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domingo, 24 de junho de 2012

O Golpe de Estado no Paraguai - Plantão do REFAZENDA2010-blog!

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Estamos fazendo a cobertura sobre este novo tipo de golpe desde 21/06/2012. Acompanhe conosco!







O Povo na praça resistindo ao justiçamento. 22/06/2012 - Foto: UH.COM

O Povo Paraguaio resiste!
Video: Tv Pública.Ultima Hora

sábado, 23 de junho de 2012

Laerte Braga: AHMADINEJAD – “ATACAM E INVADEM OUTROS TERRITÓRIOS PARA ESCRAVIZAR OS POVOS”

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Cobertura do noticiário sobre o golpe no Paraguai aqui!


A SEMANA – II

AHMADINEJAD – “ATACAM E INVADEM OUTROS TERRITÓRIOS PARA ESCRAVIZAR OS POVOS”



Laerte Braga


“Os norte-americanos e sionistas têm bombas de todas as espécies e as usam contra as pessoas”. A afirmação é do presidente do Irã Mahamoud Ahmadinejad em entrevista que concedeu num hotel do Rio, um dia depois de discursar na RIO+20 defendendo uma nova ordem mundial “baseada na paz e no respeito entre os povos”.

Sem citar uma única vez o nome da presidente Dilma Roussef, mas classificando de “definitivo” o documento firmado entre os governos do Brasil, da Turquia e do seu país sobre a questão nuclear, Ahmadinejad lembrou Lula, à época desse acordo o presidente da República.

Lúcido e seguro em sua análise o presidente iraniano não teve dúvidas em falar da guerra midiática, uma das frentes do complexo terrorista ISRAEL/EUA TERRORISMO “HUMANITÁRIO” S/A. “Mostram nosso povo como pobre e atrasado. Somos a décima sétima economia do mundo, breve seremos a décima quinta e temos posição de ponta nas questões que envolvem biotecnologia”.

Distorcem para criar uma realidade que não existe, mas agrade aos seus interesses.

“Querem as nossas riquezas naturais, explorar nossos povos”.

Mahamoud Ahmadinejad fez alusão ao regime anterior à revolução islâmica, que definiu como de submisso aos interesses dos EUA. “Tínhamos uma população de 35 milhões de iranianos e 90% vivia na pobreza”. Hoje somos bem mais e a realidade é diferente daquela”. Enfatizou que quatro milhões de iranianos são judeus e muitos “foram tentar a vida em Israel após a revolução, mas voltaram, pois não conseguiram viver naquele país”.

Um estado islâmico não significa necessariamente restrição de liberdade religiosa. A Noruega, por exemplo, não é um estado laico e isso está escrito em sua constituição.

O presidente do Irã reuniu-se com intelectuais brasileiros e representantes dos movimentos sociais destacando a história de luta pela democracia, da qual todos foram partes.

Denunciou mais uma vez que a ONU faz o jogo dos EUA, através do controle do Conselho de Segurança. Com isso, países que dispõem de arsenais nucleares não são punidos com sanções, caso de Israel, com mais de 300 artefatos, enquanto o Irã que usa energia atômica para fins pacíficos sofre sanções severas e constantes ameaças.

“Temos sete mil anos de história e não nos submetemos nunca. Querem nos escravizar, voltar à ordem antiga, do regime antigo e assim explorar nossas riquezas. Por isso nos satanizam. Transformar o povo em escravo”.

“Os que querem o monopólio da energia nuclear são os que têm bombas e já usaram em tempos passados, na Segunda Guerra, contra seres humanos. Energia nuclear para todos, bombas para ninguém. São os mesmos desse passado”.

“Seis milhões de barris de petróleo dia os Estados Unidos tiravam do Irã no regime antigo e nosso povo estava na miséria”, disse Ahmadinejad. “É o que querem fazer de novo”.

O presidente lembrou a guerra Iraque e Irã. “Armaram Saddam contra nós, inclusive com armas químicas e biológicas, numa guerra que custou milhares de vidas e depois destruíram o Iraque para ficar com o petróleo”.  “Não têm respeito pelos seres humanos”.

Citou o fato dos EUA apoiarem ditaduras no Oriente Médio como forma de assegurar o controle da região, de ignorar o arsenal nuclear de Israel e permitir a opressão contra o povo e o território palestinos.

Sobre a questão síria o presidente declarou que “tem que ser resolvida entre os sírios, pelo povo sírio e não com intervenção de outros países”.

“Não existem pessoas, seres humanos para os norte-americanos e sionistas, só interesses. Querem dominar para explorar”

Ahmadinejad deixou claro que só uma nova ordem mundial poderá assegurar a todos os povos “paz e respeito” e isso passa por contrariar os negócios das grandes potenciais mundiais, de Israel e dos Estados Unidos.

Citou a fome na África, as guerras do Afeganistão e travadas mundo afora pelos “colonizadores”, inclusive na América Latina, onde lembrou a exploração das riquezas pelos países que colonizaram a região e agora, pelos interesses norte-americanos diante das dificuldades com vários governos contrários a essa exploração.

“É uma luta de todos os povos oprimidos a nova ordem”.

