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sábado, 26 de setembro de 2020

Baú da REFAZENDA2010 XLIV

Baú da REFAZENDA2010 XLIV

Foto: AFP/Folha

Origem.
Data de publicação: 15/08/2012

terça-feira, 15 de setembro de 2020

REFAZENDA2010 blog - Matérias Especiais e Artigos Selecionados 27

Matérias Especiais e Artigos Selecionados 27

["ONG internacional teve acesso à minuta do contrato que tratava da fundação que administraria a verba da Petrobras antes dele ser assinado; diretor sugeriu que MPF estivesse fora do conselho, mas Dallagnol o ignorou"]
15/09/2020 - A Publica: A aliança da Lava Jato com a Transparência Internacional


["O Bolsonarismo é o movimento que melhor encarnou a desconfiança e a vontade disruptiva de superar uma ordem que se esgota a cada dia. E o fez não simplesmente em função de seu espírito reacionário e violento. Mas porque se propôs a entender e se comunicar com os sentimentos das pessoas comuns"] 
15/09/2020 - Le Monde Diplomatique Brasil: Com vocação popular, o bolsonarismo é maior que Bolsonaro

15/09/2020 - G1: Na mesma profissão, homem branco chega a ganhar mais que o dobro da mulher negra, diz estudo
 

15/09/2020 - BBC Brasil - Queimadas no Pantanal: a luta pela sobrevivência do maior felino das Américas em meio aos incêndios

["Agora, 14 dos 15 principais produtos de exportação do país são primários — e um único grão concentra quase 20% das vendas externas. Como esta regressão afeta nossos biomas, o uso do território, o preço da comida e a própria soberania do país"]
15/09/2020 - Outras Palavras: Na soja, retrato de um Brasil recolonizado 

["Edward Snowden: O julgamento show de Assange mais parece algo de Kafka. A juíza permite que as acusações sejam trocadas com tal frequência, que a própria defesa não sabe quais elas são. As demandas básicas são negadas e ninguém pode escutar o que o réu diz – uma farsa."]
15/09/2020 - Nassif(Chacoalhando) - Julian Assange: panorama de uma farsa jurídica, por Craig Murray 


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Ao vivo: OEA, Equador versus Inglaterra[Julian Assange]; chanceleres discutem inviolabilidade da representação diplomática

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Posts sobre Assange

Reunião dos ministros de relações exteriores agendada pelo Conselho Permanente da OEA em 20 de agosto. Tema: a inviolabilidade da representação diplomática do Equador na Inglaterra após o asilo concedido a Julian Assange do site WikiLeaks.

Início da transmissão às 12:22, hora de Brasília.

Início 12:36.

12:46 O chanceler do Peru é escolhido o presidente dessa reunião.

16:34 Pausa.

17:13 Retorna a reunião.

Em seguida foi lida a Declaração rejeitada em parte pelo Canadá e os EUA.

17:21 Aprovada a Declaração.

17:25 Encerrada o evento da 27ª Reunião de Consulta de Chanceleres da OEA.

Breves Considerações - Reunião morna, quase decepcionante. Poucos chanceleres presentes. A declaração aprovada tangeu-se tão somente à inviolabilidade da representação diplomática.
O observador do Reino Unido esclareceu que o seu país não é signatário da convenção de Caracas de 1954, portanto não está obrigado a conceder salvo conduto. A observadora da Suécia falou que o seu país não dá nenhuma garantia que não extraditará Julian Assange para os EUA. Grosso modo é o que pudemos observar.

17:37 Removido o player.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Opera Mundi: EUA já têm acusação pronta contra Assange, revela vazamento do Wikileaks; mais Correio do Brasil

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Posts sobre Assange

EUA já têm acusação pronta contra Assange, revela vazamento do Wikileaks

Executivos da empresa de segurança Stratfor referiram-se ao jornalista australiano como "babaca"

O Wikileaks teve acesso em janeiro do ano passado à caixa de e-mails do vice-presidente da companhia de métodos de espionagem Stratfor e encontrou mensagens que comprovam que os Estados Unidos possuem "uma acusação selada contra Julian Assange".

De acordo com o jornal espanhol Público, o executivo Fred Burton refere-se a Assange em diversos momentos como “babaca” e garante que armazenou todas as publicações do Wikileaks em seus servidores para usá-las em favor da empresa.

Em uma troca de e-mails datada de 26 de janeiro deste ano, Burton reconhece que a justiça norte-americana havia emitido há um mês uma ordem secreta de prisão contra Assange por práticas de espionagem.

