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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Carta Maior [Saul Leblon]: A recessão vai 'curar' o Brasil?

Carta Maior [Saul Leblon]: A recessão vai 'curar' o Brasil?

A elevação da Selic em mais meio ponto custará outros R$ 6 bilhões em juros. É um exemplo do remédio para consertar a perna da girafa que quebra seu pescoço

por: Saul Leblon

O segundo governo Dilma começou  há 21 dias.

Há vinte, ele se dedica integralmente  ao propósito de convencer os mercados (financeiros) e o setor produtivo de que o Brasil tem futuro.

Dito assim parece  trivial.

O Brasil enfrenta desequilíbrios intrínsecos à luta pelo desenvolvimento sob a hegemonia do capital financeiro globalizado.

Mas o faz do alto da quinta maior extensão territorial do planeta.

Praticamente todo o seu território é habitável, nele vivem mais de 200 milhões de pessoas; a economia formal inclui  90 milhões de assalariados;  a renda per capita vinha crescendo  acima de 2% ao ano, em média; desse conjunto brotou um mercado de consumo de massa  que abrange 53% da população.

A  engrenagem  tem um encontro marcado com um pico de investimentos em infraestrutura entre 2015 e 2017 –algo da ordem de R$ 300 bilhões. Uma espiral de produção de petróleo extraído das maiores reservas descobertas no século XXI  vai dobrar a oferta nacional em cinco anos.

Leia tudo.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Agência Brasil: Copom intensifica aperto monetário e sobe juros básicos para 11,75% ao ano

Insaciáveis!...

Agência Brasil: Copom intensifica aperto monetário e sobe juros básicos para 11,75% ao ano

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Pela segunda vez seguida, o Banco Central (BC) reajustou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou hoje (3) a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, para 11,75% ao ano. O órgão aumentou o ritmo do aperto monetário. Na reunião anterior, no fim de outubro, a taxa tinha sido reajustada em 0,25 ponto.

Em comunicado, o Copom reconheceu que decidiu intensificar o ajuste monetário para conter a inflação, mas informou que pretende ser cauteloso com os juros. “Considerando os efeitos cumulativos e defasados da política monetária, entre outros fatores, o comitê avalia que o esforço adicional de política monetária tende a ser implementado com parcimônia”, destacou o texto.

A taxa está no maior nível desde meados de outubro de 2011, quando estava em 12% ao ano. Em agosto daquele ano, a taxa Selic passou a ser reduzida sucessivamente pelo Copom até atingir 7,25% ao ano em outubro de 2012 - o menor patamar da história. A Selic foi mantida nesse nível até abril de 2013, quando o Copom iniciou novo ciclo de alta nos juros básicos para conter a inflação.

A taxa Selic é o principal instrumento do BC para manter a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), dentro da meta estabelecida pela equipe econômica. De acordo com o Conselho Monetário Nacional (CMN), o centro da meta de inflação corresponde a 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos percentuais, podendo variar entre 2,5% (piso da meta) e 6,5% (teto da meta).

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumulado em 12 meses estava em 6,59% em outubro. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, o IPCA encerrará 2014 em 6,43%. A estimativa foi mantida pela segunda semana seguida.
Por outro lado, o aumento da taxa Selic prejudica o reaquecimento da economia, que ainda está sob efeito de estímulos do governo, como desonerações e crédito barato. De acordo com o boletim Focus, os analistas econômicos projetam crescimento neste ano de apenas 0,19% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país).

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la, o BC contém o excesso de demanda, que se reflete no aumento de preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.
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Entenda a Selic

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Redação do Refazenda2010-blog: A Dívida de Minas, com Agência Brasil mais Boletim Eletrônico do Dep. Adelmo Carneiro Leão PT-MG

A renegociação da dívida pública do Estado de Minas para com o Governo Federal foi um desastre e causa danos até hoje. Um governador do psdb submeteu-se aos desmandos de um presidente do psdb e impôs a Minas condições duríssimas no tocante a taxa de juros. Isto em 1998.

Ontem nos deparamos com duas matéria sobre o tema. Por um lado, a Agência Brasil afirma na matéria linkada abaixo, que: "As negociações para a troca do indexador da dívida dos estados e municípios ocorrem em um momento em que os índices de 2012 apontam para a queda do endividamento, beneficiando as finanças estaduais. ...".

De outro lado, o Boletim Eletrônico do deputado estadual do PT-MG, Adelmo Carneiro Leão corrobora com o nosso ponto de vista e cobra mais informações do governo estadual sobre a formação e composição da dívida, dentre elas, a dívida da CEMIG.

Com a palavra os especialistas e principalmente os militantes que lutam pela redução da mesma!


Boletim da Dívida de Minas[20/04/2012 - Nº 1 - Ano 1: 2012]: Deputados da base do Governo acusam a Presidenta e o Governo Federal por acordo de dívida feito pelo PSDB

sexta-feira, 23 de março de 2012

Hoje em Dia: Dívida de Minas com a União foi a que mais cresceu no país

Primeiro foi o péssimo acordo que o coleguinha, de partido, do censor, digo, senador eduardo azeredo recebeu do BHC, quer dizer, fhc. O tempo passa... Agora é o maravilhoso choque de gestão da dupla dinâmica que foi ungida ao poder! Bem, esse choque é verdadeiro e funciona, já eletrocutou milhares de servidores!

