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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Estadão: Mantega garante reajuste de preços de combustíveis nas bombas


Mantega garante reajuste de preços de combustíveis nas bombas

Sinalização do ministro mostra uma mudança de disposição por parte do governo que há 9 anos não autoriza reajustes com impacto para a inflação 

08 de agosto de 2012 | 18h 05

Sabrina Valle, da Agência Estado


RIO - Depois de ouvir um emocionado relato da presidente da Petrobrás, Graça Foster, antes da divulgação do prejuízo de R$ 1,3 bilhão no segundo trimestre, na última sexta-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, garantiu ao comando da companhia que haverá reajuste de preço de combustíveis nas bombas, segundo fonte da Agência Estado.

A sinalização de Mantega mostra uma mudança de disposição por parte do governo - controlador e sócio majoritário da companhia - que há nove anos não autoriza reajustes de combustíveis com impacto para a inflação. Os últimos aumentos foram compensados com a redução da Cide, agora zerada.

Segundo a fonte, a executiva se viu obrigada a conter o choro ao reportar ao Conselho de Administração o primeiro prejuízo trimestral da companhia em 13 anos. O resultado de abril a junho foi o primeiro integralmente sob a gestão da nova presidente, que assumiu o cargo em fevereiro.

O ministro encerrou a discussão na última sexta-feira com a promessa de um reajuste à diretoria, embora sem dar qualquer detalhe. Não foram discutidos na reunião porcentuais ou data. Aos interlocutores, Mantega deixou subentendido que um possível reajuste não seria imediato. O governo terá de estudar o melhor momento para lançar mão da medida para diesel, gasolina ou para ambos.

O ministro Mantega é presidente do conselho de administração da Petrobrás. Na segunda-feira, três dias após a divulgação do prejuízo, Graça fez questão de participar das conferências para comentar o resultado, normalmente coordenadas pelo diretor financeiro. Continue lendo.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Estado de Minas: MP busca quadrilha suspeita de sonegar impostos e adulterar combustíveis em Minas

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MP busca quadrilha suspeita de sonegar impostos e adulterar combustíveis em Minas
 
Estimativa da Secretaria Estadual de Fazenda é que prejuízo gerado pela fraude chegue aos R$ 10 milhões
Fernanda Borges

Publicação: 24/07/2012 09:52 Atualização: 24/07/2012 10:33


O Ministério Público Estadual deflagrou uma operação no início da manhã desta terça-feira contra uma quadrilha suspeita de adulterar combustíveis e sonegar impostos em vários municípios do Sul do Estado. As fraudes ocorriam por meio de uma rede de postos de gasolina e uma distribuidora cuja autorização para funcionamento já foi cassada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). A Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) estima em R$ 10 milhões o prejuízo gerado pelas fraudes.

Segundo o MP,  estão sendo cumpridos mandados de prisão, busca e apreensão em Campo Belo, Lavras, Cana Verde e Candeias. Durante as investigações, foram constatados indícios de manipulação das bombas de combustíveis por meio do retorno ou reversão dos encerrantes - componente eletrônico que registra a quantidade acumulada de litros vendidos - propiciando a ocultação do volume vendido clandestinamente nos postos. Continue lendo.

sábado, 7 de julho de 2012

Notícias do Dia: Sábado, 07/07/2012 - REFAZENDA2010-blog

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21:30 O Globo: Brasil tem 82 escolas de primeiro mundo em áreas pobre

"Lula montou uma base suprapartidária e entregou aos aliados ministérios com porteira fechada; Dilma, com sua faxina, se afastou do mundo político e ganhou popularidade; hoje, vários partidos gostariam que Lula fosse o candidato em 2014, mas esse estilo de coalizão muitas vezes termina em porta de cadeia, como no caso Valec"



quinta-feira, 21 de junho de 2012

Folha: Petrobras convence Dilma e combustível deve subir até 10%


21/06/2012 - 03h30

Petrobras convence Dilma e combustível deve subir até 10%


VALDO CRUZ

NATUZA NERY

DE BRASÍLIA

A equipe econômica prometeu à direção da Petrobras definir, até o próximo mês, o percentual de reajuste de combustíveis reivindicado pela estatal e quando ele entrará em vigor.

Segundo a Folha apurou, a decisão de conceder o aumento já conta com o aval do Palácio do Planalto.

Falta definir exatamente o percentual, que deve ser de 10% para a gasolina na refinaria, mesmo valor do reajuste de outubro de 2011.

A expectativa é que comece a vigorar imediatamente e que não seja repassado integralmente ao consumidor.

A ala política do governo tem defendido, porém, um adiamento estratégico para depois das eleições municipais, diante do receio de impacto negativo para os candidatos da base aliada. O Planalto ficou de dar uma palavra final após a Rio+20.

A promessa do reajuste foi repassada à presidente da Petrobras, Graça Foster, antes da aprovação do plano de investimentos da estatal, de US$ 236,5 bilhões até 2016 --5,2% mais do que o anterior, que previa investimentos de US$ 224,7 bilhões entre 2011 e 2015.

Graça já havia avisado à presidente Dilma que o congelamento de preço dos combustíveis estava afetando a geração de caixa da empresa e comprometendo sua capacidade de investimentos.

O Conselho de Administração aprovou, na semana passada, um aumento pequeno nos investimentos. Ao elaborar o plano, a estatal embutiu nos cálculos reajuste de 15% nos combustíveis.

Técnicos não acreditam, porém, que o governo venha a autorizar um aumento dessa ordem no próximo mês. O percentual tido como mais realista é de 10%, que não deve ser repassado totalmente para os consumidores.

CIDE

Oficialmente, o governo não confirma a decisão de conceder o reajuste, cuja possibilidade foi admitida anteontem pelo ministro Edison Lobão (Minas e Energia) --o que teve impacto positivo na valor das ações da Petrobras.

Para evitar que o aumento seja repassado ao consumidor final, o governo pode se valer, novamente, da estratégia de reduzir o percentual da Cide (contribuição destinada a regular o preço dos combustíveis) que incide sobre o valor da gasolina e do diesel.

O espaço para essa manobra está cada vez menor. Hoje, para reajustar o preço da gasolina em 8% sem repassá-lo ao consumidor final, o governo teria de zerar a cobrança da Cide sobre o combustível. No caso do diesel, o reajuste máximo seria de 4%. Origem.