Diário de Notícias: FMI arrasou governo. Portugal só fez um terço das reformas exigidas pela 'troika'
por Luís Reis Ribeiro
A missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) a Portugal fez uma avaliação muito severa do programa de ajustamento português, mas a Comissão Europeia, que divulgou a sua versão no final de dezembro, também não se fica atrás e dá nota de 36% no exame das reformas estruturais.
O governo, através do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, argumentou na sexta-feira que as conclusões do FMI refletem "uma realidade que já não existe".
Em todo o caso, uma análise da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), divulgada anteontem à noite, mostra que a Comissão Europeia também deu uma nota negativa à concretização do pacote de reformas estruturais na economia: apenas 36% das medidas combinadas (cinco em 14) foram "observadas". Chumbou três e carimbou seis com "progresso limitado". A avaliação europeia é de final de dezembro.
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domingo, 1 de fevereiro de 2015
Diário de Notícias: FMI arrasou governo. Portugal só fez um terço das reformas exigidas pela 'troika'
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Carta Maior-> Especial Carta Maior: A democracia contra o caos
Carta Maior-> Especial Carta Maior: A democracia contra o caos
A Carta Maior oferece um especial de matérias e análises sobre a experiência em curso na Grécia que deve ser acompanhada de perto pelos brasileiros.
Joaquim Ernesto Palhares - Diretor da Carta Maior
Uma das grandes vitórias do neoliberalismo em nosso tempo foi subtrair do capitalismo o seu conteúdo político e social.
A naturalização daquilo que está assentado em uma indissociável relação de poder consumou uma das mais eficazes operações ideológicas do nosso tempo.
A serviço dessa assepsia vicejam as editorias de economia e o colunismo dos vulgarizadores do capital metafísico.
Cabe-lhes o diuturno trabalho de reafirmar a petulante condição de ciência a uma economia encarregada de reproduzir um sistema ordenado pelo virulento antagonismo com o bem comum da sociedade.
Não se negue à economia leis próprias, circunstâncias limitadoras e incertezas a exigir gestão, equilíbrio e bom senso.
Mas dizer ‘economia de mercado’ e não ‘capitalismo’, ou ‘intervencionismo’, em contraposição a ‘eficiência’, faz parte do serviço de entorpecimento social encarregado de preservar e engordar interesses sabidos.
De quando em vez, a operação falha.
Nas crises cíclicas do sistema, quando se descarrega sobre a sociedade um fardo de sacrifícios dificilmente vendável como ciência ou fatalidade, o labor da catequese midiática é afrontado pela natureza crua do regime.
Foi o que aconteceu na Grécia, de onde faísca agora um clarão de discernimento que ameaça iluminar o imaginário social para muito além de suas fronteiras.
A vitória eleitoral da frente de esquerda, o Syriza, no último domingo, carrega essa dimensão de um simbolismo com poder epidêmico.
Leia tudo.
A Carta Maior oferece um especial de matérias e análises sobre a experiência em curso na Grécia que deve ser acompanhada de perto pelos brasileiros.
Joaquim Ernesto Palhares - Diretor da Carta Maior
Uma das grandes vitórias do neoliberalismo em nosso tempo foi subtrair do capitalismo o seu conteúdo político e social.
A naturalização daquilo que está assentado em uma indissociável relação de poder consumou uma das mais eficazes operações ideológicas do nosso tempo.
A serviço dessa assepsia vicejam as editorias de economia e o colunismo dos vulgarizadores do capital metafísico.
Cabe-lhes o diuturno trabalho de reafirmar a petulante condição de ciência a uma economia encarregada de reproduzir um sistema ordenado pelo virulento antagonismo com o bem comum da sociedade.
Não se negue à economia leis próprias, circunstâncias limitadoras e incertezas a exigir gestão, equilíbrio e bom senso.
Mas dizer ‘economia de mercado’ e não ‘capitalismo’, ou ‘intervencionismo’, em contraposição a ‘eficiência’, faz parte do serviço de entorpecimento social encarregado de preservar e engordar interesses sabidos.
