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sábado, 25 de janeiro de 2014

EM MINAS LUGAR DA OPOSIÇÃO É NA CADEIA

Atualização ás 17:42
Do Vi o Mundo: " O Carone teve infarto (gn)nessa madrugada. Neste momento, está a CTI do Hospital Biocor”, nos informou há pouco o deputado estadual Rogério Correia, líder do PT na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. “Além do tratamento e socorro inadequados durante essa semana em que está preso, ele ficou muito nervoso, muito tenso, ontem à noite com a pressão do promotor André Pinho para que  ele fizesse acusações contra mim e o Sávio Souza Cruz em troca de ser libertado. Familiares me contaram que ele ficou repetindo, denunciando, para eles e para os profissionais de saúde que estavam na UPA, a pressão que acabara de sofrer.”"
Matéria extraída do último link abaixo que foi atualizada pelo Azenha. 

EM MINAS LUGAR DA OPOSIÇÃO É NA CADEIA

Não é de hoje que o grupo do psdb que governa Minas cala ou compactua com a imprensa venal, local ou nacional. De memória tem-se como talvez o evento mais antigo a demissão do jornalista esportivo Cajuru, da TV Bandeirantes. O mesmo criticou o então governador por eventos ocorridos em jogo internacional no Mineirão. Depois foi um diretor da TV Globo local que irritou a primeira ministra: rua! Foi uma matéria trivial. E assim tem sido desde 2003.

Mas não para no Executivo a mordaça imposta. O Ministério Público, o Judiciário e naturalmente o Partido do Palácio da Liberdade, digo, a Assembleia Legislativa participam ativamente naquilo que se transformou na ditadura da República de Minas. Apenas um pequeno grupo luta bravamente na ALEMG: Minas Sem Censura. Destaque para os deputados Rogério Correia do PT e Sávio Souza Cruz do PMDB. Há pouco tempo tentaram cassar o primeiro em mais uma maquinação sórdida.

O ápice de toda essa lama ocorreu nesta segunda-feira (20) com o prisão do jornalista Marcos Carone. Carone é o responsável pelo jornal virtual novojornal. A publicação já tem alguns anos e em 2008 foi vítima do MPMG, tendo perdido o seu domínio no país (.br). Soube bem Carone hospedá-lo em outro lugar, pois continua no ar apesar de ordem contrária da juíza que determinou a sua prisão.

Eleição é a palavra-chave. O não já tão novo enfant terrible quer ser presidente. E nesse afã arregimenta todas as estruturas na tentativa de se vender uma bela imagem. O propalado choque de gestão não passa de puro marketing. Apenas isso. Os recursos gastos em propaganda são estratosféricos. Mas a realidade é temos um Estado falido, quebrado.

Aliado a isso tem-se o telhado de vidro que o Talquinho tenta esconder: o Mensalão Tucano com a sua Lista de Furnas – periciada e dada como verdadeira pela Polícia Federal. Em decorrência disso Minas tem o seu primeiro preso político: o lobista Nilton Monteiro, o delator do esquema, taxado pela Polícia Civil de falsário. Aliás, cabe acrescentar aqui que a PC é mais um braço sujo desse esquema de poder. No link: http://anexo.novojornal.com/92368_14.pdf tem uma degravação que demonstra o caráter de quadrilha de alguns senhores de Minas. Destaque para Cláudio Mourão, peça do governo Azeredo.

Carone estriba suas publicações com farta documentação. É um lutador incansável e que está quase sozinho. Calou-se a imprensa nacional. Temos um segundo preso polítco, doente e requerendo cuidados. Dos blogs grandes só mesmo o Vi o Mundo do Azenha. A ABI, fazendo revirar na cova o grande Barbosa Lima Sobrinho, republica uma nota de 2013 de dá nojo, para se dizer o mínimo.

O CNJ e MPF poderiam tomar alguma atidude, mas parece que na Corte também eles têm o opção preferencial pelos ricos e o Poder.

Parodiando Collor, não deixem Minas só!

Abaixo seguem links – obtidos sem busca – dos últimos acontecimentos.



Minas Sem Censura denuncia prisão de jornalista

Advogados de jornalista preso estão impedidos de ter acesso ao processo

Rogério Correia: Prisão em MG é para proteger Azeredo, Pimenta e Aécio

Cresce o repúdio à censura em Minas Gerais

O CNJ vai aceitar a “democracia” mineira? Jornalista preso porescrever e advogado sem acesso ao processo.

Rogério Correia: Médicos dizem que preso em MG corre risco de vida

A prisão do dono do ‘Novo Jornal’

Minas Sem Censura: Jornalista sob pressão para assinar falsa acusaçãocontra líderes da oposição a Aécio Neves

sábado, 21 de abril de 2012

Estadão: 'Vazamento merece pena de morte', diz promotor indicado por Demóstenes

Este senhor que se arvora promotor propõe uma sandice que fere cláusula pétrea da Constituição. Não sei se é o caso, mas creio que se possível, a corregedora do CNJ, Dra. Eliana Calmon deveria cuidar deste senhor, se os pares não o fizeram antes! Advocacia administrativa, por parte de funcionário público, é crime!(Caso Cachoeira)

'Vazamento merece pena de morte', diz promotor indicado por Demóstenes

Conselheiro Tito Amaral, ex-assessor do senador, criticou procuradores da Operação Monte Carlo
 
19 de abril de 2012 | 22h 32

Felipe Recondo, de O Estado de S. Paulo


BRASÍLIA - Levado para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) com o apoio decisivo do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), o conselheiro Tito Amaral, promotor de Justiça em Goiás e ex-assessor do parlamentar, criticou o vazamento de informações que comprometem o antigo chefe. Na sessão desta semana do órgão, Amaral falou em punir com “pena de morte” os procuradores da República responsáveis pela Operação Monte Carlo, que seriam coniventes ou responsáveis pelo vazamento de informações que apontam ligações entre Demóstenes e o contraventor Carlinhos Cachoeira.

O conselho votava um processo contra o procurador da República em São Paulo, Matheus Baraldi Magnani, por ter concedido uma entrevista coletiva à imprensa em 2009 para detalhar o cumprimento de mandados de busca e apreensão na sede da prefeitura de Guarulhos e na construtora OAS na investigação de suposto superfaturamento em obras do Complexo Viário do Rio Baquirivu, na Grande São Paulo.

Tito Amaral votou a favor da pena mais severa para o procurador por ter concedido a entrevista - demissão, pena que foi convertida em suspensão de 90 dias. “Vendo o que está acontecendo nos últimos dias no Brasil, esse rapaz (Matheus Baraldi Magnani) não fez nada. Se ele foi punido pela entrevista que ele deu, os procuradores da República que estão à frente dessa Operação Monte Carlo têm de ser condenados à pena de morte”, afirmou Tito Amaral, que por nove anos trabalhou com Demóstenes no Senado. “É um processo que claramente corre em segredo de Justiça e em que estão ocorrendo vazamentos na imprensa todos os dias.” Continue lendo.