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03/09/2020 - Outras Palavras: A desigualdade brasileira posta à mesa
03/09/2020 - Outras Palavras: Internacional Fascista quer explorar a pandemia
03/09/2020 - Carta Maior: A guerra cultural da direita não é mais uma manobra diversionista da política - ela é a própria política
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quinta-feira, 3 de setembro de 2020
REFAZENDA2010 blog - Matérias Especiais e Artigos Selecionados 15
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Ao vivo: OEA, Equador versus Inglaterra[Julian Assange]; chanceleres discutem inviolabilidade da representação diplomática
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Posts sobre Assange
Reunião dos ministros de relações exteriores agendada pelo Conselho Permanente da OEA em 20 de agosto. Tema: a inviolabilidade da representação diplomática do Equador na Inglaterra após o asilo concedido a Julian Assange do site WikiLeaks.
Início da transmissão às 12:22, hora de Brasília.
Início 12:36.
12:46 O chanceler do Peru é escolhido o presidente dessa reunião.
16:34 Pausa.
17:13 Retorna a reunião.
Em seguida foi lida a Declaração rejeitada em parte pelo Canadá e os EUA.
17:21 Aprovada a Declaração.
17:25 Encerrada o evento da 27ª Reunião de Consulta de Chanceleres da OEA.
Breves Considerações - Reunião morna, quase decepcionante. Poucos chanceleres presentes. A declaração aprovada tangeu-se tão somente à inviolabilidade da representação diplomática.
O observador do Reino Unido esclareceu que o seu país não é signatário da convenção de Caracas de 1954, portanto não está obrigado a conceder salvo conduto. A observadora da Suécia falou que o seu país não dá nenhuma garantia que não extraditará Julian Assange para os EUA. Grosso modo é o que pudemos observar.
Início 12:36.
12:46 O chanceler do Peru é escolhido o presidente dessa reunião.
16:34 Pausa.
17:13 Retorna a reunião.
Em seguida foi lida a Declaração rejeitada em parte pelo Canadá e os EUA.
17:21 Aprovada a Declaração.
17:25 Encerrada o evento da 27ª Reunião de Consulta de Chanceleres da OEA.
Breves Considerações - Reunião morna, quase decepcionante. Poucos chanceleres presentes. A declaração aprovada tangeu-se tão somente à inviolabilidade da representação diplomática.
O observador do Reino Unido esclareceu que o seu país não é signatário da convenção de Caracas de 1954, portanto não está obrigado a conceder salvo conduto. A observadora da Suécia falou que o seu país não dá nenhuma garantia que não extraditará Julian Assange para os EUA. Grosso modo é o que pudemos observar.
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Folha: Site do Ministério da Justiça britânico é atacado em apoio a Assange; mais Estadão
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Site do Ministério da Justiça britânico é atacado em apoio a Assange
DA EFE, EM LONDRES
O Ministério da Justiça britânico confirmou nesta terça-feira que seu site sofreu "algumas alterações", mas não responsabilizou nenhuma organização por esses problemas.
Um porta-voz da pasta disse hoje que seu site "é um lugar público, que não recolhe informações sensíveis", e precisou que "nenhum outro sistema do Ministério da Justiça foi afetado".
O grupo "Anonymous", por sua vez, assumiu que atacou o site oficial do Ministério como forma de demonstrar seu apoio ao fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, que há dois meses está abrigado na embaixada equatoriana em Londres.
De acordo com os hackers, a ameaça ao WikiLeaks também é uma ameaça à "liberdade de expressão e à saúde de toda a nossa sociedade".
Na última semana, o governo do Equador finalmente concedeu o asilo diplomático requerido por Assange.
O ativista australiano, que tenta evitar sua extradição à Suécia, onde seria julgado por supostos delitos sexuais, não pode abandonar a legação equatoriana a menos que o Reino Unido lhe conceda um salvo-conduto.
A reticência de Assange a ser levado à Suécia se deve ao temor de que possa ser extraditado em seguida para os Estados Unidos, o país mais prejudicado pelo vazamento de documentos secretos feito pelo Wikileaks. Origem.