Em outras mensagens obtidas pelo Wikileaks e divulgadas pelo Público, é o analista tático Sean Noonan quem atesta os esforços de seu país pela prisão de Assange.

Em uma delas ele se questiona quanto à rapidez com que a Interpol (Polícia Internacional) ordenou a detenção do jornalista. Para Noonan, “as questões de crimes sexuais raramente geram alertas especiais da Interpol”, o que “não deixa dúvidas de que se tenta impedir a publicação dos documentos do governo pelo Wikileaks". Continue lendo.

Atualização às 23:47

Correio do Brasil: Moore e Stone: “Por que defendemos o Wikileaks e Assange”

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Folha: Site do Ministério da Justiça britânico é atacado em apoio a Assange; mais Estadão

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Site do Ministério da Justiça britânico é atacado em apoio a Assange

DA EFE, EM LONDRES

O Ministério da Justiça britânico confirmou nesta terça-feira que seu site sofreu "algumas alterações", mas não responsabilizou nenhuma organização por esses problemas.

Um porta-voz da pasta disse hoje que seu site "é um lugar público, que não recolhe informações sensíveis", e precisou que "nenhum outro sistema do Ministério da Justiça foi afetado".

O grupo "Anonymous", por sua vez, assumiu que atacou o site oficial do Ministério como forma de demonstrar seu apoio ao fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, que há dois meses está abrigado na embaixada equatoriana em Londres.

De acordo com os hackers, a ameaça ao WikiLeaks também é uma ameaça à "liberdade de expressão e à saúde de toda a nossa sociedade".

Na última semana, o governo do Equador finalmente concedeu o asilo diplomático requerido por Assange.

O ativista australiano, que tenta evitar sua extradição à Suécia, onde seria julgado por supostos delitos sexuais, não pode abandonar a legação equatoriana a menos que o Reino Unido lhe conceda um salvo-conduto.

A reticência de Assange a ser levado à Suécia se deve ao temor de que possa ser extraditado em seguida para os Estados Unidos, o país mais prejudicado pelo vazamento de documentos secretos feito pelo Wikileaks. Origem.

Atualização às 09:30

Pela manchete fica clara a ideia da extradição!
Estadão: Suécia não extraditará Assange para os EUA se houver ameça de pena de morte

domingo, 19 de agosto de 2012

G1: Assange diz que EUA devem parar de ameaçar o WikiLeaks; com vídeo da Globo News

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Imagens globo-news

19/08/2012 10h35- Atualizado em 19/08/2012 11h14

Assange diz que EUA devem parar de ameaçar o WikiLeaks

Discurso foi realizado em sacada na embaixada do Equador, em Londres.
Equador deu asilo a ele, mas Reino Unido mantém extradição.


Em discurso realizado neste domingo (19), na embaixada equatoriana, em Londres, na Inglaterra, Julian Assange declarou que os Estados Unidos devem parar de ameaçar o WikiLeaks. “Peço ao presidente Obama que faça o correto, que os EUA devem renunciar a caça às bruxas sobre o WikiLeaks”, disse Assange. O fundador do site WikiLeaks não chegou a sair da embaixada e falou de uma sacada. Assange também pediu ao governo dos EUA que acabe com a perseguição à mídia e aos indivíduos que vazaram os documentos oficiais. “Bradley Manning deve ser liberado”, disse o fundador do WikiLeaks sobre o soldado dos EUA que vazou documentos confidenciais.

Ele também afirmou que a polícia britânica tentou entrar na Embaixada do Equador em Londres na última quarta-feira (15), mas que a presença de seus seguidores e da imprensa inibiu a ação. Assange agradeceu a todos os que estão dando apoio e ao Equador. "Agradeço a esta corajosa nação latino-americana e ao presidente (Rafael) Correa, pela coragem, e em especial ao Ricardo Patiño (chanceler equatoriano)", disse.

 Ele continuou e citou mais países pelo suporte. "Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Argentina, Peru e Venezuela", falou Assange. O criador do WikiLeaks se referiu a reunião de emergência dos chanceleres da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) marcada para este domingo (19), em Guayaquil, visando analisar a situação diplomática derivada de sua decisão. Continue lendo.

sábado, 18 de agosto de 2012

Psicologia Racional[Regis Mesquita]: Julian Assange merece que lutemos para protegê-lo

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Julian Assange merece que lutemos para protegê-lo

Quem luta contra os madereiros clandestinos da amazônia é ameaçado de morte e é perseguido por parte da justiça.