A entrevista do presidente Ahamadinejad, ao contrário das normalmente concedidas por chefes de governo e estados, não registrou nenhuma paranóia típica de agentes norte-americanos e israelenses. Foi descontraída, a segurança limitou-se aos procedimentos normais e nenhum deles constrangedores. Nem o hotel onde estava hospedado e nem as ruas nas imediações foram fechadas, nada de franco atiradores. E pela primeira vez jornalistas das mídias alternativa e virtual lado a lado com os da mídia de mercado, fato que, numa certa medida, inibe a costumeira mentira de GLOBO, VEJA, FOLHA DE SÃO PAULO, etc.

Foram poucos os comentários sobre a RIO + 20, levando em conta que seu discurso abrangeu bem mais que as questões que ali estavam sendo discutidas. Foi um documento de amplo teor político com diagnóstico da conjuntura atual e a posição de seu país, sob constante ameaça de ataques tanto por parte dos EUA, como de Israel.

Coincidência ou não, no dia seguinte, na sexta-feira, as avaliações de Ahmadinejad sobre a intervenção norte-americana em função de interesses políticos, econômicos e militares, se materializou no Paraguai, no golpe que derrubou o presidente Fernando Lugo. Um dos objetivos dos norte-americanos é construir ali uma base militar que permita monitorar o Brasil e a posse do quinto maior aqüífero do mundo, o Guarani. A água hoje, segundo o presidente da Coca Cola, “vale mais que petróleo”. Afirmação que dá, mais uma vez, razão ao pensamento de Ahmadinejad.

A afirmação do presidente da Coca Cola foi feita na RIO + 20, num fórum restrito de empresários, quando defendeu a privatização plena e absoluta da água. Ou seja, o controle pelas grandes corporações e em função dos interesses que representam.

Ao contrário do “monstro” que a mídia de mercado (GLOBO, VEJA, FOLHA DE SÃO PAULO, RBS, ESTADO DE SÃO PAULO, ÉPOCA, etc) vende, o presidente do Irã se mostrou lúcido, sereno e correto em suas avaliações e análises.

Não é um fato que possamos ignorar levando em conta o que ocorre em todo o mundo hoje.

A percepção que a luta transcende ao chamado mundo institucional, controlado em sua maioria – no Brasil inclusive – por grupos ligados a interesses do imperialismo norte-americano, do capitalismo internacional.

A luta é nas ruas como aconteceu na Cúpula dos Povos, evento paralelo à RIO + 20.

REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 22:14 sábado 23/06/2012

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Esse vive colado no Aécio, aliás, quantos candidatos tem o Aécio?

Cúpula dos Povos na Rio+20: Declaração Final

Declaração final
Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental
Em defesa dos bens comuns, contra a mercantilização da vida

Movimentos sociais e populares, sindicatos, povos, organizações da sociedade civil e ambientalistas de todo o mundo presentes na Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, vivenciaram nos acampamentos, nas mobilizações massivas, nos debates, a construção das convergências e alternativas, conscientes de que somos sujeitos de uma outra relação entre humanos e humanas e entre a humanidade e a natureza, assumindo o desafio urgente de frear a nova fase de recomposição do capitalismo e de construir, através de nossas lutas, novos paradigmas de sociedade.

A Cúpula dos Povos é o momento simbólico de um novo ciclo na trajetória de lutas globais que produz novas convergências entre movimentos de mulheres, indígenas, negros, juventudes, agricultores/as familiares e camponeses, trabalhadores/as, povos e comunidades tradicionais, quilombolas, lutadores pelo direito a cidade, e religiões de todo o mundo. As assembleias, mobilizações e a grande Marcha dos Povos foram os momentos de expressão máxima destas convergências.

As instituições financeiras multilaterais, as coalizações a serviço do sistema financeiro, como o G8/G20, a captura corporativa da ONU e a maioria dos governos demonstraram irresponsabilidade com o futuro da humanidade e do planeta e promoveram os interesses das corporações na conferencia oficial. Em contraste a isso, a vitalidade e a força das mobilizações e dos debates na Cúpula dos Povos fortaleceram a nossa convicção de que só o povo organizado e mobilizado pode libertar o mundo do controle das corporações e do capital financeiro. Continue lendo. Também aqui.

Laerte Braga: O GOLPE PARAGUAIO[Nova Edição]

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Laerte Braga continua o seu artigo de mesmo nome, ampliando a sua corretíssima visão do cenário internacional, em tempos perigosos, que podem chegar a um neocolonialismo impingido pelas botas ianques! (Cobertura do golpe, aqui)


A SEMANA – I


O GOLPE NO PARAGUAI


Laerte Braga


No dia anterior ao golpe branco contra o presidente Fernando Lugo – Paraguai – um outro presidente, o do Irã, Mahamoud Ahmadinejad, em entrevista coletiva que incluiu a mídia alternativa e virtual e num hotel no Rio de Janeiro, diagnosticou com precisão o que ocorre hoje no mundo. A ordem política, econômica e militar imposta pelos EUA, ao sabor das conveniências de Israel e seus aliados e que se estende tanto aos países do Oriente Médio, como aos da África, da Ásia e América Latina, sempre contra a liberdade, os seres humanos e com claro caráter colonizador.