Atualização às 09:30
Pela manchete fica clara a ideia da extradição!
Estadão: Suécia não extraditará Assange para os EUA se houver ameça de pena de morte
DA EFE, EM LONDRES
O Ministério da Justiça britânico confirmou nesta terça-feira que seu site sofreu "algumas alterações", mas não responsabilizou nenhuma organização por esses problemas.
Um porta-voz da pasta disse hoje que seu site "é um lugar público, que não recolhe informações sensíveis", e precisou que "nenhum outro sistema do Ministério da Justiça foi afetado".
O grupo "Anonymous", por sua vez, assumiu que atacou o site oficial do Ministério como forma de demonstrar seu apoio ao fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, que há dois meses está abrigado na embaixada equatoriana em Londres.
De acordo com os hackers, a ameaça ao WikiLeaks também é uma ameaça à "liberdade de expressão e à saúde de toda a nossa sociedade".
Na última semana, o governo do Equador finalmente concedeu o asilo diplomático requerido por Assange.
O ativista australiano, que tenta evitar sua extradição à Suécia, onde seria julgado por supostos delitos sexuais, não pode abandonar a legação equatoriana a menos que o Reino Unido lhe conceda um salvo-conduto.
A reticência de Assange a ser levado à Suécia se deve ao temor de que possa ser extraditado em seguida para os Estados Unidos, o país mais prejudicado pelo vazamento de documentos secretos feito pelo Wikileaks. Origem.
Atualização às 09:30
Pela manchete fica clara a ideia da extradição!
Estadão: Suécia não extraditará Assange para os EUA se houver ameça de pena de morte
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sábado, 18 de agosto de 2012
Psicologia Racional[Regis Mesquita]: Julian Assange merece que lutemos para protegê-lo
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Julian Assange merece que lutemos para protegê-lo
Quem luta contra os madereiros clandestinos da amazônia é ameaçado de morte e é perseguido por parte da justiça.
Quando Mandela lutava contra o regime segregacionista da África do Sul foi preso e condenado. Gandhi também.
A desobediência civil sempre foi uma porta aberta para mudar o planeta, encaminhando-o para o bem e para a justiça.
A ONG Sea Shepherd também está sendo perseguida por desobediência civil. O capitão do barco da entidade foi preso na Alemanha. Seu crime: defender as baleias. Com o barco eles dificultam o trabalho dos navios baleeiros, que é massacrar baleias indefesas. No site do instituto você conhecerá esta luta.
Claro está que quem desafia o sistema recebe de volta todas as ameaças possíveis.
Julian Assange transou com duas mulheres. Ele as conheceu em uma reunião do WikiLeaks na Suécia. As duas decidiram transar com ele. Suspeita-se que eram pessoas enviadas por serviços de seguranças estrangeiros com o objetivo de transar com ele e depois acusá-lo. Ou seja, vale tudo para destruí-lo. Uma das acusadoras disse que depois de transar uma vez e dormirem, o Julian tentou transar novamente enquanto ela dormia.
O projeto para destruí-lo é mandá-lo para a Suécia e de lá deportá-lo para os EUA. Nos EUA será julgado por tribunais militares. Continue lendo.
Quem luta contra os madereiros clandestinos da amazônia é ameaçado de morte e é perseguido por parte da justiça.
Quando Mandela lutava contra o regime segregacionista da África do Sul foi preso e condenado. Gandhi também.
A desobediência civil sempre foi uma porta aberta para mudar o planeta, encaminhando-o para o bem e para a justiça.
A ONG Sea Shepherd também está sendo perseguida por desobediência civil. O capitão do barco da entidade foi preso na Alemanha. Seu crime: defender as baleias. Com o barco eles dificultam o trabalho dos navios baleeiros, que é massacrar baleias indefesas. No site do instituto você conhecerá esta luta.
Claro está que quem desafia o sistema recebe de volta todas as ameaças possíveis.
