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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Nassif: Como Toffoli livrou Maluf da Lei da Ficha Limpa

Não dá para o entender o Toffoli!
Imagem do Nassif on line - Da esquerda para a direita: Admar, e os Ministros alinhados, Toffoli, Noronha e Gilmar
Nassif: Como Toffoli livrou Maluf da Lei da Ficha Limpa

Ainda estão por serem reveladas as razões que levaram o presidente do Tribunal Superior Eleitoral José Antônio Dias Toffoli a armar a operação que livrou Paulo Maluf na Lei da Ficha Limpa. Trata-se de mais um caso de desmoralização do Judiciário. Em plena era das redes sociais, da circulação das informações, o episódio é uma demonstração cabal das incertezas jurídicas do país  e da falta de respeito de Ministros da mais alta corte em relação  aos princípios da impessoalidade.


A candidatura Maluf havia sido impugnada pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo, devido a condenação em um processo envolvendo recursos de obras públicas. Com a condenação, o TRE votou pela não diplomação de Maluf, com base na Lei da Ficha Limpa


Dois fatos chamaram a atenção no julgamento.


O primeiro, o estratagema utilizado por Toffoli para colocar o caso em votação


O julgamento era para ter sido na terça-feira, mas Toffoli não o colocou em pauta. Se tivesse colocado, provavelmente  Maluf teria sido derrotado por 4 x 3, como aconteceu em julgamento anterior. Um dos votos certos contra Maluf era do Ministro Admar Gonzaga.


Na quarta, Admar foi enviado pelo TSE para uma missãofora. Inesperadamente, Toffoli convocou uma sessã extraordinária e incluiu o julgamento de Maluf na pauta. Substituto de Admar, o Ministro Tarcísio Vieira votou a favor de Maluf, ao lado de Dias Toffoli, Gilmar e João Otávio Noronha - os mesmos (com exceção de Fux) com quem Gilmar contava para vetar as contas de campanha de Dilma.


Assim como na redistribuição das contas de campanha da Dilma para Gilmar, ficou nítida a manobra de Toffoli para beneficiar Maluf.


O segundo ponto que chamou a atenção foi a maneira como o TSE reverteu a decisão do TRE-SP


O direito brasileiro permite muitos recursos, grande parte deles utilizado para postergar decisões.


Em regra, recursos se prestam para mudar a decisão anterior. Por exemplo, há uma decisão no curso do processo, entra com o agravo para mudar a decisão.


Para sentenças, cabe um conjunto de recursos específicos.


Só que para algumas decisões não cabem recursos. É o caso da sentença do TRE-SP.


Os advogados de Maluf entraram com os chamados "embargos de declaração", que se prestam apenas para corrigir omissões de sentenças, não para mudar o mérito de julgamentos.


Os embargos de declaração são previstos nos artigos  619 e 620 do Código de Processo Penal:


Art. 619. Aos acórdãos proferidos pelos Tribunais de Apelação, câmaras ou turmas, poderão ser opostos embargos de declaração, no prazo de dois dias contados da sua publicação, quando houver na sentença ambiguidade, obscuridade, contradição ou omissão.


No Código eleitoral os embargos de declaração estão previstos no artigo 275 que repete outros códigos processuais, admitindo-os apenas em casos de "obscuridade, dúvida, contradição ou omissão".

Para surpresa do mundo jurídico, o TSE decidiu reformar a sentença do TRE, abrindo um precedente perigoso na jurisprudência nacional.


Piior: Maluf já havia sido julgado pelo TSE e a condenação do TRE confirmada por 4 x 3. A manipulação dos embargos comprometeu, portanto, duas sentenças.


E como apelar ao STF se três Ministros - Toffoli, Gilmar e Fux - endossaram a manobra?
Nassif: Como Toffoli livrou Maluf da Lei da Ficha Limpa

Ainda estão por serem reveladas as razões que levaram o presidente do Tribunal Superior Eleitoral José Antônio Dias Toffoli a armar a operação que livrou Paulo Maluf na Lei da Ficha Limpa. Trata-se de mais um caso de desmoralização do Judiciário. Em plena era das redes sociais, da circulação das informações, o episódio é uma demonstração cabal das incertezas jurídicas do país  e da falta de respeito de Ministros da mais alta corte em relação  aos princípios da impessoalidade.

A candidatura Maluf havia sido impugnada pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo, devido a condenação em um processo envolvendo recursos de obras públicas. Com a condenação, o TRE votou pela não diplomação de Maluf, com base na Lei da Ficha Limpa

Dois fatos chamaram a atenção no julgamento.

O primeiro, o estratagema utilizado por Toffoli para colocar o caso em votação

O julgamento era para ter sido na terça-feira, mas Toffoli não o colocou em pauta. Se tivesse colocado, provavelmente  Maluf teria sido derrotado por 4 x 3, como aconteceu em julgamento anterior. Um dos votos certos contra Maluf era do Ministro Admar Gonzaga.