Em 2008 o governo de Álvaro Uribe, a partir de orientação e dados do governo de Washington, determinou o bombardeio de um acampamento no território do Equador, onde estava o chanceler das FARCs-EP (Forças Armadas Revolucionárias Colombianas – Exército Popular), Raul Reyes. Havia participado de um encontro de forças populares naquele país e se preparava para retornar aos quartéis da guerrilha. Foram assassinados, além de Reyes, dezenas de estudantes de vários países latino-americanos que lá estavam e participaram também do encontro.

A cumplicidade dos militares equatorianos ficou evidente. Se manifestou na passividade com que assistiram ao bombardeio feito pela força aérea colombiana. Evidenciou o caráter da maior parte das forças armadas dos países da América Latina. Não têm compromissos com seus países, mas são subordinadas aos norte-americanos. A esmagadora maioria dos militares brasileiros não é diferente.

Em 2009 o presidente de Honduras, Manuel Zelaya, foi deposto num golpe “constitucional”, dado pela madrugada e com cumplicidade do congresso e da corte suprema de seu país, organizado pelo senador John McCain, republicano. Foi o adversário de Obama nas eleições presidenciais de 2008.

Em todos esses momentos, o golpe contra Lugo, o bombardeio colombiano e o golpe contra Zelaya, o governo dos EUA, de imediato, reconheceu e deu “legitimidade” a essas ações.

Em 2002, semelhante tentativa foi feita na Venezuela contra o presidente Hugo Chávez. Preso numa quinta-feira retornou ao poder no domingo diante de milhões de venezuelanos que, nas ruas de Caracas e de todo o país, exigiam a sua volta. Um referendo popular, em agosto daquele ano, legitimou por maioria absoluta o governo de Chávez e Jimmy Carter, ex-presidente dos EUA e enviado da ONU como observador para o referendo foi obrigado a reconhecer a legitimidade do presidente.

No dia da prisão de Chávez a tevê norte-americana (e a GLOBO aqui, Bonner por pouco não teve um orgasmo no ar) anunciaram que “o povo exigiu a saída de Chávez.

A Colômbia hoje é presidida por Manoel Santos que foi ministro da Defesa de Uribe, é ligado ao narcotráfico (como Uribe). A denúncia foi feita pelo Departamento anti-drogas dos EUA. As forças armadas desse país são inteiramente subordinadas aos norte-americanos e seus “conselheiros”, na prática, a Colômbia é uma colônia, faz parte de um plano de controle da América do Sul denominado Grande Colômbia. Já integra o antigo projeto SIVAM – SISTEMA DE MONITORAMENTO DA AMAZÔNIA -, antes restrito ao Brasil e aos EUA, controlado por empresas privadas e forças militares brasileiras e norte-americanas. O nível de subordinação aos interesses norte-americanos é total. O alvo é a Amazônia em toda a sua extensão.

As vitórias eleitorais de presidentes considerados hostis pelos EUA deflagraram um processo de retomada da América Latina como quintal daquele país. Se já detinham o controle do México e do Canadá (chamam o Canadá de “México melhorado”) essa ordem neoliberal, globalizada por ações políticas, econômicas e militares, se faz presente em quase todo o mundo.

Os pretextos são sempre os mesmos desde tempos passados. Democracia, direitos humanos, etc, etc.

Com o desaparecimento da União Soviética os norte-americanos escancararam seus objetivos. A paz anunciada não veio, pelo contrário, a escalada militar ganhou dimensões de barbárie, a guerra foi privatizada por Bush, a violência é a palavra de ordem dos interesses nazi/sionistas comandados por Israel e com os EUA desintegrados e transformados numa grande corporação terrorista comandada por bancos e grandes empresas, principalmente a indústria armamentista e a do petróleo, vivemos o terror de Estado, o terror capitalista.

A democracia e os direitos humanos foram para o brejo em situações como as guerras do Iraque (destruído), do Afeganistão, da Líbia (mais de cinco mil ações de bombardeios aéreos e um país esfacelado), países como o Paquistão se transformando numa espécie de geléia de interesses de generais com instinto primitivo de barbárie e as chamadas potências emergentes, caso do Brasil, em políticas de equilibrismo e alianças complicadas no padrão dá e toma, ou uma vela a Deus e outra ao diabo. O precário equilíbrio, por exemplo, de democracias montadas sob a tutela e o temor de ações golpistas de militares comprometidos com os EUA, como aconteceu em 1964.

Essa boçalidade se materializa no uso de armas químicas no Iraque, no Afeganistão, na Líbia, em todos os cantos onde se faz necessário (muitos veteranos de guerra padecem de doenças provocadas pelo uso de tais armas), nas pressões econômicas, no campo de concentração de Guantánamo, no massacre constante de palestinos, na tentativa de destruir a revolução islâmica no Irã com denúncias falsas como sempre fazem e fizeram, principalmente, no controle das nações da União Européia, outro grande conglomerado de bancos e corporações.

Para países como Paraguai, o Brasil e outros, se associam a primatas conhecidos como latifundiários. Os donos da terra, hoje no chamado agronegócio.

O mundo privatizado.

Aqui, esse caráter ganhou dimensões plenas no governo do funcionário do Departamento de Estado e da Fundação Ford Fernando Henrique Cardoso. Uma espécie de “sargento Anselmo”, o célebre cabo da Marinha que infiltrado dedurou todos os companheiros. FHC chegou a sargento. Fulgêncio Batista também era sargento (felizmente muitos sargentos lutam a luta popular dentro e fora das forças armadas).