Julian Assange transou com duas mulheres. Ele as conheceu em uma reunião do WikiLeaks na Suécia. As duas decidiram transar com ele. Suspeita-se que eram pessoas enviadas por serviços de seguranças estrangeiros com o objetivo de transar com ele e depois acusá-lo. Ou seja, vale tudo para destruí-lo. Uma das acusadoras disse que depois de transar uma vez e dormirem, o Julian tentou transar novamente enquanto ela dormia.
O projeto para destruí-lo é mandá-lo para a Suécia e de lá deportá-lo para os EUA. Nos EUA será julgado por tribunais militares. Continue lendo.
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Ao vivo: OEA discute asilo de Julian Assange
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Sexta-feira(17): OEA discute asilo de Julian Assange e a ameaça da inviolabilidade da embaixada do Equador em Londres.
Intervalo de 10 minutos às 17:37, hora de Brasília, retorno às 18:37.
Intervalo de 10 minutos às 17:37, hora de Brasília, retorno às 18:37.
O que ficou decidido:
Após previsão de 10 minutos de intervalo que se transformaram em 60, foi apresentada proposta de resolução para que haja uma reunião de chanceleres dia 24/8 as 11:00 em Washington D/C.
Aberta a palavra, Canadá discorda, EUA também. Acham os dois países que a questão é bilateral(GB/Equador). Em seguida, Equador pede a votação. Após, falaram os representantes de outros países. Em geral, reiterou-se o pedido da votação. Com a palavra novamente o Equador, quer votação imediatamente pelo artigo 58, da OEA. Retorna Honduras, quer consenso e vê consenso quanto a inviolabilidade da representação diplomática, de acordo com a Convenção de Viena. Fala a Bolívia, Chile, Nicarágua, que pede a votação.
19:05 Votação
Ouvimos,
EUA, não
Canadá,não
Barbados, abstenção
Resultado: 23, sim, 5 abstenções, 3 não. Aprovada a inviolabilidade da representação.
19:13 Nova reunião do conselho dos chanceleres, conforme acima. Termina a reunião
Removido o player.(19:20)
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Folha: Polícia britânica mantém vigilância à embaixada do Equador em Londres
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17/08/2012 - 11h40
Polícia britânica mantém vigilância à embaixada do Equador em Londres
DA EFE, EM LONDRES
Uma dezena de policiais continua vigiando nesta sexta-feira a embaixada do Equador em Londres, onde já não se concentram mais manifestantes que apoiam o fundador de WikiLeaks, Julian Assange, como ocorreu nesta quinta-feira.
O governo equatoriano concedeu asilo político ao ativista australiano, refugiado em sua embaixada no bairro de Knightsbridge desde 19 de junho, e reivindicou o apoio dos outros países latino-americanos para que Assange possa deixar o Reino Unido.
O governo britânico negou um salvo-conduto a Assange alegando que tem obrigação legal de extraditá-lo para a Suécia.
Os cerca de 200 partidários de Assange que se reuniram na quinta-feira diante da sede diplomática desapareceram, deixando um rastro de cartazes de apoio ao fundador de Wikileaks e ao soldado americano Bradley Manning, acusado de ter colaborado com Assange. Origem.
Uma dezena de policiais continua vigiando nesta sexta-feira a embaixada do Equador em Londres, onde já não se concentram mais manifestantes que apoiam o fundador de WikiLeaks, Julian Assange, como ocorreu nesta quinta-feira.
O governo equatoriano concedeu asilo político ao ativista australiano, refugiado em sua embaixada no bairro de Knightsbridge desde 19 de junho, e reivindicou o apoio dos outros países latino-americanos para que Assange possa deixar o Reino Unido.
O governo britânico negou um salvo-conduto a Assange alegando que tem obrigação legal de extraditá-lo para a Suécia.
Os cerca de 200 partidários de Assange que se reuniram na quinta-feira diante da sede diplomática desapareceram, deixando um rastro de cartazes de apoio ao fundador de Wikileaks e ao soldado americano Bradley Manning, acusado de ter colaborado com Assange. Origem.