Na quarta, Admar foi enviado pelo TSE para uma missãofora. Inesperadamente, Toffoli convocou uma sessã extraordinária e incluiu o julgamento de Maluf na pauta. Substituto de Admar, o Ministro Tarcísio Vieira votou a favor de Maluf, ao lado de Dias Toffoli, Gilmar e João Otávio Noronha - os mesmos (com exceção de Fux) com quem Gilmar contava para vetar as contas de campanha de Dilma.

Assim como na redistribuição das contas de campanha da Dilma para Gilmar, ficou nítida a manobra de Toffoli para beneficiar Maluf.

O segundo ponto que chamou a atenção foi a maneira como o TSE reverteu a decisão do TRE-SP

O direito brasileiro permite muitos recursos, grande parte deles utilizado para postergar decisões.

Em regra, recursos se prestam para mudar a decisão anterior. Por exemplo, há uma decisão no curso do processo, entra com o agravo para mudar a decisão.

Para sentenças, cabe um conjunto de recursos específicos.

Só que para algumas decisões não cabem recursos. É o caso da sentença do TRE-SP.

Os advogados de Maluf entraram com os chamados "embargos de declaração", que se prestam apenas para corrigir omissões de sentenças, não para mudar o mérito de julgamentos.

Os embargos de declaração são previstos nos artigos  619 e 620 do Código de Processo Penal:

Art. 619. Aos acórdãos proferidos pelos Tribunais de Apelação, câmaras ou turmas, poderão ser opostos embargos de declaração, no prazo de dois dias contados da sua publicação, quando houver na sentença ambiguidade, obscuridade, contradição ou omissão.

No Código eleitoral os embargos de declaração estão previstos no artigo 275 que repete outros códigos processuais, admitindo-os apenas em casos de "obscuridade, dúvida, contradição ou omissão".
Para surpresa do mundo jurídico, o TSE decidiu reformar a sentença do TRE, abrindo um precedente perigoso na jurisprudência nacional.

Piior: Maluf já havia sido julgado pelo TSE e a condenação do TRE confirmada por 4 x 3. A manipulação dos embargos comprometeu, portanto, duas sentenças.

E como apelar ao STF se três Ministros - Toffoli, Gilmar e Fux - endossaram a manobra?


Origem.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Hoje em Dia: Tribunal Regional do Trabalho pagou R$ 270 milhões indevidos


Tribunal Regional do Trabalho pagou R$ 270 milhões indevidos
 
Amália Goulart - Do Hoje em Dia

O Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) pagou indevidamente R$ 270 milhões a servidores e magistrados em apenas um ano. O valor refere-se aos juros e correção monetária pagos de forma irregular sobre os penduricalhos auferidos pelos funcionários da instituição.

São justamente estes benefícios os responsáveis pelos salários acima do teto constitucional, de R$ 26 mil, dos servidores e magistrados do Tribunal mineiro.

O rombo aos cofres públicos foi descoberto pelo Tribunal de Contas da União (TCU) que determinou a devolução dos valores, por cada servidor, bem como a suspensão do cálculo que permitia juros maiores.

Auditoria

A irregularidade foi percebida durante auditoria de técnicos do Tribunal de Contas nas despesas da instituição mineira em 2009. Mas, apenas em março deste ano houve uma decisão. Nos anos seguintes à devassa, o benefício continuou a ser pago. No relatório, o ministro Weder de Oliveira informou que o valor indevido recebido pelos servidores foi contabilizado em 2009. “Segundo estimativas preliminares elaboradas pela equipe de inspeção, os valores indevidamente reconhecidos são da ordem de R$ 270 milhões”, diz trecho do relatório.

Fórmula
O recurso extra é resultado de uma fórmula de cálculo de juros diferente da recomendada pelo TCU para o pagamento da Parcela Autônoma de Equivalência (PAE), Adicional de Tempo de Serviço (ATS), Unidade Real de Valor (URV) e da Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI). Estes benefícios foram recebidos baseados em índices inflacionários e juros de 1% ao mês.

Para o TCU, a Constituição Federal determina correção monetária pela poupança e juros de 0,5% ao mês. Mesmo entendimento tem o Supremo Tribunal Federal, em decisões sobre o tema. Origem.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Hoje em Dia: Servidores de Minas Gerais ficam sem reposição salarial


Servidores de Minas Gerais ficam sem reposição salarial

Amália Goulart - Do Hoje em Dia

O Supremo Tribunal Federal (STF) negou a servidores do Estado de Minas Gerais o direito a receberem um benefício já conquistado pelos profissionais do Judiciário, Ministério Público e poder Legislativo. O ministro Luiz Fux decidiu não conceder reposição de 21,697% ou, alternativamente, de 11,98%, nos vencimentos dos funcionários.

