Barra

DESTAQUES ATUAIS: Informativo     Opinião     Miscelânea     Editorial   Colaboradores   Artigos   Compartilhe:   
Mostrando postagens com marcador Julian Assange. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Julian Assange. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Ao vivo: OEA, Equador versus Inglaterra[Julian Assange]; chanceleres discutem inviolabilidade da representação diplomática

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

Posts sobre Assange

Reunião dos ministros de relações exteriores agendada pelo Conselho Permanente da OEA em 20 de agosto. Tema: a inviolabilidade da representação diplomática do Equador na Inglaterra após o asilo concedido a Julian Assange do site WikiLeaks.

Início da transmissão às 12:22, hora de Brasília.

Início 12:36.

12:46 O chanceler do Peru é escolhido o presidente dessa reunião.

16:34 Pausa.

17:13 Retorna a reunião.

Em seguida foi lida a Declaração rejeitada em parte pelo Canadá e os EUA.

17:21 Aprovada a Declaração.

17:25 Encerrada o evento da 27ª Reunião de Consulta de Chanceleres da OEA.

Breves Considerações - Reunião morna, quase decepcionante. Poucos chanceleres presentes. A declaração aprovada tangeu-se tão somente à inviolabilidade da representação diplomática.
O observador do Reino Unido esclareceu que o seu país não é signatário da convenção de Caracas de 1954, portanto não está obrigado a conceder salvo conduto. A observadora da Suécia falou que o seu país não dá nenhuma garantia que não extraditará Julian Assange para os EUA. Grosso modo é o que pudemos observar.

17:37 Removido o player.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Opera Mundi: EUA já têm acusação pronta contra Assange, revela vazamento do Wikileaks; mais Correio do Brasil

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

Posts sobre Assange

EUA já têm acusação pronta contra Assange, revela vazamento do Wikileaks

Executivos da empresa de segurança Stratfor referiram-se ao jornalista australiano como "babaca"

O Wikileaks teve acesso em janeiro do ano passado à caixa de e-mails do vice-presidente da companhia de métodos de espionagem Stratfor e encontrou mensagens que comprovam que os Estados Unidos possuem "uma acusação selada contra Julian Assange".

De acordo com o jornal espanhol Público, o executivo Fred Burton refere-se a Assange em diversos momentos como “babaca” e garante que armazenou todas as publicações do Wikileaks em seus servidores para usá-las em favor da empresa.

Em uma troca de e-mails datada de 26 de janeiro deste ano, Burton reconhece que a justiça norte-americana havia emitido há um mês uma ordem secreta de prisão contra Assange por práticas de espionagem.

Em outras mensagens obtidas pelo Wikileaks e divulgadas pelo Público, é o analista tático Sean Noonan quem atesta os esforços de seu país pela prisão de Assange.

Em uma delas ele se questiona quanto à rapidez com que a Interpol (Polícia Internacional) ordenou a detenção do jornalista. Para Noonan, “as questões de crimes sexuais raramente geram alertas especiais da Interpol”, o que “não deixa dúvidas de que se tenta impedir a publicação dos documentos do governo pelo Wikileaks". Continue lendo.

Atualização às 23:47

Correio do Brasil: Moore e Stone: “Por que defendemos o Wikileaks e Assange”

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Folha: Site do Ministério da Justiça britânico é atacado em apoio a Assange; mais Estadão

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

Último post relacionado.

Site do Ministério da Justiça britânico é atacado em apoio a Assange

DA EFE, EM LONDRES

O Ministério da Justiça britânico confirmou nesta terça-feira que seu site sofreu "algumas alterações", mas não responsabilizou nenhuma organização por esses problemas.

Um porta-voz da pasta disse hoje que seu site "é um lugar público, que não recolhe informações sensíveis", e precisou que "nenhum outro sistema do Ministério da Justiça foi afetado".

O grupo "Anonymous", por sua vez, assumiu que atacou o site oficial do Ministério como forma de demonstrar seu apoio ao fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, que há dois meses está abrigado na embaixada equatoriana em Londres.

De acordo com os hackers, a ameaça ao WikiLeaks também é uma ameaça à "liberdade de expressão e à saúde de toda a nossa sociedade".

Na última semana, o governo do Equador finalmente concedeu o asilo diplomático requerido por Assange.