O golpe contra Fernando Lugo está dentro desse contexto. Uma das acusações contra o presidente foi a de “humilhar as forças armadas”. Lugo ficou ao lado de trabalhadores sem terra vítimas de militares e pistoleiros do latifúndio num conflito agrário, no qual latifundiários brasileiros estão envolvidos (são os donos do Paraguai), junto com empresas como a MONSANTO e a DOW CHEMICAL – o agrotóxico nosso de cada dia.

É impossível humilhar o que não existe. Forças armadas paraguaias? Onde? Bando de generais controlados à distância pelos senhores do mundo, abertos a qualquer grande negócio no mundo do contrabando, do tráfico de drogas, de toda a sorte de estupidez e crime possíveis em função de interesses, aí, pessoais.

Uma elite medieval. Não difere muito do latifúndio brasileiro. Uns grunhem outros nem isso.

O Plano Grande Colômbia, especificamente voltado para a América do Sul tem objetivos imediatos. Derrubar os governos da Venezuela, do Equador e da Bolívia, o controle das reservas de petróleo e gás desses países, isolar o Brasil e impedir que o País consiga avanços efetivos e consolide o processo democrático (mantê-lo sempre na corda esticada, no fio da navalha). Volta do curso tucano das “coisas”, mesmo com o caráter de “capitalismo a brasileira” inventado por Lula e o domínio de tecnologias essenciais longe do alcance dos brasileiros.

Em toda a América Latina, por fim à revolução cubana, derrubar Daniel Ortega na Nicarágua e impedir que governos considerados hostis aos interesses da corporação terrorista, ISRAEL/EUA TERRORISMO “HUMANITÁRIO” S/A sejam eleitos.

A fórmula encontrada para derrubar Zelaya se manifestou agora no Paraguai.

E ainda, no Brasil, temos um chanceler de sobrenome Patriota, que vem a ser um dos mais terríveis mísseis norte-americanos. Não é o caso do chanceler, é apenas um funcionário obediente da corporação terrorista num governo de puro equilibrismo. E nem deve saber direito o que acontece, ou o que é, tamanha sua dimensão anã como diplomata.

Em relação ao golpe paraguaio, só foi possível com a debilidade de nossa política externa e a falta de informações precisas e corretas do governo. Se a proposta da presidente Dilma de expulsar o país do MERCOSUL e adotar sanções severas for real, ótimo. Caso contrário, breve circulando pelas ruas da cidade de Eduardo Paes os novos modelos de diligências da Wells Fargo, com espetáculos de clones/drones de Búfalo Bil em todas as paradas.

Como afirma com correção a professora Nezah Cerveira, é a “Operação Condor IV” em curso.

Há uma guerra total em curso afirma o presidente do Equador Rafael Corrêa. A resistência não será nos gabinetes fechados, via de regra cúmplices diretos ou por omissão dessa selvageria. Será nas ruas, na organização popular.

Ou, todos aprendendo inglês e treinando para carregar malas dos colonizadores. O velho “bwana” dos tempos de Tarzã.  

O Golpe de Estado no Paraguai, Editorial do REFAZENDA2010-blog!

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Editorial

O Golpe de Estado no Paraguai

Nunca se viu algo assim. De um dia para o outro, um mandatário foi apeado do poder. E ele, candidamente se submeteu a Lei. Imoral, mas legal, dizem, mas, não lhe foi oferecido o amplo direito de defesa!
Segundo os analistas, Lugo nunca teve maioria. Sua trajetória na presidência foi uma pedreira. E a votação no Senado, que transmitimos ao vivo, foi rápida e fulminante: 39 a 4, pela destituição.
Os motivos alegados, pífios. Julgamento político.
Oito meses para o final do mandato.
A direita reacionária derrubou o socialista. Mais neoliberalismo. E pior, a possibilidade da construção de uma base norte-americana em Iguaçu, terras paraguaias.
Por tabela, já se fala que, se o Equador(Correa) der asilo ao Assange, o governo correria riscos.
Os EUA não engolem Cuba há mais de cinquenta anos. Venezuela(Chávez), Bolívia(Morales); também. Ou seja, na América Latina a esquerda não tem vez. Por isso mesmo, os ianques, imediatamente apoiaram o golpe.
A Espanha pede respeito à democracia paraguaia, negócios...
A esta hora não está claro alguma reação pragmática da UNASUL. O pronto envio a Assunção dos chanceleres não salvou Lugo.
Triste América Latina!

O Editor, em 23/06/2012 às 12:09

(Acompanhe a nosso plantão aqui e o artigo do Laerte Braga, O Golpe Paraguaio, aqui)

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Laerte Braga: O GOLPE PARAGUAIO

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O GOLPE PARAGUAIO


Laerte Braga


O golpe sumário dado pelo Parlamento do Paraguai contra o presidente Fernando Lugo tem a marca registrada da classe dominante naquele país. Latifundiários associados a multinacionais, uma força armada corrompida e cooptada por interesses de grandes corporações, bancos e os donos da terra.

