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sábado, 20 de dezembro de 2014

Diário de Notícias: Pyongyang propõe a Washington inquérito conjunto ao ataque contra a Sony

Uai, não teria sido o Imperador da Coreia do Norte?!...
 

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Diário de Notícias: Pyongyang propõe a Washington inquérito conjunto ao ataque contra a Sony


Agência Lusa

Pyongyang propôs hoje a Washington a realização de um inquérito conjunto sobre o ataque informático em massa contra o grupo Sony Pictures no final de novembro e assegurou não ter qualquer responsabilidade no sucedido.

"Tendo em conta que os Estados Unidos espalham alegações sem fundamento e nos difamam, nós propomos um inquérito conjunto", indicou o ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano. "Sem ir até à tortura como fez a CIA norte-americana, nós temos meios para provar que não temos nada a ver com este incidente", adiantou o ministério, citado pela agência oficial norte-coreana KCNA.

A Coreia do Sul também acusou hoje a Coreia do Norte de ser a responsável pelos ataques contra o grupo Sony Pictures, semelhantes a ataques similares aos sofridos por bancos e agências de notícias sul-coreanas no ano passado, que foram atribuídos a Pyongyang.

Seul indicou estar pronta a partilhar com Washington as informações "ligadas ao ataque informático contra a Sony" e a reforçar a cooperação internacional para enfrentar novas ameaças informáticas.

O Japão enviou a mesma mensagem. Um porta-voz do primeiro-ministro Shinzo Abe declarou que "o governo japonês comunica estreitamente com os Estados Unidos e defende a abordagem destes sobre esta questão", sem aludir diretamente aos ataques informáticos da Coreia do Norte.

O grupo Sony Pictures foi alvo no final de novembro de um ataque informático reivindicado pelo grupo de piratas informáticos GOP ("Guardians of Peace"), durante o qual inumeráveis informações foram roubadas e algumas divulgadas.

Continue lendo [página2] do DN de Portugal.

Diário de Notícias: Obama garante retaliação contra a Coreia do Norte

Risível e pior, qualquer retaliação só prejudica a população. A arrogância é costumeira. Águia é águia! E a Sony, um desastre!

Diário de Notícias: Obama garante retaliação contra a Coreia do Norte

por Abel Coelho de Morais

Presidente americano criticou estúdio de cinema por ter retirado de exibição Entrevista de Loucos, paródia ao ditador de Pyongyang.

"Vamos responder da forma como escolhermos e quando escolhermos", garantiu o presidente Barack Obama em resposta a uma pergunta sobre a reação dos Estados Unidos à confirmação de que partiu da Coreia do Norte o ataque informático e as ameaças à Sony por causa de um filme cómico sobre o dirigente deste regime comunista, Kim Jong-un.

Obama, que falava na Casa Branca no último encontro do ano com a imprensa, salientou que "teria gostado" que os responsáveis da Sony tivessem falado com ele antes de decidirem não exibir o filme de título original The Interview, decisão que, diz, "foi um erro".

Origem,

quinta-feira, 1 de março de 2012

Observatório da Imprensa: Em defesa da liberdade. E da conveniência

Na velha mídia brasileira Obama ainda é um sucesso, na prática, um embuste, uma decepção. Não se podia esperar outra coisa do Império da Águia, todos seus filhos, ou quase todos, são águias!

OBAMA E A IMPRENSA

Em defesa da liberdade. E da conveniência

Por Carlos Eduardo Lins da Silva em 28/02/2012 na edição 683

Como quase todos os políticos no poder, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, faz tudo – dentro dos limites da legislação e da cultura política de seu país – para obstruir o trabalho do jornalismo independente que possa afetar os seus próprios interesses ou de seu partido. O que não o impede de se dizer favorável ao trabalho do jornalismo independente que atrapalhe seus adversários, ou mesmo ultrajado quando estes tentam dificultar tal trabalho.

Essa contradição foi apontada na semana passada na sala de imprensa da Casa Branca por Jake Tapper, setorista da rede de TV ABC, quando o porta-voz de Obama, em nome do presidente, lamentou a morte de dois correspondentes de guerra na Síria que, segundo ele, “tentavam reportar a verdade” sobre o que ocorre naquela nação, dirigida por um inimigo dos EUA.

É evidente que os métodos de Obama para colocar obstáculos à investigação jornalística mal podem ser comparados aos atos de brutalidade e violência que Bashar al-Assad utiliza. Mas, ao se valer – como tem feito com mais constância do que a maioria de seus predecessores – da Lei de Espionagem de 1917 para combater vazamentos de informações de governo para a imprensa, Obama não apenas deixa de cumprir promessas de campanha de que iria incentivar os que apontassem desvios de conduta na administração pública federal, como coloca o seu nome ao lado dos poucos chefes de governo americano dos séculos 20 e 21 que pontificam no quesito combate à liberdade de ação da imprensa – quem sabe apenas ao de Richard Nixon. Continue lendo.