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domingo, 1 de julho de 2012

Brasil247: Gurgel cogitou arquivar denúncia contra Arruda

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Bela desculpa, corrupção continuada isenta os beneficiários que permaneceram no esquema. E o esquema de Minas, paradinho...

Gurgel cogitou arquivar denúncia contra Arruda

Peça só foi apresentada agora para não enfraquecer a posição do procurador-geral no julgamento do mensalão, que se inicia em agosto; confidência foi feita em almoço na casa do jornalista Fernando Cesar Mesquita, na última sexta-feira

01 de Julho de 2012 às 21:29

247 – Roberto Gurgel, procurador-geral da República, é cearense da gema. Nasceu em Fortaleza e fez seus estudos no Rio de Janeiro. Como tal foi convidado para um almoço, em sua homenagem, na Casa do Ceará, em Brasília, na última sexta-feira.

A Casa é mantida por outro cearense ilustre na capital federal: o jornalista Fernando Cesar Mesquita, também nascido em Fortaleza. Assessor do senador José Sarney, Fernando Cesar é um personagem querido na corte. Bem-relacionado, é próxima a juízes, jornalistas e políticos de todos os partidos. Criou a Casa do Ceará em Brasília inspirado na Maison du Brésil em Paris.

O almoço foi uma espécie de desagravo a Gurgel, alvo do PT, na CPI do caso Cachoeira, e também de representações feitas pelo senador Fernando Collor de Mello, por ter supostamente prevaricado no caso do senador Demóstenes Torres (sem partido/GO). Collor pretende até promover um impeachment do procurador-geral, mas os cearenses estavam ali para dar uma força a Gurgel.

Durante todo o tempo, Gurgel esteve acompanhado de seu antecessor no cargo, Antonio Fernando de Souza, que apresentou a primeira denúncia do mensalão. Lá pelas tantas, Gurgel foi perguntado sobre a denúncia contra o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, apresentada no mesmo dia, que, por coincidência, era o último antes do recesso do Poder Judiciário.

Foi então que Gurgel fez uma confidência, revelando o teor de uma conversa mantida entre ele e a procuradora Raquel Dodge, responsável pelo caso. “Ou você apresenta agora, ou vou mandar arquivar”, teria dito Gurgel. E ela teria pedido então para que o procurador também assinasse a peça.

Foi assim que brotou, com quase três anos de atraso, a denúncia contra Arruda. Uma denúncia que enfrenta várias dificuldades técnicas. A maior delas decorre do fato de todas as provas serem anteriores à posse de Arruda como governador do Distrito Federal – as imagens feitas pelo delator Durval Barbosa são de 2006 e Arruda foi empossado em 2007. Continue lendo.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

JB: Simon pede pressão da sociedade pela quebra de sigilo da Delta nacional

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O que dissemos aqui: "A CPMI vai mal, muito mal. empurrou-se para terça-29. Pelo que pudemos ver ontem, tudo vai dar em nada. Milhões devem ir às ruas, se se quiser que se apure alguma coisa. Tem ser algo do tamanho do Fora Collor, ou maior. A classe política não é suicida e  parte da velha e podre mídia está comprometida. Portanto há que se buscar informações nos sites e blogs independentes!"; não difere muito do que Simon disse: "– Jovens das chamadas redes sociais, terça-feira, às dez horas, vocês devem estar aqui, na frente do Senado, vocês devem vir aqui, porque a presença de vocês, com as mãos limpas, tornou-se realidade. Com a presença dos senhores, a Diretas Já se tornou realidade. Com a presença dos senhores, o presidente que tinha de ser afastado foi cassado. Com a presença dos senhores, a reunião de terça-feira abrirá as contas da Delta e abrirá as contas dos que devem ser policiados – disse Simon."

Simon pede pressão da sociedade pela quebra de sigilo da Delta nacional  
 
"Jovens das redes sociais, terça-feira, às 10h, vocês devem estar aqui, com as mãos limpas"
Jornal do Brasil

 
O senador Pedro Simon (PMDB-RS) voltou a criticar, nesta sexta-feira (25), a demora da CPI em quebrar o sigilo da Delta Nacional e convocar governantes para esclarecer suas relações com o contraventor Carlinhos Cachoeira. Ele também conclamou a juventude a acompanhar, na próxima terça-feira (29), reunião em que a comissão deverá votar requerimentos com esses objetivos.

– Jovens das chamadas redes sociais, terça-feira, às dez horas, vocês devem estar aqui, na frente do Senado, vocês devem vir aqui, porque a presença de vocês, com as mãos limpas, tornou-se realidade. Com a presença dos senhores, a Diretas Já se tornou realidade. Com a presença dos senhores, o presidente que tinha de ser afastado foi cassado. Com a presença dos senhores, a reunião de terça-feira abrirá as contas da Delta e abrirá as contas dos que devem ser policiados – disse Simon.

