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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Agência Brasil: Nível do Cantareira cai para 9,7%, com reduções diárias de volume

Imprevidência e omissão!

Agência Brasil: Nível do Cantareira cai para 9,7%, com reduções diárias de volume

Marli Moreira - Repórter da Agência Brasil

O nível de água do Sistema Cantareira, principal manancial da Grande São Paulo, voltou a baixar de ontem (20) para hoje (21), passando de 9,9% para 9,7%, segundo o registro diário feito pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Desde o último dia 15, a retirada para abastecimento está sendo bombeada da segunda cota do volume morto ou da reserva técnica, água que fica abaixo da captação por gravidade.

Esse é o último recurso de armazenamento disponível. Quando começou o bombeamento havia 105 bilhões de litros. Assim como o Cantareira, os outros cinco mananciais administrados pela Sabesp tem apresentado reduções diárias de volume, já que as chuvas tem sido esporádicas e ainda de fraca  intensidade.



O Sistema Cantareira está com o nível mais baixo dos últimos 10 anos.
Com diminuições de volume de água diários, nível do Sistema Cantareira cai para 9,7% nesta sexta-feira (21)Divulgação Sabesp

No Alto Tietê, o nível oscilou de 6,5% para 6,4%; no Sistema Guarapiranga (33,3% para 33%); no Alto Cotia (28,6% para 28,4%); no Rio Grande (64,6% para 64,3%); e no Rio Claro (34% para 33,3%).

A previsão meteorológica do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da prefeitura de São Paulo, é de que a formação de uma zona de calor com a temperatura chegando aos 33 graus Celsius nesta sexta-feira, em confronto com a aproximação de uma frente fria deve provocar áreas de instabilidade com rajadas de ventos e trovoadas. Para o amanhã (22), são esperadas chuvas com potencial entre moderada e de forte intensidade.
Origem.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Caros Amigos: Ataques em SP: Pesquisadora vê política de extermínio de pobre

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 Ataques em SP: Pesquisadora vê política de extermínio de pobre

Publicado em Quinta, 02 Agosto 2012 15:29
Escrito por Caros Amigos


Site da Caros publica série de entrevistas sobre a nova onda de ataques

Por Tatiana Merlino
Caros Amigos

ViolenciaSP-seloA onda de assassinatos nas periferias e região metropolitana de São Paulo faz a capital paulista relembrar os ataques de maio de 2006, quando mais de 446 pessoas foram assassinadas, e questionar as ações da polícia.
Em entrevista à Caros Amigos, a diretora do Observatório das Violências Policiais, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Ângela Mendes de Almeida, aborda a nova crise na segurança e o embate de um governo conservador contra a população pobre.
O site de Caros Amigos abre com Ângela Mendes uma série entrevistas sobre os ataques atuais na capital paulista. Leia abaixo.

Confira reportagem especial sobre esta nova onda de ataques na edição 185 da revista, em breve nas bancas nesse mês de agosto.

Caros Amigos - Como você vê e entende esse fenômeno de violência em São Paulo? O que acha que está por trás disso?
PCC-tpÂngela Mendes de Almeida - Os agentes do Estado – policiais militares, civis, guardas-civis e outros – sempre mataram, mas há épocas, na história recente de São Paulo, em que a violência policial recrudesce. Tivemos o Massacre do Carandiru, até hoje impune. Depois o Massacre do Castelinho, em 2002, no qual o então secretário da Segurança de Alckmin, juntamente com um juiz e um promotor, retiraram da prisão dois presos já condenados, para infiltrá-los no PCC e convidar algumas pessoas para um assalto a um avião com dinheiro, inexistente: as doze, que aceitaram o convite, foram metralhadas no pedágio do Castelinho. Depois os crimes do maio sangrento de 2006, longamente retratados como ação do PCC, que já estão agora desmascarados como o que foram de fato: matança indiscriminada de ao menos 446 pessoas por agentes do Estado em apenas oito dias.
CA - Você acha que existe alguma relação entre os assassinatos que estão ocorrendo e a proximidade das eleições?
AMA - A operação Castelinho teve um claro objetivo eleitoral. Quando mais tarde, o governador Alckmin concorreu, em sua propaganda estava o anúncio do fim do PCC obtido nesse massacre e a promessa de segurança.