Dívida de Minas com a União foi a que mais cresceu no país

Débito do Estado subiu 356,30% nos últimos 11 anos e fechou 2011 em R$ 62,1 bilhões, conforme dados divulgados pela Casa

Ricardo Corrêa - Do Hoje em Dia - 22/03/2012 - 20:23

Hoje em Dia - Editoria de Arte
O tamanho e as dificuldades que os Estados enfrentam para pagar suas dívidas com a União são assuntos recorrentes em Brasília. É para tratar do tema que governadores das 27 unidades federativas e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, vão se reunir em uma audiência pública na Câmara dos Deputados no dia 19 de abril. Para Minas Gerais, a discussão tem especial interesse. De todos os estados do país, nenhum viu sua dívida crescer tanto entre os anos de 2000 e 2011.


De acordo com dados divulgados pela Casa, com base em números da Secretaria do Tesouro Nacional, a dívida consolidada líquida do Estado com a União passou de R$ 13,6 bilhões, em 2000, para R$ 62,1 bilhões, em 2011. O crescimento registrado no período foi, portanto, de 356,30%. A média de todos os entes federativos estaduais foi de 110,51%. No total, os estados e o Distrito Federal deviam, ao final do ano passado, R$ 388,4 bilhões à União. Em 2000, o valor era de R$ 184,5 bilhões.


Com o crescimento experimentado ao longo dos últimos 11 anos, a dívida de Minas Gerais ultrapassou o débito do Rio de Janeiro e passou a ser a segunda maior do país. O governo fluminense viu sua dívida subir 119,35% no período, passando de R$ 23,8 bilhões para R$ 52,3 bilhões. O Estado com mais débitos com a União ainda é São Paulo, que registrou aumento de 143,13% da dívida, passando de R$ 62,3 bilhões para R$ 151,5 bilhões.


Procurado, o governo de Minas encaminhou a solicitação da reportagem para a Secretaria de Estado de Fazenda. A pasta, por sua vez, alegou que, por se tratar de um tema técnico, de alta complexidade, demandaria análise mais aprofundada, não enviando resposta até o fechamento desta edição. Continue lendo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Vídeos Maria Lúcia Fattorelli mais texto Agência Brasil: Dívida Pública Federal aumenta 1,79% em dezembro e soma R$ 1,866 trilhão em 2011, diz Tesouro

Aqui repito as palavras do economista, de linha monetarista,  Mário Henrique Simonsen: "Déficit público não é de caráter orçamentário nem de caráter financeiro. Déficit público, simplesmente, não tem caráter" transcrito de Beting. Ou ainda, atribuída a Delfim Netto: “a dívida não se paga, a dívida se rola”. Mas isso tudo pouco importa ao cidadão comum. O que interessa, e muito, é que essa montanha de dinheiro que representa tal dívida, há ser auditada! É uma brutal transferência de renda dos pobres para qualquer cidadão brasileiro que possua todo tipo de investimento lastreado em títulos públicos, naturalmente ficando a parte gorda para os banqueiros, os intermediários! Sendo o BC extremamente conservador, os juros são altos, o que leva ao famoso e pernicioso superávit primário. Sobra pouca coisa para investimento em educação, saúde e assistência social! Numa continha rápida, cada brasileiro deve em torno de 9,5 mil reais...

Abaixo, dois vídeos de entrevistas da ativista Maria Lúcia Fattorelli [parece existir mais de uma ong sobre o tema], o primeiro veio de e o outro de.











Dívida Pública Federal aumenta 1,79% em dezembro e soma R$ 1,866 trilhão em 2011, diz Tesouro

30/01/2012 - 12h19
 

Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil


Brasília – A Dívida Pública Federal (DPF) cresceu 1,79% em dezembro, comparado a novembro, e soma R$ 1,866 trilhão. Houve, portanto, aumento nominal de R$ 32,81 bilhões no último mês de 2011, de acordo com relatório divulgado hoje (30) pela Secretaria do Tesouro Nacional. No acumulado do ano passado, a DPF cresceu 10,17%, o equivalente a R$ 172,3 bilhões.

O crescimento da dívida pública no mês passado resultou da emissão de R$ 38,66 bilhões em títulos - dos quais 78,68% com remuneração prefixada - contra resgates de títulos no valor de R$ 25,92 bilhões. Essa operação resultou em uma emissão líquida de R$ 12,74 bilhões em títulos, que se somaram aos R$ 17,49 bilhões pagos em juros no mês para aumentar a dívida.(gm)

O aumento do endividamento em 2011 foi resultado das despesas com juros, no valor de R$ 211,52 bilhões, e de menos resgates líquidos de títulos em poder de terceiros, no total de R$ 39,20 bilhões. No geral, os resgates foram de R$ 84,20 bilhões, neutralizados, em parte, pela capitalização de R$ 45 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Continue lendo.