Quando Mandela lutava contra o regime segregacionista da África do Sul foi preso e condenado. Gandhi também.

A desobediência civil sempre foi uma porta aberta para mudar o planeta, encaminhando-o para o bem e para a justiça.

A ONG Sea Shepherd também está sendo perseguida por desobediência civil. O capitão do barco da entidade foi preso na Alemanha. Seu crime: defender as baleias. Com o barco eles dificultam o trabalho dos navios baleeiros, que é massacrar baleias indefesas. No site do instituto você conhecerá esta luta.

Claro está que quem desafia o sistema recebe de volta todas as ameaças possíveis.

Julian Assange transou com duas mulheres. Ele as conheceu em uma reunião do WikiLeaks na Suécia. As duas decidiram transar com ele. Suspeita-se que eram pessoas enviadas por serviços de seguranças estrangeiros com o objetivo de transar com ele e depois acusá-lo. Ou seja, vale tudo para destruí-lo. Uma das acusadoras disse que depois de transar uma vez e dormirem, o Julian tentou transar novamente enquanto ela dormia.

O projeto para destruí-lo é mandá-lo para a Suécia e de lá deportá-lo para os EUA. Nos EUA será julgado por tribunais militares. Continue lendo.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Ao vivo: OEA discute asilo de Julian Assange

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Sexta-feira(17): OEA discute asilo de Julian Assange e a ameaça da inviolabilidade da embaixada do Equador em Londres.

Intervalo de 10 minutos às 17:37, hora de Brasília, retorno às 18:37.

 
O que ficou decidido:

Após previsão de 10 minutos de intervalo que se transformaram em 60, foi apresentada proposta de resolução para que haja uma reunião de chanceleres dia 24/8 as 11:00 em Washington D/C.
Aberta a palavra, Canadá discorda, EUA também. Acham os dois países que a questão é bilateral(GB/Equador). Em seguida, Equador pede a votação. Após, falaram os representantes de outros países. Em geral, reiterou-se o pedido da votação. Com a palavra novamente o Equador, quer votação imediatamente pelo artigo 58, da OEA. Retorna Honduras, quer consenso e vê consenso quanto a inviolabilidade da representação diplomática, de acordo com a Convenção de Viena. Fala a Bolívia, Chile, Nicarágua, que pede a votação.

19:05 Votação

Ouvimos,
EUA, não
Canadá,não
Barbados, abstenção

Resultado: 23, sim, 5 abstenções, 3 não. Aprovada a inviolabilidade da representação.

19:13 Nova reunião do conselho dos chanceleres, conforme acima. Termina a reunião

Removido o player.(19:20)

Folha: Polícia britânica mantém vigilância à embaixada do Equador em Londres

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17/08/2012 - 11h40

Polícia britânica mantém vigilância à embaixada do Equador em Londres

DA EFE, EM LONDRES

Uma dezena de policiais continua vigiando nesta sexta-feira a embaixada do Equador em Londres, onde já não se concentram mais manifestantes que apoiam o fundador de WikiLeaks, Julian Assange, como ocorreu nesta quinta-feira. 

O governo equatoriano concedeu asilo político ao ativista australiano, refugiado em sua embaixada no bairro de Knightsbridge desde 19 de junho, e reivindicou o apoio dos outros países latino-americanos para que Assange possa deixar o Reino Unido.

O governo britânico negou um salvo-conduto a Assange alegando que tem obrigação legal de extraditá-lo para a Suécia.

Os cerca de 200 partidários de Assange que se reuniram na quinta-feira diante da sede diplomática desapareceram, deixando um rastro de cartazes de apoio ao fundador de Wikileaks e ao soldado americano Bradley Manning, acusado de ter colaborado com Assange. Origem.
 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Assange corre perigo; com jornais

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Assange a su llegada al alto tribunal de Londres. El Mundo.
Estadão: Equador afirma ter recebido ameaça do Reino Unido

Relatório inglês adverte para invasão da Embaixada do país andino em Londres caso Assange não seja entregue

15 de agosto de 2012 | 18h 45

Texto atualizado às 19h37   QUITO - O Equador denunciou nesta quarta-feira, 15, ter recebido uma carta do governo do Reino Unido ameaçando prender Julian Assange, criador do WikiLeaks, que pediu asilo político ao país andino. "Hoje recebemos do Reino Unido a ameaça expressa e por escrito que poderiam invadir nossa embaixada em Londres se o Equador não entregar Julian Assange", afirmou o chanceler equatoriano Ricardo Patiño.