De quando em vez, a operação falha.
Nas crises cíclicas do sistema, quando se descarrega sobre a sociedade um fardo de sacrifícios dificilmente vendável como ciência ou fatalidade, o labor da catequese midiática é afrontado pela natureza crua do regime.
Foi o que aconteceu na Grécia, de onde faísca agora um clarão de discernimento que ameaça iluminar o imaginário social para muito além de suas fronteiras.
A vitória eleitoral da frente de esquerda, o Syriza, no último domingo, carrega essa dimensão de um simbolismo com poder epidêmico.
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Diário de Notícias: Grécia vai arrastar Itália e Portugal, diz a revista 'The Economist'
A revista conservadora está apavorada, a Alemanha também. Já é hora de se romper o status quo que só aumenta a pobreza e a miséria. Modelo esse que só beneficia os bancos e o sistema financeiro internacional. Relacionado.
Diário de Notícias: Grécia vai arrastar Itália e Portugal, diz a revista 'The Economist'
por Patrícia Viegas
Economista Simon Baptist acusa a UE de ter memória curta. Syriza mantém-se em primeiro nas sondagens para eleições de dia 25.
Apesar de os líderes do Syriza garantirem que não estão contra a Europa e que não pretendem sair do euro caso o partido chegue ao poder após as legislativas de dia 25, a influente The Economist, publicada a partir de Londres, continua a garantir que, da forma como as coisas estão, a Grécia só pode rebentar com o projeto europeu.
A Itália e Portugal serão os primeiros a ser apanhados na onda de choque, acredita Simon Baptist, o economista-chefe da The Economist Intelligence Unit (EIU). A revista é uma das mais influentes na difusão das ideias de política económica do paradigma dominante. Numa nota enviada aos jornais intitulada "Memória curta", Simon Baptist acusa tudo e todos: os gregos, as instituições europeias, os mercados. Está pessimista.
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Diário de Notícias: Grécia vai arrastar Itália e Portugal, diz a revista 'The Economist'
por Patrícia Viegas
Economista Simon Baptist acusa a UE de ter memória curta. Syriza mantém-se em primeiro nas sondagens para eleições de dia 25.
Apesar de os líderes do Syriza garantirem que não estão contra a Europa e que não pretendem sair do euro caso o partido chegue ao poder após as legislativas de dia 25, a influente The Economist, publicada a partir de Londres, continua a garantir que, da forma como as coisas estão, a Grécia só pode rebentar com o projeto europeu.
A Itália e Portugal serão os primeiros a ser apanhados na onda de choque, acredita Simon Baptist, o economista-chefe da The Economist Intelligence Unit (EIU). A revista é uma das mais influentes na difusão das ideias de política económica do paradigma dominante. Numa nota enviada aos jornais intitulada "Memória curta", Simon Baptist acusa tudo e todos: os gregos, as instituições europeias, os mercados. Está pessimista.
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sábado, 3 de janeiro de 2015
Outras Palavras [Nuno Ramos de Almeida]: A democracia começa na Grécia
A Islândia rompeu com o modelo de exploração bancária e se deu bem!