Mais:

É difícil analisar agora porque as mortes cotidianas cometidas regularmente por policiais à razão de uma pessoa e meia por dia, em média, tiveram um incremento tão grande após o episódio em que a Rota matou seis pessoas classificadas como sendo do PCC, no fim de maio desse ano. Mas não excluo uma operação eleitoral visando insuflar a população de classe média e alta contra “os bandidos”, isto é, contra os pobres. Espalhando o medo e o sentimento de ameaça à propriedade privada, alguns políticos esperam ganhar eleitores com a proposta de “tolerância zero”, isto é, aumentar o extermínio.
CA - Você acha que é possível fazer uma relação entre o que está ocorrendo hoje e o que ocorreu em maio de 2006?
AMA - É sim possível fazer uma relação a partir dos números. Os oito dias de matanças de 12 a 20 de maio foram dramáticos. Hoje temos visto uma matança contínua, porém mais espaçada no tempo. Porém há muitos mecanismos que se repetem. Um deles é o toque de recolher, que a imprensa, seguramente de má fé, atribui ao “crime organizado”, mas que nós sabemos que é imposta pelos próprios policiais nos bairros das periferias.
Em relação àqueles crimes de 2006, dos quais pudemos ter na imprensa e por via de familiares que elaboraram a narrativa do que aconteceu, temos uma perigosa novidade que me assusta nos crimes atuais. Além dos “comboios da morte” em Osasco, que foram percorrendo uma rua e mataram oito em uma noite, depois foram percorrendo bairros próximos e mataram outros oito em uma outra noite, temos agora o sistema de perseguir motoristas que supostamente não param ao ser advertidos e, como castigo a esse crime, matá-los. Em uma só noite, foram outros oito.
Nessa perseguição endoidecida, acabaram por matar “um inocente”, um empresário. O jornal de maior circulação de São Paulo titulou: “PM erra, mata empresário”. Em um primeiro momento fiquei indignada, pois crime não é “erro”. Mas afinal o jornal tinha razão: PM “erra” ao matar alguém que não é pobre, que não faz parte das populações do território da pobreza. Sem dúvida era isso que queriam dizer, pois no caso dos mortos anteriores, não se falou de “erro”.
CA - Qual é o tipo de impacto que que causa na polícia paulista as declarações do governador fez "bandido tem duas opções: ou é prisão ou é caixão" e, recentemente, afirmou que quem atacar a polícia "vai se dar mal" e que "não recua um milímetro"?
AMA - As palavras do governador Alckmin são uma incitação aos crimes da polícia. Ele não será candidato a nada, mas seu partido tem um candidato. Será que ele não está projetando para o seu partido uma campanha eleitoral reacionária em que os crimes de policiais serão considerados um trunfo?
CA - E em relação ao comandante da Rota, tenente-coronel Salvador Modesto Madia, que foi um dos comandantes do chamado Massacre do Carandiru, e que em recente declaração à "Folha de S. Paulo" afirmou que não se importa com o número de mortes, mas sim com a legalidade delas.
AMA - Quanto ao novo comandante da Rota, que ao dar tais declarações mostrava-se preocupado apenas com a “legalidade”, agora que a PM matou um empresário ele teve que reconhecer que havia um “reparo legal” pois a vítima não estava armada. Porém, quem nos prova que as outras vítimas, os 16 de Guarulhos, os 8 mortos por não parar seu carro, os três rapazes desaparecidos em Guarulhos estavam armados? As execuções sumárias agem na maior ilegalidade perante o Estado democrático de direito, pois se houvesse efetivamente uma reação de legítima defesa de sua vida, seriam os criminosos a ter que provar que assim foi. E a prática policial de carregar o morto, ou o quase morto para hospitais, recolher as cápsulas deflagradas e desarranjar a cena do crime é uma confissão plena de ilegalidade. Continue lendo.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Carta Maior[Saul Leblon]: PSDB: O Estado-anunciante e a liberdade suja

PSDB: O Estado-anunciante e a liberdade suja
A representação do PSDB ao Procurador Geral Eleitoral contra blogs que criticam suas lideranças e agenda partidária, é um pastel revelador. O recheio exala as prendas do quituteiro; a oleosidade da fritura qualifica o estado geral da cozinha. Na primeira mordida fica explícito que a referência de 'bom' jornalismo do PSDB é a revista VEJA, uma ferradura editorial adestrada para escoicear três dimensões da sociedade: agendas progressistas; lideranças que as representem; governos que lhes sejam receptivos.