Eles alegam que foram prejudicados quando o governo brasileiro trocou o Cruzeiro Real pela URV (Unidade Real de Valor), em 1994. Por isso, querem receber, com juros e correção monetária, a diferença oriunda da troca monetária. Grande parte dos altos salários dos outros poderes advém de benefícios como a recomposição da URV.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) já havia negado ao funcionalismo estadual o recebimento retroativo dos percentuais. Mas um grupo de servidores do Executivo recorreu ao STF, sob a alegação de que não teve direito à ampla defesa. No despacho, o ministro Fux alegou que ainda cabia recurso na instância estadual do Judiciário. Por isso, indeferiu o pedido dos funcionários.

PERÍCIAS

No pedido ao Supremo, os servidores dizem que existem perícias demonstrando as perdas.

Além disso, sustentam que existem decisões, ou jurisprudências, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Regional Federal (TRF), favoráveis ao pleito. Não existem, no processo, cálculos de quanto o Estado teria que desembolsar, caso fosse obrigado a efetivar o pagamento. No caso de outros poderes, ele é feito com juros e correção monetária.
A conversão do Cruzeiro Real para a URV é motivo de questionamentos país afora. A desavença ocorre porque a conversão salarial, em muitos estados, foi feita no último dia do ano de 1993. Mas a moeda entrou em vigor em março de 1994.[/TEXTO] Servidores alegam que a conversão deveria ter sido feita no último mês antes do pagamento seguinte.

No Mato Grosso do Sul, servidores do Executivo estadual conseguiram a reposição. “A conversão adotada pelo artigo 22, da Lei 8.880/94, resultou em prejuízo aos autores porque sofreram redução em seus vencimentos, em razão da conversão ter sido realizada pela URV do último dia do mês, e não pela data do efetivo pagamento”, disse o desembargador Oswaldo Rodrigues de Melo, em sua decisão.

Extra

Já existem decisões do STF que permitem o pagamento ao Judiciário, Legislativo e Ministério Público. Mesmo assim, membros desses poderes também ingressam na Justiça para tentar ganhar uma taxa extra.

No Maranhão, a União conseguiu suspender o pagamento feito a um juiz. A justificativa era a de que ele recebia mais que o permitido por lei.

A URV foi um índice que procurou refletir a variação do poder aquisitivo da moeda no início da vigência do Real. Origem.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A Justiça de Minas na Mídia; com jornais.

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Novojornal: Gangue dos Castros: Assessor do presidente do TJMG é preso

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Integrante da "Gangue dos Castros" denunciada por Novojornal, Carlos Eloi teria sido preso após ameaçar desembargador de contar tudo que sabe

O ex-assessor especial da presidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Luiz Carlos Gonçalo Eloi, denunciado como um dos integrantes do esquema de corrupção em funcionamento dentro do Tribunal de Justiça de Minas Gerais foi preso na noite desta sexta-feira (10) em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

O CNJ vinha desde 2009 investigando Carlos Eloi principal executor dos atos secretos do TJMG. O então corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, solicitou informações sobre a existência dos atos administrativos que teriam sido editados pelo tribunal "de modo reservado ou sem a devida divulgação própria dos atos de poder".
 
O TJMG editou pelo menos 102 atos normativos (ordens de serviço, portarias e resoluções) classificados como reservados, que não teriam sido publicados.

No ofício o corregedor ressaltava a necessidade de esclarecimento dos fatos, "particularmente em atenção ao compromisso de todos os órgãos do Poder Judiciário com a transparência e publicidade de suas condutas e procedimentos".  Nos anos de 1989 e 1990, resoluções reservadas à presidência do tribunal regulamentaram vencimentos de magistrados.

Foram estabelecidos reajustes trimestrais, pelo índice acumulado da inflação do trimestre anterior para os valores dos vencimentos dos cargos da magistratura em Minas. Outras resoluções equiparam os vencimentos dos magistrados aos salários e benefícios pagos aos deputados estaduais.  Somente no período de 13 de dezembro de 1989 a 19 de fevereiro do ano seguinte, foram editados quatro atos (Resoluções 154/1989, 156/1989, 160/1990, 162/1990) reajustando os salários da magistratura. O vencimento de magistrados também é objeto de uma portaria (494/1989), reservada à presidência do tribunal.

Os atos foram assinados pelo ex-presidente do TJ Argemiro Otaviano Andrade, já falecido. Algumas resoluções analisadas apresentam carimbo de publicado, embora seu conteúdo não esteja disponível para consulta na página do tribunal na internet. Outras apresentam a ordem de "publique-se". Há ainda as que têm apenas as ordens de "registre-se" e "cumpra-se". 