Outras Palavras: A democracia começa na Grécia
Por Nuno Ramos de Almeida
Talvez 2015 — um ano que promete tudo, menos pasmaceira — tenha começado antecipadamente nesta quarta-feira, 29/12. Fracassou uma manobra do primeiro-ministro grego, Antonis Samaras, para assegurar seu próprio mandato até 2016. Como resultado, haverá eleições parlamentares antecipadas em 25/1. Segundo as pesquisas, a Syriza — Frente de Esquerda Radical — é favorita para formar novo governo. Seu principal líder, Alexis Tsipras, declarou, minutos depois: “uma página foi virada. Em pouco tempo, as políticas de ‘austeridade’ impostas ao país farão parte do passado”. São, em dose mais radical, o mesmo que Joaquim Levy, o ministro da Fazenda escolhido por Dilma Roussef, quer impor ao Brasil, também a partir de 2015…
Uma vitória da Syriza teria consequências além da Grécia e da Europa. Desafiaria o estranho retorno do neoliberalismo — a política ultracapitalista que provocou a crise iniciada em 2008, mas que paradoxalmente recuperou influência, por faltarem, ainda, opções sistêmicas. Por isso, não será fácil. Imediatamente após anunciadas as eleições, o Fundo Monetário Internacional (FMI) suspendeu o pagamento de um empréstimo à Grécia, com o qual havia se comprometido. E o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schaueble, dirigiu-se aos gregos repetindo, “ipsis literis”, a frase de Margareth Thatcher: “não há alternativas”…
Os gregos se curvarão? Talvez seja o primeiro grande desafio de 2015, o primeiro ato a definir seu sentido. “Outras Palavras” celebrará, nas próximas horas: por um ano que sacuda os acomodados e acalente os inquietos! Foi ótimo ter sua companhia em 2014. Estejamos juntos nos tempos áridos, porém cheios de oportunidades, que se abrirão. Tin-tim! (A.M.)[Antonio Martins]
Quando os EUA ocuparam o Iraque enviaram um homem para mandar no país: Paul Bremer foi o escolhido. O homem que usava terno e gravata com botas militares notabilizou-se por ter defendido publicamente o seguinte: os iraquianos vão ter uma democracia, vão poder eleger todo mundo, menos os partidos com que os americanos não estão de acordo.
Apesar de o Iraque desse tempo viver sob ocupação militar e a União Europeia ser um espaço formalmente constituído por países independentes, esta é a situação dos povos a mando da troika [FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu]: os povos são livres para votar, desde que não ponham em causa a ordem imposta a partir do eixo Berlim-Bruxelas. E para lembrar isso aos mais recalcitrantes, usam-se todas armas disponíveis: depois de o FMI anunciar a suspensão do pagamento da sexta parcela de um empréstimo, o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble veio a público afirmar que “os gregos não têm alternativa” às políticas de austeridade.
A receita da chantagem e da pressão é velha, mas tem dado até agora os seus resultados. Em 2011 a troika anunciou também a suspensão de uma parcela, do primeiro empréstimo à Grécia. A decisão de ouvir o povo e fazer um referendo às medidas da troika, anunciada pelo então primeiro-ministro grego, Papandreu, deixou Berlim e Bruxelas em estado de guerra. O governo grego foi obrigado a recuar em toda a linha e a assumir que as imposições da troika não estavam sujeitas às decisões democráticas.
Nesta segunda tentativa de chantagem, a Grécia tem mais uns anitos de medidas impostas pelo estrangeiro que levaram à destruição do país e ao empobrecimento da sua população, o que faz com que nenhum habitante ignore que esta chantagem pode ser poderosa, porque apela ao medo do desconhecido. Mas sabem o fundamental: que a política da troika se limitou a garantir os lucros dos especuladores: roubar aos pobres para dar aos ricos. Nenhum dos problemas estruturais da economia grega foi resolvido: o país produz menos, tem mais desempregados, deve mais e está mais pobre e desigual. A única coisa que estas políticas, com selo da chanceler alemã, conseguiram foi dar mais dinheiro aos do costume: os especuladores e os muito ricos.
No dia 25 de Janeiro realizam-se eleições legislativas antecipadas na Grécia e pela primeira vez um partido antitroika pode ganhar. As sondagens dão como vencedor o Syriza (coligação de esquerda radical). Este pode ser o primeiro episódio de uma mudança diversa mas considerável na Europa. Depois da possível vitória da extrema-esquerda na Grécia, as sondagens dizem que em Espanha o Podemos poderá disputar o primeiro lugar das eleições. Na França, pode vir a triunfar a Frente Nacional e no Reino Unido cresce o UKIP. Todos estes partidos são diferentes, a única coisa que os une é responderem a um mal-estar crescente dos povos em relação à integração europeia e às políticas ditadas pelo governo de Berlim.