Curto e grosso, o poder tucano pleiteia a asfixia publicitária - com supressão de publicidade estatal -de qualquer outra forma de imprensa que não se encaixe no tripé que o espelha. A singular concepção de pluralidade afronta boa parte dos sites e blogs alternativos que se reservam o direito de exercer a crítica política da sociedade e do desenvolvimento de uma perspectiva não conservadora. 'São blogs sujos', fuzila a representação tucana, cuja coerência não pode ser subestimada. Há esférica sintonia entre a forma como o PSDB se exprime e o higienismo de uma prática que São Paulo, a 'cidade limpa', tão bem conhece.

O tema da publicidade estatal mereceria um discernimento mais amplo do que o reducionismo estreito do interesse eleitoral tucano. O Estado deve se comunicar com a sociedade. A comunicação deve se pautar pelo interesse público. Campanhas educativas e institucionais não podem ser confundidas com propaganda partidária, nem servir aos seus interesses, sejam eles quais forem. Dito isso, resta o ponto sensível ao PSDB: quem merece veicular tais mensagens de pertinência pública reconhecida?

O tucanato e certos 'especialistas em comunicação' parecem convergir, ainda que por caminhos diversos, a um consenso: a mídia alternativa deve ser alijada dessa tarefa. O 'Estado anunciante', uma corruptela do cacoete neoliberal 'Estado interventor', teria atingido, asseguram, uma hipertrofia perigosa; deslizamos a centímetros do abismo anti-democrático. No país que tem um dispositivo com o poder intromissor da Rede Globo, insinua-se que a principal ameaça à democracia é o Estado impor seu 'monólogo' à sociedade. Afirma-se isso com ares de equidistância acadêmica e engajamento liberal. Continue lendo.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Outras Palavras: Nova onda de violência policial em São Paulo


Desde junho, quando PM praticou chacina brutal na Zona Leste, clima de terror alastrou-se pelas periferias, estimulado por silêncio dos jornais - OP

Nova onda de violência policial em São Paulo

Por Guilherme Boulos e Guilherme Simões

Nas últimas semanas, a Polícia Militar tem sitiado vários bairros periféricos da Região Metropolitana de São Paulo. Numa suposta reação a ataques do crime organizado, policiais tomam comunidades, fecham ruas e abordam de forma indiscriminada e frequentemente agressiva os moradores. Como costuma ocorrer em casos como este, a “reação” é inteiramente desproporcional à ação. Além de desorientada.

Desde o início de junho, quando a ROTA protagonizou uma brutal chacina na Zona Leste, executando seis pessoas que estariam em uma “reunião do PCC”, o clima de terror alastrou-se pelas periferias. Segundo a própria PM, cerca de 100 mil pessoas foram abordadas entre os dias 24 e 30 de junho. Neste mesmo período, cerca de 400 pessoas foram presas. Mas estes números são apenas a face pública da situação.

Momentos como este, em que a polícia – estimulada pela maior parte da imprensa e pelo sentimento fascista de um setor da classe média – coloca-se como vítima, que precisa reagir em nome da lei e do Estado de Direito, são extremamente perigosos. Abre-se então a temporada de caça aos “criminosos”, identificados sem muita restrição aos pobres, moradores da periferia, negros e, preferencialmente, jovens. Julgamentos sumários, extermínios e acertos de contas são feitos em nome da lei e da ordem.

Crimes de Maio de 2006

Há seis anos o mesmo estado de São Paulo vivenciou uma situação análoga. O resultado foi a maior chacina, ainda que descentralizada, de que se tem notícia nas últimas décadas no Brasil. Entre os dias 12 e 20 de maio de 2006, 493 pessoas, em sua maioria jovens da periferia, foram mortos pela PM. À época, associaram-se tais mortes a uma reação da PM aos ataques e os mortos a criminosos do PCC. Os relatos daquele maio sangrento foram recuperados e podem ser acessados por todos através do Movimento das Mães de Maio, organização de mulheres que perderam seus filhos na suposta reação ao crime organizado.

Esta Cruzada contra o “crime” de 2006 naturalmente não reduziu os índices de criminalidade no estado. Não era esse seu objetivo. É mais do que sabido que o combate ao crime organizado passa, antes de tudo, por enfrentar suas profundas ramificações dentro do próprio Estado e, em particular, da polícia. O que a chacina de 2006 representou foi uma oportunidade privilegiada de criminalização da pobreza, de extermínio sádico e de mostrar aos trabalhadores mais pobres qual deve ser o seu lugar nesta sociedade.

