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sábado, 25 de outubro de 2014
O Juízo volta ao mercado, que aliás, já estava precificado!
JB: Dólar tem forte queda de 2,26% e fecha cotado a R$ 2,45
Na semana, a moeda teve alta de 1,01%. No mês, há valorização acumulada de 0,37% e no ano, de 4,22%.
Pela manhã, o Banco Central vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais, que equivalem á venda futura de dólares. O BC também vendeu a oferta total de até 8 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em 3 de novembro.
Já a Bovespa teve forte alta de 2,42%
Jornal do Brasil Após a divulgação das pesquisas eleitorais, que dão vantagem à candidata Dilma Rousseff, o dólar teve a maior queda diária desde novembro de 2013 nesta sexta-feira. A moeda americana caiu 2,26%, cotada a R$ 2,457. Na véspera (23), a divisa fechou em alta e bateu o patamar de R$ 2,50, com investidores focados na disputa presidencial.
O cenário eleitoral também também influenciou a Bovespa, que fechou em alta de 2,42%, aos 51.940 pontos. O Ibovespa foi influenciado por estatais, como Petrobras e Eletrobras, que tiveram alta de 5%. A BMF&Bovespa teve alta de cerca de 7%.
Do lado negativo, estavam Fibria (-1,76%), Telefônica (-1,62%) e BRF (-1,16%).
A alta nesta sexta ajudou a reduzir as perdas na semana para 6,8%. No ano, a Bovespa tem alta de 0,84%.
Origem: JB.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
MInas não votou em aéco!
Novamente pela dial
up!
Minas não votou naquilo que só é marketing. E ainda
tem um dono de jornal preso, encarcerado e apodrecendo na cadeia. Um
estimado e pranteado amigo, colega falecido costumava chamar de
República de Minas. O jornalista teve até infarto na cadeia. Virou
o enfant terrible da história. Mas tem ainda a justiça
tucana e tucagem em mitos lugares. Terão que ser todos devidamente
depenados!
O prefeito do município de São Paulo sabe muito bem o
que é isso: Elite é elite, neo é neo!
Estamos também em : Consumidor Pateta, Não!
O Editor!
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Redação da REFAZENDA2010-blog-Artigo-A Verdadeira Saúde em Minas Gerais, uma faceta!
A Verdadeira Saúde em Minas Gerais, uma faceta!
Cultura Organizacional – Centralização –Desplanejamento - Neoliberalismo -
Contratação ao invés de Concurso - plano$ de $aúde - Coparticipação
Omissão de Socorro
INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SEVIDORES PÚBLICOS DE MINAS GERAIS
IPSEMG: Autoristarismo e Prepotência
Sempre fui um ardoroso de defensor da saúde pública. Dependente e usuário também. E isso bem antes da criação do SUS, aliás excelente, mas sabe-se lá porque, poucos médicos querem trabalhar para algum órgão ligado ao sistema.
De graça não existe nada. Ou recebe-se via Tributos ou diretamente, que é o caso, via Contribuição.
A contribuição foi compulsória até a década de 1990. Algum promotor de Minas Gerais entendeu desse modo. A prefeitura de Belo Horizonte também entendeu assim. Ou seja, só pelo SUS!. E o Hospital do Servidor – HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS – foi transformado em hospital geral para toda a população e recebe recursos também do SUS.
Funcionários de maior salário foram saindo. Isso se deu também, após alguém decidir separar a contribuição de previdência e da saúde. Um amigo e colega de carreira, à época na Direção dessa Casa foi taxativo: “Vocês fizeram a maior burrice...” . Isso mesmo, literal.
Eu sou um funcionário concursado e de salário maior. Embora tenha sido atropelado por doença incapacitante e grave, mas, não listada na legislação pertinente. Em 2009, em Minas, isso mudou. Fui contemplado? Não!
Voltando ao Instituto. Em 28 de agosto de 2012, numa maca do SAMU, fui recusado pelo Serviço Médico de Emergência do IPSEMG – SMU. Fui levado para a UPA Centro Sul de Belo Horizonte. Fiquei lá por quase 24 horas e sem diagnóstico. Já noite no dia posterior, de maca e um corredor lateral, algum neurologista desceu de qualquer andar e constatou: AVC!
No começo do milênio, um tal filho do Cunha, mas criado por banqueiro e que mora no Rio; tomou um choque e com uma 45 rasgou um dívida de um bilhão de reais, do Estado de Minas Gerais para o citado Instituto. Dívida essa que seria paga em trinta anos!
Por que escrevo só agora tudo isso? Simples, por que alguém nessa semana, quando ao pegar uma cadeira de rodas, disse: Tem que deixar a identidade aqui. Não ouvi. Subiu alguém da MGS (servidor, contratado, não sei o que é!) e fez as suas observações. Fiz o maior escarcéu. Na saída ouvi alguma coisa como ordem da presidência! Está acabando, assim espero! ( Tem documento para tudo que foi dito acima)
Hoje, pago mais um plano de saúde, repito, pago mais um plano de saúde. Outro dia tive uma cirurgia médica de urgência, complicada, CTI. Quanto o especialista recebeu? Setenta reais, setenta reais! E a ANSs?!
Otávio Mancini Soares 315 --- --6-49
Contatos do MS nas datas que seguem: 05/11/2013; 24/09/2013; 31/12/69; 31/12/69 e 31/12/69. Esses dois últimos foram do além, para quem quiser, tem imagem também!
Os médicos concursados e até o contratados são ótimos, os funcionários se desdobram em dez, o Contribuinte sou eu, ladrão a priori !
Labels:
A Disneylândia" de Aécio Neves,
Adutora explode Cidade Administrativa MG,
Aecio never more,
Amaury Ribeiro Jr,
Amaury Ribeiro Jr.- governo fascita do psdb,
governo marqueteiro,
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Juca Kfouri,
Perrela
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Artigo: JT Palhares: Sete Narizes
Sete narizes
Algo cheirava mal no Reino de Araque. Após disputa entre o Príncipe e os cidadãos por questões de planejamento urbano, diante da falta de transparência visando acobertar o tráfico de informações privilegiadas na compra e venda de lotes na Colina da Gola Verde, extensa área de terra desapropriada para construção do novo Palácio da Administração, o escultor, poeta e filósofo R.B. Furtado espalhou moldes de seu próprio nariz pelos muros e paredes da cidade. Aquele que encontrasse os sete narizes, reza a lenda, seria agraciado com riqueza financeira. Eu os encontrei, mas isso seria a minha ruína.
Ainda era de madrugada, quando Al Arak, furioso por ter sido acordado uma hora antes do meio-dia, emitiu correio telegráfico: “Demita os faxineiros, crie mais cinco mil cargos e dobre o salário dos comissionados”.
E assim foi feito. Talvez por desejo de imitar Calígula, dizem, nessa mesma época o Príncipe dos Nababos nomeou um jegue para a Superintendência de Pesos e Tarefas. Ninguém entendia nada do que ele falava, mas o quadrúpede recebia 35 mil pratas por mês para abrir e fechar palestras.
