre corrupção no Brasil que envolve segmentos privados e públicos. A primeira que vai a fundo. Agora, nós podemos listar uma quantidade imensa de escândalos no Brasil que não foram levados a efeito. E, talvez, sejam esses escândalos que não foram investigados, que são responsáveis pelo que aconteceu na Petrobras”.

Origem.

sábado, 15 de novembro de 2014

Agência Brasil: "Investigações vão continuar doa a quem doer" diz Cardozo sobre a Lava Jato

O demissionário é quem está dizendo, e nós, não obstante a tudo que possa ter acontecido, insistimos, da parte PF, mera questão salarial!

Agência Brasil:  "Investigações vão continuar doa a quem doer" diz Cardozo sobre a Lava Jato
  • 15/11/2014 13h40
  • São Paulo
Elaine Patricia Cruz - Repórter da Agência Brasil Edição: Marcos Chagas
Um dia após a deflagração da sétima fase da Operação Lava Jato, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse, hoje (15), em entrevista na sede da Presidência da República em São Paulo, que a Petrobras “não pode e não vai parar”, apesar do escândalo de corrupção que envolve a empresa. “Se por um lado as investigações tem que prosseguir, de outro lado, a Petrobras não pode parar”, disse o ministro.

Petrobras
As investigações de corrupção não vão parar segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo Agência Brasil Arquivo

Ele ressaltou que conversará com a presidenta da empresa, Graça Foster, para que "se tenha clareza" sobre a forma como o governo atuará com relação aos contratos firmados entre a Petrobras e as demais empresas envolvidas na investigação de corrupção. “A Petrobras não parará, continuará atuando e a lei será respeitada. A melhor defesa que precisamos fazer da Petrobras, que é uma empresa vital para o país, é investigar os fatos, apurar as ocorrências e punir pessoas”.

Sobre os contratos investigados na Petrobras, Cardozo disse que eles “serão analisados caso a caso para ver que medidas serão tomadas”. Acrescentou, ainda, que “a Petrobras não pode parar mesmo que alguma irregularidade seja constatada em qualquer contrato”. Segundo o ministro “tudo será analisado cuidadosamente”, acrescentou o ministro.

Ministro da Justiça - José Eduardo Cardozo - Agência Brasil Arquivo
Eduardo Cardozo disse que informou a presidenta Dilma Rousseff, que está na Austrália, sobre a operação. “Passei os dados à presidenta Dilma. Ela está ciente das investigações. No momento em que pude ter acesso, por força do sigilo, aos dados, eu repassei a ela e ela transmitiu o que estou dizendo: peça à Polícia Federal que prossiga com firmeza na apuração das irregularidades e que proceda com lisura e imparcialidade nas investigações e zele para que tudo seja esclarecido'”, esclareceu.

Cardozo ressaltou que a Polícia Federal está cumprindo o seu papel e que o governo não aceitará, em qualquer momento, “insinuações de que se criaram obstáculos” para a investigação. Ele frisou que o governo federal quer que todos os atos ilícitos sejam apurados e o responsáveis punidos. Sem citar nomes, o ministro criticou parlamentares e partidos que fazem uso político da operação. “Há aqueles que ainda acham que estamos em uma disputa eleitoral, mas, talvez, não tenham percebido que o resultado das urnas já foi dado e que há vencedores”.

“Repilo veementemente a tentativa de se politizar essa operação”, reagiu o titular do Ministério da Justiça. Indagado se estava se referindo a algum político em particular, o ministro respondeu que se referia “a qualquer pessoa que esteja tentando transformar isso em palanque, tentando manter o clima eleitoral”. “Talvez Freud [criador da psicanálise] explique”, acrescentou.

Cardozo disse que a investigação atinge, também, políticos de partidos de oposição ao governo e que, independentemente do partido, todos serão investigados. “Essa acusação contra políticos sejam da base aliada ou da oposição tem que ser apurada. Se as pessoas estão envolvidas, precisam ser punidas”.