Este é o caso de uma ordem de serviço (21/2001) assinada pelo então diretor-geral Luiz Carlos Gonçalo Elói, que designa um grupo de trabalho para a apresentação de minuta de portaria regulamentando o pagamento de honorários a magistrados ou servidores que atuarem como instrutor ou professor em cursos ou programas de desenvolvimento de recursos humanos. O ato normativo determina que "ao assunto deverá ser dada prioridade absoluta".

Na época o presidente do tribunal, desembargador Sérgio Resende, informou que determinara a publicação de atos reservados, principalmente sindicâncias, que estejam em vigor e não tenham perdido seus efeitos. "Os demais que perderam o efeito não tem mais jeito", afirmou o magistrado, alegando desconhecer os motivos para a edição de atos reservados na corte no período de cerca de duas décadas. "Por que se ocultavam essas coisas eu não sei."

Em julho deste ano novamente veio a tona as atividades de Eloy, com a publicação de um vídeo comprovando denuncia apresentada por um empresário de que o ex-diretor geral e secretário especial da presidência do TJMG estava negociando pedido de propina visando o favorecimento de licitação de prestação de serviços. A este respeito o SINDIJUS/MG- Sindicato dos Oficiais de Justiça Avaliadores do Estado de Minas Gerais em seu sitio na internet publicou:

“Como o SINDOJUS/MG sempre tem questionado, dinheiro o TJMG tem, e muito. São milhões e milhões que, ou são mal geridos, ou vão para destinações obscuras, como se vê agora comprovado. É preciso que o Ministério Público e o CNJ ajam imediatamente e com muito rigor. O que estamos vendo denunciado hoje pode ser apenas a ponta do iceberg. Que a sociedade, as entidades sindicais e associativas, Assembléia Legislativa, Congresso Nacional e o Tribunal de Contas voltem os olhos para esse ato que agride de forma contundente todos os cidadãos que pagam os seus impostos e vêem o seu dinheiro sendo utilizado por verdadeiras quadrilhas que, conforme já denunciou a própria corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, estão se apossando do Poder Judiciário deste país”. 

Segundo investigações, Elói é acusado de ter participado de diversos procedimentos irregulares praticados nos últimos 10 ano quando exerceu a função de Diretor Geral do TJMG e depois assessor especial da presidência, recebendo propinas de empresários e liberando contratos de serviços e compras para o Tribunal de Justiça sem a realização de processo licitatório. Incluindo o ruidoso e anulado procedimento licitatório para construção da nova sede do TJMG, onde a Construtora Delta teria recebido R$ 50 milhões apenas para limpar o terreno onde seria executado a obra.  

A versão apresentada pelo TJMG e de que o ex- Diretor Geral e ex-assessor especial já havia sido afastado do Tribunal no início do ano, quando uma sindicância foi aberta. Elói foi levado para o Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) São Cristóvão, na região Noroeste, e ficará à disposição da Justiça. Se Eloy resolver falar terá muito que contar, afirma um funcionário aposentado do TJMG. Origem.




"Reportagem revelou que 651 servidores ganharam acima do teto em julho"

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Notícias do Dia: Quinta-feira, 09/08/2012 - REFAZENDA2010-blog

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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Hoje em Dia: TJ de Minas paga até R$ 173 mil a desembargador

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TJ de Minas paga até R$ 173 mil a desembargador

Amália Goulart e Ezequiel Fagundes - Do Hoje em Dia

Dos 127 desembargadores de Minas, apenas um não recebeu salário acima do teto constitucional no mês de julho. Teve magistrado que chegou a receber R$ 173 mil. A alegação para os supersalários pagos pelo Judiciário mineiro é uma série de ganhos eventuais.

Pressionado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que já havia dado um prazo extra para o cumprimento da Lei de Acesso à Informação, o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) divulgou a folha de pagamento dos magistrados e servidores do órgão na internet.

Conforme levantamento feito pelo Hoje em Dia, o tribunal desembolsou a quantia de R$ 4,9 milhões para custear os salários dos 127 desembargadores da ativa no mês de julho. Dividido o valor, a média remuneratória é de R$ 39 mil mensais para cada magistrado mineiro.

Com a divulgação nominal dos contracheques do Judiciário, a tendência é de que Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas e os ministérios públicos estadual e federal divulguem em seu sites a despesa com pessoal. Os órgãos prometem a divulgação, mas não estipularam prazo, alegando problemas técnicos.
 
De acordo com o levantamento salarial no Tribunal de Justiça, só o desembargador Moacyr Lobato de Campos Filho, da 9ª Câmara Cível, recebeu menos que o teto do funcionalismo público, que é de R$ 26,7 mil. Em julho, ele ganhou R$ 17.912,95 líquidos. Já seu colega de toga, José Marcos Rodrigues Vieira, da 16ª Câmara Cível, recebeu R$ 173.912,79 depois de descontado todos os impostos.