Na avaliação do parlamentar, depois das primeiras semanas de trabalho, a CPI “parece ter se afogado sem ter dado um único mergulho”. Simon criticou os depoentes que ficaram calados diante dos membros da comissão, a passividade de parte dos que têm obrigação de investigar e também acordos denunciados na imprensa que visariam evitar a convocação de governadores à CPI.

O senador lembrou ainda a instauração de outras CPIs na história recente do país e afirmou que a corrupção só terminará com o fim da impunidade.

- O capítulo do dia são os pecados do Cachoeira. Que já foram os do tesoureiro da campanha; que já foram os dos anões do Orçamento; que já foram os dos sanguessugas das ambulâncias, dos precatórios, das privatizações, dos Correios, da compra de votos nos fundos de pensão, do mensalão, dos bingos, dos cartões corporativos. Tudo indica que outros capítulos virão, no rastro da impunidade que já se desenha, mal começada a CPI – lamentou.

Na avaliação de Simon, o investimento em educação é também um dos caminhos para mudar esse cenário.

- A educação leva a uma melhor escolha dos governantes que, sem a impunidade de agora, não se deixarão levar pelos acenos corruptores do poder – argumentou. Continue lendo.

Nassif: Como era a parceria Veja-Cachoeira

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A CPMI vai mal, muito mal. empurrou-se para terça-29. Pelo que pudemos ver ontem, tudo vai dar em nada. Milhões devem ir às ruas, se se quiser que se apure alguma coisa. Tem ser algo do tamanho do Fora Collor, ou maior. A classe política não é suicida e  parte da velha e podre mídia está comprometida. Portanto há que se buscar informações nos sites e blogs independentes!
Numa extensa reportagem, Nassif trás as relações  da revistinha de sacanagem com o bicheiro.

Como era a parceria Veja-Cachoeira

Enviado por luisnassif, qui, 24/05/2012 - 18:29
Autor: Luis Nassif

Hoje, que o araponga Jairo se apresentou como repórter, o capítulo "O araponga e o repórter", da série "O caso de Veja", onde mostro em detalhes a associação criminosa entre as duas organizações: a de Cachoeira e a Abril. Lembrando que a série foi escrita em 2008. De lá para cá aprofundaram-se as relações criminosas entre as duas organizações.

O araponga e o repórter. Leia tudo!

Nassif

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Agência Brasil: Gurgel diz a CPMI que Operação Vegas mostrava apenas desvios éticos

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Não foi o que Polícia Federal constatou!

Gurgel diz a CPMI que Operação Vegas mostrava apenas desvios éticos

23/05/2012 - 22h10
Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, voltou a se defender das acusações de ser conivente com as atividades do grupo liderado pelo empresário Carlinhos Cachoeira em resposta encaminhada à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira nesta quarta-feira (23).
Na semana passada, parlamentares incomodados com a atuação do Ministério Público no caso encaminharam cinco perguntas escritas para o procurador. Eles queriam saber porque Gurgel não acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para denunciar a relação de Cachoeira com parlamentares, já detectada na Operação Vegas, de 2009.

No texto encaminhado a CPMI nesta noite, Gurgel informa que não procurou o STF porque a Operação Vegas detectou apenas desvios no “campo ético”, insuficientes para a abertura de ação penal no Supremo. Gurgel ainda informa que teria que pedir o arquivamento do inquérito caso os dados fossem enviados ao STF, o que daria publicidade desnecessária ao assunto.

“Constatei que não havia fato penalmente relevante que pudesse ensejar a instauração de inquérito no Supremo Tribunal Federal, especialmente rigoroso na exigência de indícios concretos da prática de crime para autorizar a formalização de procedimento investigatório e diligências invasivas da privacidade do cidadão”, argumentou. Continue lendo.

sábado, 12 de maio de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 15:06 sábado 12/05/2012

(Ao pé de cada post existem em vermelho, marcadores (tags), que levam aos demais posts sobre o mesmo assunto, ou tema, das notícias linkadas. Experimente!)



Esta máquina está mais para um relógio mecânico completo do que um computador. E os chineses fizeram máquinas tão complexas ou mais, na mesma época ou próxima!




Como diz o jornal: "Polêmica". Nesses tempos de politicamente correto é temerário se questionar as verdades mitificadas...

