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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

DCM: O dia que Aécio e Andrea Neves colocaram o jornalismo independente atrás das grades. Por Geraldo Elísio


O dia que Aécio e Andrea Neves colocaram o jornalismo independente atrás das grades. Por Geraldo Elísio

Marco Aurélio Carone tinha 60 anos na época, sofria de diabetes e hipertensão arterial há mais de uma década. Cinco anos antes, sofrera o acidente que lhe deixou sequelas e o obrigou a andar de bengala, posteriormente substituídas por muletas, que o fazem se locomover com dificuldades. No dia 20 de Janeiro de 2014, em temporada eleitoral – Dilma x Aécio Neves – às 6 horas da manhã ele chegou ao Novojornal para trabalhar e teve uma surpresa desagradável. O delegado Guilherme Santos, da Polícia Civil de Minas Gerais, lhe deu voz de prisão.

O jornalista e publicitário narra que, dois minutos depois, chegou o promotor André Luis de Pinho, que o perseguia, inclusive acusando-o de ter incendiado um carro da propriedade dele. Tudo em função de uma briga entre irmãos na qual Pinho estava envolvido e que acabou sendo notícia.

“Eu lhe proponho assinar um documento de delação pre
miada. Se tivesse aceitado, seria libertado na mesma hora”, disse, conforme Carone me relatou.

Mas, como se recusou, Carone foi conduzido primeiro para o Centro de Remanejamento do Sistema Prisional – Ceresp -, no bairro Gameleira, em Belo Horizonte, e foi deixado em uma sala sob guarda. No dia 21, ele passou mal no presídio e foi levado para Unidade de Pronto Atendimento mais próxima, a UPA Oeste. No dia 23, teve alta e voltou para o presídio. O doutor Edson Donato, médico da unidade presidiária, fez um relatório alertando a direção quanto à gravidade do caso.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Observatório da Imprensa: Vitória da truculência. O jornal JÁ fechou(RS)

Dica do CAf. Germano Rigotto deve ter aprendido aqui nas Montanhas, ou ensinou?... É porque ele é Bones e não Bonner…

IMPRENSA GAÚCHA

Vitória da truculência. O jornal JÁ fechou
Por Luiz Cláudio Cunha em 25/01/2012 na edição 678

O ex-governador gaúcho Germano Rigotto e sua família, enfim, conseguiram: o JÁ, um bravo e pequeno mensário de 5 mil exemplares e 26 anos de vida em Porto Alegre (RS), fechou as portas. Sucumbiu aos dez anos de uma longa, pertinaz perseguição judicial movida pelos Rigotto, que asfixiaram financeiramente um jornal de resistência que chegou a ter 22 profissionais numa redação que hoje se resume a dois jornalistas.

A nota de falecimento do jornal foi dada por seu editor, Elmar Bones da Costa, em amarga entrevista concedida (em 16/1) aos repórteres Felipe Prestes e Samir Oliveira, do site Sul21 (ver aqui). “O caminho natural seria que eu tivesse feito um acordo. Teria resolvido isso e até voltado ao mercado. Mas, eu não tinha feito nada de errado. Fazer um acordo com Rigotto seria trair os próprios princípios do jornal”, explicou Bones, sempre altivo aos 67 anos, com passagens por grandes órgãos da imprensa brasileira (Veja, IstoÉ, O Estado de S.Paulo e Gazeta Mercantil) e pelo comando do CooJornal, o heroico mensário da pioneira Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre. Na ditadura, Bones enfrentou o cerco implacável da censura e dos militares ao jornal alternativo que incomodava o regime. Na democracia, Bones não resistiu ao assédio sufocante das ações judiciais de Rigotto incomodado pelo bom jornalismo. Continue lendo.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Estadão: Tucanos cogitam lançar irmã de Aécio ao governo

Dona Andrea DIP Neves foi a maior responsável pela censura brutal imposta à Mídia Mineira. Jornalistas demitidos, cooptados e sabe-se mais lá o quê!. Agora lançam esse balão de ensaio na vã ilusão que ela e o "menino do Rio" se arremessem  em vôos maiores! Lógico que haverá troco do Vampiro. É só aguardar o desenrolar dos acontecimentos. Se bem que em Minas, Pobre e Podre Minas, eu tenho cá minhas dúvidas! Aécio Never More!



Vídeo capturado em: Censura à imprensa mineira ganha documentário internacional

Tucanos cogitam lançar irmã de Aécio ao governo
22 de janeiro de 2012 | 8h 32

AE - Agência Estado

Sem um nome de peso para disputar a eleição ao governo de Minas Gerais em 2014, integrantes do PSDB já cogitam lançar Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves, para fazer frente a uma provável candidatura do ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento), que deve entrar no pleito pelo PT turbinado pela passagem pelo governo federal.


Oficialmente, a maior parte do tucanato diz que a eleição ainda está longe e que a questão não está em pauta. Nos bastidores, porém, o partido já se movimenta para tentar promover nomes para a disputa, já que o atual governador, Antonio Anastasia (PSDB), não pode ser reeleito. Continue lendo.