O valor bruto foi de R$ 181.333,62. Segundo a folha de pagamento do tribunal, do valor total pago, R$ 157.216 mil refere-se a ‘vantagens eventuais’. Tal benefício engloba ‘abono e indenização de férias, gratificação natalina, antecipação de gratificação natalina, serviço extraordinário, substituição e pagamentos retroativos. Presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o desembargador Antônio Carlos Cruvinel, da 3ª Câmara Criminal, foi o segundo que mais recebeu. Somado os extras e descontado os impostos, ele ficou com R$ 86.220,85. De acordo com a folha, R$ 64.158,91 foram a título de ‘vantagens eventuais’. Corregedor-geral de Justiça, o desembargador Audebert Delage, da 4ª Câmara Cível, é o terceiro no levantamento, com R$ 74.764,72 líquidos.

O OUTRO LADO
Por meio de nota, o TJMG informou que “os valores da remuneração dos servidores e magistrados que estão acima do teto salarial estabelecido pela Constituição decorrem de vantagens que não integram os salários, tais como o abono de permanência, os pagamentos eventuais de diferenças salariais retroativas, férias prêmio, antecipação da metade da gratificação de natal, dentre outras. Há os casos que decorrem de decisões judiciais que asseguram o pagamento acima do teto remuneratório”. Origem.

Estadão: Calmon encerra mandato no CNJ com inspeção no TJ-SP

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Irá fazer falta, muita falta!

Calmon encerra mandato no CNJ com inspeção no TJ-SP
 
Relatório da primeira fase da inspeção, divulgado em 20 de agosto, marcará o fim das atividades da corregedora no Conselho
 
06 de agosto de 2012 | 18h 53

Bruno Lupion, de O Estado de S. Paulo


A um mês de encerrar seu mandato como corregedora nacional de Justiça, a ministra Eliana Calmon iniciou nesta segunda-feira, 6, uma inspeção no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) para coletar informações e verificar os procedimentos internos da maior corte do País. A primeira fase da inspeção se debruçará sobre a folha de pagamento e a fila de precatórios sob a responsabilidade do tribunal.

Em coletiva de imprensa, Calmon disse que o tribunal paulista foi o mais resistente de todos do País à atuação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mas "deu o primeiro passo para a transparência" e hoje pode ser considerado um tribunal "aberto". O TJ-SP é a última corte estadual a receber as inspeções do CNJ, iniciadas em outubro de 2008.

Em março, no auge da pressão do escândalo dos contracheques milionários concedidos a magistrados paulistas, o presidente do TJ-SP, Ivan Sartori, chegou a desafiar Calmon a apresentar seu holerite ao público. Nesta segunda-feira, contudo, em clima de paz, Sartori disse que estava comemorando a vinda do CNJ, pois o órgão poderia oferecer "novos caminhos e novas ideias" à corte paulista.

Por seu lado, a corregedora geral reconheceu o esforço do tribunal na administração das filas dos precatórios e disse que Sartori havia aplicado o "choque de gestão" sugerido pelo CNJ.

O relatório da primeira fase da inspeção será divulgado em 20 de agosto e marca o fim das atividades de Calmon à frente do CNJ. Em 6 de setembro, ela será sucedida no comando do órgão por Francisco Falcão, ministro do Superior Tribunal de Justiça.

A ministra comemorou o início da inspeção no TJ-SP e disse que o tribunal é um "símbolo". "Aqui tramitam mais de 60% das ações do Brasil inteiro. Se a Justiça de São Paulo não for bem, nós podemos dizer que o Poder Judiciário brasileiro não vai bem". Origem.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Hoje em Dia: Ministério Público de Minas desafia lei e duplica aposentadoria de juízes, que ganharão R$ 1,6 mi

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30/07/2012 07:58 - Atualizado em 30/07/2012 07:58

Ministério Público de Minas desafia lei e duplica aposentadoria de juízes, que ganharão R$ 1,6 mi

Ezequiel Fagundes - Do Hoje em Dia

Em desafio à lei, o Ministério Público (MP) de Minas autorizou o pagamento de aposentadoria dupla para dois ex-promotores de Justiça, apesar de eles já serem aposentados na magistratura. Divulgada no Diário Oficial do MP da última quarta-feira, a autorização é proibida pela Constituição, contraria o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), além de posicionamento do procurador geral de Justiça do Estado, Alceu José Torres Marques.

A divulgação do ato foi publicada sete meses depois da decisão da Câmara de Procuradores de Justiça de Minas. O acúmulo de duas aposentadorias no serviço público só é permitido para profissionais da educação e saúde.

