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terça-feira, 10 de maio de 2022

Editorial: Golpe, só se fala nisso

Golpe, só se fala nisso

Carlos Latuff, no Brasil247. Aqui

Ontem (09) abordamos levemente o assunto na seção Opinião. A repetição, quase que insistentemente, da real possibilidade de golpe de estado a ser praticado por Bolsonaro; são narradas por diversos jornalistas. Dizem que seriam articulistas de esquerda. Talvez nem todos.

Como inimigo imaginário, agora nem tanto, particularmente por Bolsonaro, não para de ser fermentado. O assunto é recorrente e já é pautado diariamente pelo mandatário. As urnas eletrônicas foram alçadas a condição de inimigo principal primeiro. Mas o Supremo Tribunal é o inimigo permanente.

Duke no site Dom Total. Aqui

No nazifascismo é assim mesmo. Criam-se mentiras, falácias e vai-se repetindo diuturnamente até colar!

Agora, as FFAA se incumbiram de ingerir e palpitar na principal ferramenta das eleições que são as urnas eletrônicas. Arvoram-se como Poder de Estado, mas não o são!

Questionam, propõem alternativas, assumindo um papel que não é deles. Ademais o sistema existe há mais de duas décadas, sem objeções e o presidente foi eleito dessa maneira.

Agora inventou uma auditoria externa para acompanhar a apuração. Vamos ver onde isso vai parar.

É nesse contexto que aparece uma quase generalização do suposto Golpe. A População precisa estar preparada e mobilizada para, antecipadamente, obstar tal devaneio. Chega de 64!

Aqui temos uma busca pelo termo Golpe no Brasil247: https://www.brasil247.com/search?q=golpe

Leia também a nossa última matéria de hoje (Nassif) em Notícias do Dia!

10/05/2022 - REFAZENDA2010

sábado, 20 de dezembro de 2014

Carta Capital: O Psol elegeu um reacionário?


Tenham a santa paciência! Ou foi tão importante quanto o Tiririca? Como se sabe, ele ajudou a eleger o Protógenes! E todo respeito ao Tiririca!
Cabo Daciolo
Religioso, o militar organizava orações durante suas atividades de campanha -Imagem da revista Carta Capital

Carta Capital: O Psol elegeu um reacionário?

Eleito deputado federal pelo partido, o Cabo Daciolo diz que Brasil vive ditadura, coloca Deus à frente do mandato e defende um militar para ministro da Defesa

por Renan Truffi — publicado 19/12/2014 15:03, última modificação 19/12/2014 15:49

Um vídeo de pouco mais de três minutos divulgado no Facebook pegou de surpresa o PSOL na última semana. Eleito deputado federal pelo partido, o Cabo Daciolo (Psol-RJ) declarou na rede social que o Brasil vive uma “falsa democracia”, defendeu a indicação de um general para o Ministério da Defesa e ainda relacionou os índices de violência com o “baixo” número de militares no País. Antes mesmo de assumir o cargo, o militar dá sinais de que, apesar de ter liderado uma greve dos bombeiros no Rio de Janeiro, não é tão progressista como o partido pensava.

No vídeo, Cabo Daciolo diz que o Brasil precisa de “união” com os militares para ser uma “grande potência”. “Não sou a favor da ditadura, nem da falsa democracia que estamos vivendo. E acredito que a união do militar com a população faz do nosso País uma grande potência. Eu acredito na soberania do nosso País. Hoje nós temos o Ministério da Defesa. O senhor Celso Amorim é o ministro. E particularmente eu acho inadmissível que o cargo não seja de um oficial general, no último grau da hierarquia das Forças Armadas, podendo ser do Exército, da Marina ou da Aeronáutica”, diz.

O deputado federal Chico Alencar, que também é do Psol do Rio de Janeiro, admitiu que o episódio “chocou” as lideranças do partido. “Essas declarações, que evidentemente não têm a mínima identificação com o Psol, nos surpreenderam”, afirmou antes de criticar o discurso do colega. “Além de ter essa visão extremamente reacionária, atrasada, é um pouco prepotente. Ele convoca militares para discutir a importância de um oficial-general para chefiar o Ministério da Defesa. Ele está distante até das democracias liberais modernas”, complementou.


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