600.000 Vidas
Poderia ter sido diferente, muito diferente. Difícil aquilatar tamanha tragédia. Usamos por diversas vezes a queda de avião com 200 pessoas. Um boeing imaginário ou virtual. A queda de um avião de grande porte no Brasil - vamos chutar - acontece a cada 10 anos. Mas 3.000 em pouco mais de ano e meio é inominável! De alguma forma, essa grandeza foi normalizada.
Pais, mães, tios, tias, avôs, avós, filhos, filhas, e por aí vai. O efeito, além do afetivo, impactou mais naqueles lares, onde o provedor era uma única pessoa, o(a) aposentado(a) do INSS. Filhos e netos agora totalmente desprovidos. Em classes de maior renda também!
O atraso, deliberado, no início da vacinação, hoje sabemos; não foi só por negacionismo ou por ignorância ideológica. Sabe-se, atualmente, que pelo menos outros dois fatores também contribuíram para esse genocídio: as tramoias para se intermediar a aquisição de vacinas e, cada vez mais explícito, a insistência até mesmo criminosa de fármacos, que poderiam ter sido uma esperança inicialmente; mostraram-se totalmente inúteis ou até mesmo, contra indicados!
Pior que o dogma da cloroquina e que tais, a iniquidade foi além, novamente, da ignorância ideológica! Tratou também para, in fine, reduzir custos de planos de saúde privados! Ou seja, morre logo! A Escola Nazista de Mengele agradece!...
08/10/2021 - REFAZENDA2010
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