O ativista australiano, que tenta evitar sua extradição à Suécia, onde seria julgado por supostos delitos sexuais, não pode abandonar a legação equatoriana a menos que o Reino Unido lhe conceda um salvo-conduto.

A reticência de Assange a ser levado à Suécia se deve ao temor de que possa ser extraditado em seguida para os Estados Unidos, o país mais prejudicado pelo vazamento de documentos secretos feito pelo Wikileaks. Origem.

Atualização às 09:30

Pela manchete fica clara a ideia da extradição!
Estadão: Suécia não extraditará Assange para os EUA se houver ameça de pena de morte

domingo, 19 de agosto de 2012

G1: Assange diz que EUA devem parar de ameaçar o WikiLeaks; com vídeo da Globo News

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

Último post relacionado, principal post relacionado.

Imagens globo-news

19/08/2012 10h35- Atualizado em 19/08/2012 11h14

Assange diz que EUA devem parar de ameaçar o WikiLeaks

Discurso foi realizado em sacada na embaixada do Equador, em Londres.
Equador deu asilo a ele, mas Reino Unido mantém extradição.


Em discurso realizado neste domingo (19), na embaixada equatoriana, em Londres, na Inglaterra, Julian Assange declarou que os Estados Unidos devem parar de ameaçar o WikiLeaks. “Peço ao presidente Obama que faça o correto, que os EUA devem renunciar a caça às bruxas sobre o WikiLeaks”, disse Assange. O fundador do site WikiLeaks não chegou a sair da embaixada e falou de uma sacada. Assange também pediu ao governo dos EUA que acabe com a perseguição à mídia e aos indivíduos que vazaram os documentos oficiais. “Bradley Manning deve ser liberado”, disse o fundador do WikiLeaks sobre o soldado dos EUA que vazou documentos confidenciais.

Ele também afirmou que a polícia britânica tentou entrar na Embaixada do Equador em Londres na última quarta-feira (15), mas que a presença de seus seguidores e da imprensa inibiu a ação. Assange agradeceu a todos os que estão dando apoio e ao Equador. "Agradeço a esta corajosa nação latino-americana e ao presidente (Rafael) Correa, pela coragem, e em especial ao Ricardo Patiño (chanceler equatoriano)", disse.

 Ele continuou e citou mais países pelo suporte. "Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Argentina, Peru e Venezuela", falou Assange. O criador do WikiLeaks se referiu a reunião de emergência dos chanceleres da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) marcada para este domingo (19), em Guayaquil, visando analisar a situação diplomática derivada de sua decisão. Continue lendo.

sábado, 18 de agosto de 2012

Psicologia Racional[Regis Mesquita]: Julian Assange merece que lutemos para protegê-lo

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

Último post relacionado.

Julian Assange merece que lutemos para protegê-lo

Quem luta contra os madereiros clandestinos da amazônia é ameaçado de morte e é perseguido por parte da justiça.

Quando Mandela lutava contra o regime segregacionista da África do Sul foi preso e condenado. Gandhi também.

A desobediência civil sempre foi uma porta aberta para mudar o planeta, encaminhando-o para o bem e para a justiça.

A ONG Sea Shepherd também está sendo perseguida por desobediência civil. O capitão do barco da entidade foi preso na Alemanha. Seu crime: defender as baleias. Com o barco eles dificultam o trabalho dos navios baleeiros, que é massacrar baleias indefesas. No site do instituto você conhecerá esta luta.

Claro está que quem desafia o sistema recebe de volta todas as ameaças possíveis.

Julian Assange transou com duas mulheres. Ele as conheceu em uma reunião do WikiLeaks na Suécia. As duas decidiram transar com ele. Suspeita-se que eram pessoas enviadas por serviços de seguranças estrangeiros com o objetivo de transar com ele e depois acusá-lo. Ou seja, vale tudo para destruí-lo. Uma das acusadoras disse que depois de transar uma vez e dormirem, o Julian tentou transar novamente enquanto ela dormia.

O projeto para destruí-lo é mandá-lo para a Suécia e de lá deportá-lo para os EUA. Nos EUA será julgado por tribunais militares. Continue lendo.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Ao vivo: OEA discute asilo de Julian Assange

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

Último post relacionado.