A título de esclarecimento, cinco anos antes do tempo em que escrevo, o Príncipe de Araque, preocupado com a situação falimentar do Reino, mandara erguer um novo Palácio de dois bilhões de dracmas sem consultar o povo ignorante, que decerto preferiria desperdiçar o dinheiro dos tributos em saúde e educação — problemas habilmente contornados pelo governante quintuplicando-se os gastos com publicidade, obtendo assim o mágico resultado de fazer com que os súditos habitassem o mundo feliz da propaganda.
Pagar em dia os juros da dívida, zerar o déficit que não parava de crescer — isso é obrigação de todo governante, basta torturar os números que o superávit logo aparece.
Preciso fazer com que os jornais publiquem somente o que me favoreça — decidiu-se Arak.
Ninguém melhor para executar engenhosa tarefa, senão Kassandra, a Mandachuva da Imprensa. A feiosa não perdeu tempo: paparicou com generosas verbas os jornais amigos, e mandou prender, empastelar, amordaçar e arrebentar a mídia oposicionista, bloqueando acesso aos sítios pagãos onde os desafetos se reuniam para entoar cânticos contra o governo do irmão.
Aproximava-se o dia da eleição do homem mais bonito do Reino. Oportunidade única para desmascarar o tirano, sempre ocupado com a aparência. Durante uma festa pantagruélica, auxiliado por um garçom amigo, infiltrei-me no Castelo de Taras. Durante a madrugada, escondi-me no quarto do soberano.
Por volta de treze horas o príncipe deixou o banho e entrou no quarto. Havia ali um grande espelho. Agradava-lhe a imagem refletida: olhos negros, cabelos castanhos e revoltos, a pele rejuvenescida por aplicações de botox, no rosto nenhuma ruga de preocupação.
— Espelho cristalino, diga-me, o que devo fazer para derrotar aquelas duas feiosas? — perguntou para si mesmo, referindo-se às adversárias, Bulgra Karloff e Lagartixa Verde, cada uma com seus poderes e feitiçarias: a primeira, dona de varinha mágica, capaz de mover montanhas de grana; a outra, lagartixa da floresta, quando confrontada exalava uma cortina de fumaça verde, inebriando ateus e crentes.
Espremido entre roupas e caixas de sapato, eu não possuía visão completa do aposento. Estando de cócoras, levantei-me com cautela, afastando um pouco a cortina, e só então pude reparar melhor: o príncipe estava sem o nariz!
Abaixo dos olhos, no ponto da face onde se dividia o septo nasal, dois buracos esbranquiçados, e nada de nariz! Incrédulo, continuei atento. Nem se eu quisesse conseguiria fechar meus olhos para o fato: o príncipe Al Arak era um ser biônico.
Se vocês estão lendo este relato é porque estou morto ou apodrecendo nas masmorras do Castelo. Como jornalista, de que me valeria descobrir que o Rei está nu se eu não pudesse contar para ninguém? O que vou lhes revelar é segredo de Estado: todas as noites, ao retornar da balada, o Príncipe tirava o nariz antes de ir para a cama.
Ao contrário de Kovaliov, cidadão russo que perdera o nariz nas ruas de São Petersburgo, Arak não entrou em desespero. O extraordinário, no entanto, ainda estava por acontecer.
Foi então que eu vi, com os olhos quase saltando das órbitas, o momento em que o Príncipe acionou um mecanismo por detrás do espelho. Ouviu-se um estalido. A superfície do espelho deslizou para a direita, revelando uma coleção de narizes, um para cada dia da semana!
— Que dia é hoje? Oh, mas que cabeça, ontem eu fui ao baile de Máscaras na Casa da Turca…
Sanada a dúvida mundana, o Príncipe extraiu o objeto adiposo do cabide onde se lia “quarta-feira”. Examinou o nariz, removendo uma película protetora. Olhos fixos no espelho, com dois movimentos precisos, direita, esquerda, Al Arak encaixou a cartilagem artificial no centro da face. Depois, com a boca fechada, aspirou profundamente o ar pelas narinas, soltando do mesmo modo, e com toda força, o ar nos pulmões acumulado. O nariz funcionava perfeitamente.
— Espelho cristalino, responda-me uma pergunta somente: se sou o mais belo e inteligente, por que lhe parece impossível que eu seja eleito presidente?
Ato contínuo, como se estivesse a ensaiar discurso para a campanha do homem mais bonito do reino, Al Arak treinou sua retórica, enchendo o recinto com dúzias de clichês políticos…
Nota: esta é uma obra de ficção, a semelhança com o nariz de qualquer pessoa de carne e osso é mera coincidência.
JT Palhares em 12/09/2014, enviado nesta data.
Do mesmo autor: A MALDIÇÃO DE AÉCIO
Premonição em 12 de janeiro de 2012!
Acertará???!!!!
JT Palhares é um antigo articulista da REFAZENDA2010. Está voltando agora com o seu brilhantismo habitual!
Acertará???!!!!
JT Palhares é um antigo articulista da REFAZENDA2010. Está voltando agora com o seu brilhantismo habitual!
A MALDIÇÃO DE AÉCIO
A
presidência caiu no colo de Tancredo por obra e graça dos militares,
como efeito retardado da segunda bomba que não explodiu no Rio
Centro. Devido ao seu perfil conciliador, Tancredo era o político ideal
para que os milicos garantissem o controle da situação, durante a
transição de uma Ditadura Envergonhada para uma Ditadura Consentida.
Conciliação era a palavra chave. A mesma conciliação que garantiria a
impunidade dos militares brasileiros, os únicos da América Latina a
serem anistiados pelo Supremo Tribunal Federal por crimes
imprescritíveis contra a Humanidade. Consenso é o pavor do que não se
expressa, já dizia Derrida.
Essa
conversa de conciliação, aliada ao papo de ser a presidência um destino
e não uma escolha, marcou o espírito de Aécio como uma martelada na
cabeça.
Naquele
momento crucial, "DIRETAS JÁ!", passeatas, comícios com a presença de
grandes cantores da MPB, Tancredo representou de forma excepcional o
papel de Lavador de Almas, “o escolhido", o homem disposto a subir no
cadafalso do Colégio Eleitoral em prol do povo brasileiro.
A
emoção estava no ar, vinte e quatro horas. Os especialistas em
manipular massas sabem que a emoção é uma droga, que se bem administrada
alastra-se como vício, gerando no usuário o desejo de reviver os
momentos trágicos ou mágicos, a depender do desfecho da picada. De uma
forma ou de outra, a âncora da emoção sempre deixa sua marca irrevogável
na mente do cliente.
