Calados: Os 50 anos do golpe de 64 from Luiz Carlos Azenha on Vimeo.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2014
domingo, 29 de abril de 2012
Vi o mundo[The Economist]: A terceira revolução industrial
Em breve teremos a popularização das impressoras 3D. Todos possuiremos uma em casa, ou quase todos. Perderemos horas tentando fazer uma xícara ou um prato, ou ainda, um objeto qualquer. Isto não será impactante. Contudo ficará mais caro do que as quinquilharias da China, por exemplo.
O problema mesmo virá quando estas grandes máquinas se tornarem comuns na indústria. E na manufatura então?... Mas é assim mesmo. A tecnologia não tem ética e muito menos, sentimentos sociais, por assim dizer. A força de trabalho com o seu enorme Exército Industrial de Reserva só tende a crescer mais.
Isto faz lembrar de uma historinha do Tio Patinhas que convocara o professor Pardal para construir uma fábrica totalmente robotizada. Não lembro do desfecho, parece que não deu certo.
Porém, sem consumidores não há consumo. Pena que esta máxima não seja tão verdadeira assim.
Alguém se lembra do chamado Milagre Brasileiro? Um mercado de 30 milhões de consumidores para um população de 90 milhões de pessoas ou algo assim. É a lógica da exclusão!
Porém, sem consumidores não há consumo. Pena que esta máxima não seja tão verdadeira assim.
Alguém se lembra do chamado Milagre Brasileiro? Um mercado de 30 milhões de consumidores para um população de 90 milhões de pessoas ou algo assim. É a lógica da exclusão!
| Ilustração da matéria original em The Economist |
Vídeo da BBC postado pelo Azenha - Vi o Mundo
Dica: No vídeo, dê uma pausa, clique em CC, transcrever audio, e após, escolha a legenda seu idioma.
Economist: A terceira revolução industrial
A digitalização da manufatura vai transformar a forma com que as coisas são feitas — e mudar as políticas de emprego, também
A primeira revolução industrial começou no Reino Unido no fim do século 18, com a mecanização da indústria têxtil. Tarefas feitas laboriosamente pelas mãos, antes, por centenas de tecelãs, foram juntadas em um único moinho de algodão, nascendo assim a indústria. A segunda revolução veio no século 20, quando Henry Ford dominou a linha de montagem móvel e trouxe a idade da produção em massa. As duas primeiras revoluções tornaram as pessoas mais ricas e urbanas. Agora uma terceira revolução está em andamento. A manufatura está se tornando digital. Como o relatório especial desta edição destaca, isso poderia mudar não apenas os negócios, mas muito mais.
Um número de notáveis tecnologias estão convergindo: software engenhoso, novos materiais, robôs mais capazes, novos processos (notadamente a impressão tri-dimensional) e toda uma gama de serviços baseados na rede. A fábrica do passado era baseada na produção de zilhões de produtos idênticos: Ford famosamente disse que os compradores de automóveis poderiam escolher qualquer cor, desde que fosse o preto. Mas o custo de produzir quantidades menores com maior variedade, com cada produto desenhado para atender aos desejos de cada consumidor, está caindo. A fábrica do futuro vai focar na customização em massa — e pode ficar muito mais parecida com aqueles teares individuais do que com a linha de montagem do Ford.
Rumo à terceira dimensão
A velha forma de fazer as coisas envolvia muitas partes, além de parafusos ou solda para juntá-las. Agora um produto pode ser desenhado por um computador e “impresso” numa impressora 3D, que cria um objeto sólido construído através do acúmulo de camadas sucessivas de matéria prima. O design pode ser modificado com apenas alguns toques no mouse. A impressora 3D pode funcionar sem supervisão humana e pode fazer coisas que eram muito complexas para as linhas de montagem tradicionais. Em algum tempo, estas máquinas impressionantes poderão fazer qualquer coisa, em qualquer lugar — da garagem de casa ao vilarejo da África.