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quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Assange corre perigo; com jornais
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| Assange a su llegada al alto tribunal de Londres. El Mundo. |
Estadão: Equador afirma ter recebido ameaça do Reino Unido
Relatório inglês adverte para invasão da Embaixada do país andino em Londres caso Assange não seja entregue
15 de agosto de 2012 | 18h 45
Texto atualizado às 19h37 QUITO - O Equador denunciou nesta quarta-feira, 15, ter recebido uma carta do governo do Reino Unido ameaçando prender Julian Assange, criador do WikiLeaks, que pediu asilo político ao país andino. "Hoje recebemos do Reino Unido a ameaça expressa e por escrito que poderiam invadir nossa embaixada em Londres se o Equador não entregar Julian Assange", afirmou o chanceler equatoriano Ricardo Patiño.
Na carta, divulgada pela chancelaria equatoriana, o governo britânico invoca uma lei de 1987 que lhe permitiria entrar na embaixada e deter Assange. "Vocês têm de saber que há base legal - a lei de instalações diplomáticas e consulares de 1987 - que nos permite agir para prender o senhor Assange nas dependências da embaixada", diz o texto. "Esperamos sinceramente que as coisas não cheguem a esse ponto, mas, se vocês não forem capazes de resolver o problema, essa é uma opção com a qual ainda trabalhamos."
A agência AP reportou que o número de policiais vistos na entrada da Embaixada do Equador em Londres aumentou nas últimas horas.
Por meio de nota, a secretaria do Exterior britânica disse ter a obrigação legal de extraditar Assange para a Suécia e estar determinada a cumpri-la. "Ainda estamos comprometidos em buscar uma solução aceitável para todos, diz o comunicado.
Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do Equador classificou a posição britânica inadmissível politica e juridicamente, um "ato hostil e pouco amistoso", que viola "expressas normas internacionais". Patiño ressaltou que, se a invasão ocorrer, o Equador vai reagir. "Não somos uma colônia britânica. Esse período terminou", afirmou, após reunião com o presidente Rafael Correa. Continue lendo.
15 de agosto de 2012 | 18h 45
Texto atualizado às 19h37 QUITO - O Equador denunciou nesta quarta-feira, 15, ter recebido uma carta do governo do Reino Unido ameaçando prender Julian Assange, criador do WikiLeaks, que pediu asilo político ao país andino. "Hoje recebemos do Reino Unido a ameaça expressa e por escrito que poderiam invadir nossa embaixada em Londres se o Equador não entregar Julian Assange", afirmou o chanceler equatoriano Ricardo Patiño.
Na carta, divulgada pela chancelaria equatoriana, o governo britânico invoca uma lei de 1987 que lhe permitiria entrar na embaixada e deter Assange. "Vocês têm de saber que há base legal - a lei de instalações diplomáticas e consulares de 1987 - que nos permite agir para prender o senhor Assange nas dependências da embaixada", diz o texto. "Esperamos sinceramente que as coisas não cheguem a esse ponto, mas, se vocês não forem capazes de resolver o problema, essa é uma opção com a qual ainda trabalhamos."
A agência AP reportou que o número de policiais vistos na entrada da Embaixada do Equador em Londres aumentou nas últimas horas.
Por meio de nota, a secretaria do Exterior britânica disse ter a obrigação legal de extraditar Assange para a Suécia e estar determinada a cumpri-la. "Ainda estamos comprometidos em buscar uma solução aceitável para todos, diz o comunicado.
Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do Equador classificou a posição britânica inadmissível politica e juridicamente, um "ato hostil e pouco amistoso", que viola "expressas normas internacionais". Patiño ressaltou que, se a invasão ocorrer, o Equador vai reagir. "Não somos uma colônia britânica. Esse período terminou", afirmou, após reunião com o presidente Rafael Correa. Continue lendo.