O
desfecho da transição democrática vocês já conhecem: trinta e oito dias
de agonia, tudo filmado e refilmado à exaustão, Tancredo sendo exibido
como um boneco sem fala pelos médicos do Hospital de Base de Brasília em
foto tirada no dia 25 de março de 1985, até a comoção causada pelo
anúncio da morte e o sepultamento do corpo do Presidente em São João Del
Rey.
A
morte do avô carimbou profundamente o destino político de Aécio, que
passou a se enxergar sempre pela ótica de Tancredo: "o melhor presidente
que o Brasil nunca teve”. Desde então, Aécio está condenado a repetir o
destino manifesto de Tancredo: continuar sendo o que sempre foi sem
nunca chegar a ser o que poderia ter sido. Confuso, não?
Nem tanto, foi mais ou menos essa a resposta que Aécio deu ao jornalista Josias de Souza: “tenho
dificuldade de entender as surpresas ou frustrações que alguém possa
ter com o fato de eu continuar sendo o que sempre fui e fazer o que
sempre fiz na minha vida pública”.
Ou
seja, Aécio quer continuar fazendo o que sempre fez: (insira aqui a
palavra que exprime a relevância de Aécio para a renovação política
brasileira).
Basta
que Aécio mantenha o seu nome nas bocas, frequente as passarelas, fuja
do debate, não entre em polêmicas, e no momento propício, ao contrário
da onda que se quebra na areia, Aécio continuará sendo de novo do jeito
que sempre foi um dia. Ficou mais confuso? Paciência, a História dá
voltas em espiral, o mesmo aconteceu com Tancredo, político dotado de
uma habilidade incrível para se colocar sempre no lugar certo nas horas
mais incertas.
Repetindo,
pra frisar bem, Aécio não se livrou da maldição do avô, maldição que
consiste em ser o que se é sem nunca chegar a ser o que poderá ter
sido. Daí a importância da morte. Aliada secreta, a morte com sua foice é
o ponto de irrigação política do nome de Aécio, figura responsável por
manter acesa a chama de uma candidatura à presidência cada vez mais
distante.
Dia desses o Jornal Estado de Minas soltou uma nota falando que Aécio poderá se candidatar ao Governo de Minas em 2014.
Já
dizia Lulu Santos, “não adianta fugir, nem mentir pra si mesmo”. Pois
então, Aécio, para se encontrar com seu destino, viabilizando-se como
candidato a Presidente, depende da morte de terceiros. Não apenas da
morte biológica, mas também da morte de modelos, do esgotamento de
alianças. Por isso Aécio está sempre se movendo nos bastidores, buscando
cooptar aliados entre os apoiadores do Governo atual, preservando de
críticas os ministros mais incompetentes, de olho nas rebarbas
políticas. Quando as portas da História se abrirem para ele, Aécio não
terá pudores em se aliar às mesmas forças fisiológicas que sustentaram o
Governo do PT desde a ascensão de Lula. Desde que seja para o bem do
povo, Aécio não se importaria de ser eleito Presidente sem romper com as
forças políticas mais retrógradas.
Mas,
para que o plano secreto de Aécio dê certo, é preciso que algo de
extraordinário aconteça. Em se tratando de possíveis candidatos a uma
morte extraordinária, esse defunto não precisa necessariamente ser o do
José Serra, pode ser a morte simbólica de um modelo de governo, de um
projeto político, ou até mesmo o passamento de um líder popular, fazendo
por linhas tortas com que a bola da Presidência caia no peito de Aécio.
Quando
esse fato extraordinário acontecer, e Aécio tiver a chance de tornar-se
Presidente do Brasil por força do acaso, como deu-se com Tancredo, a
maldição legada ao neto pelo avô terá chegado ao Fim.
Pena
que quando esse dia chegar, Aécio estará com 76 anos. E no dia anterior
à sua posse como Presidente da República, Aécio inventará de comemorar a
vitória surfando em uma praia escondida da Austrália, e ele,
relembrando os tempos em que surfava no Rio, arriscará uma manobra
arrojada, perderá o controle da prancha e baterá com a cabeça numa
pedra, vindo a morrer na praia como sempre sonhou.
JT Palhares
Atualizado em 05/10/2014
Atualizado em 05/10/2014
Da Tribuna de Minas de Juiz de Fora em http://www.tribunademinas.com.br
sábado, 25 de janeiro de 2014
EM MINAS LUGAR DA OPOSIÇÃO É NA CADEIA
Atualização ás 17:42
Do Vi o Mundo: " “O Carone teve infarto (gn)nessa madrugada. Neste momento, está a CTI do
Hospital Biocor”, nos informou há pouco o deputado estadual Rogério
Correia, líder do PT na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. “Além do
tratamento e socorro inadequados durante essa semana em que está preso,
ele ficou muito nervoso, muito tenso, ontem à noite com a pressão do
promotor André Pinho para que ele fizesse acusações contra mim e o
Sávio Souza Cruz em troca de ser libertado. Familiares me contaram que
ele ficou repetindo, denunciando, para eles e para os profissionais de
saúde que estavam na UPA, a pressão que acabara de sofrer.”"
Matéria extraída do último link abaixo que foi atualizada pelo Azenha.
EM MINAS LUGAR DA OPOSIÇÃO É NA CADEIA
Não é de hoje que o
grupo do psdb que governa Minas cala ou compactua com a imprensa
venal, local ou nacional. De memória tem-se como talvez o evento
mais antigo a demissão do jornalista esportivo Cajuru, da TV
Bandeirantes. O mesmo criticou o então governador por eventos
ocorridos em jogo internacional no Mineirão. Depois foi um diretor
da TV Globo local que irritou a primeira ministra: rua! Foi
uma matéria trivial. E assim tem sido desde 2003.
Mas não para no
Executivo a mordaça imposta. O Ministério Público, o Judiciário e
naturalmente o Partido do Palácio da Liberdade, digo, a Assembleia
Legislativa participam ativamente naquilo que se transformou na
ditadura da República de Minas. Apenas um pequeno grupo luta
bravamente na ALEMG: Minas Sem Censura. Destaque para os deputados
Rogério Correia do PT e Sávio Souza Cruz do PMDB. Há pouco tempo
tentaram cassar o primeiro em mais uma maquinação sórdida.
O ápice de toda essa
lama ocorreu nesta segunda-feira (20) com o prisão do jornalista
Marcos Carone. Carone é o responsável pelo jornal virtual
novojornal. A publicação
já tem alguns anos e em 2008 foi vítima do MPMG, tendo perdido o
seu domínio no país (.br). Soube bem Carone hospedá-lo em outro
lugar, pois continua no ar apesar de ordem contrária da juíza que
determinou a sua prisão.
Eleição é a
palavra-chave. O não já tão novo enfant terrible quer ser
presidente. E nesse afã arregimenta todas as estruturas na tentativa
de se vender uma bela imagem. O propalado choque de gestão não
passa de puro marketing. Apenas isso. Os recursos gastos em
propaganda são estratosféricos. Mas a realidade é temos um Estado
falido, quebrado.