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Outras Palavras: A democracia começa na Grécia
Por Nuno Ramos de Almeida
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| Gregos vão às urnas em 25/1, podendo derrubar políticas de “austeridade” e iniciar uma revolução democrática. Por isso, FMI e Alemanha já chantageiam… Do Outras Palavras. |
Talvez 2015 — um ano que promete tudo, menos pasmaceira — tenha começado antecipadamente nesta quarta-feira, 29/12. Fracassou uma manobra do primeiro-ministro grego, Antonis Samaras, para assegurar seu próprio mandato até 2016. Como resultado, haverá eleições parlamentares antecipadas em 25/1. Segundo as pesquisas, a Syriza — Frente de Esquerda Radical — é favorita para formar novo governo. Seu principal líder, Alexis Tsipras, declarou, minutos depois: “uma página foi virada. Em pouco tempo, as políticas de ‘austeridade’ impostas ao país farão parte do passado”. São, em dose mais radical, o mesmo que Joaquim Levy, o ministro da Fazenda escolhido por Dilma Roussef, quer impor ao Brasil, também a partir de 2015…
Uma vitória da Syriza teria consequências além da Grécia e da Europa. Desafiaria o estranho retorno do neoliberalismo — a política ultracapitalista que provocou a crise iniciada em 2008, mas que paradoxalmente recuperou influência, por faltarem, ainda, opções sistêmicas. Por isso, não será fácil. Imediatamente após anunciadas as eleições, o Fundo Monetário Internacional (FMI) suspendeu o pagamento de um empréstimo à Grécia, com o qual havia se comprometido. E o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schaueble, dirigiu-se aos gregos repetindo, “ipsis literis”, a frase de Margareth Thatcher: “não há alternativas”…
Os gregos se curvarão? Talvez seja o primeiro grande desafio de 2015, o primeiro ato a definir seu sentido. “Outras Palavras” celebrará, nas próximas horas: por um ano que sacuda os acomodados e acalente os inquietos! Foi ótimo ter sua companhia em 2014. Estejamos juntos nos tempos áridos, porém cheios de oportunidades, que se abrirão. Tin-tim! (A.M.)[Antonio Martins]
Quando os EUA ocuparam o Iraque enviaram um homem para mandar no país: Paul Bremer foi o escolhido. O homem que usava terno e gravata com botas militares notabilizou-se por ter defendido publicamente o seguinte: os iraquianos vão ter uma democracia, vão poder eleger todo mundo, menos os partidos com que os americanos não estão de acordo.
Apesar de o Iraque desse tempo viver sob ocupação militar e a União Europeia ser um espaço formalmente constituído por países independentes, esta é a situação dos povos a mando da troika [FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu]: os povos são livres para votar, desde que não ponham em causa a ordem imposta a partir do eixo Berlim-Bruxelas. E para lembrar isso aos mais recalcitrantes, usam-se todas armas disponíveis: depois de o FMI anunciar a suspensão do pagamento da sexta parcela de um empréstimo, o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble veio a público afirmar que “os gregos não têm alternativa” às políticas de austeridade.
A receita da chantagem e da pressão é velha, mas tem dado até agora os seus resultados. Em 2011 a troika anunciou também a suspensão de uma parcela, do primeiro empréstimo à Grécia. A decisão de ouvir o povo e fazer um referendo às medidas da troika, anunciada pelo então primeiro-ministro grego, Papandreu, deixou Berlim e Bruxelas em estado de guerra. O governo grego foi obrigado a recuar em toda a linha e a assumir que as imposições da troika não estavam sujeitas às decisões democráticas.
Nesta segunda tentativa de chantagem, a Grécia tem mais uns anitos de medidas impostas pelo estrangeiro que levaram à destruição do país e ao empobrecimento da sua população, o que faz com que nenhum habitante ignore que esta chantagem pode ser poderosa, porque apela ao medo do desconhecido. Mas sabem o fundamental: que a política da troika se limitou a garantir os lucros dos especuladores: roubar aos pobres para dar aos ricos. Nenhum dos problemas estruturais da economia grega foi resolvido: o país produz menos, tem mais desempregados, deve mais e está mais pobre e desigual. A única coisa que estas políticas, com selo da chanceler alemã, conseguiram foi dar mais dinheiro aos do costume: os especuladores e os muito ricos.