Sexta-feira(17): OEA discute asilo de Julian Assange e a ameaça da inviolabilidade da embaixada do Equador em Londres.

Intervalo de 10 minutos às 17:37, hora de Brasília, retorno às 18:37.

 
O que ficou decidido:

Após previsão de 10 minutos de intervalo que se transformaram em 60, foi apresentada proposta de resolução para que haja uma reunião de chanceleres dia 24/8 as 11:00 em Washington D/C.
Aberta a palavra, Canadá discorda, EUA também. Acham os dois países que a questão é bilateral(GB/Equador). Em seguida, Equador pede a votação. Após, falaram os representantes de outros países. Em geral, reiterou-se o pedido da votação. Com a palavra novamente o Equador, quer votação imediatamente pelo artigo 58, da OEA. Retorna Honduras, quer consenso e vê consenso quanto a inviolabilidade da representação diplomática, de acordo com a Convenção de Viena. Fala a Bolívia, Chile, Nicarágua, que pede a votação.

19:05 Votação

Ouvimos,
EUA, não
Canadá,não
Barbados, abstenção

Resultado: 23, sim, 5 abstenções, 3 não. Aprovada a inviolabilidade da representação.

19:13 Nova reunião do conselho dos chanceleres, conforme acima. Termina a reunião

Removido o player.(19:20)

Folha: Polícia britânica mantém vigilância à embaixada do Equador em Londres

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

Último post relacionado.

17/08/2012 - 11h40

Polícia britânica mantém vigilância à embaixada do Equador em Londres

DA EFE, EM LONDRES

Uma dezena de policiais continua vigiando nesta sexta-feira a embaixada do Equador em Londres, onde já não se concentram mais manifestantes que apoiam o fundador de WikiLeaks, Julian Assange, como ocorreu nesta quinta-feira. 

O governo equatoriano concedeu asilo político ao ativista australiano, refugiado em sua embaixada no bairro de Knightsbridge desde 19 de junho, e reivindicou o apoio dos outros países latino-americanos para que Assange possa deixar o Reino Unido.

O governo britânico negou um salvo-conduto a Assange alegando que tem obrigação legal de extraditá-lo para a Suécia.

Os cerca de 200 partidários de Assange que se reuniram na quinta-feira diante da sede diplomática desapareceram, deixando um rastro de cartazes de apoio ao fundador de Wikileaks e ao soldado americano Bradley Manning, acusado de ter colaborado com Assange. Origem.
 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Assange corre perigo; com jornais

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

Assange a su llegada al alto tribunal de Londres. El Mundo.
Estadão: Equador afirma ter recebido ameaça do Reino Unido

Relatório inglês adverte para invasão da Embaixada do país andino em Londres caso Assange não seja entregue

15 de agosto de 2012 | 18h 45

Texto atualizado às 19h37   QUITO - O Equador denunciou nesta quarta-feira, 15, ter recebido uma carta do governo do Reino Unido ameaçando prender Julian Assange, criador do WikiLeaks, que pediu asilo político ao país andino. "Hoje recebemos do Reino Unido a ameaça expressa e por escrito que poderiam invadir nossa embaixada em Londres se o Equador não entregar Julian Assange", afirmou o chanceler equatoriano Ricardo Patiño.

Na carta, divulgada pela chancelaria equatoriana, o governo britânico invoca uma lei de 1987 que lhe permitiria entrar na embaixada e deter Assange. "Vocês têm de saber que há base legal - a lei de instalações diplomáticas e consulares de 1987 - que nos permite agir para prender o senhor Assange nas dependências da embaixada", diz o texto. "Esperamos sinceramente que as coisas não cheguem a esse ponto, mas, se vocês não forem capazes de resolver o problema, essa é uma opção com a qual ainda trabalhamos."

A agência AP reportou que o número de policiais vistos na entrada da Embaixada do Equador em Londres aumentou nas últimas horas.

Por meio de nota, a secretaria do Exterior britânica disse ter a obrigação legal de extraditar Assange para a Suécia e estar determinada a cumpri-la. "Ainda estamos comprometidos em buscar uma solução aceitável para todos, diz o comunicado.

Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do Equador classificou a posição britânica inadmissível politica e juridicamente, um "ato hostil e pouco amistoso", que viola "expressas normas internacionais". Patiño ressaltou que, se a invasão ocorrer, o Equador vai reagir. "Não somos uma colônia britânica. Esse período terminou", afirmou, após reunião com o presidente Rafael Correa. Continue lendo.

El Mundo: Londres anuncia que tiene la 'obligación legal' de extraditar a Assange a Suecia

Efe | Quito | Londres
Actualizado jueves 16/08/2012 00:49 horas


La extradición de Julian Assange a Suecia, un poco más cerca. Londres ha anunciado esta madrugada que las autoridades británicas están "determinadas" a llevar al polémico fundador de Wikileaks a Suecia, donde se enfrenta una acusación de agresión sexual. "Reino Unido tiene la obligación legal de extraditar a Assange a Suecia para ser interrogado", ha afirmado un portavoz del Foreign Office.

Desde el Ejecutivo británico se hace hincapié en que tienen que cumplir esa "obligación" de extraditar a Assange después de que el Gobierno de Ecuador haya acusado al Gobierno británico de amenazar con entrar en la Embajada ecuatoriana en Londres para arrestar a Assange.

El Gobierno ecuatoriano ha anunciado que este jueves tomará una decisión sobre la petición de asilo político realizada por el fundador de WikiLeaks, que desde el 19 de junio está refugiado en la Embajada ecuatoriana en Londres a la espera de saber si le será concedido el asilo político en Quito.

El 20 de junio, Scotland Yard avisó de que el fundador de WikiLeaks será detenido si abandona la Embajada de Ecuador en Londres ya que violó las condiciones de su arresto domiciliario.

Assange estaba obligado a permanecer en el domicilio establecido de Norfolk, una casa prestada por un amigo en el este de Inglaterra, entre las 21.00 y las 07.00 GMT, y el 19 de junio Assange se presentó en la embajada ecuatoriana, donde permanece desde entonces.

Desde que fue detenido en el Reino Unido, en diciembre de 2010, la defensa de Julian Assange ha tratado por todos los medios de evitar su entrega a Suecia por temor a que fuese extraditado desde allí a Estados Unidos, el país más perjudicado por la difusión de miles de cables diplomáticos secretos de WikiLeaks. Continue lendo.

Atualização às 00:59, quinta-feira, 16/08

"O Equador anunciará hoje, quinta-feira, às 13h00 (hora em Lisboa), a sua decisão relativamente ao asilo pedido por Julian Assange, fundador do Wikileaks."
Diário de Notícias: Assange fica hoje a saber se Equador lhe dá asilo

Atualização às 09:15

Estadão: Assembleia do Equador faz sessão extraordinária por 'ameaça' da Grã Bretanha, em caso Assange


Atualização às 09:50

"Mais cedo, Reino Unido negou salvo-conduto a fundador de WikiLeaks"
O Globo: Equador concede asilo político a Julian Assange 

Atualização às 15:25

Manifestante pró-Assange em frente à Embaixada do Equador; país concedeu asilo ao fundador do Wikileaks -Andrew Cowie -16.ago.12/France Presse - Folha
Folha: Reino Unido não vai autorizar saída de Assange, diz chanceler

Atualização às 18:28

El Mundo: Londres no reconoce el 'asilo diplomático' de Ecuador y niega el salvoconducto a Assange


Atualização às 18:53

Outras Palavras: Por que o Equador ofereceu asilo a Assange
 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Carta Maior: Campanha contra Assange quer esconder o triunfo da Wikileaks

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

Campanha contra Assange quer esconder o triunfo da Wikileaks

No momento em que Julian Assange evitou ser preso ao refugiar-se na embaixada equatoriana em Knightsbridge, para escapar à extradição para a Suécia, e possivelmente para os EUA, os comentadores britânicos atacaram-no com as mais estridentes ofensas. Graças à Wikileaks, foi tornada pública muito mais informação sobre o que fazem e pensam os EUA e os seus aliados, do que em qualquer momento anterior. O artigo é de Patrick Cockburn.

Patrick Cockburn - The Independent

No momento em que Julian Assange evitou ser preso ao refugiar-se na embaixada equatoriana em Knightsbridge, para escapar à extradição para a Suécia, e possivelmente para os EUA, os comentadores britânicos atacaram-no com as mais estridentes ofensas. Quase espumaram de raiva ao citar insignificantes exemplos da sua suposta deselegância, ego inflamado e aparência, como se de crimes se tratassem.