Aliado a isso tem-se o
telhado de vidro que o Talquinho
tenta esconder: o Mensalão Tucano com a sua Lista de Furnas –
periciada e dada como verdadeira pela Polícia Federal. Em
decorrência disso Minas tem o seu primeiro preso político: o
lobista Nilton Monteiro, o delator do esquema, taxado pela Polícia
Civil de falsário. Aliás, cabe acrescentar aqui que a PC é mais um
braço sujo desse esquema de poder. No link:
http://anexo.novojornal.com/92368_14.pdf
tem uma degravação que demonstra o caráter de quadrilha de alguns
senhores de Minas. Destaque para Cláudio Mourão, peça do governo
Azeredo.
Carone estriba suas
publicações com farta documentação. É um lutador incansável e
que está quase sozinho. Calou-se a imprensa nacional. Temos um
segundo preso polítco, doente e requerendo cuidados. Dos blogs
grandes só mesmo o Vi o Mundo do Azenha. A ABI, fazendo revirar na
cova o grande Barbosa Lima Sobrinho, republica uma nota
de 2013 de dá nojo, para se dizer o mínimo.
O CNJ e MPF poderiam
tomar alguma atidude, mas parece que na Corte também eles têm o
opção preferencial pelos ricos e o Poder.
Parodiando Collor, não
deixem Minas só!
Abaixo seguem links –
obtidos sem busca – dos últimos acontecimentos.
Minas Sem Censura denuncia prisão de jornalista
Advogados de jornalista preso estão impedidos de ter acesso ao processo
Rogério Correia: Prisão em MG é para proteger Azeredo, Pimenta e Aécio
Cresce o repúdio à censura em Minas Gerais
O CNJ vai aceitar a “democracia” mineira? Jornalista preso porescrever e advogado sem acesso ao processo.
Rogério Correia: Médicos dizem que preso em MG corre risco de vida
A prisão do dono do ‘Novo Jornal’
Minas Sem Censura: Jornalista sob pressão para assinar falsa acusaçãocontra líderes da oposição a Aécio Neves
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Novojornal: "Cidade Administrativa". A fraude que custou o "Mineirão"
Novojornal: "Cidade Administrativa". A fraude que custou o "Mineirão"
Governo de Minas utiliza patrimônio público
para celebrar acordo com empreiteira lesada em fraude na licitação das
obras da Cidade Administrativa
Um ruidoso acordo celebrado a portas fechadas em 2010, entre o
Governo de Minas Gerais e a empreiteira paulista Construcap evitou que o
Superior Tribuna de Justiça (STJ) anulasse, por irregularidades, a
licitação das obras de construção da Cidade Administrativa, nova sede do
Governo de Minas Gerais. Em troca, Construcap ganhou a PPP do Mineirão.
Novojornal vem desde a celebração da PPP do Mineirão denunciando as
diversas irregularidades ocorridas no procedimento e na execução das
obras, que culminaram com a determinação do Ministério Público Federal
para que o Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES) não
liberasse novos recursos do financiamento da obra devido às
irregularidades cometidas, existindo ainda uma Ação Civil Pública
ajuizada em função das ilegalidades apuradas.
“Cidade Administrativa”, uma obra questionável nos aspectos legal,
moral e estrutural, construída como vitrine promocional de projeto
político eleitoral, poderá até o final de Janeiro transforma-se em mais
um questionamento sobre a maneira pouco ortodoxa que Aécio Neves e seu
sucessor Antonio Anastasia vem adotando para governar Minas Gerais.
Novojornal recebeu na segunda quinzena de dezembro de 2012, pelo
correio, uma caixa Box contendo, dentre outros, o “Relatório Codemig”
acompanhado de diversas provas, relatando como funcionou o esquema
montado nos últimos 10 anos na Codemig, administrado por Oswaldo Borges
da Costa.
Um dos capítulos do extenso “Relatório Codemig” descreve o ocorrido
nas negociações realizadas em busca da desistência do Recurso Especial
ajuizado perante o STJ pela empresa Construcap, líder de um consórcio
prejudicado na licitação realizada pela Codemig para construção da
Cidade Administrativa. Em troca, Construcap teria recebido o Mineirão,
através de uma PPP.
Parte das denúncias já são objeto de apuração pela Promotoria de
Patrimônio Público, através do Inquérito Civil Público nº
0024.07000.185-4. Inicialmente presidido pela Promotora Dra. Elisabeth
Cristina dos Reis Villela, atualmente presidido pela Promotora Dra.
Raquel Pacheco, desde 2009. Quando ainda presidido por Dra. Elisabeth,
requisitou-se diversos documentos e informações da Seplag- Secretaria de
Estado de Planejamento de Minas Gerais, que se negou a responder.
Em 24 de Julho de 2008, atendendo igual solicitação do Ministério
Público, através do oficio nº 2866, do PI 207/07, hoje Inquérito Civil
Público nº 0024.07000.185-4, o Consórcio Construcap,Convap e Fereira
Gueder encaminhou cópia de inteiro teor das propostas apresentadas na
concorrência nº 05/2007, para construção da Cidade Administrativa.
Desde 2002 era de conhecimento da classe empresarial e política
mineira, embora pouco noticiada pela imprensa, que Aécio Neves montara,
através da Codemig, com recursos da arrecadação dos direitos minerais,
(principalmente da jazida de Nióbio de Araxa), um governo paralelo que
passou a gastar sua receita de maneira isolada, extra-orçamento.
Enquanto o Estado de Minas Gerais descumpre, desde 2002, sua
responsabilidade na área dos serviços essenciais como saúde, educação,
segurança pública e saneamento sob a alegação de falta de recursos,
constata-se que os mesmos não faltaram para o projeto político de Aécio
Neves e aos interesses de seus “companheiros”.
O relatório demonstra que a Codemig utilizou durante os últimos 10
anos sua receita de maneira isolada sem respeitar e priorizar as funções
do Estado, transformando-se em caixa 2 para financiar campanha
política, além de diversas sociedades em parcerias com empresas privados
pertencentes a empresários financiadores do projeto político do senador
Aécio Neves.
O relatório faz profunda analise crítica da maneira pouco ortodoxa de
administrar o Estado de Minas Gerais, implantado através do noticiado
“choque de gestão”:
“Enquanto toda maquina fazendária preocupa-se em como arrecadar
recursos, o presidente da Codemig preocupa-se apenas em como gastar seus
recursos”.
O mesmo documento comprova que esta anomalia só pode existir devido à
conivência da base parlamentar do governo na Assembleia Legislativa de
Minas Gerais e pela mordaça do Ministério Público Estadual, imposta pela
alta direção da Procuradoria Geral de Justiça.
Esta anômala situação possibilitou que a Codemig, além de causar
comprovados danos as finanças do Estado, construísse enorme passivo
judicial que no caso da licitação das obras da Cidade Administrativa
acabou pago com patrimônio público, o “Mineirão”, para livrar o
presidente Oswaldo Borges da Costa de pesada condenação.
