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terça-feira, 31 de maio de 2022

Editorial: Miséria Estrutural

Miséria Estrutural

G1 - Felixx Drone

Após algumas tragédias ocasionadas pelas chuvas torrenciais em alguns locais do País, com centenas de mortes, aparece um monte de soluções mágicas, tais como, urbanismo, contenção de encostas e tantas outras mais!

A miséria estrutural acompanha o Brasil desde sempre. Podemos nos ater de 1888 para cá. A desigualdade só aumenta, mas as pessoas têm que morar em algum lugar, como às margens de rio ou em encostas instáveis. Daí é tragédia anunciada!

Portanto, parte da União, Executivo e Congresso, devem começar alinhavar planos de médio e longo prazo para minorar tal descalabro.

Educação, educação e educação! Um bom começo.

31/05/2022 - REFAZENDA2010

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Rede Brasil Atual: Taxação de fluxos internacionais de capital é imprescindível para a redução da miséria

Rede Brasil Atual: Taxação de fluxos internacionais de capital é imprescindível para a redução da miséria

A crise de 2008 impôs sofrimento, pobreza e destruiu 60 milhões de empregos. Em 2009, governos gastaram US$ 11 trilhões para evitar prejuízos a bancos. E em breve 1% da população do mundo terá mais recursos do que os outros 99%

por Marcio Pochmann, para a RBA

Entre 28 e 29 de janeiro, a cidade de São José, capital da Costa Rica, reuniu a terceira cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), cujo tema principal foi a luta contra a pobreza. Coincidentemente para os mesmos dias, a Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal) divulgou relatório informando que a pobreza na região permanece estagnada em 28,1% da população desde 2012, após mais de uma década de redução acentuada.

No ano passado, 167 milhões de latino-americanos e caribenhos encontravam-se na situação de pobreza. Para o caso brasileiro, a pobreza teria caído de 18,6% para 18% da população nos últimos dois anos, segundo a Cepal.

Neste contexto, convém lembrar que uma das principais evidências recentes do processo assimétrico da globalização tem sido o crescimento do poder do setor privado, por meio das grandes corporações transnacionais e dos novos ricos de classe mundial. Segundo estudo da Oxfam divulgado recentemente, o mundo deverá entra em 2016 com 1% mais rico da população do planeta, estimado em 37 milhões de pessoas, concentrando mais dinheiro do que os outros 99% juntos dos habitantes da terra.

Essa brutal centralização do capital por intermédio das grandes corporações financeiras e não financeiras decorre de suas operações cada vez mais de dimensões globais frente a sistemas de regulações públicas, quase que exclusivamente locais, em conformidade com as normatizações originárias do contexto mundial do segundo pós-guerra mundial. Ademais, o predomínio das políticas neoliberais levou ao apequenamento do papel do Estado nacional que ocorreu paralelamente ao crescimento do poder da grande corporação transnacional e à diminuição da governança pública mundial representada pelo sistema das Nações Unidas constituído desde o segundo pós-guerra (Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial, Organização Mundial do Comércio, entre outras).

Leia tudo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Estadão: Desigual, Brasil assiste a crescimento de mercado de luxo

Se o modelo continuou capitalista, as margens de lucro altíssimas - maior que o famigerado Custo Brasil, já se enxerga bem, o fabuloso Lucro Brasil - que aliado a um generoso oferecimento de crédito, possibilitam o crescimento vigoroso da atividade econômica, capitaneado pelo comércio. Lógico que tudo estribado no aumento do emprego, com alguma coisinha das políticas sociais. Num País de consumo reprimido há décadas, ou sempre... , esse boom pode ser longo. Maior demanda, maior enriquecimento das classes produtoras, já as produtivas se contentam com pouco, muito pouco. Pena.

Desigual, Brasil assiste a crescimento de mercado de luxo

Reality show sobre mulheres ricas evidencia aumento da classe alta; analistas dizem que crescimento da renda dos mais pobres é insuficiente.


BBC-Brasil

02 de fevereiro de 2012 | 9h 06

Uma década atrás, parte da elite brasileira estava tensa e insegura em relação ao futuro com a chegada do ex-operário Luiz Inácio Lula da Silva ao poder. Mas no fim das contas, os ricos ficaram mais ricos.

"Quando (o ex-presidente) Lula chegou ao poder, toda a classe alta brasileira ficou muito preocupada. Nós achávamos que ia ser terrível", diz a arquiteta Brunete Fraccaroli, uma das cinco milionárias do reality show Mulheres Ricas, da TV Bandeirantes, que mostra todas as semanas como é a vida dos super ricos, num dos países mais desiguais do mundo.

"Mas o presidente Lula fez um ótimo governo. Os ricos continuaram ricos e os pobres também têm um pouco mais de dinheiro", completa a milionária, que já nasceu rica e adicionou alguns milhões à fortuna da família com seu trabalho como arquiteta e designer de interiores. Continue lendo na próxima página e mais três.