Estas críticas dizem muito mais do convencionalismo e do instinto de manada dos opinadores britânicos do que de Assange. Em tudo isto, ignoram o seu feito, como fundador da Wikileaks, ao publicar telegramas do governo dos EUA, dando às pessoas em todo o mundo a possibilidade de ficarem a conhecer o real comportamento dos seus governos. Tal conhecimento público é o âmago da democracia, porque é preciso informar adequadamente os eleitores para que eles sejam capazes de escolher os representantes que levem adiante os seus desejos.

Graças à Wikileaks, foi tornada pública muito mais informação sobre o que fazem e pensam os EUA e os seus aliados, do que em qualquer momento anterior. As únicas revelações que se lhe assemelham foram a publicação dos tratados secretos pelos bolcheviques em 1917, incluindo planos de França e Grã-Bretanha para modelar o mapa do Médio Oriente. Um paralelo mais óbvio é o da publicação dos Documentos do Pentágono graças a Daniel Ellsberg, em 1971, revelando as mentiras sistemáticas da administração Johnson sobre o Vietnã. Da mesma forma que Assange, Ellsberg foi vilipendiado pelo governo dos EUA e ameaçado com a mais severa punição. Continue lendo.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Carta Capital[Gabriel Bonis]: Julian Assange: o misterioso nômade digital

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

O fundador do Wikileaks segue ainda hoje uma vida nômade. Foto: Geoff Caddick/AFP - CC

Perfil
27.06.2012 10:51

 
Julian Assange: o misterioso nômade digital

Julian Assange é uma figura dúbia, às vezes sombria. Para muitos, os vazamentos de documentos oficiais de países e empresas por meio do Wikileaks, organização criada por ele em 2006, o fazem um ícone moderno da liberdade de informação, uma espécie de Robin Hood digital. Outros veem em sua atuação apenas uma peça midiática. E é neste grupo que se encontram as figuras mais proeminentes (e poderosas) atingidas por Assange. Para elas, a disponibilização de dados é perigosa. Um exemplo sempre usado é a liberação de documentos sobre a Guerra do Iraque, que poderia colocar as vidas de milhares de soldados em risco. Ciente desta correlação de forças a apoiá-lo ou a tentar derrubá-lo, o australiano de Townsville, Queensland, adota uma estratégia de proteção de seu legado aprendida na infância nômade com os pais, donos de um teatro itinerário de marionetes. O Wikileaks está sempre de mudança, seja física ou em sua estrutura online.

E é ali, na plataforma digital, que o australiano, de 41 anos, reina. Tudo no Wikileaks é discutido e debatido entre os integrantes da equipe, mas no aspecto tecnológico quem manda é Julian. Definido por seus companheiros como um homem extremamente inteligente e antenado. Quase sempre surgem elogios sobre suas fantásticas habilidades de hacker, com as quais foi capaz de construir, com a ajuda de parceiros, um sistema online de envio e recebimento de arquivos impenetrável. A drop box, como é chamada essa caixa de mensagens, é um caminho não rastreável, que permite ao remetente enviar documentos, imagens e vídeos sem que o Wikileaks (ou qualquer pessoa no mundo) saiba a origem dos dados e da fonte. “Ele é um dos melhores hackers do mundo e sua capacidade de desenvolver e entender o fluxo de informações na internet faz dele um gênio”, afirma Natalia Viana, jornalista e representante da organização no Brasil. No entanto, desde 2010 a ferramenta chave da organização está fechada, após ter sido sabotada por um ex-funcionário do Wikileaks. Normal, no grupo reina uma relação de amor e ódio.