R$ 50 mil por mês

Os beneficiados são o procurador de Justiça aposentado Marcial Vieira de Souza e o promotor de Justiça aposentado Sebastião Naves de Resende. Ambos já eram juízes de direito aposentados. O primeiro, atuou no Tribunal de Justiça do Rio e, o segundo, no Tribunal de Justiça de Minas. Eles fizeram carreira na magistratura e depois ingressaram no MP, por meio de concurso, se aposentando compulsoriamente, em outubro de 2009.

Cada um deles passará a receber cerca de R$ 50 mil mensais, quase o dobro do teto do funcionalismo, que é de R$ 26,7 mil. Somado, o retroativo garante ainda uma bolada aproximada de R$ 800 mil para cada.

Responsáveis pela autorização dos pagamentos, os membros da Câmara de Procuradores de Justiça de Minas que votaram a favor da medida podem responder por improbidade administrativa por causarem prejuízo aos cofres públicos.

Já no âmbito do CNMP, os 12 procuradores favoráveis à aposentadoria dupla podem ser alvo de sanções administrativas. Os cinco membros que votaram contra e os quatro que se declararam impedidos de votar estão livres de punição. Órgão máximo do MP, a câmara é formada por 20 procuradores. A metade é definida pelo critério de antiguidade e o restante por voto do colégio de procuradores.

“Um escândalo”

Um procurador do MP que pediu para não ser identificado já adiantou que irá representar contra os colegas por improbidade, caso o empenho dos pagamentos seja realizado. “Isso é um escândalo”, sentencia.

Em 2009, os juízes aposentados Marcial Vieira de Souza e Sebastião Naves de Resende pediram a concessão do benefício. Contrário ao pagamento duplo, o procurador geral de Justiça, Alceu José Torres Marques, indeferiu o pedido.

Eles recorreram a Câmara de Procuradores de Justiça, que reformulou a decisão. Foi aí que o então procurador geral de Justiça Adjunto Administrativo, Evandro Manoel Senra Delgado, recorreu a Brasília. Em decisão definitiva, o CNMP acatou voto do conselheiro Adilson Gurgel de Castro, relator do caso e cassou a decisão da câmara de procuradores. Na decisão do conselho e no entendimento do conselheiro, eles têm que optar por uma das aposentadorias

Gurgel de Castro citou a Constituição, que veda o acúmulo de aposentadorias oriundas de cargos inacumuláveis na ativa, no caso, uma de juiz de direito e outra de promotor de Justiça. Ele lembrou jurisprudência do STF, que proíbe a acumulação de proventos e criticou a decisão.

“Por certo, o Ministério Público mineiro corre o risco de ter suas contas julgadas irregulares ao descumprir o dever de apresentar ao Tribunal de Contas os atos de aposentadoria sujeitos a registro”, anotou o conselheiro.

Apesar disso, o grupo de notáveis do MP acatou “recurso administrativo” e mandou pagar as aposentadorias. Origem.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

JB: Transparência revela diferença salarial e gera revolta na magistratura federal

Ao invés de defender a Lei do Teto, querem se igualar os que não respeitam a Lei!

Transparência revela diferença salarial e gera revolta na magistratura federal

Jornal do Brasil
Marcelo Auler


A transparência das folhas de pagamento dos servidores públicos, que levou os Tribunais de Justiça dos estados a divulgarem os salários pagos, está provocando uma enorme revolta entre os magistrados federais de todo o país. Nos últimos dias é intensa a troca de mensagens eletrônicas na rede que estes juízes mantêm - fala-se em quase 10 mil mensagens em torno do assunto.

A questão que provocou a ira do magistrado foi descobrir que, enquanto o governo Dilma Rousseff nega um reajuste ao Judiciário federal, as folhas de pagamento de todos os tribunais dos estados mostra disparidade nos salários de juízes e desembargadores.

A comparação demonstrou que um juiz federal, em média, recebe líquido cerca de R$ 15 mil e seus colegas nos estados ganham entre R$ 30 mil e R$ 40 mil, também limpos, ou seja, já com os descontos oficiais do Imposto de Renda e da Previdência Social.

Não há, nas listas publicadas, nenhum desconto para equiparar os pagamentos efetivados  ao teto constitucional de R$ 26.700, que corresponde ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal. No Executivo, diversos servidores sofrem este desconto.

O chamado "pulo do gato" usado pelos tribunais para driblar a legislação e pagar acima do que a lei determina, está na rubrica "Vantagens Eventuais". São ganhos não computados oficialmente para efeito do cumprimento do teto constitucional e sobre os quais sequer incide imposto de renda.

Nesta rubrica acontece de tudo. No Tribunal de Justiça do Rio, cuja lista divulgada não revela nomes, um desembargador recebeu a título de "vantagens eventuais" nada menos do que R$ 111, 3 mil. Outro teve direito a R$ 85,9 mil e um terceiro ganhou R$ 79,3 mil. A estas vantagens ainda se somaram uma "vantagem individual" de cerca de R$ 1,5 mil e uma indenização comum aos 140 desembargadores, de R$ 2,8 mil.