Aquarela de Carlos Julião - EM

Sempre desconfiamos deste índice. Não há lógica em se usar a mesma fórmula para homens e mulheres. Comparando-se com anterior: homens, altura(em metro) menos 1, mulheres, altura menos 1,1; que na verdade, era uma abordagem para o peso ideal, cremos, portanto, que corrobora, em parte a nossa desconfiança. Quem não acredita que faça alguma simulações! A nossa premissa apenas se baseia na aparência estética, é claro.
Folha: 'Novo IMC' compara cintura com altura

sexta-feira, 11 de maio de 2012

IstoÉ: O casal arquivador[Roberto Gurgel e senhora]

É muito estranho, no serviço público, a senhora do chefe estar subordinada e ele!(Desemperra Gurgel, Caso Cachoeira)

O casal arquivador

IstoÉ

O procurador da República, Roberto Gurgel, e sua mulher, a subprocuradora Cláudia Sampaio, engavetaram nos últimos quatro anos processos contra pelo menos 30 políticos. Excesso de poder na mão dos dois é questionado na Procuradoria

Claudio Dantas Sequeira e Izabelle Torres

Em sessão secreta da CPI do Cachoeira, realizada na terça-feira 8, o delegado Raul Alexandre Marques Souza, que comandou a Operação Vegas, fez uma grave denúncia. Acusou o procurador-geral, Roberto Gurgel, e sua mulher, a subprocuradora Cláudia Sampaio, de engavetarem o pedido de investigação apresentado contra o senador Demóstenes Torres em 2009. A omissão teve importantes consequências políticas. Adiou em três anos a denúncia contra Demóstenes, que voltaria a figurar nas investigações da Operação Monte Carlo, sucessora da Vegas. Porém, mais do que jogar luz sobre a negligência do procurador-geral e seus desdobramentos, a revelação do delegado expôs a existência de um esquema de poder na cúpula da Procuradoria da República, que tem como uma de suas prerrogativas denunciar a corrupção. Há um mês, ISTOÉ mostrou como Gurgel tem usado seu cargo para proteger quem deveria investigar. Agora se sabe que ele não estava sozinho. Contava com a fidelidade silenciosa de Cláudia, com quem passou a dividir não só o mesmo teto, mas os principais segredos da República.

Um levantamento dos atos da subprocuradora, todos avalizados pelo marido, revelam que Cláudia beneficiou com sua caneta ministros de Estado, governadores, prefeitos e parlamentares. Só no Congresso, mais de 30 políticos, entre deputados e senadores, tiveram inquéritos, ações penais, denúncias e procedimentos investigativos sumariamente arquivados nos últimos quatro anos. É o caso, por exemplo, do atual líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto, o ex-líder do PSDB Duarte Nogueira, o deputado federal Paulinho da Força (PDT) e o deputado licenciado Márcio França (PSB), atual secretário de Turismo do governo Geraldo Alckmin. Entre os senadores que Cláudia livrou da Justiça estão Marta Suplicy (PT), Roberto Requião (PMDB) e Alfredo Nascimento (PR), ex-ministro dos Transportes que caiu em desgraça após as articulações de Carlinhos Cachoeira. Não quer dizer que, em todos os casos, havia indícios suficientes para incriminar os políticos. Mas os números são de fato impressionantes e reveladores de uma tendência.

A enxurrada de processos envolvendo políticos poderosos sob a batuta da subprocuradora é resultado de uma soma de fatores. Cláudia é criminalista, área que seu marido não domina. Além disso, é uma das poucas pessoas dentro da Procuradoria que desfruta da confiança de Gurgel. O procurador, normalmente reservado, está cada vez mais isolado após anos de uma luta fratricida entre os integrantes do chamado “grupo dos tuiuiús”. Desde a saída do procurador Geraldo Brindeiro, ligado ao governo FHC, o primeiro dos considerados tuiuiús a assumir a PGR foi Cláudio Fonteles, agora indicado para compor a Comissão da Verdade. Um acordo previa que os integrantes do grupo se revezassem a cada dois anos no mais alto cargo do MP. Fonteles cumpriu o acordo, o que não aconteceu quando Antonio Fernando de Souza assumiu. Ele articulou sua recondução, deflagrando uma luta interna. Gurgel, eleito em 2009, prometeu apaziguar os ânimos, mas acabou fazendo o mesmo e, na avaliação de integrantes do MP, traiu seus colegas. No ano passado, foi reconduzido depois de engavetar a investigação contra o ex-ministro da Casa Civil, Antônio Palocci. Continue lendo.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 23:25 quinta 10/05/2012

Confessa mesmo Aécio, para vê se BH acorda e o PT também. E que a população mande esta sua cria para a casa. Fora Lacerda!
Hoje em Dia: ‘Marcio Lacerda é uma criação do PSDB’, diz senador Aécio Neves

"Quanto ao que seria uma ação de acusados no processo do Mensalão para desacreditar o procurador-geral da República, o ministro afirmou que “a atuação do Ministério Público no processo do Mensalão já está concretizada”." 
JB: Joaquim Barbosa diz que CPI do Cachoeira não pode convocar procurador-geral