O Paraguai jamais se recuperou da guerra contra o Brasil, a Argentina e o Uruguai (1864/1870). O conflito foi estimulado pela Inglaterra, então maior potência do mundo, em defesa de seus interesses econômicos. O Paraguai não dependia de países da Europa, tinha uma indústria têxtil competitiva e era um dos grandes exportadores de mate, concorrendo com o império britânico.

O capital para a guerra foi dos ingleses e em meio ao conflito é que, praticamente, se construiu as forças armadas brasileiras, inteiramente despreparadas para um confronto de tal envergadura. Nos primeiros anos da guerra os soldados brasileiros passavam fome e os armamentos eram mínimos, insuficientes para o genocídio que viria mais à frente. Foi a conseqüência inicial da avidez do governo imperial de aceitar as libras inglesas.

Os países que formaram a chamada Tríplice Aliança, numa selvageria sem tamanho, mataram 70% da população paraguaia e até hoje a maioria acentuada entre os que nascem naquele país é de homens.

De lá para cá o Paraguai tem sido governado por ditadores, numa sucessão de golpes de estados e o breve período “democrático” que se seguiu à deposição do último general, Alfredo Stroessner (morreu exilado no Brasil, era capacho da ditadura militar brasileira), encerra-se agora com a deposição branca de Fernando Lugo. Um ex-bispo católico, conhecido como o “bispo dos pobres”. O mandato de Lugo terminaria no próximo ano. O vice-presidente é do Partido Liberal, aquele jogo político de amigos e inimigos cordiais, onde os donos se revezam no poder.

O pretexto para a deposição de Lugo foi um massacre de trabalhadores rurais sem terra, numa região próxima à fronteira com o Brasil. Morreram manifestantes e integrantes das forças de repressão. De lá para cá Lugo enfrenta um inferno.

Latifundiários brasileiros, a classe dominante paraguaia – subordinada a interesses do Brasil e de corporações internacionais – se uniram contra Lugo e o apoio de empresas como a MONSANTO, a DOW CHEMICAL. o silêncio formal e proposital dos EUA, todos esses ingredientes foram misturados e transformados em golpe de estado.

Tal e qual aconteceu em Honduras contra Manoel Zelaya. A nova “fórmula” para golpes de estado na América Latina. A farsa democrática, o rito constitucional transformado em instrumento golpista na falta de pudor da classe dominante. No caso do Paraguai, como no de Honduras, miquinhos amestrados do capitalismo internacional.

A elite paraguaia jamais permitiu ao longo desses anos todos, desde 1870, que o país se colocasse de pé novamente. Tem sido um apêndice de interesses políticos e econômicos de corporações estrangeiras e do sub-imperialismo brasileiro. Carregam as malas dos donos enquanto submetem os trabalhadores a um regime desumano e cruel que não mudou e nem vai mudar enquanto não houver resistência efetiva e nas ruas contra esse tipo de procedimento, contra essa subserviência corrupta e golpista.
 E cumplicidade de governos vizinhos. Mesmo que por omissão, ou fingir que faz alguma coisa.

E necessária a consciência dos governos de países como o Brasil que situações de golpe são inaceitáveis. Que a integração latino americana é fundamental e se faz com democracia e participação popular. Não com alianças com Paulo Maluf.

Fernando Lugo cometeu erros. O maior deles o de acreditar que era possível governar o país com grupos da direita. As políticas de conciliação onde a elite é implacável e medieval, as forças armadas são agentes – em sua maioria esmagadora – de interesses estranhos aos nacionais e as forças populares sistematicamente encurraladas pela violência e barbárie.

Ou se percebe que o golpe contra Lugo é um golpe contra toda a América Latina, ou breve situações semelhantes em outros países. Por trás de tudo isso, em maior ou menor escala, mas de forma direta os EUA e o que significam no mundo de hoje.

No que o presidente do Irã, Mahamoud Ahmadinejad chama de colonizadores. No ano 2000 o economista César Benjamin, numa palestra na cidade mineira de Juiz de Fora espantou os ouvintes ao dizer que “o século XIX foi o dos grandes impérios colonizadores, o século XX o do fim do colonialismo, o século XXI vai assistir a um novo ciclo de colonização de países periféricos às grandes potências”.

A previsão está se confirmando.

O secretário geral da UNASUL, Ali Rodriguez disse em entrevista a vários jornalistas que “o Paraguai pode estar em meio a golpe de Estado devido à rapidez do julgamento político do presidente do país, Fernando Lugo” e mostrou-se preocupado com um possível “processo de violência. Tudo indica que uma decisão já foi tomada e que pela rapidez com a qual os eventos estão acontecendo, poderíamos estar perante um golpe de Estado”.

Basta que países como o Brasil e a Argentina, por exemplo, asfixiem econômica e politicamente o novo governo para que ele não se sustente. Depende da vontade política de um e outro de manter a democracia no Paraguai, mesmo frágil, de pé.

A classe dominante paraguaia nunca deu muita importância a isso, pois sempre consegue espaço para se acomodar e continuar a transformação do país em uma espécie de vagão a reboque principalmente do Brasil. Desde o fim da guerra, em 1870 tem sido assim.      

Fernando Lugo foi acusado, entre as farsas várias, de humilhar as forças armadas (existem, ou são esbirros do capitalismo?) e colocar-se ao lado dos trabalhadores sem terra.