Oswaldinho, como é conhecido, dono de conhecida arrogância, segundo
seus contemporâneos, fruto de uma vida glamorosa, considerado o “dandy”
do socialite mineiro, vem comandando a Codemig como se fosse uma empresa
particular, onde sua vontade é imposta através de Poder imperial.
Todos, empresários, políticos e funcionários tremem de pensar em
contrariá-lo.
Fazendo jus a sua fama, Oswaldo Borges da Costa, na condução da
licitação para construção da Cidade Administrativa, “decidiu” descumprir
uma ordem judicial que determinara fosse aberta a proposta do consórcio
de empreiteiras tendo como líder a Construcap, empresa paulista que
resolvera desobedecer ao “acordo” celebrado por “Oswaldinho” com o
sindicato das empreitaras mineiras.
Obra inicialmente orçada em R$ 500 milhões, pouco antes de sua
inauguração já ultrapassava R$ 1,2 bilhões e agora, dois anos depois,
segundo último levantamento realizado, incluindo moveis, infra-estrutura
e outros equipamentos, já ultrapassaram R$ 3 bilhões.
Através de enorme campanha publicitária nacional paga pela Codemig
pouco antes de Aécio Neves sair do governo de Minas, a imprensa nacional
noticiava:
“A nova marca do governador mineiro Aécio Neves é um palácio flutuante de Niemeyer num centro administrativo de R$ 1,2 bilhão.
Em dezembro, a um ano do fim de seu segundo mandato, o governador de
Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), deverá inaugurar a maior, mais cara e
mais ousada edificação da história de Minas: um majestoso palácio
governamental suspenso dentro de um complexo estatal que reunirá, em
mais dois megaedifícios, as 18 secretarias de Estado e outros 33 órgãos
da administração. Tudo projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, de 101
anos.
Estimado originalmente em R$ 500 milhões pelo governador, as obras da
Cidade Administrativa de Minas Gerais já estão orçadas em R$ 1,2
bilhão. Daria para fazer quatro hospitais como o Instituto do Câncer de
São Paulo (antigo Instituto da Mulher), considerado o maior dessa
especialização na América Latina, com 474 leitos. E ainda sobrariam R$
120 milhões.
Além do preço, a Cidade Administrativa impressiona pelo tamanho, pela
arquitetura e pela velocidade com que está sendo erguida. A área total
do complexo é de 804 mil metros quadrados, o equivalente a 97 campos de
futebol como o do Maracanã. Quando estiver em pleno funcionamento, no
fim de 2010, deverá abrigar 20 mil funcionários e receber, diariamente,
cerca de 10 mil visitantes. Se fosse uma cidade real com essa população,
seria maior que 82% dos municípios brasileiros.
Assim que tudo estiver pronto, no segundo semestre de 2010, os
mineiros poderão pleitear uma citação no livro dos recordes para o
palácio do governador. O prédio, segundo o escritório de Niemeyer, terá o
maior vão livre em concreto suspenso da história da arquitetura: 147,5
metros de comprimento, o dobro do vão-livre do Masp, em São Paulo.
Apesar da crise, o canteiro de obras está a pleno vapor.
Com 4.800 operários trabalhando simultaneamente, a construção atingiu
seu pico de atividade em maio. Os engenheiros gostam de repetir que se
trata da “maior edificação em andamento em toda a América Latina”.
Fonte: G1.
Porém, por traz desta suntuosa e comemorada obra, existiam
irregularidades que vão de super faturamento, erro de projeto e
construção, pondo em rico os prédios, a fraude licitatória denunciada e
questionada judicialmente no TJMG e administrativamente no TCEMG e no
MPMG pela empresa prejudicada, Construcap.
Fruto deste litígio encontrava-se pendente de julgamento perante o
Superior Tribunal de Justiça (STJ) o Recurso Especial interposto contra
decisão do TJMG, que modificara a decisão do juiz de 1ª instancia
desrespeitada por Oswaldo Borges da Costa na condução da licitação da
Cidade Administrativa.
A empresa prejudicada já havia conseguido uma enorme vitória perante o
STJ ao obter efeito suspensivo, ou seja, até julgamento final do
recurso especial conseguira:
“a suspensão dos efeitos do ato de inabilitação para a concorrência
edital 05/2007, assegurando-se sua permanência no certame em todas as
fases subseqüentes e para todos os fins, inclusive o de ter a sua
proposta financeira aberta, registrada e julgada em cotejo com as
demais”.
Caso o STJ confirmar-se em julgamento, o entendimento que
possibilitou o “efeito suspensivo” concedido, anular-se-ia a licitação
da obra que já estava concluída, e Oswaldo Borges da Costa seria culpado
pelas irregularidades cometidas no procedimento licitatório de cartas
marcadas, dentro da mais completa ilegalidade. Fatalmente por ser a obra
do Centro Administrativo, o fato transformar-se-ia em um enorme
escândalo.
Durante todo este período, mantiveram-se paralisadas no Tribunal de
Contas, onde o Governo de Minas tem total controle, as investigações
abertas em função da denúncia apresentada por Construcap, porque embora
controlada pelo Palácio da Liberdade, a instituição não poderia decidir
sobre matéria pendente de análise pelo judiciário.
Embora a empreiteira Construcap, consultada por Novojornal, negue, o
“Relatório Codemig”, fundamentado em documentos e informações de
integrantes da Advocacia Geral do Estado de Minas Gerais, comprova que
diante deste quadro entrou em cena, perante o STJ, representantes do
Governo de Minas Gerais em busca da retirada da matéria de pauta de
julgamento já marcado, até que um acordo fosse celebrado. A movimentação
do processo confirma este fato.
A mesma fonte informa que, ciente da delicada situação que se
encontrava o Governo de Minas, principalmente diante da exigência de
Aécio Neves para que fosse feito um acordo para evitar o escândalo e
condenação de Oswaldo Borges da Costa, Construcap exigiu para desistir
do “Recurso Especial” uma obra no mesmo valor do lote que disputara na
construção da Cidade Administrativa, pois o valor de sua proposta, se
aberta, seria vencedora, seu preço era muito menor que o preço da
empreitara vencedora.
É assustador o fato, porém, como se dispusessem do patrimônio público
para atender a exigência privada foi entregue a Construcap, através do
consórcio Minas Arena, o “Mineirão”, transformando-se de obra de reforma
em PPP. Minas Arena irá explorar o estádio por 25 anos. Relatos de
integrantes da Ademg confirmam que a mudança do modelo para PPP ocorreu
para possibilitar que o consórcio explorasse comercialmente o Mineirão.
Comprovando a versão de que em Minas utiliza-se o patrimônio público
para atender necessidades privadas independe da sigla partidária,
segundo a mesma fonte. “Outro fato que pesou na escolha do modelo PPP
foi que as empresas integrantes do consórcio liderado por Construcap são
financiadoras e integrantes atuantes do projeto político do ministro
Fernando Pimentel, o que facilitou o financiamento da obra perante o
BNDES”.