Pesadelo revivido

As últimas semanas nos fizeram reviver este pesadelo. Toques de recolher, prisões e mortes obscuras estão novamente sendo naturalizados pelo governo e imprensa sob o argumento do combate ao crime. Não nos parece natural que a PM imponha toques de recolher no Capão Redondo, Jardim São Luiz e Grajaú ou em regiões de Guarulhos, como ocorreu dias atrás.

No Capão Redondo, depois da morte de um policial que estava de folga, pelo menos 8 pessoas foram executadas por um grupo encapuzado. Após um destes extermínios, o do copeiro Eleandro Cavalcante de Abreu, de 21 anos, um ônibus foi incendiado em protesto. Entre 17 e 28 de junho já foram 21 assassinatos no bairro. Moradores do bairro Jd. São Bento Novo afirmam que a polícia baleou três jovens que não tinham sequer passagem pela polícia. No Jardim São Luiz, 6 jovens foram executados em situação semelhante.

O hospital do M’Boi Mirim, na mesma região, atendia cerca de 6 feridos por bala nos dias que seguiram os ataques. A média desse tipo de atendimento era de 2 por semana, segundo funcionários do hospital.

No Grajaú, também na zona sul, após ataque a uma base da PM, a quinta feira dia 27 foi de bastante temor para os moradores. Helicópteros e ostensiva presença da Força Tática impunham toque de recolher como forma de retaliação. Moradores do bairro dos Pimentas, em Guarulhos, afirmam que além do toque de recolher, cerca de 13 pessoas foram executadas nos últimos dias. No último dia 2 de julho, a Rota executou dois jovens em Sapopemba, zona leste da capital. Apenas entre os dias 17 e 28 de junho, 127 pessoas foram assassinadas, o que é 53% mais do que o mesmo período do ano passado. Continue lendo.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Estadão: MP pede R$ 40 mi por ‘fracasso’ na cracolândia; mais Pinheirinho

Governo é alvo de ação civil pública, que também exige fim das ‘procissões do crack’ feitas pela Polícia Militar

12 de junho de 2012 | 17h 13

Artur Rodrigues - O Estado de S. Paulo

Texto atualizado às 21h44.


SÃO PAULO -  Após finalizar inquérito sobre a ação da Polícia Militar na cracolândia, o Ministério Público entrou nesta terça-feira, 12, com ação civil pedindo à Justiça que o governo do Estado pague indenização de R$ 40 milhões por danos morais coletivos. Também foi pedida uma liminar que proíba que os policiais realizem as "procissões do crack", termo criado pelo Estado para definir a dispersão permanente dos usuários, sob pena de multa R$ 100 mil.

Para os promotores, a ação foi "um fracasso completo", violou direitos humanos e desperdiçou dinheiro público. "Começou de modo desastrado pela sua desarticulação, desenvolveu-se de modo violento e, se chegou ao final, chegou com resultado desastroso", definiu o promotor da Habitação e Urbanismo, Maurício Ribeiro Lopes.

Segundo os quatro promotores que assinam a ação, a operação não quebrou a logística do tráfico de drogas, um dos objetivos da intervenção que começou em 3 de janeiro.

Foram apresentados dados de autuações que mostram que houve menos apreensões de drogas em janeiro e fevereiro. Em 2011, foram apreendidas 5.123 pedras de crack, contra 3.037 no mesmo período de 2012, queda de 40,9%. Também houve redução das apreensões de cocaína (90,9%) e maconha (91,7%). "A operação ampliou a atuação dos traficantes para outros logradouros da capital, à medida que para lá dispersou os usuários", disse o promotor de Direitos Humanos, Eduardo Valério. Continue lendo.

Atualização às 22:39

quarta-feira, 6 de junho de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 01:32 quarta 06/06/2012

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A eterna prepotência militar e a corriqueira violência policial!

Os moradores do Quilombo do Rio dos Macacos não têm direito à energia elétrica e sofrem sérias restrições no direito de ir e vir - CC
Carta Capital[Beatriz Mendes]:  Base de Aratu: um oásis sitiado





Viomundo[Blog Quebrada do Guevara]: Polícia invade moradia de estudantes da UNILA

domingo, 8 de abril de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 14:20 domingo 08/04/2012



Bessinha no CAf do Paulo Henrique Amorim




Bessinha no CAf do Paulo Henrique Amorim





Imagem do post em replay do 247 no Noblat

Foto: Divulgação - Brasil247
PHA errou. Não só por esses tempos de policamente corretos. O que disse mostra o ranço ainda incutido em milhões de brasileiros. E língua solta em termos raciais é pecado mortal. Mas isso não desmerece em nada o seu brilhante trabalho. PH deveria ter se circunscrito apenas e tão somente a oposição política combativa a um capacho do PIG!(Post relacionado - Tijolaço)




Segundo a Defesa Civil do estado, em pouco mais de quatro horas choveu na região serrana o que se esperava para todo o mês CB
Há que se esvaziar as encostas e as margens dos rios. Ricos, remediados e pobres devem ser realocados em regiões seguras. O paraíso acabou. Isso vale para toda região serrana do Estado do Rio. 

