17 de abril de 2012

JB: Hotel Nacional: as digitais de Carlinhos Cachoeira no Rio de Janeiro

Domingo(15), antes no sábado, postamos as relações pouco ortodoxas do Rei do Brasil com Minas, com matérias do Estado de Minas e do Novojornal. Agora é o Rio. Realmente o sr. Cachoeira é o máximo!(Caso Cachoeira)

16/04 às 17h10 - Atualizada em 16/04 às 19h09

Hotel Nacional: as digitais de Carlinhos Cachoeira no Rio de Janeiro

Sócio de Cachoeira e Demóstenes comprou hotel em leilão e fez doações para deputado que o vendeu
 
Jornal do Brasil
Jorge Lourenço

Um empresário ligado ao contraventor Carlinhos Cachoeira e ao senador Demóstenes Torres (sem partido) teria usado o esquema do grupo para se beneficiar no leilão do Hotel Nacional, um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Desativada desde 1995, a construção foi leiloada pelo Ministério da Fazenda através da Superintendência de Seguros Privados (Susep) em 2009. Naquela ocasião, o empresário Marcelo Limírio arrematou o hotel por R$ 84,9 milhões, R$ 33 milhões a menos do que o lance inicial do leilão anterior, no qual não houve lance.

Projetado por Oscar Niemeyer, Hotel Nacional está desativado desde 1995 Foto Divulgação, do JB.
Principal acionista individual do grupo Hypermarcas, Marcelo Limírio é sócio direto tanto de Carlinhos Cachoeira quanto de Demóstenes. O contraventor e o empresário são sócios pela empresa ICF, responsável por fornecer testes para laboratórios. Entre eles, está o Vitapan, que pertence a Cachoeira. Já o senador Demóstenes é sócio de Limírio numa universidade em Contagem, Minas Gerais.

Denominada "Nova Faculdade", a instituição de ensino é dividida entre três cotistas, dois dos quais são Limírio (60% do empreendimento) e Demóstenes (20%). O empresário foi até bem generoso com o senador, deixando que ele parcelasse em 25 vezes o investimento de R$ 200 mil na empresa. Continue lendo.

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