Em sentido anti-horário, José Carlos Dias, Gilson Dipp, Cláudio Fonteles, Maria Rita Kehl, José Paulo Cavalcanti Filho e Paulo Sérgio Pinheiro, membros do grupo que investigará violações dos direitos humanos na ditadura - Folhapress - Folha
Folha: Dilma anuncia integrantes da Comissão da Verdade

Folha: Procuradoria pede abertura de inquérito para investigar venda da Delta

A República Brasileira corre um sério risco com atores do naipe de um brindeiro gurgel, um gilamar dantas, um peluso, ou de toda a tralha corporativa que ganhar 32 mil por mês. Os gangsteres do legislativo não merecem maiores comentários. Seria bom a população ir para as ruas e todos os dias. Mas, não se sabe o porque, a nossa mistura genética, legou-nos um temperamento dócil e complacente. E não tem que chamar milico nenhum!  E duro seria mudar uma cláusula pétrea da CF, e se adotar a pena de morte para quem furta dinheiro público. Todas as mazelas nascem a partir daí. Ou quase todas.
Estadão: Gilmar Mendes defende Roberto Gurgel e relaciona críticas do PT ao mensalão

quarta-feira, 9 de maio de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 12:09 quarta 09/04/2012

JB: Integrantes da CPI do Cachoeira pedem esclarecimentos de Procuradoria-Geral


Esse gilmar dantas está em todas. Impeachment já!
Audiência com Gilmar Mendes,  no STF, intermediada por Marconi Perillo e  Demóstenes Torres. Da esquerda para a direita:  Perillo, Mendes, o deputado Carlos Leréia, o diretor-geral da SAMA Rubens Rela e Élio Martins, presidente do Grupo Eternit. Foto: Gervásio/SCO/STF - Viomundo
Pescadores dizem que peixes são cada vez menores e mais raros nas águas do Rio Doce - Leonardo Morais/04.05.2012 - HD

O Tempo: Relatório apresenta crescimento da poluição na Bacia do Rio das Velhas


Isto pouco importa. Não serve de jeito nenhum. Fora Lacerda!
Estado de Minas: PT fica na torcida por debandada de tucanos da aliança com Lacerda

(os mais iguais)
JB: CNJ decide dar prioridade a processos administrativos contra juízes

terça-feira, 3 de abril de 2012

IstoÉ: Desemperra Gurgel

O PHA só chama este senhor de Brindeiro Gurgel em seu blog Conversa Afiada[CAf]. É mais um engavetador geral da República!(o CAf pode ser acessado em nossa Tabela de Links, na linha Blogs, 2ª coluna!)

Desemperra Gurgel

Mais de quatro mil processos estão paralisados no gabinete do procurador-geral, o que atrapalha as investigações contra políticos acusados de corrupção
Izabelle Torres

SEMELHANÇA
Atuação de Roberto Gurgel lembra a do ex-procurador Geraldo Brindeiro.
Nos tempos de FHC, Brindeiro era conhecido como engavetador. Foto: IstoÉ
Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, o então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido como o engavetador de processos e denúncias contra políticos e gente graúda. Nas suas mãos, tudo parava e a sensação era a de que quem tinha poder jamais se tornaria réu. Nove anos se passaram desde que Brindeiro deixou o cargo, mas o enredo de lentidão – e consequente impunidade – nos processos se repete. Agora sob o comando de Roberto Gurgel, o Ministério Público Federal volta a ser visto como um obstáculo ao desfecho das ações penais. A diferença entre o procurador escolhido por FHC e o indicado pela presidenta Dilma Rousseff está na forma de agir. Enquanto o primeiro arquivava os inquéritos sem constrangimentos com uma simples canetada, Roberto Gurgel fica inerte diante das acusações encaminhadas pela Polícia Federal. No caso relacionado ao senador Demóstenes Torres (DEM-GO), Gurgel só agiu depois de pressionado pela opinião pública.

Na mesa do procurador-geral da República estão parados 4.346 processos. Entre eles, ações movidas pela PF contra pelo menos dois governadores e uma dezena de parlamentares. Um dos processos envolve o governador Pedro Dias (PP), do Amapá. Em setembro de 2010, a Operação Mãos Limpas levou-o para a cadeia sob a acusação de chefiar um esquema de desvio de recursos públicos. A operação vai completar dois anos sem que Gurgel sequer tenha oferecido denúncia contra a suposta quadrilha comandada por Dias. No Distrito Federal, o ex-governador José Roberto Arruda também segue a vida com tranquilidade graças à inação da procuradoria. Em novembro de 2009, um vídeo no qual Arruda aparecia recebendo R$ 50 mil resultou na prisão do político do DEM, que tinha índices de apoio popular que beiravam os 80%. Arruda perdeu o cargo, o partido e a liberdade por dois meses. Hoje, mais de dois anos depois, o símbolo do esquema que abalou o GDF ainda não sofreu nenhuma acusação formal pelo Ministério Público. Continue lendo.