É velho e boçal latifúndio que no Paraguai é a força econômica mais poderosa.

Os protestos populares acontecem próximo ao Parlamento, mas já com forças policiais prontas para massacrar e impedir qualquer reação.

É preciso ir às ruas em toda a América Latina e é fundamental asfixiar essa elite que cheira a esgoto.

Se o governo brasileiro quiser não tem golpe que sobreviva. O problema é querer. A preocupação hoje, no entanto, é de “consenso possível” (um fracasso na RIO+20) e as eleições de outubro.

A mídia de mercado – fétida também – no Brasil já desestimula qualquer atitude mais forte do governo. Afirma que Lugo declarou que aceitará o “julgamento político”. É mais uma das muitas e constantes mentiras padrão GLOBAL.    

O golpe no Paraguai fere o arremedo de democracia que sub existe no Brasil e outros países com o consentimento dos “poderes moderadores”. As elites políticas e econômicas são as mesmas, arcaicas, podres e totalitárias. Quando querem colocam as garras de fora.

Foi o que fizeram com Lugo. O que querem fazer com Chávez. Com Evo Morales e outros tantos.

E no fim de tudo atribuir a culpa ao Irã.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Plantão: O Golpe no Paraguai! REFAZENDA2010-blog: Notícias da Hora 19:43 quinta 21/06/2012

Agência Brasil: Lugo diz que vai enfrentar processo de impeachment

Atualização às 21:49

Agência Brasil: Chefe de gabinete de Lugo chama processo de impeachment de “golpe de Estado”

Atualização às 22:10

Agência Brasil: População paraguaia dividida quanto a apoio a Lugo

Atualização às 10:56, 22/06/2012

Folha: Lugo vai entrar com ação contra julgamento político

Atualização às 11:20, 22/06/2012

ABC Color: Lugo accionó contra juicio político

Atualização às 13:49, 22/06/2012

Agência Brasil: Lugo será representado por advogados em sessão do Senado que votará impeachment 

Atualização às 14:12, 22/06/2012

Manifestantes aguardan frente al Congreso el resultado de la sesión extra donde se expone la defensa de Lugo. / Fernando Romero, ABC Color - 14:50 ABC

Atualização às 15:21, 22/06/2012



Foto: UH.COM
Atualização às 17:57 Conteúdo Temporário 









18:29 Lugo condenado por 39 a 4.

Atualização às 22:35

Removemos o player acima pois entrou na programação normal!

Agência Brasil: Governo do Equador não reconhece novo presidente do Paraguai

Atualização às 22:56

ABC Color
 ABC Color:  Atacaron web de presidencia

Atualização às 23:39

Carta Maior: O Paraguai e a legalização de um golpe

Atualização às 01:49

CMI Brasil:  PATRIA LIBRE CONDENA GOLPE DE ESTADO NO PARAGUAY E CONVOCA PARA MOBILIZAÇÕES


Atualização às 02:11



Atualização às 02:34


Bola & Arte

Bola & Arte:  MANIFESTAÇÕES CONTRA O GOLPE NO PARAGUAI DE LUGO

Atualização às 02:40

Correio do Brasil: EUA, rapidamente, oficializam golpe de Estado ao reconhecer queda de Lugo

Atualização às 02:46
 
Brasil247: Unasul fecha posição: foi golpe no Paraguai

Atualização às 06:18

Folha: Paraguai repete Honduras com "golpe constitucional" na América do Sul

Atualização às 06:29

Carta Maior[Saul Leblon]: Lugo: exceção ou o golpismo ainda lateja na América Latina?

Atualização às 06:38

ABC Color:  México: Gobierno dice Lugo no tuvo espacio para defenderse 

Atualização às 09:20

Agência Brasil:  Ameaçado de isolamento na América Latina, novo presidente do Paraguai faz discurso conciliador


Agência Brasil: De família de políticos, Franco construiu história de vida sólida e rígida


Atualização às 12:47

Não foi  golpe e nem a quebra da ordem institucional, conta outra Franco(sic)!

Abc Color: “Acá no hay golpe ni quiebre”

Atualização às 14:03


Agência Brasil: Novo presidente do Paraguai destaca importância da relação com Brasil e pede compreensão de Dilma

Agência Brasil: Franco garante que honrará compromissos e pagará dívidas relativas à Itaipu.


Atualização às 16:16


Folha: Comissão da OEA considera "inaceitável" julgamento de Lugo

Atualização às 23:29

Ultima Hora: Brasil condena destitución de Lugo y llama a su embajador por "ruptura democrática"

Estadão: Brasil chama destituição de Lugo de 'rito sumário' e convoca embaixador

Folha: Brasil condena deposição de Lugo e convoca embaixador

Agência Brasil: Aliados de Lugo criarão frente de resistência ao novo governo do Paraguai



Manifestates frente a la Radio Nacional. Foto: Daniel Duarte. UH
Ultima Hora: Manifestación frente a Radio Nacional por supuesta censura

Atualização às 00:25, 24/06/2012 

ABC Color:  Nicaragua no reconoce a Federico Franco

Atualização às 01:52, 24/06/2012
Fernando Lugo. / Gustavo Báez, ABC Color.
ABC Color: Lugo reaparece ante sus seguidores