No dia 25 de Janeiro realizam-se eleições legislativas antecipadas na Grécia e pela primeira vez um partido antitroika pode ganhar. As sondagens dão como vencedor o Syriza (coligação de esquerda radical). Este pode ser o primeiro episódio de uma mudança diversa mas considerável na Europa. Depois da possível vitória da extrema-esquerda na Grécia, as sondagens dizem que em Espanha o Podemos poderá disputar o primeiro lugar das eleições. Na França, pode vir a triunfar a Frente Nacional e no Reino Unido cresce o UKIP. Todos estes partidos são diferentes, a única coisa que os une é responderem a um mal-estar crescente dos povos em relação à integração europeia e às políticas ditadas pelo governo de Berlim.
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terça-feira, 20 de março de 2012
Video REFAZENDA2010-blog: Eduardo Galeano na praça Catalunya, 24/05/11, Barcelona
Hoje fugimos um pouco do nosso habitual. A lucidez do escritor uruguaio Eduardo Galeno nos impôs tal condição. Ele explica com maestria uma das muitas crises econômicas que assolam o Planeta, naturalmente comandada pelo Sistema Financeiro Internacional que através dos Bancos e as Agências de Risco, retiram o emprego, a aposentadoria, o alimento e principalmente a dignidade de milhões ao redor do mundo, dominando os governos servis e acumpliciados! Os abutres de Wall Street necessitam é de cadeia e não de bônus!
Galeano, diante dessa conjuntura dantesca aborda a desesperança da juventude na Democracia vilipendiada ou em suas palavras, sequestrada. E o que causa tal quadro nos jovens, que não querem mais votar.
Mas o uruguaio acredita que um novo mundo pode estar sendo gestado a partir deste anti-mundo que vivenciamos hoje! Imperdível!
Galeano, diante dessa conjuntura dantesca aborda a desesperança da juventude na Democracia vilipendiada ou em suas palavras, sequestrada. E o que causa tal quadro nos jovens, que não querem mais votar.
Mas o uruguaio acredita que um novo mundo pode estar sendo gestado a partir deste anti-mundo que vivenciamos hoje! Imperdível!
Bom dia?
Eduardo Galeano en la #acampadaBCN PT
| Eduardo Galeano - Foto Wikipedia |
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 12:28 quarta 22/02/2012
Último post Grécia, último post Anonymous.
Folha: Agência Fitch reduz em dois escalões nota da Grécia, para 'C'
Estado de Minas: Famílias da classe média levam a vida no sufoco
JB: Anonymous nega possível ataque contra rede elétrica dos EUA
O Tempo: Fungo da Amazônia é capaz de degradar plástico
Folha: Agência Fitch reduz em dois escalões nota da Grécia, para 'C'
Estado de Minas: Famílias da classe média levam a vida no sufoco
JB: Anonymous nega possível ataque contra rede elétrica dos EUA
O Tempo: Fungo da Amazônia é capaz de degradar plástico
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REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 00:06 quarta 22/02/2012
Matérias mais importantes, agora linkadas. (último post relacionado)
Estadão: Por pacote, Grécia terá de aprovar reformas e cortes
Agência Brasil: Grécia obtém segundo empréstimo da União Europeia e do FMI para evitar calote e agravamento da crise
Da Redação do REFAZENDA2010-blog: Recebemos por e-mail o vídeo abaixo, através de um amigo, do KKE, Partido Comunista da Grécia.
Estadão: Por pacote, Grécia terá de aprovar reformas e cortes
Agência Brasil: Grécia obtém segundo empréstimo da União Europeia e do FMI para evitar calote e agravamento da crise
Da Redação do REFAZENDA2010-blog: Recebemos por e-mail o vídeo abaixo, através de um amigo, do KKE, Partido Comunista da Grécia.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Grécia-Reuters, Espanha-El Mundo-Reuters, Redação REFAZENDA2010-blog
A tônica do site da Reuters Brasil deste domingo(19) é a Grécia. O mundo capitalista torcendo pela concretização do acordo mata pobres. Também, perdido no fim da página, uma matéria sobre um mega protesto contra o governo espanhol, a respeito de mudanças da lei trabalhista de lá. E o sistema financeiro internacional continua controlando os governos e fazendo sucumbir os mais fracos, aposentados, funcionários públicos e etc; cobrando a conta de sua incúria em cima de quem não contribuiu para nada disso! Parabéns ao bravo povo espanhol!(últimos posts relacionados: 1 2 3 4)
Vídeo e fotos do jornal El Mundo.