As aplicações da impressão em 3D são especialmente intrigantes. Os aparelhos contra a surdez e as peças de alta tecnologia de jatos militares já têm sido impressas de forma customizada. A geografia das cadeias de fornecimento será transformada. Um engenheiro que trabalha no meio de um deserto e sentir falta de alguma ferramenta não precisará encomendar para entrega na cidade mais próxima. Ele pode fazer o download do design e mandar imprimir a ferramenta. Os dias de um projeto paralisado por causa de uma peça ou de um kit, ou de consumidores que reclamam por não encontrar peças de reposição, vão ficar para trás. Continue lendo.
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 02:36 segunda 27/02/2012
Matérias muito importantes, agora linkadas.
Patrus deveria entender, com Lacerda não dá!
Hoje em Dia: Patrus é contra PSDB na dobradinha para reeleição de Lacerda
Destaco: "...Porque , além do duro ofício, trabalhamos sós, sem revisor, acossados pela pressão de postar, postar e postar. ..."
Tijolaço: O risco do ofício e o ódio da mídia
O Congresso irá transformar em Lei?!..
Estadão: Dipp quer prisão para enriquecimento ilícito
Os mais iguais...
Estadão: CNJ engavetou solução para 'superpagamentos' de juízes
Principal post relacionado
Agência Brasil: Estados e municípios que não reajustaram piso do magistério terão que pagar retroativo
Discriminação e covardia!
Agência Brasil: Empregadores podem consultar ficha de candidatos no SPC e na Justiça antes de contratar
Post relacionado
Estadão: Até reconstruir estação, governo deve usar navio como base na Antártida
Post relacionado: Max e Porfírio
Azenha: “Mais uma de bandeja para o sistema financeiro”
Pinheirinho
Azenha: Defensor Jairo Salvador: “Terrorismo patrocinado pela Prefeitura”
CAf: Os dois enterros do Cerra
Estadão: Até reconstruir estação, governo deve usar navio como base na Antártida
Post relacionado: Max e Porfírio
Azenha: “Mais uma de bandeja para o sistema financeiro”
Pinheirinho
Azenha: Defensor Jairo Salvador: “Terrorismo patrocinado pela Prefeitura”
CAf: Os dois enterros do Cerra
| CAf: Charge Bessinha |
Hoje em Dia: Patrus é contra PSDB na dobradinha para reeleição de Lacerda
Destaco: "...Porque , além do duro ofício, trabalhamos sós, sem revisor, acossados pela pressão de postar, postar e postar. ..."
Tijolaço: O risco do ofício e o ódio da mídia
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Discriminação e covardia!
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Azenha[Vi o mundo]: Amaury Ribeiro Jr.- Concessão dos aeroportos tira ímpeto da CPI da Privataria
A ação dos parlamentares move-se muito pelo que é pautado pela mídia, que pode gerar ou não uma suposta indignação popular (nesse caso escondeu-se até não se poder mais!). A pauta é volátil. Entra um escândalo novo e o anterior é sepultado. O lançamento do livro deveria ter sido em outubro e não férias parlamentares! (posts relacionados)
14 de fevereiro de 2012 às 0:55
Amaury Ribeiro Jr.: Concessão dos aeroportos tira ímpeto da CPI da Privataria
| Do blog Vi o mundo |
por Luiz Carlos Azenha
Amaury Ribeiro Jr. já não está tão entusiasmado com a CPI da Privataria quanto esteve antes. Não que não queira, mas passou a ter dúvidas sobre a instalação.
Como a foto acima — do lançamento do Privataria Tucana no Sindicato dos Bancários de Porto Alegre — demonstra, nunca faltou público ao jornalista.
O livro vendeu cerca de 18 mil cópias em janeiro. Caminha para esgotar os 120 mil exemplares impressos. Continue lendo.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 16:44 terça 14/02/2012
Se o governo se guiar pelas opiniões de todos segmentos, não governa e nem esclarece!
Azenha, Conceição Lemos - Carnaval 2012: O obscurantismo vence a saúde pública
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