Correio do Brasil: Chuva volta a castigar região serrana do Rio

sábado, 7 de abril de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 09:40 sábado 07/04/2012

Caso Cachoeira.

A origem. A oposição a Getúlio nunca arrefeceu, mas o espírito udenista só vingou com o golpe de 64 CC
Destaco: "Caso houvesse um lema na bandeira desses oposicionistas – sem dúvida representada pelo lábaro udenista (foto) – ele seria composto de duas palavras: “Moralidade e Legalidade”, e poderia ser apelidado imediatamente de “Estandarte da Hipocrisia”."
Carta Capital[Mauricio Dias]: Estandarte da hipocrisia



Charge extemporânea mas genial, do Bessinha do CAf de Paulo Henrique Amorim, na matéria
Destaco: "A omissão da mídia nativa é um clássico, precipitado pela peculiar convicção de que fato não noticiado simplesmente não se deu. Não há somente algo de podre nas redações, mas também de tresloucado. Este aspecto patológico da atuação do jornalismo pátrio acentua-se na perspectiva de novas e candentes revelações contidas no relatório da PF. Para nos esclarecer, mais e mais, a respeito da influência de Cachoeira junto ao governo tucano de Goiás e da parceria entre o bicheiro e o jornalista Policarpo. E em geral a dilatar o alcance da investigação policial."
CAf: Mino - querem o Demóstenes de bode expiatório

Atualização às 10:21

Ninguém quer suicidar-se, não é mesmo?...
Agência Brasil: Senado vê com cautela abertura de CPI para investigar Carlinhos Cachoeira 

sábado, 31 de março de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 01:31 sábado 31/03/2012

Os demo.

Como o próprio Demóstenes disse: Morri politicamente.
Azenha[Vi o Mundo]: Gravações feitas pela PF revelam Demóstenes a serviço de Cachoeira


Não sei o que esta charge está fazendo na matéria abaixo, mas ela é excelente -Bessinha no CAf de PHA
O sujo falando do mal lavado(Agripino condenando Demóstenes).
CAf: A batata do Agripino (e do Cerra) está assando

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Agência Brasil: Conselho recolhe mais de 500 queixas de violação de direitos de ex-moradores do Pinheirinho

E a juíza diz que a reocupação foi tranquila! A elite branca trabalha em prol dela mesma!
governo fascista psdb paulista, justiça paulista pm  asquero nahas, prefeitura de São José dos Campos! Veja também: Consolidação Pinheirinho 

A página do jornal O Vale sumiu, mas o vídeo, não! [Atualização]







Conselho recolhe mais de 500 queixas de violação de direitos de ex-moradores do Pinheirinho
31/01/2012 - 20h10
Nacional
Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – O Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana de São Paulo (Condepe-SP) colheu ontem (30) 507 depoimentos de ex-moradores do Bairro do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), com queixas à operação de desocupação do terreno. “São pessoas que moravam no Pinheirinho e que foram, de alguma maneira, agredidas, insultadas ou tiveram os seus bens destruídos”, disse Renato Simões, relator do processo que o Condepe abriu para apurar as denúncias de violência policial na operação de reintegração de posse executada no dia 22.

Com base nos relatos, o Condepe protocolou 23 pedidos de exame de corpo de delito. “São pessoas que ainda têm, passados nove dias do fato, marca no corpo das agressões sofridas”, disse Simões. Os ex-moradores estão recebendo, segundo ele, atendimento da Defensoria Pública.

Simões disse que as denúncias resumem as violações ocorridas no despejo. “Esse trabalho dá uma dimensão do tamanho da violência da região. Em um dia de trabalho, em um universo restrito de pessoas pesquisadas, tivemos 507 que relataram as suas queixas da ação policial”. Continue lendo.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Charge Latuff: Brinde a especulação imobiliária e a barbárie

Diz o autor: Clique na imagem para ampliar.  Não é necessário minha autorização para reproduzí-la. Divulgue-a o máximo possível.