O revés, entretanto, não diminui a representatividade de Julian no mundo hacker. O australiano integra um grupo revolucionário que nos anos 80, enquanto o mundo assistia ao lançamento de computadores pessoais da IBM, já surfava na internet em fase pós-embrionária em busca de dados. Aos 18 anos de idade, no início da rede mundial de computadores Assange viu a chance de revolucionar o fluxo de informações e quebrar o monopólio da mídia, governos e empresas. Em Melbourne, na Austrália, queria acima de tudo ser respeitado por seus ideais. Após anos de mudanças, que tinha em comum com seus ancestrais vindos da Escócia e da Irlanda, naquela cidade alcançaria estabilidade. Parte de sua infância transcorreu na pequena Magnetic Island, a oito quilômetros de Townsville. Sua mãe, Christine, se mudou para o local em 1971. À época, a ilha era o point dos hippies. Solteira, ela queria uma vida mais calma para o filho. Mas a agitação voltou à família dois anos depois, quando conheceu Brett Assange, diretor de teatro. Ele seria padrasto de Julian até os nove anos e lhe daria seu nome. O artista e Christine viviam uma vida boemia e, em meio a viagens, o pequeno Julian teve uma infância livre. Ocupada com teatro, a mãe de Assange o estimulou a ser independente. Ele, por outro lado, via em Christine uma figura política e ativista das causas que defendia. Mas os relacionamentos instáveis de Christine influenciavam toda a família. Após o fim do casamento com Brett, ela entrou em um relacionamento com um músico amador integrante de uma seita australiana anônima. Do vínculo com o violento homem nasceu um filho e surgiu o medo da vida a dois. Para não enfrentar uma disputa pela guarda da criança, Christine fugiu e passou a ter uma vida itinerante. As fugas do ex-marido e dos problemas com a seguridade social levaram a família a pular de cidade em cidade e até a mudar de nomes. Aos 14 anos, Assange já havia estudado em 37 escolas. Devorava livros e parecia gostar de novos ares. Com a mãe, aprendeu a não respeitar cegamente as figuras de autoridade e colocou essa filosofia em prática em Melbourne. Lá, aos 14 anos conheceu o mundo da computação, ao qual despejou horas de seu tempo até dominar os códigos de programação e passou a desafiar a “lei” do monopólio da informação. Continue lendo.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Agência Brasil: "É preciso ver se Assange corre risco de morte".

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

"É preciso ver se Assange corre risco de morte", diz presidente do Equador

Da BBC Brasil

Brasília - O presidente do Equador, Rafael Correa, disse que vai avaliar se há "perigo de morte" para decidir sobre o pedido de asilo que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, fez ao seu país.

"É preciso ver as causas (do pedido)", disse Correa em entrevista à BBC Mundo no Rio de Janeiro, onde participa da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. "O Equador defende o direito à vida; é preciso ver se há perigo de morte [para Assange]."

O australiano, fundador do WikiLeaks, está desde a noite de terça-feira (19) na Embaixada do Equador em Londres. O ativista, cujo site vazou milhares de documentos secretos, esperava extradição para a Suécia, onde é acusado de agressão sexual. Ele alega perseguição política.

Questionado se acha que poderia existir risco para Assange, Correa respondeu que "isso é o que se tem dito, que pelo tipo de delito [de que o fundador do WikiLeaks é acusado] ele pode ser condenado à pena de morte nos Estados Unidos [EUA]".

Assange teme ser enviado da Suécia aos EUA para responder por acusações de ter vazado, pelo WikiLeaks, informações secretas do país.

Na entrevista à BBC Mundo, Correa descartou a possibilidade de abrir negociações para decidir sobre o futuro de Assange - disse que será uma decisão "soberana" do Equador e que vai analisar se "ocorreu o devido processo" nas ações judiciais contra o australiano. Ele ressaltou que, por "consideração", pode consultar outros países antes de tomar uma decisão. Origem.

terça-feira, 19 de junho de 2012

BBC Brasil: Fundador do Wikileaks pede asilo político ao Equador

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)

Fundador do Wikileaks, Julian Assange fez pedido de asilo pouco antes de extradição à Suécia. BBC

Fundador do Wikileaks pede asilo político ao Equador

Atualizado em  19 de junho, 2012 - 17:26 (Brasília) 20:26 GMT

O fundador do Wikileaks, o australiano Julian Assange, solicitou asilo político à embaixada do Equador em Londres, na Grã-Bretanha. O ativista, cujo site vazou milhares de documentos secretos, esperava extradição para a Suécia, onde é acusado de agressão sexual.

A informação foi confirmada nesta terça-feira pelo chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, segundo o qual Assange já se encontra abrigado na representação diplomática.