Atualização às 17:31, 24/06/2012 

Agência Brasil: Simpatizantes de Lugo fazem protesto contra impeachment 


Ultima Hora: Lugo dice que no apoyará el Gobierno de Franco


Reuters: Lugo pede volta da democracia no Paraguai e irá ao Mercosul


Efectivos de la Policía conversan con algunos dirigentes en el lindero de la finca invadida. / Sergio Escobar, ABC Color
 ABC Color: Primera ocupación de tierra


Não senhor Franco, cinquenta mil abastados, no máximo. Canalhas!
Folha: Presidente paraguaio pede que países poupem '6,2 mi' de pessoas


Estadão: Lugo diz que foi vítima de golpe parlamentar


JB: Em Brasília, grupo protesta contra impeachment de Lugo

Atualização às 17:50, 24/06/2012 


Atualização às 19:31, 24/06/2012
Ultima Hora: Mercosur decide suspender asistencia de Paraguay a la próxima Cumbre

Atualização às 19:38, 24/06/2012

Chancelaria Argentina - ABC Color
ABC Color:  Paraguay, fuera de cumbre del Mercosur

Atualização às 19:47, 24/06/2012
Programado pelo poder...

ABC Color: Problemas de energía afectaron señal de TV Pública

Atualização às 19:58, 24/06/2012
Pode ser diplomacia, se não, peita Dilma!!!
ABC Color: Brasil no intervendrá en asuntos internos
Atualização às 20:33, 24/06/2012
Ultima Hora: Aumenta la presión sobre Paraguay con salida de embajadores y suspensión en el Mercosur

Folha: Paraguai será suspenso do Mercosul e da Unasul

Atualização às 20:50, 24/06/2012
Brasil247
Documento da embaixada dos EUA em Assunção, vazado pelo Wikileaks, tratava de um possível golpe parlamentar contra Fernando Lugo; até agora, o governo de Obama não se pronunciou sobre a mudança de governo no país vizinho"

Atualização às 21:10, 24/06/2012
AFP móvel: Franco contra a parede
"O novo governo paraguaio do presidente Federico Franco se encontrava isolado neste domingo de seus vizinhos latino-americanos, que de forma unânime questionaram a legitimidade da destituição na sexta-feira de seu predecessor, Fernando Lugo.

Seus sócios do Mercado Comum do Sul (Mercosul), Argentina, Brasil e Uruguai, decidiram no sábado retirar ou chamar para consultas seus embaixadores, depois que os países da Alba (Venezuela, Bolívia, Equador e Nicarágua) anunciaram que não reconhecerão o novo governo.

O Brasil, principal sócio comercial do Paraguai (60% do total) com grandes interesses no país, classificou a destituição de Lugo de "ruptura da ordem democrática".

"O governo brasileiro condena o rito sumário de destituição do presidente do Paraguai decidido no dia 22 de junho passado, no qual não foi adequadamente garantido o amplo direito de defesa" e "considera que o procedimento adotado compromete o pilar fundamental da democracia, condição essencial para a integração regional", segundo um comunicado do ministério das Relações Exteriores.

"As medidas a serem aplicadas devido à ruptura da ordem democrática no Paraguai estão sendo avaliadas com os sócios do Mercosul e da Unasul, à luz dos compromissos com a democracia no âmbito regional", disse o ministério brasileiro.

O presidente do centro de análises americano Diálogo Interamericano, Michael Shifter, disse à AFP que "os sinais que Brasília emitir serão cruciais para ter uma referência sobre o desafio que o novo governo paraguaio terá que enfrentar nos próximos meses">

Três diplomatas visitaram Franco no sábado no palácio presidencial: o embaixador dos Estados Unidos, James H. Thessin, o embaixador alemão Claude Robert Ellner, acompanhado do ministro de Cooperação Econômica e de Desenvolvimento da Alemanha, Dirk Niebel, que considerou "um processo normal" a destituição de Lugo, e o núncio apostólico Eliseo Ariotti.

O novo presidente liberal, por sua vez, encontra-se na defensiva diante da condenação unânime suscitada entre seus vizinhos pela destituição de seu antigo companheiro de chapa.

Em entrevista à AFP, Franco afirmou que pediria ajuda a Lugo para romper o isolamento regional no qual seu governo se encontra.

Pouco depois, o presidente destituído apareceu em uma rede de televisão e apoiou as medidas que estão sendo tomadas pelos vizinhos do Paraguai, reiterando que foi derrubado por um "golpe parlamentar".

"A comunidade internacional vê com objetividade e serenidade o processo paraguaio, vocês já sabem que os presidentes de Argentina, Brasil e Uruguai estão retirando seus embaixadores", disse Lugo.

"Aqui não destituíram Lugo, destituíram a democracia. Não respeitaram a vontade popular", disse o ex-presidente, antes de convocar um protesto pacífico.

O novo chanceler paraguaio, José Féliz Fernández Estigarribia, anunciou neste domingo que irá à cúpula que o Mercosul realizará em Mendoza (norte da Argentina) na próxima semana, e na qual o bloco deve abordar a destituição de Fernando Lugo da presidência.