Nestes três casos os salários básicos dos desembargadores estão abaixo do teto constitucional: R$ 24,1 mil para dois deles e R$ 26,6 mil para o terceiro. No final, eles receberam R$ 119,7 mil, R$ 102,2 mil e R$ 95,3 mil no mês de junho.

Mas, entre os 146 desembargadores do TJ-RJ, sete tiveram ganhos líquidos entre R$ 70 mil e R$ 75 mil; para 19, os salários depositados variaram entre R$ 60 mil e R$ 69 mil;  outros 19 perceberam valores na faixa dos R$ 50 mil, enquanto 25 ficaram na faixa dos R$ 40 mil. Apenas 29 dos 146 salários divulgados ficaram abaixo do teto constitucional de R$ 26,7 mil.

Com estes pagamentos, os salários líquidos distribuídos a 146 desembargadores do TJ-RJ consumiram R$ 6.252.552,15 apenas em junho. A média foi de R$ 42,8 mil por desembargador.

Já no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, 22 dos 23 desembargadores recebem salário base de R$ 24.117. A presidente, Maria Helena Cisne Cid, ganha um pouco mais: R$ 24.893. Ao salário, 21 deles acrescentam uma indenização de R$ 710 e dois ganham, nesta rubrica, R$ 1,832 cada um. Doze deles percebem ainda "vantagens pessoais" de R$ 2.652 cada um. A da presidente é de R$ 2.738.

No geral, o TRF pagou R$ 166.517,64 a título de "Vantagens Eventuais" a 13 magistrados, uma média de R$ 12.809 a cada um, menos da metade dos R$ 29.465,58 que o Tribunal de Justiça do Rio pagou, em média, aos seus 146 desembargadores e que totalizaram R$ 4.301.974,15 nesta rubrica.

Todos estes dados estão mobilizando os juízes federais que se sentem injustiçados salarialmente e consideram que o simples pedido de reajuste ao Executivo é o mesmo que "mendigar" junto ao segundo escalão e ouvir promessas que jamais serão cumpridas. Origem.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 21:21 segunda 22/05/2012

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JB: Ministro do STF manda Cachoeira depor na CPI nesta terça-feira

As pessoas comprarão seus automóveis e o deixarão nas garagens, pelo menos nas grandes cidades e nas médias...
Estadão: Mantega anuncia redução de IPI para setor automotivo

   Isto é  a nossa justiça!
   Agência Brasil: CNJ abre processo contra desembargadores acusados de golpe de R$ 20 milhões

   Agência Brasil: Acusados de assassinato de líder indígena na Raposa Serra do Sol são absolvidos


      Escândalo corporativo policial?!(Atualização às 22:57).
      Hoje em Dia: Justiça absolve suspeitos de integrar grupo de extermínio
 
     Atualização às 00:20

     Estadão: Ministros do STF querem foro privilegiado para crime de improbidade

A iniquidade, o terror pelo terror. Sádicos assassinos!
Agência Brasil: Al Qaeda reivindica autoria do atentado suicida que matou 96 e feriu mais de 300 no Iêmen

sexta-feira, 18 de maio de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 00:36 sexta 18/05/2012

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Parece que já dissemos isto antes, mais importante que a própria CPMI é o em torno da mesma(denúncias, vazamentos, etc.). Blindagem para todos os lados, querendo circunstanciar o sigilo da Delta ao Centro Oeste. Minas, Rio e a República de São Paulo ficarão de fora?! Serão necessários milhões de caras pintadas para ver se os safados tomarão jeito!



SBT

Eita menino levado, está em todas, se não fosse a Dilminha, você poderia estar bem próximo do xadrez!


Vai mesmo Aécio, só não volte para Minas. Imagine, passar por Minas só nos céus, para o Rio, é claro! Isso se Dilma deixar...


Que assim seja! E o mais rápido possível. Ministro, o senhor é o presidente do Supremo e do CNJ. Determine!



Blindagem a revistinha de sacanagem, a sujinha vejinha!




Estadão
"Político é líder do partido de esquerda que quer renegociar os termos do acordo de ajuda internacional à Grécia em troca de medidas duras de austeridade"


Nunca vi um episódio fazer mexer as nossas lerdas ortiridades tão rápido assim! Medida sensata. Essas bicicletas andam a no máximo 25 Km/h. Uma bicicleta de marcha, no plano e com um ciclista médio, chega fácil aos 40 Km/h, ou mais!


terça-feira, 15 de maio de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 23:47 terça 15/05/2012

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Agência Brasil: Câmara aprova criminalização de uso indevido da internet
 