El Mundo: Londres anuncia que tiene la 'obligación legal' de extraditar a Assange a Suecia
Efe | Quito | Londres
Actualizado jueves 16/08/2012 00:49 horas
La extradición de Julian Assange a Suecia, un poco más cerca. Londres ha anunciado esta madrugada que las autoridades británicas están "determinadas" a llevar al polémico fundador de Wikileaks a Suecia, donde se enfrenta una acusación de agresión sexual. "Reino Unido tiene la obligación legal de extraditar a Assange a Suecia para ser interrogado", ha afirmado un portavoz del Foreign Office.
Desde el Ejecutivo británico se hace hincapié en que tienen que cumplir esa "obligación" de extraditar a Assange después de que el Gobierno de Ecuador haya acusado al Gobierno británico de amenazar con entrar en la Embajada ecuatoriana en Londres para arrestar a Assange.
El Gobierno ecuatoriano ha anunciado que este jueves tomará una decisión sobre la petición de asilo político realizada por el fundador de WikiLeaks, que desde el 19 de junio está refugiado en la Embajada ecuatoriana en Londres a la espera de saber si le será concedido el asilo político en Quito.
El 20 de junio, Scotland Yard avisó de que el fundador de WikiLeaks será detenido si abandona la Embajada de Ecuador en Londres ya que violó las condiciones de su arresto domiciliario.
Assange estaba obligado a permanecer en el domicilio establecido de Norfolk, una casa prestada por un amigo en el este de Inglaterra, entre las 21.00 y las 07.00 GMT, y el 19 de junio Assange se presentó en la embajada ecuatoriana, donde permanece desde entonces.
Desde que fue detenido en el Reino Unido, en diciembre de 2010, la defensa de Julian Assange ha tratado por todos los medios de evitar su entrega a Suecia por temor a que fuese extraditado desde allí a Estados Unidos, el país más perjudicado por la difusión de miles de cables diplomáticos secretos de WikiLeaks. Continue lendo.
Atualização às 00:59, quinta-feira, 16/08
"O Equador anunciará hoje, quinta-feira, às 13h00 (hora em Lisboa), a sua decisão relativamente ao asilo pedido por Julian Assange, fundador do Wikileaks."
Diário de Notícias: Assange fica hoje a saber se Equador lhe dá asilo
Atualização às 09:15
Estadão: Assembleia do Equador faz sessão extraordinária por 'ameaça' da Grã Bretanha, em caso Assange
Atualização às 09:50
"Mais cedo, Reino Unido negou salvo-conduto a fundador de WikiLeaks"
O Globo: Equador concede asilo político a Julian Assange
Atualização às 15:25
Folha: Reino Unido não vai autorizar saída de Assange, diz chanceler
Atualização às 18:28
El Mundo: Londres no reconoce el 'asilo diplomático' de Ecuador y niega el salvoconducto a Assange
Atualização às 18:53
Outras Palavras: Por que o Equador ofereceu asilo a Assange
Actualizado jueves 16/08/2012 00:49 horas
La extradición de Julian Assange a Suecia, un poco más cerca. Londres ha anunciado esta madrugada que las autoridades británicas están "determinadas" a llevar al polémico fundador de Wikileaks a Suecia, donde se enfrenta una acusación de agresión sexual. "Reino Unido tiene la obligación legal de extraditar a Assange a Suecia para ser interrogado", ha afirmado un portavoz del Foreign Office.
Desde el Ejecutivo británico se hace hincapié en que tienen que cumplir esa "obligación" de extraditar a Assange después de que el Gobierno de Ecuador haya acusado al Gobierno británico de amenazar con entrar en la Embajada ecuatoriana en Londres para arrestar a Assange.
El Gobierno ecuatoriano ha anunciado que este jueves tomará una decisión sobre la petición de asilo político realizada por el fundador de WikiLeaks, que desde el 19 de junio está refugiado en la Embajada ecuatoriana en Londres a la espera de saber si le será concedido el asilo político en Quito.
El 20 de junio, Scotland Yard avisó de que el fundador de WikiLeaks será detenido si abandona la Embajada de Ecuador en Londres ya que violó las condiciones de su arresto domiciliario.