"O Equador está estudando e analisando o pedido de asilo", afirmou Patiño a repórteres na capital Quito.

A solicitação também foi ratificada através do próprio Wikileaks, que publicou em sua conta do Twitter um alerta em que se lia: "ALERTA: Julian Assange solicitou asilo político e está sob proteção na embaixada do Equador em Londres".

O país andino já havia oferecido asilo ao ativista em novembro de 2010. Continue lendo.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Folha: Supremo britânico autoriza extradição do fundador do WikiLeaks à Suécia

(Experimente o uso dos marcadores - tags, abaixo de cada post, em vermelho, é mais rápido do que a busca, acima, a esquerda.)
A Águia está começando a alcançar os seus objetivos!
Fundador do WikiLeaks, Julian Assange, é acusado de estupro e abuso sexual - Kirsty Wigglesworth/Associated Press - Folha
Supremo britânico autoriza extradição do fundador do WikiLeaks à Suécia
DA EFE

A Suprema Corte britânica deu nesta quarta-feira (30) sinal verde à extradição do fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, à Suécia, onde é acusado de estupro, abuso sexual e coerção contra duas mulheres, em uma visita a Estocolmo em agosto de 2010, o que ele nega.

Por cinco votos a favor e dois contra, a máxima instância judicial britânica rejeitou o recurso da defesa de Assange, pois entende que o mandato emitido pelas autoridades suecas cumpre os requerimentos legais e que o jornalista pode ser entregue nos próximos dias.Continue lendo.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Folha: Suprema Corte da Inglaterra analisa deportação de Assange, do WikiLeaks

Os donos do mundo deveriam avaliar bem as consequências de uma eventual extradição desse ativista. Bobo ele não é, deve estar cheio de informações não divulgadas em vários servidores do planeta. Basta um clique!...

01/02/2012 - 09h01

Suprema Corte da Inglaterra analisa deportação de Assange, do WikiLeaks

DE SÃO PAULO

O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, passa nesta quarta-feira pelo último julgamento na Inglaterra que pode provocar sua extradição para a Suécia, onde é acusado de abuso sexual de duas adolescentes.

Após não conseguirem persuadir os magistrados e o tribunal de apelações que o tratado de deportação é inválido para o julgamento, os advogados de Assange apelaram para a Suprema Corte britânica para evitar a deportação.

O fundador do WikiLeaks é acusado de estupro, abuso sexual e coerção contra duas adolescentes, em uma visita a Estocolmo em agosto de 2010, o que ele nega. 

Suprema Corte da Inglaterra analisa recurso contra deportação de Julian Assange, do WikiLeaks, para a Suécia. Foto: Andrew Winning/Reuters

Nos dois dias em que terá para avaliar o caso, o tribunal dificilmente terá detalhes concretos sobre as acusações, mas terá de julgar a validade do pedido de prisão preventiva feito por um promotor sueco baseada na legislação europeia.

A defesa de Assange argumenta que a requisição não é válida e argumenta que o sistema do país nórdico é injusto por permitir que a decisão de prisão seja tomada pela mesma pessoa que investiga o crime. Continue lendo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

JB: Julian Assange, fundador do WikiLeaks, terá programa de TV

Precisava de um dez desses no Brasil!

Hoje às 18h30 - Atualizada hoje às 19h08

Agência AFP

Julian Assange, fundador do WikiLeaks, terá programa de TV

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, anunciou nesta terça-feira que apresentará um programa de TV de entrevistas com "personagens políticos chave, pensadores e revolucionários" de todo o mundo, que será exibido em meados de março.

O programa de "conversas em profundidade" terá 10 episódios de meia hora exibidos semanalmente e tratará do tema "o mundo amanhã", destacou o comunicado publicado na página do WikiLeaks.

Assange entrevistará personagens políticos em programa semanal,
com o tema "o mundo de amanhã"
O australiano de 40 anos, apresentado como "uma das figuras revolucionárias mais reconhecidas do mundo", "reunirá vozes controversas de todas as tendências políticas - iconoclastas, visionários e pessoas com acesso ao poder - para oferecer uma janela ao mundo do amanhã e suas ideias para garantir um futuro melhor", acrescentou o texto, sem citar os convidados. Continue lendo.