De acordo com ele, as investigações da Lava Jato “vão continuar doa a quem doer”, sendo o político do governo ou da oposição. “Tudo precisa ser investigado pouco importando cor político- partidária”, acrescentou.
Durante a entrevista, o ministro atualizou as informações sobre a Operação Lava Jato. Segundo ele, 49 mandados de busca e apreensão, determinados pela Justiça, foram executados sem nenhum incidente. Das nove conduções coercitivas determinadas pela Justiça, seis foram cumpridas e outras três estão pendentes de cumprimento.

O balanço apresentando informa, ainda, que dos seis mandados de prisão preventiva, quatro foram cumpridos e, dos 19 mandados de prisão temporária, 15 foram executados, ou seja, 19 pessoas ao foram presas durante a operação. “Os que ainda não foram localizados para a execução dos mandados de prisão são foragidos”, disse o ministro. Durante a operação foram bloqueados R$ 720 milhões, proporcional ao valor dos contratos firmados pelas empresas. “Salvo situação de excepcionalidade em três empresas em que, por suas características, tudo foi bloqueado”.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Agência Brasil: PF prende ex-diretor da Petrobras e mais 17 envolvidos na Operação Lava Jato

Pode até ter, digamos, outros problemas, ou mesmo muito problemas, na nossa petroleira, mas que para a PF, é uma questão salarial e de tucanagem arraigada, nós temos dúvida alguma!

O Editor.

PF prende ex-diretor da Petrobras e mais 17 envolvidos na Operação Lava Jato

A Polícia Federal em Curitiba confirmou há pouco a prisão do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e de mais 17 pessoas, de forma temporária e preventiva. Todas fazem parte da sétima fase da Operação Lava Jato. Também foram cumpridos seis mandados de condução coercitiva. Os investigados que não foram localizados até o momento tiveram os nomes inscritos no sistema de procurados e impedidos da PF e estão proibidos de deixar o país, entre eles, o lobista Fernando Baiano, citado nas investigações como agente do PMDB no esquema criminoso.

De acordo com a PF, alguns executivos das sete maiores empreiteiras do país, mantinham, nas últimas semanas, atitudes suspeitas, prevendo que poderiam ser alvo de uma operação policial. Segundo o delegado da PF, Igor Romário de Paula, responsável pela operação, essa pessoas pernoitavam fora de casa e viajam com frequência. Ele negou que tenha havido vazamento de informações. “Alguns vinham saindo do país com frequência ou dormiam em hotéis, apartamentos nitidamente com caráter de não permanecer [nas residências fixas]. Isso se comprovou hoje com alguns sendo encontrados em outras cidades.”




PF prende ex-diretor da Petrobras e mais 17 envolvidos na Operação Lava JatoArquivo/Agência Brasil

Ao todo, sete empreiteiras, com contrato de mais de R$ 59 bilhões com a Petrobras foram alvo da operação deflagrada nesta sexta-feira. “São aquelas em que o material apreendido e as quebras de sigilo dão material robusto para mostrar o envolvimento delas na formação de cartel, desvio de recursos para corrupção de agentes públicos”, disse o delegado.
Ainda de acordo com a PF, os executivos das empreiteiras presos hoje participaram diretamente da celebração de contratos com a Petrobras. Outros alvos da operação tiveram participação secundária ou atuaram no transporte de recursos obtidos de forma ilícita para doleiros, que posteriormente faziam a lavagem.

Na sétima fase da Operação Lava Jato foram expedidos 85 mandados judiciais e decretado o bloqueio de aproximadamente R$ 720 milhões em bens pertencentes a 36 investigados. Foi autorizado também o bloqueio integral de valores pertencentes a três empresas referentes a um dos operadores do esquema.
Os grupos investigados registraram, segundo dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), operações financeiras atípicas no montante que supera os R$ 10 bilhões. Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de organização criminosa, formação de cartel, corrupção, fraude à Lei de Licitações e lavagem de dinheiro.

Os mandatos foram cumpridos nos estados do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, Pernambuco e no Distrito Federal. Ao todo, mais de 300 policiais federais e 50 servidores da Receita Federal participaram da operação.

*Matéria alterada às 12h25 do dia 14/11/2014 para corrigir informação. O total de pessoas presas na sétima fase da Operação Lava Jato é 18 e não 21, como estava no texto

Origem


Ainda, também da Agência Brasil

PF cumpre 85 mandados judiciais na sétima fase da Operação Lava Jato