Assange estaba obligado a permanecer en el domicilio establecido de Norfolk, una casa prestada por un amigo en el este de Inglaterra, entre las 21.00 y las 07.00 GMT, y el 19 de junio Assange se presentó en la embajada ecuatoriana, donde permanece desde entonces.
Desde que fue detenido en el Reino Unido, en diciembre de 2010, la defensa de Julian Assange ha tratado por todos los medios de evitar su entrega a Suecia por temor a que fuese extraditado desde allí a Estados Unidos, el país más perjudicado por la difusión de miles de cables diplomáticos secretos de WikiLeaks. Continue lendo.
Atualização às 00:59, quinta-feira, 16/08
"O Equador anunciará hoje, quinta-feira, às 13h00 (hora em Lisboa), a sua decisão relativamente ao asilo pedido por Julian Assange, fundador do Wikileaks."
Diário de Notícias: Assange fica hoje a saber se Equador lhe dá asilo
Atualização às 09:15
Estadão: Assembleia do Equador faz sessão extraordinária por 'ameaça' da Grã Bretanha, em caso Assange
Atualização às 09:50
"Mais cedo, Reino Unido negou salvo-conduto a fundador de WikiLeaks"
O Globo: Equador concede asilo político a Julian Assange
Atualização às 15:25
| Manifestante pró-Assange em frente à Embaixada do Equador; país concedeu asilo ao fundador do Wikileaks -Andrew Cowie -16.ago.12/France Presse - Folha |
Atualização às 18:28
El Mundo: Londres no reconoce el 'asilo diplomático' de Ecuador y niega el salvoconducto a Assange
Atualização às 18:53
Outras Palavras: Por que o Equador ofereceu asilo a Assange
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sábado, 7 de julho de 2012
Carta Maior: Escândalo da taxa libor pode ser um "golpe devastador"
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Sempre os bancos... Ladrões!
Escândalo da taxa libor pode ser um "golpe devastador"
O escândalo envolve cerca de 20 grandes bancos internacionais e um mercado de cerca de 500 trilhões de dólares, quatro vezes o PIB dos Estados Unidos. Em entrevista à Carta Maior, o professor de Economia do Centro de Investigação de Mudança Sócio-Cultural (CRESC), da Universidade de Manchester, Michael Moran, assinalou que este escândalo pode ser um golpe devastador na frágil credibilidade do sistema financeiro internacional. A reportagem é de Marcelo Justo, direto de Londres.
Marcelo Justo - Londres
Londres - A atual crise econômica mundial é filha do estouro financeiro de 2008. O resgate das principais instituições financeiras, os pacotes de estímulo fiscal e a recessão mundial conduziram à crise da dívida soberana com epicentro na eurozona. Os resgates de Grécia, Portugal e Irlanda serviram para evitar uma crise dos bancos e entidades credoras desses países. Na Irlanda, o Estado assumiu toda a dívida construída por seus principais bancos: o balanço fiscal passou do superávit de 2007 para um prejuízo equivalente a 32% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010.
O escândalo da manipulação da taxa interbancária Libor que estourou na semana passada é uma nova etapa desta longa crise do sistema financeiro. O escândalo envolve cerca de 20 grandes bancos internacionais e um mercado de cerca de 50 trilhões de dólares, quatro vezes o PIB dos Estados Unidos. Em entrevista à Carta Maior, o professor de Economia do Centro de Investigação de Mudança Sócio-Cultural (CRESC), da Universidade de Manchester, Michael Moran, assinalou que este escândalo pode ser um golpe devastador na frágil credibilidade do sistema financeiro internacional.
Há nove entidades reguladoras investigando a manipulação das taxas Libor. É um escândalo global, mas tem o mesmo potencial sistêmico que teve a quebra do Lehman Brothers em 2008?