Vídeo e fotos do jornal El Mundo.
Grécia-Reuters
Espanha
| Vista general de la manifestación en Madrid. | Efe |
| Imagen de la manifestación en Granada. | Jesús García Hinchado |
| Vista de la Plaza de Cibeles, en Madrid. | Efe |
| Manifestación en Ávila. | Raúl Sanchidrián |
| Cabecera de la manifestación en Madrid. | Efe |
| La manifestación en Barcelona. | Domènec Umbert |
| Manifestante en Madrid. | Luca Piergiovanni |
| Santander, manifestación bajo la lluvia. | Efe |
| Un manifestante en Barcelona. | Efe |
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Reuters
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Diário Liberdade(Portugal): Como o sistema financeiro espolia o povo: Cresce o número de casas entregues à banca
E os mais pobres e os fracos continuam a pagar as contas dos lunáticos e irresponsáveis boys do sistema financeiro internacional!
Como o sistema financeiro espolia o povo: Cresce o número de casas entregues à banca
"Manifestação em Lisboa (Foto: Reprodução/Diário Liberdade) |
O número de famílias e de promotores imobiliários que em Portugal, em 2011, se viram obrigados a entregar os seus imóveis aos bancos, por não conseguirem suportar os encargos com os empréstimos bancários, quase atingiu os 7 mil, mais 17% do que em 2010. Nesta entrega à Banca, o distrito do Porto foi o mais penalizado (com 18,5%), seguido de Lisboa (com 17,5%) e de Setúbal (com 12%). No que diz respeito às famílias forçadas a sair das suas casas, os bancos geralmente desvalorizam as habitações, de modo a que os despejados ainda fiquem em dívida com a instituição bancária. Isto é, com a entrega da casa, os bancos (juízes em causa própria) procedem a uma reavaliação do imóvel que, geralmente, é inferior à que foi feita no momento da aquisição. E, assim também, os bancos mais facilmente podem vender no mercado as casas agora livres. Continue lendo.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Redação REFAZENDA2010-blog: A Crise e os protestos na Grécia mais Folha: Parlamento grego aprova plano de austeridade e resgate financeiro
Nem com todos os protestos os gregos conseguiram evitar o plano de intervenção econômico-financeiro da União Européia. Como de costume pagarão a conta os aposentados, o funcionalismo e todos os mais fracos. Fome e miséria! (posts relacionados: 1, 2, 3 vídeo)
| Webcam: Parlamento Grego agora(não atualizado automaticamente). Acompanhe! |
| Foto: www.elora.gr |
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Estadão: Rascunho de acordo da Grécia prevê corte de 150 mil servidores até 2015
Pode até ser que os governos gregos tenham exagerado nos gastos ao longo dos anos. Mas simplesmente descartar essa enorme força de trabalho é acabar de vez com os mais fracos e certamente aumentar o custo social; ou deixar para morrerem todos! (post relacionado)
Acordo do país com a troica ainda incluiria a abolição da estabilidade de emprego no setor público
08 de fevereiro de 2012 | 18h 23
Ricardo Gozzi e Gustavo Nicoletta, da Agência Estado
Texto atualizado às 20h20
ATENAS - O rascunho do acordo entre a Grécia e o trio de credores internacional de Atenas prevê a dispensa de 150.000 servidores públicos até 2015. Ao mesmo tempo, a versão preliminar do pacto entre a Grécia e o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu (BCE) inclui uma redução de 22% no salário mínimo do setor privado e a abolição da estabilidade de emprego no setor público. Continue lendo.
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