Mais uma vez, como ocorrido em relação às obras da Cidade
Administrativa, novo acordo teria sido celebrado, desta vez afastando a
possibilidade de qualquer empreitara participar da licitação da PPP do
Mineirão, contrariando a finalidade de sua construção, transformando-o
de estádio de futebol em casa de espetáculos e Shopping Center.
Comprovando o denunciado, ao contrário da pesada disputa que ocorrera
nos demais estádios onde ocorrerão jogos da Copa de 2014, na licitação
para escolha da empresa que celebraria a PPP, nenhuma empresa apresentou
proposta, participando apenas o consórcio liderado pela Construcap,
denominado Minas Arena. Em data posterior a desistência do Recurso
Especial apresentado por Constrcap perante o STJ, foi homologada a
adjudicação para o consórcio, denominado Minas Arena.
Como acreditar que após quatro anos de luta na justiça, além do
prejuízo tomado por ter sido excluído de uma obra que acabou faturando
R$ 3 bilhões e do pesado investimento nos melhores e mais caros
advogados que atuaram em 1ª e 2ª instância no TJMG, no MPMG e no TCEMG e
posteriormente no STJ onde obter vitória, a Construcap desistiu
gratuitamente do recurso.
Logo após a decisão do STJ, o Tribunal de Contas do Estado de Minas
Gerais por unanimidade decidiu pelo arquivamento do procedimento
investigatório. O MPMG continua a investigar o fato através do Inquérito
Civil Público nº 0024.07000.185-4.
O Estado de Minas Gerais, embora tenha gasto dinheiro público para defender-se das acusações de Construcap, jamais cobrou o valor gasto.
Porém, para aqueles que imaginam que o esquema montado contra o
patrimônio público através do Poder Judiciário para obter ganhos
espúrios saiu vitorioso, cabe informar que os fatos denunciados por
Construcap são crimes de Ordem Pública, desta forma sua apuração e
penalização independe da vontade do denunciante.
Uma vez que já existe manifestação do STJ reconhecendo as
irregularidades denunciadas, obriga, de-ofício, que o Ministério
Publico, nas investigações já em andamento, analise as práticas com a
possível responsabilização dos envolvidos através do ajuizamento da ação
competente. “Se o MP não agir, não descartamos o ajuizamento de Ação
Popular”, afirma o dirigente da associação.
Em relação à Construcap, existe a possibilidade de responder por denunciação caluniosa
Art. 339 do Código Penal. “ Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente: (Redação dada pela Lei nº. 10.028, de 2000) Pena, reclusão, de dois a oito anos, e multa
Além de litigância de má fé, que ocorre nos casos em que se verifica
ato propositalmente contra o Direito ou as finalidades do processo,
pagar-se-á, além de penalidade pecuniária, o reembolsar os cofres
públicos o valor gasto no litígio. Se comprovado o crime e a ilegalidade
noticiada, Construcap ficará impedida de negociar com o Estado, desta
forma será anulado a PPP celebrada.
Diante de fatos noticiados, sem dúvida alguma e na melhor das
hipóteses chega-se a conclusão que no mínimo Minas Gerais esteve
governada nos últimos 10 anos por pessoas despreparadas para exercer
suas funções. Origem. Acesse e veja os documentos que lastrearam a matéria.
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Chávez foi reeleito. A vontade do povo é que tem de prevalecer. O resto é secundário
Chávez foi reeleito. A vontade do povo é que tem de prevalecer. O resto é secundário
No entanto, agindo como abutres, as oligarquias articulam um golpe atípico e falam em guerra civil
No entanto, agindo como abutres, as oligarquias articulam um golpe atípico e falam em guerra civil
Pedro Porfírio
Tudo pode acontecer nos próximos dias na Venezuela, mas desde já registro como mesquinha, antidemocrática e suicida a manobra da oposição, tentando aproveitar o estado de saúde precário do presidente Hugo Chávez para dar um golpe e tornar sem efeito o resultado das eleições presidenciais de outubro.
Até mesmo este reotorno rápido a Caracas, no dia 14 de dezembro,
levou um blogueiro de oposição a dizer que era uma"armação".
Quando digo tudo pode acontecer não descarto nem uma cena dramática: Chávez poderia aparecer dia 10 em Caracas, prestar o juramento para o novo mandato e licenciar-se em seguida.
Levanto essa hipótese pelo que conheço de sua personalidade heróica, pelo câncer, pela medicina cubana e pelo ambiente de ansiedade e consternação que envolve 90% dos venezuelanos, inclusive muitos que não votaram nele.
Em nenhum momento, ninguém, absolutamente ninguém, pôs em dúvida a lisura do pleito que consagrou a continuidade de Chávez.
Mais do que isso, quando ele já estava na fase mais grave do seu tratamento, seus partidários confirmaram o engajamento do povo venezuelano no projeto socialista de Chávez ao vencerem as eleições do último dia 16 para governadores em 20 dos 23 estados, inclusive em Zúlia, o mais populoso e mais rico do país, até então governado por oposicionistas. Continue lendo.
Até mesmo este reotorno rápido a Caracas, no dia 14 de dezembro,
levou um blogueiro de oposição a dizer que era uma"armação".
Quando digo tudo pode acontecer não descarto nem uma cena dramática: Chávez poderia aparecer dia 10 em Caracas, prestar o juramento para o novo mandato e licenciar-se em seguida.
Levanto essa hipótese pelo que conheço de sua personalidade heróica, pelo câncer, pela medicina cubana e pelo ambiente de ansiedade e consternação que envolve 90% dos venezuelanos, inclusive muitos que não votaram nele.
Em nenhum momento, ninguém, absolutamente ninguém, pôs em dúvida a lisura do pleito que consagrou a continuidade de Chávez.
Mais do que isso, quando ele já estava na fase mais grave do seu tratamento, seus partidários confirmaram o engajamento do povo venezuelano no projeto socialista de Chávez ao vencerem as eleições do último dia 16 para governadores em 20 dos 23 estados, inclusive em Zúlia, o mais populoso e mais rico do país, até então governado por oposicionistas. Continue lendo.
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Correio do Brasil: Pluralidade dos meios de comunicação: urgência para a consolidação da jovem democracia brasileira
Correio da Manhã: Pluralidade dos meios de comunicação: urgência para a consolidação da jovem democracia brasileira
6/1/2013 14:03
Por Marilza de Melo Foucher - de Paris
A evolução da imprensa escrita, como vetor de informação para o grande público, será muito lenta, ela vai surgir num ambiente de censura e de controle de informação. Esta incrível fabrica de informação terá como marca registrada a liberação da palavra pública, por esta razão, ela será sempre associada aos principio democráticos.