A taxa Libor tem um impacto mundial. Ela determina a taxa pela qual se empresta aos bancos e isso, por sua vez, se transmite às taxas de juros pagas pelos consumidores e pelo mundo produtivo em seus empréstimos. Como Londres é o centro financeiro mais importante do mundo, juntamente com Nova York e Tóquio, uma manipulação dessa taxa afeta o sistema bancário no Brasil ou na Tailândia. Além disso, o escândalo expõe o nível de desregulação e descontrole com que operam os mercados financeiros. O que ocorreu não foi uma conduta ilícita de 14 traders como disse quarta-feira o diretor do Barclays, Bob Diamond, ante o parlamento britânico.
O atual escândalo é um novo golpe na confiança de que necessita um sistema financeiro para existir. Acaba de começar, mas tem meses e mesmo anos pela frente. Nos Estados Unidos podemos ter uma catarata de demandas judiciais. No Reino Unido, reabriu em toda sua dimensão o debate sobre a regulação do sistema financeiro no momento em que ainda está se discutindo a nova lei, que até agora parecia uma versão muito aguada da proposta original. Acreditamos que agora vai aumentar muito a exigência para que as bancas comercial e especulativa fiquem claramente separadas.
Como se manipula uma taxa interbancária?
A taxa Libor não reflete o que os bancos estão fazendo no mercado. Ela reflete o que os bancos dizem. Os 16 bancos mais importantes de Londres dizem diariamente que taxa de juro pensam que terão que pagar por pedir dinheiro emprestado. A Associação bancária que coordena a valoração da taxa descarta as estimativas mais altas e as duas mais baixas, tirando uma média com o restante das estimativas dos bancos. Essa taxa média é o Libor que funciona como ponto de referência para a determinação da taxa pela qual os bancos vão emprestar dinheiro. A estimativa feita por cada banco não é arbitrária: ela tem que cair dentro de uma zona de credibilidade. Mas com o volume de operações em jogo, uma variação de 0,5% significa bilhões.
Além dos bancos, quem são os ganhadores e os perdedores com essas manobras?
A manipulação ocorreu tanto para baixo como para cima, com o que havia grupos que podiam perder em um momento e ganhar em outro: os bancos ficavam sempre em melhor situação. Ou seja, se a taxa libor baixa isso tem um impacto na taxa que os consumidores pagam por seus empréstimos: os consumidores se beneficiam. Mas, ao mesmo tempo, os investidores, os fundos de pensão, recebem menos juro por seus empréstimos. Um dos dramas é que atores muito importantes do mercado financeiro acreditava que a taxa Libor era parte de um cálculo honesto e transparente da taxa de juros.
Lembremos também que o escândalo está centrado, no momento, no Barclays porque ele foi o primeiro a ser multado pelas autoridades regulatórias dos Estados Unidos e do Reino Unido, mas há quase 20 outros bancos envolvidos. É óbvio que o escândalo crescerá. Nas próximas semanas começaremos a entender a verdadeira dimensão desse escândalo. Em última instância, o que está em jogo é a estrutura do sistema bancário e do sistema regulador.
Tudo isso está ocorrendo paralelamente à crise da eurozona, na qual a vulnerabilidade do sistema bancário é muito clara. Pode haver um contágio deste escândalo que piore a situação dos bancos europeus? Pode haver uma repetição de 2008?
A crise europeia implicou uma contínua injeção de recursos para alavancar os bancos. Isso teve um forte impacto político nos países resgatados. Ao mesmo tempo, as intervenções do Banco Central Europeu (BCE) para alavancar os bancos resultaram na absorção de dívidas incobráveis dessas entidades. Em algum momento, o próprio BCE terá que dar conta dessas dívidas. O sistema é muito frágil. Seria uma estupidez descartar uma repetição do que ocorreu em 2008. Isso pode ocorrer de várias maneiras. A mais óbvia é a derrocada da eurozona. Um grande mistério é qual a situação real dos bancos britânicos face à essa situação. Sabemos que estão bastante expostos a Espanha, por exemplo. Não sabemos, porém, que impacto todo esse escândalo da taxa libor terá sobre o sistema financeiro britânico. Origem.
Tradução: Marco Aurélio Weissheimer
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