"O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), admitiu hoje (15) que pode rever a decisão que suspendeu o depoimento do empresário Carlinhos Cachoeira na comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) que investiga a ligação de Cachoeira com empresários e políticos. O depoimento estava previsto para esta terça-feira."
Agência Brasil: Celso de Mello: decisão que suspendeu depoimento de Cachoeira perde sentido com liberação de inquérito pela CPMI

Viomundo: Comitê Paulista Memória Verdade e Justiça quer Gilson Dipp fora da Comissão da Verdade

O Globo: CPI libera acesso da defesa a documentos e reconvoca Cachoeira

Bem, não resistimos, palpitaremos aqui: O açúcar de cana contém glicose, no de milho, a molécula é a frutose. No organismo, ambos viram glicose, mas os efeitos decorrentes é muito cedo para se especular!
Hoje em Dia: Cientistas americanos apontam que o açúcar pode 'emburrecer'

Estado de Minas: PF apreende R$ 1milhão em dinheiro e carros de luxo em BH


Folha: CNJ investiga bens de 5 desembargadores de Mato Grosso do Sul

quarta-feira, 9 de maio de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 12:09 quarta 09/04/2012

JB: Integrantes da CPI do Cachoeira pedem esclarecimentos de Procuradoria-Geral


Esse gilmar dantas está em todas. Impeachment já!
Audiência com Gilmar Mendes,  no STF, intermediada por Marconi Perillo e  Demóstenes Torres. Da esquerda para a direita:  Perillo, Mendes, o deputado Carlos Leréia, o diretor-geral da SAMA Rubens Rela e Élio Martins, presidente do Grupo Eternit. Foto: Gervásio/SCO/STF - Viomundo
Pescadores dizem que peixes são cada vez menores e mais raros nas águas do Rio Doce - Leonardo Morais/04.05.2012 - HD

O Tempo: Relatório apresenta crescimento da poluição na Bacia do Rio das Velhas


Isto pouco importa. Não serve de jeito nenhum. Fora Lacerda!
Estado de Minas: PT fica na torcida por debandada de tucanos da aliança com Lacerda

(os mais iguais)
JB: CNJ decide dar prioridade a processos administrativos contra juízes

sexta-feira, 4 de maio de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 18:45 sexta 04/05/2012

Bessinha no CAf do Paulo Henrique Amorim

Novojornal: Operação Vegas envolve nove ministros do STJ e quatro do STF

Operação Vegas envolve nove ministros do STJ e quatro do STF

Procurador Geral da República evita ir a CPMI, pois Operação Las Vegas, anterior a Monte Carlo, envolve 9 ministros do STJ e 4 do STF

Não por outro motivo que o conselheiro Tito Amaral, levado para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) com o apoio decisivo do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), promotor de Justiça em Goiás e ex-assessor do parlamentar, criticou o vazamento de informações que comprometem o antigo chefe. Na sessão do órgão, Amaral falou em punir com “pena de morte” os procuradores da República responsáveis pela Operação Monte Carlo, que seriam coniventes ou responsáveis pelo vazamento de informações que apontam ligações entre Demóstenes e o contraventor Carlinhos Cachoeira. Porém, o medo de Tito Amaral tinha outro nome “Operação Las Vegas”

Do mesmo acordo celebrado para indicação de Tito, participou e foi indicado o ex-procurador geral de justiça de Minas Gerais, Jarbas Soares, para o CNMP. Todo medo está relacionado com o que virá a tona no material da “Operação Las Vegas” da Polícia Federal entregue nessa quarta-feira a CPMI. Embrião da Monte Carlo, que levou à prisão de Carlinhos Cachoeira, a “Las Vegas” é considerada, por autoridades que tiveram acesso a seu conteúdo, "mais letal para agentes políticos".

Também é essa a operação que pode constranger o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Sua assessoria confirmou nessa quarta-feira que ele não pediu diligências à PF quando recebeu o material da “Las Vegas”, em 2009. A justificativa é que não havia "elementos suficientes para qualquer iniciativa no âmbito do STF".

Polêmico, Gurgel optou por engavetar temporariamente o caso. Membros do próprio Ministério Público contestam essa decisão em privado. Acham que, com as informações em mãos, o procurador-geral tinha de arquivar, denunciar citados sem foro privilegiado ou pedir abertura de inquérito no STF. Continue lendo.

terça-feira, 10 de abril de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 21:37 terça 10/04/2012

Destaco: "...A direita amiga dos Demos empurra a península ibérica ao suicídio ortodoxo."
Carta Maior[Saul Leblon]: Espanha: a "agenda positiva" dos demos


Deveriam também decretar o recesso salarial nos dias não trabalhados!
Hoje em Dia: Tribunal de Justiça institui "forca" nos feriados




A trama do golpe: governador Carlos Lacerda (Guanabara), general Cordeiro de Farias e Vernon Walters, adido militar norte-americano - OP
Outras Palavras[Flavio Tavares de Lyra]: Os últimos anos antes do golpe militar