A democracia surge para colocar o cidadão no centro do sistema político. Nesse sentido, a imprensa joga um papel fundamental na difusão das correntes de pensamentos e opinião, contribuindo, assim, para a livre confrontação de idéias. O aumento geral do nível de conhecimento nas democracias modernas foi vetor da promoção do pensamento crítico. O pluralismo contribui também para suscitar interrogações e ceticismo.
O avanço das tecnologias tem acrescentar na diversificação dos meios de comunicação. Tanto a imprensa escrita como a evolução de outros meios de comunicação representam a grande utopia de que podemos ser livre para pensar e opinar sobre a realidade. Ao dispor também do pluralismo, os indivíduos passam a usufruir de uma real liberdade na escolha dos meios de comunicação. Continue lendo.
6/1/2013 14:03
Por Marilza de Melo Foucher - de Paris
A evolução da imprensa escrita, como vetor de informação para o grande público, será muito lenta, ela vai surgir num ambiente de censura e de controle de informação. Esta incrível fabrica de informação terá como marca registrada a liberação da palavra pública, por esta razão, ela será sempre associada aos principio democráticos.
A democracia surge para colocar o cidadão no centro do sistema político. Nesse sentido, a imprensa joga um papel fundamental na difusão das correntes de pensamentos e opinião, contribuindo, assim, para a livre confrontação de idéias. O aumento geral do nível de conhecimento nas democracias modernas foi vetor da promoção do pensamento crítico. O pluralismo contribui também para suscitar interrogações e ceticismo.
O avanço das tecnologias tem acrescentar na diversificação dos meios de comunicação. Tanto a imprensa escrita como a evolução de outros meios de comunicação representam a grande utopia de que podemos ser livre para pensar e opinar sobre a realidade. Ao dispor também do pluralismo, os indivíduos passam a usufruir de uma real liberdade na escolha dos meios de comunicação. Continue lendo.
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QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO
QUEM
NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO
Ou
de como a carruagem foi se transformando em abóbora
Max
Antônio Amaral
Ao
final do clássico e com o vice-campeonato matematicamente confirmado
confesso que comemorei como fosse um título.
Não,
não foi festa de quem está no jejum há muito tempo. A explicação
é muito simples.
O
vice-campeonato significava e significa a participação definitiva e
direta do Atlético no principal torneio do continente. E mais: com
tempo de se preparar e fazer uma pré-temporada condizente com as
exigências do torneio.
Ingenuamente
acreditava que o Atlético iria se reforçar pontual e
estrategicamente para disputar a próxima Libertadores.
Achava
que a experiência acumulada pelo diretor Eduardo Maluf no rival e a
ambição do presidente que, no meu entendimento, deveria estar
sonhando em ser o primeiro presidente do Atlético a colocar no peito
as faixas de campeão da Libertadores e do mundo, norteariam o
planejamento e as contratações do clube para a próxima temporada.
Mas
não, tudo não passou de um sonho. Mal 2013 se inicia e o sonho já
se converteu em uma grande frustração.
Hoje
vejo com clareza que eu estava redondamente enganado.
Inexplicavelmente o Atlético, além de não se reforçar como devia,
inicia a temporada 2013 praticamente com o mesmo elenco e com os
mesmos problemas de composição e, portanto, com as mesmas
deficiências e com os mesmos problemas que inviabilizaram a
conquista do título brasileiro de 2012.
Por
exemplo: o buraco tático aberto com a saída mal explicada e mal
administrada de Danilinho remanesce. Assim, os riscos de que
Guilherme uma vez mais seja submetido àquele imoral, cruel e absurdo
sacrifício tático que o treinador lhe impusera no ano passado, são
mais do que reais. Diria eu que até são óbvios.
O
que Guilherme poderá esperar da torcida alvinegra diante de
possíveis novos maus desempenhos em função de mais sacrifícios
táticos que certamente Cuca lhe imporá nesta temporada? A resposta
é simples: mais incompreensão, mais intolerância, mais desgaste,
mais críticas injustas, mais vaias.
E
o que dizer das caras novas anunciadas até agora?
Gilberto
Silva é um excepcional jogador. O fato complicador é a idade
avançada. Não tenho nenhuma duvida de que ele será utilizado de
forma estratégica e tática. Mas, por certo, não veio para ser
titular absoluto. De qualquer maneira, seja bem vindo.
Rosinei
é uma incógnita. Se bem me lembro, ele é um volante que sai para o
jogo. Um Serginho melhorado. Ouvi dizer que ele teria sido contratado
para ocupar o espaço deixado por Danilinho. Para jogar em sua
posição e cumprindo funções de acordo com as suas características
Rosinei é muito bem vindo. Mas, para ser a solução definitiva do
time na armação pelo lado direito acho isso uma temeridade. Além
disso, o seu histórico recente de contusões deixa muito suspense
quanto ao que ele poderá mostrar no Atlético.
Luan
é jovem demais, inexperiente e, além de tudo isso, está contundido
e a sua recuperação irá certamente comprometer a sua
pré-temporada.
Alecsandro
tem, em princípio, tudo para ser titular. Apesar de ser apenas um
bom atacante, sem nenhum brilho especial, é melhor do que Jô, o
que, aliás, não é vantagem, é obrigação de qualquer atacante
que queira jogar no Atlético.
A
Libertadores exige um perfil de jogadores do qual o elenco atual do
Atlético é absolutamente carente.
Preocupa-me
bastante o lado emocional, psicológico e o equilíbrio do time. A
campanha bizarra do segundo turno do brasileirão 2012 me deixa com
muitas pulgas atrás das minhas orelhas.
Aliás,
não só a equipe se mostrou oscilante durante todo o segundo turno,
como Cuca também usou e abusou do direito de errar. O comando
central errou feio ao não identificar e corrigir os desvios de rota
que se verificaram um sem numero de vezes e que arrasaram a equipe
especialmente no segundo turno da competição.
É
bom lembrar que os problemas que pipocaram durante o segundo turno já
se pré-anunciavam há algum tempo e demandavam ações corretivas
que, infelizmente, jamais foram desenvolvidas por quem de direito.
Não
fosse a incrível gordura acumulada no primeiro turno, talvez não
tivéssemos conseguido nos classificar nem para a fase de
pré-libertadores.
O
empréstimo inexplicável, absurdo, temerário e absolutamente fora
de hora de André para o Santos, talvez em um inoportuno acerto de
caixa, a saída intempestiva de Danilinho, o sacrifício tático de
Guilherme, a não utilização de Juninho, de Leleu e de Paulo
Henrique, a ortodoxia tática, a insistência com os chutões para
que Jô funcionasse como pivô (jogada manjada e facilmente marcada
por todos os nossos adversários com o passar dos jogos) e o mau
planejamento na formação do elenco que provocou deficiências de
banco, ao contrario do que “vendia” uma propaganda maldosamente
dirigida por determinados segmentos da mídia para iludir a massa,
foram alguns, dentre outros, dos principais problemas do Atlético
que sopitaram fundamentalmente no segundo turno do brasileirão,
fazendo com que entregássemos o título de bandeja para o Fluminense
e por pouco cedêssemos a outros clubes a nossa vaga na Libertadores.