Na carta, divulgada pela chancelaria equatoriana, o governo britânico invoca uma lei de 1987 que lhe permitiria entrar na embaixada e deter Assange. "Vocês têm de saber que há base legal - a lei de instalações diplomáticas e consulares de 1987 - que nos permite agir para prender o senhor Assange nas dependências da embaixada", diz o texto. "Esperamos sinceramente que as coisas não cheguem a esse ponto, mas, se vocês não forem capazes de resolver o problema, essa é uma opção com a qual ainda trabalhamos."

A agência AP reportou que o número de policiais vistos na entrada da Embaixada do Equador em Londres aumentou nas últimas horas.

Por meio de nota, a secretaria do Exterior britânica disse ter a obrigação legal de extraditar Assange para a Suécia e estar determinada a cumpri-la. "Ainda estamos comprometidos em buscar uma solução aceitável para todos, diz o comunicado.

Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do Equador classificou a posição britânica inadmissível politica e juridicamente, um "ato hostil e pouco amistoso", que viola "expressas normas internacionais". Patiño ressaltou que, se a invasão ocorrer, o Equador vai reagir. "Não somos uma colônia britânica. Esse período terminou", afirmou, após reunião com o presidente Rafael Correa. Continue lendo.

El Mundo: Londres anuncia que tiene la 'obligación legal' de extraditar a Assange a Suecia

Efe | Quito | Londres
Actualizado jueves 16/08/2012 00:49 horas


La extradición de Julian Assange a Suecia, un poco más cerca. Londres ha anunciado esta madrugada que las autoridades británicas están "determinadas" a llevar al polémico fundador de Wikileaks a Suecia, donde se enfrenta una acusación de agresión sexual. "Reino Unido tiene la obligación legal de extraditar a Assange a Suecia para ser interrogado", ha afirmado un portavoz del Foreign Office.

Desde el Ejecutivo británico se hace hincapié en que tienen que cumplir esa "obligación" de extraditar a Assange después de que el Gobierno de Ecuador haya acusado al Gobierno británico de amenazar con entrar en la Embajada ecuatoriana en Londres para arrestar a Assange.

El Gobierno ecuatoriano ha anunciado que este jueves tomará una decisión sobre la petición de asilo político realizada por el fundador de WikiLeaks, que desde el 19 de junio está refugiado en la Embajada ecuatoriana en Londres a la espera de saber si le será concedido el asilo político en Quito.

El 20 de junio, Scotland Yard avisó de que el fundador de WikiLeaks será detenido si abandona la Embajada de Ecuador en Londres ya que violó las condiciones de su arresto domiciliario.

Assange estaba obligado a permanecer en el domicilio establecido de Norfolk, una casa prestada por un amigo en el este de Inglaterra, entre las 21.00 y las 07.00 GMT, y el 19 de junio Assange se presentó en la embajada ecuatoriana, donde permanece desde entonces.

Desde que fue detenido en el Reino Unido, en diciembre de 2010, la defensa de Julian Assange ha tratado por todos los medios de evitar su entrega a Suecia por temor a que fuese extraditado desde allí a Estados Unidos, el país más perjudicado por la difusión de miles de cables diplomáticos secretos de WikiLeaks. Continue lendo.

Atualização às 00:59, quinta-feira, 16/08

"O Equador anunciará hoje, quinta-feira, às 13h00 (hora em Lisboa), a sua decisão relativamente ao asilo pedido por Julian Assange, fundador do Wikileaks."
Diário de Notícias: Assange fica hoje a saber se Equador lhe dá asilo

Atualização às 09:15

Estadão: Assembleia do Equador faz sessão extraordinária por 'ameaça' da Grã Bretanha, em caso Assange


Atualização às 09:50

"Mais cedo, Reino Unido negou salvo-conduto a fundador de WikiLeaks"
O Globo: Equador concede asilo político a Julian Assange 

Atualização às 15:25

Manifestante pró-Assange em frente à Embaixada do Equador; país concedeu asilo ao fundador do Wikileaks -Andrew Cowie -16.ago.12/France Presse - Folha
Folha: Reino Unido não vai autorizar saída de Assange, diz chanceler

Atualização às 18:28

El Mundo: Londres no reconoce el 'asilo diplomático' de Ecuador y niega el salvoconducto a Assange


Atualização às 18:53

Outras Palavras: Por que o Equador ofereceu asilo a Assange
 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Carta Maior: Campanha contra Assange quer esconder o triunfo da Wikileaks

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Campanha contra Assange quer esconder o triunfo da Wikileaks

No momento em que Julian Assange evitou ser preso ao refugiar-se na embaixada equatoriana em Knightsbridge, para escapar à extradição para a Suécia, e possivelmente para os EUA, os comentadores britânicos atacaram-no com as mais estridentes ofensas. Graças à Wikileaks, foi tornada pública muito mais informação sobre o que fazem e pensam os EUA e os seus aliados, do que em qualquer momento anterior. O artigo é de Patrick Cockburn.