"Participaremos da cúpula do Mercosul", disse Fernández Estigarribia em uma coletiva de imprensa para meios de comunicação internacionais na sede da chancelaria em Assunção, informando que ele e seu vice-chanceler integrariam a delegação, mas sem esclarecer se o novo presidente, Federico Franco, também viajará.

Embora no Paraguai o sábado tenha sido um dia de calma, as tensões sociais que provocaram a crise política que custou o cargo de Lugo estão latentes.

José Rodríguez, líder da Liga Nacional de Acampados, o movimento de sem-terra que protagonizou o violento confronto de oito dias atrás em Curuguaty com um saldo de 11 camponeses e 6 policiais mortos, que desencadeou a crise política, convocou seus seguidores a "permanecer mobilizados".

No entanto, Franco disse à AFP que "não tem sentido criar uma Comissão" que investigue a morte de camponeses e policiais na cidade de Curuguaty. A Comissão, com apoio da OEA, havia sido anunciada por Lugo um dia antes do início dos trâmites para seu julgamento político.

Lugo foi destituído na sexta-feira depois que o Senado o considerou culpado da acusação de "mau desempenho de suas funções" por uma maioria de 39 votos a favor e 4 contra." Origem.


Atualização às 22:30, 24/06/2012
Múcio(Jô Joares)
ABC Color:  Monseñor Medina: “Pobre Franco en qué está metido”

Atualização às 22:36, 24/06/2012
Ultima  Hora:  Parlamentarios chilenos exigen congelamiento de las relaciones con Paraguay

Atualização às 23:18, 24/06/2012
Para que?! Devem ter apoiado.

ABC Color: No habrá cambios en la cúpula Militar 

Ultima Hora: Perú llama a consulta a su embajador en Paraguay

Atualização às 00:44, 25/06/2012
"Pompeyo Lugo, hermano del expresidente Fernando Lugo, sufrió un infarto y no una embolia cerebral como se manejó en un principio, aclaró este domingo su hermano Rolando Lugo. Pompeyo se encuentra internado en el sanatorio La Costa."
Ultima Hora: Pompeyo Lugo sufrió un infarto y no una embolia aclaró su hermano

Atualização às 01:06, 25/06/2012
Temerário foi o golpe!
ABC Color: López Perito llama a resistir al nuevo gobierno

Atualização às 01:22, 25/06/2012


Video: Tv Pública.Ultima Hora
Ultima Hora: López Perito llama a la resistencia ciudadana hasta volver al poder 

Atualização às 03:43, 25/06/2012

UH
Ultima Hora: Mercosur suspende a Paraguay y analiza más medidas en la Cumbre


Atualização às 11:00, 25/06/2012

Ultima Hora: Lugo plantea retorno al poder: "En política todo es posible"

Atualização às 11:26, 25/06/2012

Agência Brasil:  Brasiguaios encaminham pedido a Dilma para reconhecer novo governo paraguaio

Agência Brasil:  No Paraguai, Fernando Lugo instaura governo paralelo

Agência Brasil:  Requião quer suspensão do Paraguai do Parlasul

Atualização às 11:59, 25/06/2012 

ABC Color: OEA analiza crisis política en Paraguay

Atualização às 13:16, 25/06/2012

Carta Capital: Encorajado por vizinhos, Lugo cria gabinete paralelo

Atualização às 14:16, 25/06/2012
Folha: Suprema Corte rejeita recurso de Lugo para anular julgamento

Atualização às 16:31, 25/06/2012
Ultima Hora: Campesinos se suman a las protestas frente a la TV Pública

ABC Color: OEA adelanta al martes reunión para estudiar crisis en Paraguay

Atualização às 18:05, 25/06/2012
Folha: Tribunal Eleitoral descarta antecipar eleição no Paraguai

Atualização às 08:56, 26/06/2012

Ultima Hora:  Wikileaks: plan de destitución de Lugo se planeaba hace años

ABC Color: “Brasiguayos” se reúnen hoy con Dilma Rousseff en Brasilia

Agência Brasil: Crise no Paraguai gera sessão extraordinária da OEA e debates na Unasul e Mercosul

Agência Brasil: Quatro dias depois do impeachment, Paraguai se divide entre simpatizantes de Lugo e de Franco

Agência Brasil: A dez meses das eleições presidenciais, quadro é de incertezas no Paraguai 

Atualização às 11:05, 26/06/2012

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Atualização às 11:05, 26/06/2012
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ABC Color: “Brasiguayos” brindan apoyo a Franco

Atualização às 15:18, 26/06/2012 
Por que então entabulou o golpe?!...
Ultima Hora: Franco dice buscar evitar "una guerra civil" tras crisis desatada por destitución de Lugo 

ABC Color: Cuba retira a su embajador en Paraguay

Atualização às 16:24, 26/06/2012 
ABC Color: OEA inicia debate sobre crisis en Paraguay

Atualização às 20:30, 26/06/2012

Ultima Hora:  Comisión de la OEA vendrá a estudiar situación de Paraguay

Atualização às 20:33, 26/06/2012
ABC Color: OEA envía delegación a Paraguay

Atualização às 22:45, 26/06/2012 
Corte de ruta en San Juan Nepomuceno. Foto, gentileza. UH
Ultima Hora: Campesinos cortan rutas en el sur del país