Ao
não reforçar o elenco e o time como era de se esperar, o comando
alvinegro revela falha imperdoável de diagnóstico, imaginando que o
simples fato de manter a base já seja suficiente para garantir
sucesso nas empreitadas que o Atlético tem pela frente.
É
bom lembrar que neste ano (2013) o Atlético deverá disputar além
da Libertadores o campeonato mineiro, o campeonato brasileiro e a
Copa do Brasil. Se vencermos a Libertadores o que é muito difícil,
mas não impossível, também entrará na nossa agenda o Mundial
Interclubes.
O
calendário é complicado e prevê acúmulo de jogos e, portanto,
exige um elenco reforçado e robusto, com um leque de opções
elástico e eclético. Ou seja, com um elenco que o Atlético de hoje
está longe de possuir.
De
tudo isso, e a bem da verdade e da justiça, é preciso reconhecer
que a realidade está a exigir do Atlético planejamento, estrutura,
projeto, ousadia e visão, muito acima da capacidade de resposta de
um clube que esteve submerso em um violento processo de definhamento
nas últimas cinco décadas no mínimo.
É
que não se passa de uma fase para outra em um simples estalar de
dedos.
É
preciso uma mudança ampla e geral de conceitos, de cultura, de
metodologia administrativa e de estrutura. Ou seja, é preciso um
projeto consistente que objetive a inserção definitiva do Atlético
no primeiro mundo do futebol.
Para
se atingir este patamar é preciso que o Atlético rompa de vez as
barreiras de Minas e as limitações do mercado publicitário
mineiro, maximizando com efetividade as suas receitas.
E
isto demanda tempo. Tempo que a torcida não concede e jamais
concederá.
Durante
muito tempo o Atlético vem confundindo pensar com os pés no chão
com pensar pequeno. Durante este mesmo tempo o Atlético vem
confundindo também despesa com investimento. Ambos exigem gastos,
apenas o segundo gera retorno, se bem planejado.
Inegavelmente
o desafio do presidente e de quem quer que esteja à frente do clube
é imenso.
O
Atlético tem um fator propulsor tremendamente importante e
amplamente favorável à construção e a alavancagem deste projeto:
a fortuita contratação de Ronaldinho Gaúcho e a feliz renovação
de seu contrato. Este é o fermento do bolo que, se bem preparado,
bem que poderia comportar não apenas uma cereja, mas varias outras.
R49
é fabrica de dinheiro e arma de marketing extraordinária. O recente
lançamento de seu filme na Índia mostra isso à exaustão.
Se
bem utilizado e com planejamento adequado pode render frutos
impressionantes para o clube. Com a sua contratação o Atlético
caminhou dez anos em um e não pode se permitir qualquer tipo de
retrocesso.
Ainda
há tempo de se trazer a tal cereja para o nosso bolo. Mas, para
isso, é preciso ousadia, sacrifício e atitude.
Tardelli
não esconde que quer voltar. Existem outros clubes brasileiros
interessados e que já estão se movimentando para contratá-lo.
É
preciso ter em mente que Tardelli, antes de qualquer coisa, é
profissional e não é obrigado a jogar no Atlético de graça.
Além
disso, qualquer outro clube, sem exceção tem o direito de tentar
contratá-lo e de lhe fazer propostas. Não se pode exigir que o
atleta e o seu empresário não ouçam outras propostas.
O
presidente, se ainda quiser contratá-lo, tem que ir até a fonte, ou
seja, conversar diretamente com o dirigente máximo do clube árabe
detentor dos direitos do craque. QUEM QUER VAI, QUEM NÃO QUER MANDA.
Quem
chega à fonte primeiro bebe água limpa e se livra dos incômodos
leiloes.
Que
é uma contratação difícil ninguém duvida, mas não é
impossível. E vale qualquer sacrifício.
O
mesmo se aplica a Robinho.
Particularmente,
tenho a forte sensação de que, desta vez, o Atlético não se
movimentou para efetuar qualquer contratação de vulto, não quer e,
muito provavelmente, não irá fazê-lo.
Via
de regra, o atual presidente, apaixonado e destemido à sua maneira,
quando quer vai. Desta vez, não. Se até agora nenhuma contratação
de peso foi feita é porque não se andou de fato nesta direção.
Uma pena.
Talvez
os compromissos assumidos para honrar o contrato com Ronaldinho
tenham intimidado o presidente.
É
bom lembrar que a contratação de Alexandre Pato pelo Corinthians
tem o dedo dos parceiros da equipe paulista e que uma transação
deste porte já vem sendo imaginada e planejada há algum tempo. Não
é coisa definida de um dia para o outro.
A
Libertadores, entretanto, já está aí e o tempo é mais do que
curto. Independentemente da chegada da tal cereja, resta ao Atlético
agora fazer dos seus limões uma limonada tragável e suculenta.
Assim,
entendo que dentre os jogadores que estavam emprestados Nikão, Eron
e Geovani Augusto, amadurecidos e respaldados pelas excelentes
campanhas que realizaram nas equipes onde estavam jogando e Mancini,
em função da experiência, devem ser naturalmente reintegrados.
Com
todo respeito a esta rapaziada, quem não tem cão, caça com gato.
E
como disse acima, se der para trazer um dragão, Tardelli ou Robinho,
todo sacrifício vale a pena.
Saudações
atleticanas.
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Max A A Pereira
sábado, 29 de dezembro de 2012
Voltando
Seria um ano de
postagens. Não deu. O post anterior explica. De qualquer
forma é 1 ano. Tenra idade. Tenra para o blog, já para o
editor...
Nesse meio-tempo vimos
a contínua perseguição ao PT e principalmente à Lula. Seu lugar
deveria ser na História. Mas não o deixam e ele acaba voltando.
Para ilustrar e se não tiver engano da minha parte, no caso Rose,
ele falou em voltar ( para a política, no governo de São Paulo ).
Naquele dia o jn se calou quanto às denúncias e baixou o tom a
partir daquele evento. Bate mais que ele volta. Bem feito!
Não nutro nenhuma
simpatia pelo José Dirceu como também pelos demais envolvidos na
Ação Penal 470. Contudo, o que se viu na Corte foi muito mais do
que nó em pingo d'água! Por outro lado, e acordada pelo menos por
dois lados, a CPMI do Cachoreira foi para o buraco ( respeitem a
pizza, por favor! )! O Rei do Brasil continua solto!
Em tempos de
dosemetria, esperto mesmo foi o Silvinho Pereira: Devolveu o
mimo e cumpriu pena alternativa...
Em BH, optou-se pelo
continuísmo. Triste BH. E a paga veio logo com o filhinho e a sua
SECOPA.
Atualizamos o lay-out
do blog.
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