Patrick Cockburn - The Independent

No momento em que Julian Assange evitou ser preso ao refugiar-se na embaixada equatoriana em Knightsbridge, para escapar à extradição para a Suécia, e possivelmente para os EUA, os comentadores britânicos atacaram-no com as mais estridentes ofensas. Quase espumaram de raiva ao citar insignificantes exemplos da sua suposta deselegância, ego inflamado e aparência, como se de crimes se tratassem.

Estas críticas dizem muito mais do convencionalismo e do instinto de manada dos opinadores britânicos do que de Assange. Em tudo isto, ignoram o seu feito, como fundador da Wikileaks, ao publicar telegramas do governo dos EUA, dando às pessoas em todo o mundo a possibilidade de ficarem a conhecer o real comportamento dos seus governos. Tal conhecimento público é o âmago da democracia, porque é preciso informar adequadamente os eleitores para que eles sejam capazes de escolher os representantes que levem adiante os seus desejos.

Graças à Wikileaks, foi tornada pública muito mais informação sobre o que fazem e pensam os EUA e os seus aliados, do que em qualquer momento anterior. As únicas revelações que se lhe assemelham foram a publicação dos tratados secretos pelos bolcheviques em 1917, incluindo planos de França e Grã-Bretanha para modelar o mapa do Médio Oriente. Um paralelo mais óbvio é o da publicação dos Documentos do Pentágono graças a Daniel Ellsberg, em 1971, revelando as mentiras sistemáticas da administração Johnson sobre o Vietnã. Da mesma forma que Assange, Ellsberg foi vilipendiado pelo governo dos EUA e ameaçado com a mais severa punição. Continue lendo.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Carta Capital[Gabriel Bonis]: Julian Assange: o misterioso nômade digital

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O fundador do Wikileaks segue ainda hoje uma vida nômade. Foto: Geoff Caddick/AFP - CC

Perfil
27.06.2012 10:51

 
Julian Assange: o misterioso nômade digital

Julian Assange é uma figura dúbia, às vezes sombria. Para muitos, os vazamentos de documentos oficiais de países e empresas por meio do Wikileaks, organização criada por ele em 2006, o fazem um ícone moderno da liberdade de informação, uma espécie de Robin Hood digital. Outros veem em sua atuação apenas uma peça midiática. E é neste grupo que se encontram as figuras mais proeminentes (e poderosas) atingidas por Assange. Para elas, a disponibilização de dados é perigosa. Um exemplo sempre usado é a liberação de documentos sobre a Guerra do Iraque, que poderia colocar as vidas de milhares de soldados em risco. Ciente desta correlação de forças a apoiá-lo ou a tentar derrubá-lo, o australiano de Townsville, Queensland, adota uma estratégia de proteção de seu legado aprendida na infância nômade com os pais, donos de um teatro itinerário de marionetes. O Wikileaks está sempre de mudança, seja física ou em sua estrutura online.

E é ali, na plataforma digital, que o australiano, de 41 anos, reina. Tudo no Wikileaks é discutido e debatido entre os integrantes da equipe, mas no aspecto tecnológico quem manda é Julian. Definido por seus companheiros como um homem extremamente inteligente e antenado. Quase sempre surgem elogios sobre suas fantásticas habilidades de hacker, com as quais foi capaz de construir, com a ajuda de parceiros, um sistema online de envio e recebimento de arquivos impenetrável. A drop box, como é chamada essa caixa de mensagens, é um caminho não rastreável, que permite ao remetente enviar documentos, imagens e vídeos sem que o Wikileaks (ou qualquer pessoa no mundo) saiba a origem dos dados e da fonte. “Ele é um dos melhores hackers do mundo e sua capacidade de desenvolver e entender o fluxo de informações na internet faz dele um gênio”, afirma Natalia Viana, jornalista e representante da organização no Brasil. No entanto, desde 2010 a ferramenta chave da organização está fechada, após ter sido sabotada por um ex-funcionário do Wikileaks. Normal, no grupo reina uma relação de amor e ódio.

O revés, entretanto, não diminui a representatividade de Julian no mundo hacker. O australiano integra um grupo revolucionário que nos anos 80, enquanto o mundo assistia ao lançamento de computadores pessoais da IBM, já surfava na internet em fase pós-embrionária em busca de dados. Aos 18 anos de idade, no início da rede mundial de computadores Assange viu a chance de revolucionar o fluxo de informações e quebrar o monopólio da mídia, governos e empresas. Em Melbourne, na Austrália, queria acima de tudo ser respeitado por seus ideais. Após anos de mudanças, que tinha em comum com seus ancestrais vindos da Escócia e da Irlanda, naquela cidade alcançaria estabilidade. Parte de sua infância transcorreu na pequena Magnetic Island, a oito quilômetros de Townsville. Sua mãe, Christine, se mudou para o local em 1971. À época, a ilha era o point dos hippies. Solteira, ela queria uma vida mais calma para o filho. Mas a agitação voltou à família dois anos depois, quando conheceu Brett Assange, diretor de teatro. Ele seria padrasto de Julian até os nove anos e lhe daria seu nome. O artista e Christine viviam uma vida boemia e, em meio a viagens, o pequeno Julian teve uma infância livre. Ocupada com teatro, a mãe de Assange o estimulou a ser independente. Ele, por outro lado, via em Christine uma figura política e ativista das causas que defendia. Mas os relacionamentos instáveis de Christine influenciavam toda a família. Após o fim do casamento com Brett, ela entrou em um relacionamento com um músico amador integrante de uma seita australiana anônima. Do vínculo com o violento homem nasceu um filho e surgiu o medo da vida a dois. Para não enfrentar uma disputa pela guarda da criança, Christine fugiu e passou a ter uma vida itinerante. As fugas do ex-marido e dos problemas com a seguridade social levaram a família a pular de cidade em cidade e até a mudar de nomes. Aos 14 anos, Assange já havia estudado em 37 escolas. Devorava livros e parecia gostar de novos ares. Com a mãe, aprendeu a não respeitar cegamente as figuras de autoridade e colocou essa filosofia em prática em Melbourne. Lá, aos 14 anos conheceu o mundo da computação, ao qual despejou horas de seu tempo até dominar os códigos de programação e passou a desafiar a “lei” do monopólio da informação. Continue lendo.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

REFAZENDA2010-blog: Notícias do Dia: Segunda-feira, 25/06/2012

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O Golpe no Paraguai, post principal aqui!

A partir de hoje iniciamos o Notícias do Dia, mais fácil e mais rápido! As novas matérias serão acrescentadas no topo.







Em Minas só há um poder, o executivo!

Tudo pelo executivo!

Novojornal[Cláudio Vilaça†]:  EDITORIAL I: IPSEMG ENFERMO

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Agência Brasil: "É preciso ver se Assange corre risco de morte".

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"É preciso ver se Assange corre risco de morte", diz presidente do Equador

Da BBC Brasil

Brasília - O presidente do Equador, Rafael Correa, disse que vai avaliar se há "perigo de morte" para decidir sobre o pedido de asilo que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, fez ao seu país.

"É preciso ver as causas (do pedido)", disse Correa em entrevista à BBC Mundo no Rio de Janeiro, onde participa da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. "O Equador defende o direito à vida; é preciso ver se há perigo de morte [para Assange]."

O australiano, fundador do WikiLeaks, está desde a noite de terça-feira (19) na Embaixada do Equador em Londres. O ativista, cujo site vazou milhares de documentos secretos, esperava extradição para a Suécia, onde é acusado de agressão sexual. Ele alega perseguição política.

Questionado se acha que poderia existir risco para Assange, Correa respondeu que "isso é o que se tem dito, que pelo tipo de delito [de que o fundador do WikiLeaks é acusado] ele pode ser condenado à pena de morte nos Estados Unidos [EUA]".

Assange teme ser enviado da Suécia aos EUA para responder por acusações de ter vazado, pelo WikiLeaks, informações secretas do país.

Na entrevista à BBC Mundo, Correa descartou a possibilidade de abrir negociações para decidir sobre o futuro de Assange - disse que será uma decisão "soberana" do Equador e que vai analisar se "ocorreu o devido processo" nas ações judiciais contra o australiano. Ele ressaltou que, por "consideração", pode consultar outros países antes de tomar uma decisão. Origem.